Magna Concursos

Foram encontradas 2.095 questões.

1337513 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

No que se refere às contraindicações locais e sistêmicas das extrações dentárias, analise:

I. Diabetes não-controlada, doença renal em estágio final com uremia intensa, angina pectoris instável e disritmias cardíacas graves constituem-se em algumas das contraindicações sistêmicas para as extrações dentárias.

II. Dentes cuja localização esteja no interior de tumores malignos não devem ser extraídos, em função da possibilidade de disseminação das células tumorais para outros sítios.

III. A gravidez pode ser considerada uma contraindicação relativa para as extrações dentárias, haja vista que, se possível, as exodontias apenas devem ser evitadas no segundo e terceiro semestres de gravidez.

IV. A inflamação do capuz pericoronário de um terceiro molar impactado constitui-se em uma contraindicação relativa às extrações dentárias, uma vez que as exodontias devem ser evitadas apenas nos casos de pericoronarite grave.

Estão corretas apenas as afirmativas

I, II, IV
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1337509 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Muitos pacientes possuem uma condição médica comprometida, o que faz com que o nosso plano de tratamento seja alterado em algumas situações. Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) sobre o que se afirma abaixo em relação a estes pacientes. A seguir, indique a opção com a sequência correta.

( ) Infarto do miocárdio: recomenda-se que os procedimentos cirúrgicos eletivos maiores sejam adiados até no máximo 3 meses após o infarto.

( ) Angina Pectoris: limitar a quantidade máxima de adrenalina utilizada (máximo de 0,4mg a cada 30 minutos).

( ) Renal crônico(diálise renal): marcar o tratamento odontológico para o dia seguinte à diálise.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1337503 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

Preencha as lacunas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.

A tensão de de polimerização está mais relacionada à quantidade de e rigidez do material que ao próprio percentual volumétrico de contração de polimerização.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1337502 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

Correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

(1) Conceito de Waerhaug

(2) Zona de irritação

(3) Zona de co-destruição

(4) Conceito de Glickman

( ) afirma que a via de propagação da lesão gengival associada à placa pode ser alterada se forças de intensidade anormal atuarem sobre dentes que apresentem placa subgengival.

( ) inclui a gengiva marginal e a gengiva interdental.

( ) inclui o ligamento periodontal, o cemento radicular e o osso alveolar.

( ) em sua análise, conclui que os defeitos ósseos angulares e as bolsas infra-ósseas ocorrem com igual frequência tanto no periodonto de dentes não afetados pelo trauma da oclusão quanto em dentes traumatizados.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1337499 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

Marque a alternativa correta em relação à microbiota cariogênica capaz de realizar a colonização primária na superfície dentária.

Lactobacillus e Streptococcus casei.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto I para a questão

Mundo sem sacolas

Em 1955 meu pai conseguiu realizar em Araraquara o projeto de sua vida, depois de ter trabalhado durante 35 anos na estrada de ferro, sem uma única falta. Chovesse, ventasse, estivesse doente, ele saía de manhã e ia para a Contadoria, escritório central. Uma imagem que guardo até hoje é a do velho Antonio de galocha, capa e guarda-chuva, chegando do trabalho, tomando banho e desfrutando uma gemada quente. Ao deixar a ferrovia, ele recebeu uma boa quantia, relativa à licença-prêmio, e com esse dinheiro abriu sua fábrica de sacos de papel, a primeira da cidade. Ele tinha percebido que nos armazéns (estava distante ainda o primeiro supermercado) e quitandas, os fregueses reclamavam da mercadoria embrulhada em jornal. Os donos respondiam: “Então, tragam suas sacolas, vou fazer o quê?”

A fábrica Brandão foi bem-sucedida. Começou na garagem de um médico tradicional, o doutor Aufiero (hoje pronto-socorro), cresceu, mudou para a Rua Cinco, a mais bela da cidade, com seus oitis que sofrem, constantemente, a ação impiedosa de podadores da prefeitura que os mutilam. Depois, outro pioneirismo, a fábrica se mudou para o bairro de Quitandinha (por que se chama assim? Influência do velho hotel de Petrópolis?), num tempo em que ninguém construía nada por ali. Meu pai acreditava nos sacos de papel e tinha em mente, no futuro, criar sacolas com alças. “Um dia vão ser de plástico”, garantia. Porém o comércio reagia contrariamente à ideia, alegava custos.

