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Foram encontradas 59 questões.

2518320 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Pacientes com alterações neurológicas, tais como os epilépticos, constituem um grupo de alto risco de doenças bucais. Assinale a alternativa incorreta sobre tais doenças.

 

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2518316 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Avalie as afirmativas abaixo sobre alguns dos aspectos a serem considerados pelo cirurgião-dentista ao atender um paciente com deficiência auditiva.

I. É possível considerar a ausência de relação entre surdez e hipoplasia dental, pois durante o período embrionário, o desenvolvimento do nervo auditivo ocorre depois do desenvolvimento dental.

II. O conhecimento das consequências e implicações psicológicas do deficiente auditivo é muito importante para o cirurgião-dentista, pois associa-se a elas o grau de dependência da criança em relação aos pais.

III. O atendimento odontológico deve ter diretrizes e normatizações bem definidas, devendo-se considerar vários aspectos: os relacionados à inter-relação entre surdez e alterações bucais e dentárias e, os relacionados à forma de atendimento.

IV. O tratamento dental de crianças surdas é muito semelhante àquele realizado em crianças que escutam, e numa primeira consulta, antes da primeira visita do paciente, recomenda-se a realização da anamnese somente com os pais.

Estão corretas as afirmativas

 

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2518233 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Baseando -se em Santos & Soares Jr. (2012), a interação entre as disciplinas acontece em diferentes níveis. Dessa forma, assinale a alternativa que explicita os conceitos de tal interação.

 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Seria possível articular o segundo parágrafo ao terceiro, considerando possíveis adaptações sintáticas, mas mantendo-se o valor semântico da articulação, com o operador organizacional
 

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2517394 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Dentre os métodos de contenção física destacados em Mugayar (2000), a fim de viabilizar o tratamento odontológico ambulatorial, o holding therapy (“terapia do abraço”), para atendimento de crianças com diferentes graus de autismo, caracteriza-se pelo(a)

 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Segue o mesmo padrão de regência de “...o direito à existência” o exposto em
 

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2516578 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

A sedação é um dos meios de contenção química que permite eliminar ou amenizar a ansiedade, o stress e o medo, além de possibilitar o controle de movimentos incoordenados das PC (paralisia cerebral) e de alguns deficientes mentais. No que diz respeito à sedação, pode-se afirmar que

 

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2516256 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Assinale a alternativa correta sobre o uso da clorexidina para desinfecção de superfícies.

 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Assinale a alternativa que apresenta todas as separações silábicas corretas.
 

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2515104 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Sem perder de vista as necessidades de pacientes especiais, a técnica da sedação consciente é considerada um meio de sedação muito seguro e previsível. Trata-se de uma técnica a partir da qual a sedação é realizada por meio de

 

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