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Foram encontradas 60 questões.

2520173 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Preencha as lacunas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta. O diodo conduz corrente elétrica e funciona como chave , quando a tensão do anodo for que a do catodo.

 

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2519324 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Utilize o texto e a figura abaixo para responder à questão.

O trecho AB é parte de um circuito resistivo em corrente contínua do qual não se tem informações, exceto de que o mesmo encontra-se em regime normal de funcionamento e é conectado ao trecho da figura exclusivamente pelos nós A e H. Foram efetuadas medições simultâneas utilizando dois voltímetros digitais, V1 = - 4 V e V2 = 12 V, e dois amperímetros digitais, A1 e A2. Todos os quatro equipamentos são de alta eficiência, de modo que podem ser considerados instrumentos de medição ideais.

Enunciado 2519324-1

De acordo com as medições de tensão elétrica, informe se é verdadeiro (V) ou (F) falso o que se afirma abaixo. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) A indicação negativa do voltímetro V1 mostra que o nó C apresenta um potencial elétrico maior que o nó D. No voltímetro digital, essa ligação resulta no sinal negativo antes da indicação do valor no display. Se um voltímetro analógico tivesse sido usado, ocorreria deflexão do ponteiro, o que pode provocar danos ao mesmo. Isto seria evitado pela simples inversão dos polos (+) e (-) do voltímetro V1 pelo operador do equipamento de medição.

( ) A indicação positiva do voltímetro V2 mostra que o nó D apresenta um potencial elétrico maior que o nó E. Portanto, os polos (+) e (-) do voltímetro V2 foram conectados corretamente pelo operador do equipamento de medição.

 

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2517931 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

A figura abaixo mostra um amplificador operacional alimentado com ±15 V e esse circuito é um exemplo de um circuito somador. Qual o valor da razão R2/R1, para que Vsaida = 0?

Enunciado 2517931-1

 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Seria possível articular o segundo parágrafo ao terceiro, considerando possíveis adaptações sintáticas, mas mantendo-se o valor semântico da articulação, com o operador organizacional
 

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2517462 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Utilize a figura e o texto abaixo para responder à questão.

O sistema monofásico a dois condutores apresentado na figura abaixo, trata-se de um circuito em corrente alternada, isolado de influências externas, suprindo três cargas de impedâncias Z1, Z2 e Z3, através de condutores ideais. A carga 1 tem potência aparente de 1,2 kVA e fator de potência unitário. Já a carga 2 apresenta potência ativa e reativa consumidas, respectivamente, iguais a 2 kW e 0,7 kVAr. A última carga, identificada por 3, consiste em um motor síncrono com potência aparente de 1 kVA e fator de potência igual a 0,8 em avanço. Considere os seguintes valores aproximados: sen(37º)=0,6, cos(37º)=0,8 e tg(37º)=0,75.

Enunciado 2517462-1

As cargas 1, 2 e 3 possuem, respectivamente, as características:

 

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2516960 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Duas distribuições de corrente estão presentes nas seguintes posições: uma lâmina infinita de corrente com K = – 6az A/m no plano x = – 5 e uma linha infinita de corrente passa pelo ponto A(3, –1, 5) com uma corrente de 8π A fluindo no sentido positivo de z. O vetor campo magnético no ponto P(3, 1, 0) é igual a

 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Segue o mesmo padrão de regência de “...o direito à existência” o exposto em
 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Assinale a alternativa que apresenta todas as separações silábicas corretas.
 

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2515218 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

O trecho AB é parte de um circuito resistivo em corrente contínua do qual não se tem informações, exceto de que o mesmo encontra-se em regime normal de funcionamento e é conectado ao trecho da figura exclusivamente pelos nós, A e H. Foram realizadas medições simultâneas utilizando dois voltímetros digitais, V1 = - 4 V e V2 = 12 V, e dois amperímetros digitais, A1 e A2. Todos os quatro equipamentos são de alta eficiência, de modo que podem ser considerados instrumentos de medição ideais.

Enunciado 2515218-1

Qual o valor da tensão da fonte VX, identificada na figura?

 

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2514826 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

A figura abaixo mostra um circuito que utiliza um diodo zener para realizar a regulagem de tensão sobre o resistor de 3 kΩ, onde a tensão zener desse diodo é igual a 6 V.

Enunciado 2514826-1

Analise as seguintes afirmações sobre esse circuito:

I. A tensão sobre o resistor de 1 kΩ é igual a 6 V.

II. A corrente que passa pelo diodo zener é igual a 8 mA.

III. O diodo zener está polarizado reversamente.

Estão corretas as afirmativas

 

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