Mais tarde, quando meu pai já tinha vendido a fábrica ao sócio (na altura dos seus 75, 76 anos), as mentalidades mudaram, chegaram os supermercados, adotaram-se as sacolas, veio o plástico e hoje não há quem o dispense, em Araraquara, no Brasil e no mundo. Meu pai e seus sonhos envolvendo sacos de papel e sacolas de plástico me vieram à cabeça quando fui morar em Berlim. Passei a notar forte relação entre alemães e suas sacolas. Via amigos guardando cuidadosamente as sacolinhas sempre que chegavam de alguma compra. Até que fui apanhado desprevenido num supermercado. A caixa perguntou se eu queria sacola, disse que sim e ela me cobrou. Aprendi então que, sempre que a sacola não trazia publicidade, era vendida. Se trazia anúncio, era de graça. Alemão se recusa a ser objeto de merchandising e ainda pagar por isso (como essa gente que paga para usar camiseta de Coca-Cola, por exemplo). Porém, o que eu mais notava é que 9 entre 10 alemães andavam com sacola na mão. Feliz, considerei que tinha feito uma grande observação. Até o dia em que, aqui no Brasil, meu filho me olhou e perguntou: “Pai, por que o senhor está sempre com uma sacolinha na mão?”

Era verdade. Mais do que isso. Não somente eu. Passei a observar as ruas, contar o número de pessoas que carregam sacolas, sacolinhas, sacoletas. Podia ver o que algumas continham: verduras, revistas, remédios, filmes de vídeo, livros, roupas, presentes, cosméticos (esta é uma das palavras mais feias da língua portuguesa). Portanto, não só na Alemanha, é no Brasil, no mundo. Somos todos sacoleiros. Universais. Pois não existem até os “sacolões” de frutas e verduras? Que tanta coisa temos a carregar? Eu já me senti estranho ao perceber que estava de mãos vazias. Quantas vezes não voltei a algum lugar para ver se tinha esquecido alguma coisa? Não tinha.

(...)

E me veio, subitamente, a imagem de que no mundo moderno é impossível viver sem a sacola. Mais do que necessidade, a sacola é o novo membro do corpo humano. No futuro, teremos uma raça humana diferente anatomicamente. As pessoas vão nascer com a sacola do lado, grudada ao ombro por uma alça, ou presa à cintura, uma raça prática.

(Brandão, Ignácio de Loyola, 1936.Coleção Melhores Crônicas – 1ª edição, Global Editora, São Paulo, 2004)

“Mais do que isso...” O termo em destaque refere-se de forma anafórica

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1337491 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

O diagnóstico das lesões cariosas em seu estágio inicial é importante para uma filosofia de mínima intervenção. De acordo com a superfície oclusal pigmentada, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo e depois assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) As lesões cariosas incipientes podem ser monitoradas sem necessidade de realizar selantes ou tratamentos invasivos.

( ) Nos diagnósticos duvidosos, o acompanhamento vigilante deve anteceder a decisão restauradora.

( ) O selamento oclusal com selante opaco, tornou-se uma medida ineficaz para evitar uma intervenção invasiva desnecessária.

( ) Lesões escurecidas podem estar relacionadas ao processo de remineralização ou a um selamento biológico.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1337486 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

A trombose de seio cavernoso é uma infecção séria que constitui uma ameaça à vida do paciente. A disseminação hematogênica da infecção dos maxilares para o seio cavernoso pode ocorrer anteriormente por meio da veia

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1337479 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

Com relação aos articuladores, preencha as lacunas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.

São aparelhos mecânicos que imitam , baseando-se nas trajetórias dos movimentos das determinantes posteriores: os(as) .

