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Foram encontradas 1.128 questões.

1308241 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Química
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) Em fluidos não newtonianos a viscosidade não varia com a velocidade do fluido.

( ) São considerados fluidos newtonianos todos os gases e líquidos de baixo peso molecular.

( ) Os fluidos pseudoplásticos são considerados uma classe dos fluidos não newtonianos.

( ) Entre os fluidos newtonianos incluem a suspensão de sólidos e soluções líquidas de moléculas de alto peso molecular.

 

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1308002 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

O Ministério da Saúde define um conjunto de medidas de controle de infecção a ser adotado universalmente, como forma eficaz de redução do risco ocupacional e de transmissão de agentes infecciosos nos serviços de saúde. Analise as afirmativas e marque a alternativa correta.

 

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1307853 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Sobre a hipertensão arterial, analise as afirmativas abaixo.

I. Variações genéticas não contribuem na determinação dos níveis de pressão arterial de um indivíduo.

II. Consumo excessivo de álcool representa fator de risco para hipertensão arterial.

III. Treinamento físico realizado em intensidade de baixa a moderada, auxilia na redução dos níveis pressóricos.

IV. Resistência à insulina é fator chave na patogênese do diabetes tipo 2, e é um cofator no desenvolvimento da hipertensão.

Está(ão) incorreta(s) a(s) afirmativa(s)

 

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1307712 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Assinale a afirmativa correta quanto à atuação da benzocaína.

 

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1307565 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Restos do carnaval

Não, não deste último carnaval. Mas não sei por que este me transportou para a minha infância e para as quartas-feiras de cinzas nas ruas mortas onde esvoaçavam despojos de serpentina e confete. Uma ou outra beata com um véu cobrindo a cabeça ia à igreja, atravessando a rua tão extremamente vazia que se segue ao carnaval. Até que viesse o outro ano. E quando a festa ia se aproximando, como explicar a agitação íntima que me tomava? Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate.Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.

No entanto, na realidade, eu dele pouco participava. Nunca tinha ido a um baile infantil, nunca me haviam fantasiado. Em compensação deixavam-me ficar até umas 11 horas da noite à porta do pé de escada do sobrado onde morávamos, olhando ávida os outros se divertirem. Duas coisas preciosas eu ganhava então e economizava-as com avareza para durarem os três dias: um lança-perfume e um saco de confete. Ah, está se tornando difícil escrever. Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava uma menina feliz.

E as máscaras? Eu tinha medo mas era um medo vital e necessário porque vinha de encontro à minha mais profunda suspeita de que o rosto humano também fosse uma espécie de máscara. À porta do meu pé de escada, se um mascarado falava comigo, eu de súbito entrava no contato indispensável com o meu mundo interior, que não era feito só de duendes e príncipes encantados, mas de pessoas com o seu mistério. Até meu susto com os mascarados, pois, era essencial para mim.

Não me fantasiavam: no meio das preocupações com minha mãe doente, ninguém em casa tinha cabeça para carnaval de criança. Mas eu pedia a uma das minhas irmãs para enrolar aqueles meus cabelos lisos que me causavam tanto desgosto e tinha então a vaidade de possuir cabelos frisados pelo menos durante três dias por ano. Nesses três dias, ainda, minha irmã acedia ao meu sonho intenso de ser uma moça – eu mal podia esperar pela saída de uma infância vulnerável – e pintava minha boca de batom bem forte, passando também ruge nas minhas faces. Então eu me sentia bonita e feminina, eu escapava da meninice.

Mas houve um carnaval diferente dos outros. Tão milagroso que eu não conseguia acreditar que tanto me fosse dado, eu, que já aprendera a pedir pouco. É que a mãe de uma amiga minha resolvera fantasiar a filha e o nome da fantasia era no figurino Rosa. Para isso comprara folhas e folhas de papel crepom cor-de-rosa, com as quais, suponho, pretendia imitar as pétalas de uma flor. Boquiaberta, eu assistia pouco a pouco à fantasia tomando forma e se criando. Embora de pétalas o papel crepom nem de longe lembrasse, eu pensava seriamente que era uma das fantasias mais belas que jamais vira.

Foi quando aconteceu, por simples acaso, o inesperado: sobrou papel crepom, e muito. E a mãe de minha amiga – talvez atendendo a meu mudo apelo, ao meu mudo desespero de inveja, ou talvez por pura bondade, já que sobrara papel – resolveu fazer para mim também uma fantasia de rosa com o que restara de material. Naquele carnaval, pois, pela primeira vez na vida eu teria o que sempre quisera: ia ser outra que não eu mesma.

Até os preparativos já me deixavam tonta de felicidade. Nunca me sentira tão ocupada: minuciosamente, minha amiga e eu calculávamos tudo, embaixo da fantasia usaríamos combinação, pois se chovesse e a fantasia se derretesse pelo menos estaríamos de algum modo vestidas – à ideia de uma chuva que de repente nos deixasse, nos nossos pudores femininos de oito anos, de combinação na rua, morríamos previamente de vergonha – mas ah! Deus nos ajudaria! Não choveria! Quanto ao fato de minha fantasia só existir por causa das sobras de outra, engoli com alguma dor meu orgulho que sempre fora feroz, e aceitei humilde o que o destino me dava de esmola.

Mas por que exatamente aquele carnaval, o único de fantasia, teve que ser tão melancólico? De manhã cedo no domingo eu já estava de cabelos enrolados para que até de tarde o frisado pegasse bem. Mas os minutos não passavam, de tanta ansiedade. Enfim, enfim! Chegaram três horas da tarde: com cuidado para não rasgar o papel, eu me vesti de rosa.

Muitas coisas que me aconteceram tão piores que estas, eu já perdoei. No entanto essa não posso sequer entender agora: o jogo de dados de um destino é irracional? É impiedoso. Quando eu estava vestida de papel crepom todo armado, ainda com os cabelos enrolados e ainda sem batom e ruge – minha mãe de súbito piorou muito de saúde, um alvoroço repentino se criou em casa e mandaram-me comprar depressa um remédio na farmácia. Fui correndo vestida de rosa – mas o rosto ainda nu não tinha a máscara de moça que cobriria minha tão exposta vida infantil – fui correndo, correndo, perplexa, atônita, entre serpentinas, confetes e gritos de carnaval. A alegria dos outros me espantava.

Quando horas depois a atmosfera em casa acalmou-se, minha irmã me penteou e pintou-me. Mas alguma coisa tinha morrido em mim. E, como nas histórias que eu havia lido sobre fadas que encantavam e desencantavam pessoas, eu fora desencantada; não era mais uma rosa, era de novo uma simples menina. Desci até a rua e ali de pé eu não era uma flor, era um palhaço pensativo de lábios encarnados. Na minha fome de sentir êxtase, às vezes começava a ficar alegre mas com remorso lembrava-me do estado grave de minha mãe e de novo eu morria.

Só horas depois é que veio a salvação. E se depressa agarrei-me a ela é porque tanto precisava me salvar. Um menino de uns 12 anos, o que para mim significava um rapaz, esse menino muito bonito parou diante de mim e, numa mistura de carinho, grossura, brincadeira e sensualidade, cobriu meus cabelos já lisos de confete: por um instante ficamos nos defrontando, sorrindo, sem falar. E eu então, mulherzinha de 8 anos, considerei pelo resto da noite que enfim alguém me havia reconhecido: eu era, sim, uma rosa.

(Lispector, Clarice. Felicidade clandestina: contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998)

As palavras “infância”, “viesse”, “folha” e “lembrava” apresentam, respectivamente, a seguinte sequência de letras e fonemas.

 

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1307040 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

De acordo com os tipos de esquizofrenia elencados na Classificação Internacional das Doenças (CID 10), assinale a alternativa incorreta.

 

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1306978 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Sobre próteses totais, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma, e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) Em casos onde ocorre a invasão do espaço do corredor bucal interferindo com a estética, deve-se montar os dentes posteriores em mordida cruzada.

( ) Oferecer fluidez adequada para exercer uma mínima pressão sobre os tecidos do fundo de vestíbulo quando plastificado é uma característica da godiva de baixa fusão.

( ) A seleção dos dentes artificiais está baseada no comprimento da linha que passa pelas superfícies distais dos incisivos laterais superiores.

( ) A prótese de transição deve ser instalada após o uso de próteses imediatas e cicatrização dos tecidos orais no local onde foram realizadas as exodontias.

 

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1306942 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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De acordo com a análise de Bolton, quando os dentes anteriores superiores são muito grandes em relação aos anteriores inferiores, podem ser encontradas desarmonias, tais como

 

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1306388 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Um transformador trifásico com ligação Y – Δ possui a relação de espiras entre o secundário e primário !$ \dfrac{N_1}{N_2}= a. !$

Enunciado 1306388-1

A tensão v representada ao lado da ligação Δ é

 

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1305970 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Preencha a lacuna e, em seguida, assinale a alternativa correta.

Nos casos envolvendo pacientes com doença valvar cardíaca, o procedimento de_________________________ necessita da administração de profilaxia antibiótica para endocardite.

 

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