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Foram encontradas 60 questões.

1385278 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Segundo o título “Definição de Objetivos e Estabelecimentos de Metas” do livro “Planejamento Social”, da autora Myrian Veras Baptista, no contexto das tomadas de decisão durante o processo do planejamento, no momento de definição dos objetivos, demarca-se o estado de coisas que se pretende atingir com a ação planejada. Os objetivos podem ser subdivididos em gerais, específicos e operacionais. Devido a essa subdivisão dos objetivos supracitados, os objetivos operacionais
 

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1385102 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Associe as duas colunas relacionando o esquema de definição entre a população-alvo e as ações correspondentes contidas no III Plano Nacional de Desenvolvimento (Faleiros – Saber Profissional e Poder Institucional), considerando o contexto abaixo.
Várias greves selvagens foram deflagradas em 1979 e 1980 na indústria e nos serviços, incluindo a dos metalúrgicos de São Paulo, a da construção civil em Belo Horizonte e dos professores em todos os níveis, resultando em uma conjuntura de recessão aguda face à crise, à mobilização popular e aos movimentos de reivindicação cada vez mais ativos. O PNCSU (Programa Nacional de Centros Sociais Urbanos) muda de estratégia. Nesta seara, o III Plano Nacional de Desenvolvimento apresenta como traço principal desta política de “participação”, a solução dos problemas em escala local e a integração da população às iniciativas governamentais.
Alguns números poderão ser utilizados mais de uma vez e outros poderão não ser usados.
(1) Serviços
(2) Assistência e saúde
(3) Medidas voltadas para o mercado de trabalho.
(4) Esportes
( ) grupo de mãe e crianças.
( ) idosos.
( ) jovens.
( ) desempregados e pobres.
( ) população em geral.
A sequência correta dessa associação é
 

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Texto II para responder a questão abaixo.
O que diria e o que faria Mandela?
O mundo acompanha o drama humanitário e os dilemas europeus sobre acolher e/ou conter migrantes que tentam atravessar o Mediterrâneo da África do Norte para a Europa. São desastres constantes nas embarcações(a) com seus passageiros, nas transações encetadas por traficantes do desespero e da esperança. No último fim-de-semana foi o naufrágio de um barco pesqueiro na costa líbia que deixou centenas de mortos. No entanto, outro drama humanitário se desenrola no sul da África, com a violência e a xenofobia dos últimos dias justamente na nação arco-íris que Nelson Mandela se propôs a construir no lugar do apartheid há pouco mais de 20 anos(c). [...]
A mais recente onda de violência mistura xenofobia e mera criminalidade em um país em crescente crise econômica, taxa de desemprego de 24%, chefiado pelo desacreditado presidente Jacob Zuma e marcado pela percepção, especialmente em comunidades pobres, de que estrangeiros estão roubando os empregos(d). No entanto, o catalisador da violência (xenofobia) se diluiu em meio à escalada, pois muitos dos mortos e donos de negócios saqueados eram sul-africanos.
Nelson Mandela nunca teve sucessores à altura(b) e sempre se soube que seria uma tarefa descomunal construir uma nação arco-íris. O desafio se tornou mais ingrato e o arco-íris está ainda mais distante no horizonte.
(Caio Blinder, 21/04/2015. Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/nova-york/africa-do-sul/o-que-diria-mandela/. Adaptado.)
Quanto à construção dos referentes textuais e suas estratégias de referenciação, indique a alternativa que apresenta expressão que foi utilizada com tal intencionalidade, ou seja, a retomada de um elemento ou expressão como estratégia de referenciação.
 

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1382954 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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De acordo com a “Assistência na Trajetória das Políticas Sociais Brasileiras” (Sposati), a introdução de políticas sociais apoiadas em um determinado modelo específico consagra as formas populistas de relação e a benevolência enquanto forma de atendimento às necessidades de reprodução da sobrevivência das classes subalternizadas. Qual é a definição do modelo específico supracitado?
 

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1382781 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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“Gestão de Projetos Sociais” (ÁVILA, 2001.) é uma coletânea dos textos elaborados para dar suporte ao projeto e curso “Gestores Sociais” da Associação de Apoio ao Programa Comunidade Solidária (AAPCS). Ao tratar do tema “Avaliação de Projetos Sociais” ( CARVALHO, Maria do Carmo Brant de. In: ÁVILA, Célia M. Gestão de projetos sociais. 3.ed. rev. São Paulo, 2001. Coleção Gestores Sociais) concluiu-se que avaliar políticas e programas sociais tornou-se um desafio tanto para os centros de pesquisa quanto para os governos e que hoje a demanda dos pesquisadores por “rastrear” e inovar conceitos/metodologias avaliativas pauta-se pela rejeição crescente aos modelos tradicionais, que não conseguem apreender a totalidade dos fluxos e nexos inerentes à tomada de decisões, à implementação, à execução, aos resultados e aos impactos produzidos e que, em consequência, não oferecem informações substantivas para influir nos fatores institucionais e processuais geradores de ineficiências crônicas no desempenho das políticas e programas sociais. A avaliação hoje assume nova amplitude. Avaliam-se políticas, programas, serviços, produtos, inovações tecnológicas, estratégias, custos etc. Para tal abrangência, ganha relevância à disposição das próprias organizações em se autoavaliarem. Nesta seara, a avaliação institucional lhes propicia ganhos de eficiência/eficácia, enquanto lhes permite verificar
I. a relevância social de sua missão institucional.
II. sua organização e representação político-partidária.
III. sua competência organizacional e gerencial.
IV. sua capacidade de estabelecer parcerias na realização de ações sociais de maior alcance.
V. reconhecimento e “peso” na esfera pública.
As verificações anteriormente enumeradas que realmente estão compreendidas pela avaliação institucional descrita e que propicia ganhos de eficiência/eficácia são apenas
 

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Texto II para responder a questão abaixo.
O que diria e o que faria Mandela?
O mundo acompanha o drama humanitário e os dilemas europeus sobre acolher e/ou conter migrantes que tentam atravessar o Mediterrâneo da África do Norte para a Europa. São desastres constantes nas embarcações com seus passageiros, nas transações encetadas por traficantes do desespero e da esperança. No último fim-de-semana foi o naufrágio de um barco pesqueiro na costa líbia que deixou centenas de mortos. No entanto, outro drama humanitário se desenrola no sul da África, com a violência e a xenofobia dos últimos dias justamente na nação arco-íris que Nelson Mandela se propôs a construir no lugar do apartheid há pouco mais de 20 anos. [...]
A mais recente onda de violência mistura xenofobia e mera criminalidade em um país em crescente crise econômica, taxa de desemprego de 24%, chefiado pelo desacreditado presidente Jacob Zuma e marcado pela percepção, especialmente em comunidades pobres, de que estrangeiros estão roubando os empregos. No entanto, o catalisador da violência (xenofobia) se diluiu em meio à escalada, pois muitos dos mortos e donos de negócios saqueados eram sul-africanos.
Nelson Mandela nunca teve sucessores à altura e sempre se soube que seria uma tarefa descomunal construir uma nação arco-íris. O desafio se tornou mais ingrato e o arco-íris está ainda mais distante no horizonte.
(Caio Blinder, 21/04/2015. Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/nova-york/africa-do-sul/o-que-diria-mandela/. Adaptado.)
Acerca dos elementos evidenciados, informe se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Em “para a Europa”, o “para” contém uma ideia de finalidade.
( ) As duas ocorrências da expressão “no entanto” apresentam o mesmo valor.
( ) No último parágrafo do texto, “sempre” traz uma ideia de tempo, assim como “ainda”.
( ) O segmento “o drama humanitário e os dilemas europeus” é sujeito composto pois possui dois núcleos.
 

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1381581 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Preencha as lacunas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
“O serviço social como profissão situa-se no processo reprodução das relações sociais, fundamentalmente como uma atividade _______________ e _____________ no exercício do controle social e na difusão da ideologia da classe _______________ entre a classe _____________, isto é, na criação de bases ______________ para o exercício do poder de classe.” (Iamamoto, 1992, “significado social da profissão” – Renovação e Conservadorismo no Serviço Social – ensaios críticos.”)
 

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Texto I para responder a questão abaixo.
Democracia e autoritarismo
O fato de que as pessoas que vivem em um regime democrático não saibam o que é democracia é uma questão por si só muito grave. O saber sobre o que seja qualquer coisa – e neste, caso, sobre o que seja a democracia – se dá em diversos níveis e interfere em nossas ações. Agimos em nome do que pensamos. Mas muitas vezes não entendemos muito bem nossos próprios pensamentos, pois somos vítimas de pensamentos prontos.
Creio que, neste momento brasileiro, poucas pessoas que agem em nome da democracia estejam se questionando sobre o que ela realmente seja. É provável que poucos pratiquem o ato de humildade do conhecimento que é o questionamento honesto. O questionamento é uma prática, mas é também qualidade do conhecimento. É a virtude do conhecimento. É essa virtude que nos faz perguntar sobre o que pensamos e assim nos permite sair de um nível dogmático para um nível reflexivo de pensamento. Essa passagem da ideia pronta que recebemos da religião, do senso comum, dos meios de comunicação para o questionamento é o segredo da inteligência humana seja ela cognitiva, moral ou política.
[...] a democracia flerta facilmente com o autoritarismo quando não se pensa no que ela é e se age por impulso ou por leviandade. Eu não sou uma pessoa democrática quando vou à rua protestar em nome dos meus fins privados, dos meus interesses pessoais, quando protesto em nome de interesses que em nada contribuem para a construção da esfera pública. Eu sou autoritária quando, sem pensar, imponho violentamente os meus desejos e pensamentos sem me preocupar com o que os outros estão vivendo e pensando, quando penso que meu modo de ver o mundo está pronto e acabado, quando esqueço que a vida social é a vida da convivência e da proteção aos direitos de todos os que vivem no mesmo mundo que eu. Não sou democrática quando minhas ações não contribuem para a manutenção da democracia como forma de governo do povo para o povo, quando esqueço que o povo precisa ser capaz de respeitar as regras do próprio jogo ao qual ele aderiu e que é o único capaz de garantir seus direitos fundamentais: o jogo da democracia.
(Marcia Tiburi. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2015/03/democracia-e-autoritarismo/. 18/03/2015. Adaptado.)
O título do texto é composto de elementos que
 

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1380816 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Segundo Guerra – A instrumentalidade do Serviço Social (2010), os processos sociais possuem uma racionalidade objetiva, um núcleo fundante por meio do qual torna-se possível a razão aprender tanto sua legalidade tendencial quanto suas possibilidades internas. Assim, há uma causalidade posta na realidade que obedece ao movimento do universo material regido por um princípio caracterizado pela relação de continuidade e ruptura entre matéria e movimento, produzindo e reproduzindo a história. O princípio destacado pelas características supracitadas corresponde ao princípio do(a)
 

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Texto I para responder a questão abaixo.
Democracia e autoritarismo
O fato de que as pessoas que vivem em um regime democrático não saibam o que é democracia é uma questão por si só muito grave. O saber sobre o que seja qualquer coisa – e neste, caso, sobre o que seja a democracia – se dá em diversos níveis e interfere em nossas ações. Agimos em nome do que pensamos. Mas muitas vezes não entendemos muito bem nossos próprios pensamentos, pois somos vítimas de pensamentos prontos.
Creio que, neste momento brasileiro, poucas pessoas que agem em nome da democracia estejam se questionando sobre o que ela realmente seja. É provável que poucos pratiquem o ato de humildade do conhecimento que é o questionamento honesto. O questionamento é uma prática, mas é também qualidade do conhecimento. É a virtude do conhecimento. É essa virtude que nos faz perguntar sobre o que pensamos e assim nos permite sair de um nível dogmático para um nível reflexivo de pensamento. Essa passagem da ideia pronta que recebemos da religião, do senso comum, dos meios de comunicação para o questionamento é o segredo da inteligência humana seja ela cognitiva, moral ou política.
[...] a democracia flerta facilmente com o autoritarismo quando não se pensa no que ela é e se age por impulso ou por leviandade. Eu não sou uma pessoa democrática quando vou à rua protestar em nome dos meus fins privados, dos meus interesses pessoais, quando protesto em nome de interesses que em nada contribuem para a construção da esfera pública. Eu sou autoritária quando, sem pensar, imponho violentamente os meus desejos e pensamentos sem me preocupar com o que os outros estão vivendo e pensando, quando penso que meu modo de ver o mundo está pronto e acabado, quando esqueço que a vida social é a vida da convivência e da proteção aos direitos de todos os que vivem no mesmo mundo que eu. Não sou democrática quando minhas ações não contribuem para a manutenção da democracia como forma de governo do povo para o povo, quando esqueço que o povo precisa ser capaz de respeitar as regras do próprio jogo ao qual ele aderiu e que é o único capaz de garantir seus direitos fundamentais: o jogo da democracia.
(Marcia Tiburi. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2015/03/democracia-e-autoritarismo/. 18/03/2015. Adaptado.)
“Há de tomar o pregador uma só matéria, há de defini-la para que se conheça, há de dividi-la para que se distinga, há de prová-la com a Escritura, há de declará-la com a razão, há de confirmá-la com o exemplo, há de amplificá-la com as causas, com os efeitos, com as circunstâncias, com as conveniências que se hão de seguir, com os inconvenientes que se devem evitar; há de responder às dúvidas, há de satisfazer as dificuldades, há de impugnar e refutar com toda a força da eloquência os argumentos contrários, e depois disso há de colher, há de apertar, há de concluir, há de persuadir, há de acabar.”
(VIEIRA, A. Pe. Sermões e lugares seletos. Seleção, introdução e notas de Mário Gonçalves Viana. Porto:
Educação Nacional, 1941.)
O trecho anterior faz parte do Sermão da Sexagésima de autoria do padre Antônio Vieira, em 1655. Tendo em vista o texto “Democracia e Autoritarismo”, afirma-se que a estrutura proposta por Vieira
 

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