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto I para a questão

Mundo sem sacolas

Em 1955 meu pai conseguiu realizar em Araraquara o projeto de sua vida, depois de ter trabalhado durante 35 anos na estrada de ferro, sem uma única falta. Chovesse, ventasse, estivesse doente, ele saía de manhã e ia para a Contadoria, escritório central. Uma imagem que guardo até hoje é a do velho Antonio de galocha, capa e guarda-chuva, chegando do trabalho, tomando banho e desfrutando uma gemada quente. Ao deixar a ferrovia, ele recebeu uma boa quantia, relativa à licença-prêmio, e com esse dinheiro abriu sua fábrica de sacos de papel, a primeira da cidade. Ele tinha percebido que nos armazéns (estava distante ainda o primeiro supermercado) e quitandas, os fregueses reclamavam da mercadoria embrulhada em jornal. Os donos respondiam: “Então, tragam suas sacolas, vou fazer o quê?”

A fábrica Brandão foi bem-sucedida. Começou na garagem de um médico tradicional, o doutor Aufiero (hoje pronto-socorro), cresceu, mudou para a Rua Cinco, a mais bela da cidade, com seus oitis que sofrem, constantemente, a ação impiedosa de podadores da prefeitura que os mutilam. Depois, outro pioneirismo, a fábrica se mudou para o bairro de Quitandinha (por que se chama assim? Influência do velho hotel de Petrópolis?), num tempo em que ninguém construía nada por ali. Meu pai acreditava nos sacos de papel e tinha em mente, no futuro, criar sacolas com alças(c). “Um dia vão ser de plástico”, garantia. Porém o comércio reagia contrariamente à ideia, alegava custos.

Mais tarde, quando meu pai já tinha vendido a fábrica ao sócio (na altura dos seus 75, 76 anos), as mentalidades mudaram, chegaram os supermercados, adotaram-se as sacolas, veio o plástico e hoje não há quem o dispense, em Araraquara, no Brasil e no mundo. Meu pai e seus sonhos envolvendo sacos de papel e sacolas de plástico me vieram à cabeça quando fui morar em Berlim. Passei a notar forte relação entre alemães e suas sacolas. Via amigos guardando cuidadosamente as sacolinhas sempre que chegavam de alguma compra. Até que fui apanhado desprevenido num supermercado. A caixa perguntou se eu queria sacola, disse que sim e ela me cobrou. Aprendi então que, sempre que a sacola não trazia publicidade, era vendida(b). Se trazia anúncio, era de graça. Alemão se recusa a ser objeto de merchandising e ainda pagar por isso (como essa gente que paga para usar camiseta de Coca-Cola, por exemplo). Porém, o que eu mais notava é que 9 entre 10 alemães andavam com sacola na mão. Feliz, considerei que tinha feito uma grande observação. Até o dia em que, aqui no Brasil, meu filho me olhou e perguntou: “Pai, por que o senhor está sempre com uma sacolinha na mão?”

Era verdade. Mais do que isso. Não somente eu. Passei a observar as ruas, contar o número de pessoas que carregam sacolas, sacolinhas, sacoletas. Podia ver o que algumas continham: verduras, revistas, remédios, filmes de vídeo, livros, roupas, presentes, cosméticos (esta é uma das palavras mais feias da língua portuguesa). Portanto, não só na Alemanha, é no Brasil, no mundo. Somos todos sacoleiros. Universais. Pois não existem até os “sacolões” de frutas e verduras? Que tanta coisa temos a carregar? Eu já me senti estranho ao perceber que estava de mãos vazias(a). Quantas vezes não voltei a algum lugar para ver se tinha esquecido alguma coisa? Não tinha.

(...)

E me veio, subitamente, a imagem de que no mundo moderno é impossível viver sem a sacola(d). Mais do que necessidade, a sacola é o novo membro do corpo humano. No futuro, teremos uma raça humana diferente anatomicamente. As pessoas vão nascer com a sacola do lado, grudada ao ombro por uma alça, ou presa à cintura, uma raça prática.

(Brandão, Ignácio de Loyola, 1936.Coleção Melhores Crônicas – 1ª edição, Global Editora, São Paulo, 2004)

Assinale a alternativa em que a expressão grifada apresenta, na frase correspondente, um exemplo de linguagem figurada.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas