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Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 07.
Cérebros de adolescentes envelheceram mais rápido com o estresse da pandemia, diz estudo.
Pesquisa da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos,
comparou mapeamentos cerebrais de adolescentes
antes e durante a pandemia para entender
como o período afetou essa população.
Katherine Reynolds Lewis - 05/12/2022
THE WASHINGTON POST – O estresse provocado pelas limitações da pandemia envelheceu prematuramente os cérebros dos adolescentes em pelo menos três anos e de maneira semelhante às mudanças observadas em crianças que enfrentaram estresse crônico e adversidades. É o que mostrou uma pesquisa da Universidade de Stanford publicada nesta quinta-feira, 1º, na revista científica Biological Psychiatry: Global Open Science.
O estudo foi o primeiro a mapear e comparar as estruturas físicas dos cérebros de adolescentes antes e depois do início da pandemia e a documentar diferenças significativas, disse Ian Gotlib, principal autor do artigo, professor de Psicologia da Stanford e diretor do Laboratório de Neurodesenvolvimento, Afeto e Psicopatologia da Universidade.
Os pesquisadores sabiam que os adolescentes tinham níveis de depressão, ansiedade e medo mais altos do que antes da pandemia. "Mas não sabíamos nada sobre os efeitos em seus cérebros", disse Gotlib. "Pensamos que poderia haver efeitos semelhantes aos que você encontraria com a adversidade inicial; simplesmente não imaginávamos o quão fortes eles seriam."
Ao comparar exames de ressonância magnética de um grupo de 128 crianças, metade antes e metade no final do primeiro ano da pandemia, os pesquisadores descobriram crescimento no hipocampo e na amígdala, áreas cerebrais que respectivamente controlam o acesso a algumas memórias e ajudam a regular o medo, o estresse e outras emoções. Eles também encontraram afinamento dos tecidos no córtex, que está envolvido no funcionamento executivo.
Essas mudanças acontecem durante o desenvolvimento normal do adolescente, no entanto, a pandemia parece ter acelerado o processo, disse Gotlib. E o envelhecimento prematuro do cérebro das crianças não é um desenvolvimento positivo. Antes da pandemia, era observado em casos de estresse crônico na infância, trauma, abuso e negligência.
Essas experiências adversas na infância não apenas tornam as pessoas mais vulneráveis à depressão, ansiedade, dependência e outras doenças mentais, mas também aumentam o risco de câncer, diabetes, doenças cardíacas e outros resultados negativos de longo prazo.
As imagens pré-pandemia de cérebros de adolescentes vieram de um estudo longitudinal que a equipe de Gotlib iniciou há oito anos com o objetivo original de entender melhor as diferenças de gênero nas taxas de depressão entre adolescentes. Nele, os pesquisadores recrutaram 220 crianças de 9 a 13 anos, com um plano de fazer exames de ressonância magnética de seus cérebros a cada dois anos.
Enquanto coletavam o terceiro conjunto de mapeamentos cerebrais, a pandemia interrompeu todas as pesquisas pessoais em Stanford, impedindo que os cientistas coletassem dados de março de 2020 até o final daquele ano. Enquanto debatiam como explicar a interrupção, os cientistas viram uma oportunidade de investigar uma questão diferente: como a própria pandemia pode ter impactado a estrutura física do cérebro das crianças e sua saúde mental.
Eles combinaram pares de crianças com a mesma idade e sexo, criando subgrupos com puberdade semelhante, status socioeconômico e exposição ao estresse infantil. "Isso nos permitiu comparar jovens de 16 anos antes da pandemia com diferentes jovens de 16 anos avaliados após a pandemia", disse Gotlib.
Para determinar a idade cerebral média de suas amostras, os pesquisadores fizeram os mapeamentos cerebrais em um modelo de inteligência artificial capaz de prever a idade cerebral desenvolvido pelo ENIGMA - grupo de trabalho de idade cerebral formado por cientistas que reúnem conjuntos de dados de imagens cerebrais.
Os cientistas também avaliaram os sintomas de saúde mental relatados pelos pares combinados e encontraram sintomas mais graves de ansiedade, depressão e problemas de internalização no grupo que havia passado pela pandemia. "A conclusão para mim é que há sérios problemas de saúde mental e crianças em torno da pandemia", disse Gotlib. "Só porque a paralisação terminou não significa que estamos bem."
Pesquisas anteriores já haviam encontrado níveis dramaticamente mais altos de ansiedade, depressão, tendências suicidas e outras doenças mentais em adolescentes desde o início da pandemia. Porém, segundo Jason Chein, professor de Psicologia e Neurociência e diretor do Centro de Pesquisa e Imagem do Cérebro da Universidade de Temple, também nos Estados Unidos, o estudo atual tem implicações importantes para outros estudos de imagens longitudinais de cérebros de adolescentes. "Tem implicações metodológicas e implicações potencialmente relevantes para a sociedade."
[...]
https://www.terra.com.br/byte/ciencia
“Porém, segundo Jason Chein, professor de Psicologia e Neurociência e diretor do Centro de Pesquisa e Imagem do Cérebro da Universidade de Temple, também nos Estados Unidos [...].” 12º§
A expressão em destaque nessa frase exerce a função de:
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O verbo deve concordar no plural em:
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Assinale a opção que completa CORRETAMENTE as lacunas da frase a seguir conforme a ordem apresentada.
Os cérebros de adolescentes envelheceram mais rápido foram atingidos pelo estresse da pandemia. Após apresentação de estudos, entendo isso aconteceu. algumas pessoas ainda não tratam desse assunto com mais seriedade? ?
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Cérebros de adolescentes envelheceram mais rápido com o estresse da pandemia, diz estudo.
Pesquisa da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos,
comparou mapeamentos cerebrais de adolescentes
antes e durante a pandemia para entender
como o período afetou essa população.
Katherine Reynolds Lewis - 05/12/2022
THE WASHINGTON POST – O estresse provocado pelas limitações da pandemia envelheceu prematuramente os cérebros dos adolescentes em pelo menos três anos e de maneira semelhante às mudanças observadas em crianças que enfrentaram estresse crônico e adversidades. É o que mostrou uma pesquisa da Universidade de Stanford publicada nesta quinta-feira, 1º, na revista científica Biological Psychiatry: Global Open Science.
O estudo foi o primeiro a mapear e comparar as estruturas físicas dos cérebros de adolescentes antes e depois do início da pandemia e a documentar diferenças significativas, disse Ian Gotlib, principal autor do artigo, professor de Psicologia da Stanford e diretor do Laboratório de Neurodesenvolvimento, Afeto e Psicopatologia da Universidade.
Os pesquisadores sabiam que os adolescentes tinham níveis de depressão, ansiedade e medo mais altos do que antes da pandemia. "Mas não sabíamos nada sobre os efeitos em seus cérebros", disse Gotlib. "Pensamos que poderia haver efeitos semelhantes aos que você encontraria com a adversidade inicial; simplesmente não imaginávamos o quão fortes eles seriam."
Ao comparar exames de ressonância magnética de um grupo de 128 crianças, metade antes e metade no final do primeiro ano da pandemia, os pesquisadores descobriram crescimento no hipocampo e na amígdala, áreas cerebrais que respectivamente controlam o acesso a algumas memórias e ajudam a regular o medo, o estresse e outras emoções. Eles também encontraram afinamento dos tecidos no córtex, que está envolvido no funcionamento executivo.
Essas mudanças acontecem durante o desenvolvimento normal do adolescente, no entanto, a pandemia parece ter acelerado o processo, disse Gotlib. E o envelhecimento prematuro do cérebro das crianças não é um desenvolvimento positivo. Antes da pandemia, era observado em casos de estresse crônico na infância, trauma, abuso e negligência.
Essas experiências adversas na infância não apenas tornam as pessoas mais vulneráveis à depressão, ansiedade, dependência e outras doenças mentais, mas também aumentam o risco de câncer, diabetes, doenças cardíacas e outros resultados negativos de longo prazo.
As imagens pré-pandemia de cérebros de adolescentes vieram de um estudo longitudinal que a equipe de Gotlib iniciou há oito anos com o objetivo original de entender melhor as diferenças de gênero nas taxas de depressão entre adolescentes. Nele, os pesquisadores recrutaram 220 crianças de 9 a 13 anos, com um plano de fazer exames de ressonância magnética de seus cérebros a cada dois anos.
Enquanto coletavam o terceiro conjunto de mapeamentos cerebrais, a pandemia interrompeu todas as pesquisas pessoais em Stanford, impedindo que os cientistas coletassem dados de março de 2020 até o final daquele ano. Enquanto debatiam como explicar a interrupção, os cientistas viram uma oportunidade de investigar uma questão diferente: como a própria pandemia pode ter impactado a estrutura física do cérebro das crianças e sua saúde mental.
Eles combinaram pares de crianças com a mesma idade e sexo, criando subgrupos com puberdade semelhante, status socioeconômico e exposição ao estresse infantil. "Isso nos permitiu comparar jovens de 16 anos antes da pandemia com diferentes jovens de 16 anos avaliados após a pandemia", disse Gotlib.
Para determinar a idade cerebral média de suas amostras, os pesquisadores fizeram os mapeamentos cerebrais em um modelo de inteligência artificial capaz de prever a idade cerebral desenvolvido pelo ENIGMA - grupo de trabalho de idade cerebral formado por cientistas que reúnem conjuntos de dados de imagens cerebrais.
Os cientistas também avaliaram os sintomas de saúde mental relatados pelos pares combinados e encontraram sintomas mais graves de ansiedade, depressão e problemas de internalização no grupo que havia passado pela pandemia. "A conclusão para mim é que há sérios problemas de saúde mental e crianças em torno da pandemia", disse Gotlib. "Só porque a paralisação terminou não significa que estamos bem."
Pesquisas anteriores já haviam encontrado níveis dramaticamente mais altos de ansiedade, depressão, tendências suicidas e outras doenças mentais em adolescentes desde o início da pandemia. Porém, segundo Jason Chein, professor de Psicologia e Neurociência e diretor do Centro de Pesquisa e Imagem do Cérebro da Universidade de Temple, também nos Estados Unidos, o estudo atual tem implicações importantes para outros estudos de imagens longitudinais de cérebros de adolescentes. "Tem implicações metodológicas e implicações potencialmente relevantes para a sociedade."
[...]
https://www.terra.com.br/byte/ciencia
“Os cientistas também avaliaram os sintomas de saúde mental relatados pelos pares combinados e encontraram sintomas mais graves de ansiedade, depressão e problemas de internalização no grupo que havia passado pela pandemia.” 11º§
Marque a alternativa em que a reescrita desse período NÃO apresenta erro de pontuação.
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Cérebros de adolescentes envelheceram mais rápido com o estresse da pandemia, diz estudo.
Pesquisa da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos,
comparou mapeamentos cerebrais de adolescentes
antes e durante a pandemia para entender
como o período afetou essa população.
Katherine Reynolds Lewis - 05/12/2022
THE WASHINGTON POST – O estresse provocado pelas limitações da pandemia envelheceu prematuramente os cérebros dos adolescentes em pelo menos três anos e de maneira semelhante às mudanças observadas em crianças que enfrentaram estresse crônico e adversidades. É o que mostrou uma pesquisa da Universidade de Stanford publicada nesta quinta-feira, 1º, na revista científica Biological Psychiatry: Global Open Science.
O estudo foi o primeiro a mapear e comparar as estruturas físicas dos cérebros de adolescentes antes e depois do início da pandemia e a documentar diferenças significativas, disse Ian Gotlib, principal autor do artigo, professor de Psicologia da Stanford e diretor do Laboratório de Neurodesenvolvimento, Afeto e Psicopatologia da Universidade.
Os pesquisadores sabiam que os adolescentes tinham níveis de depressão, ansiedade e medo mais altos do que antes da pandemia. "Mas não sabíamos nada sobre os efeitos em seus cérebros", disse Gotlib. "Pensamos que poderia haver efeitos semelhantes aos que você encontraria com a adversidade inicial; simplesmente não imaginávamos o quão fortes eles seriam."
Ao comparar exames de ressonância magnética de um grupo de 128 crianças, metade antes e metade no final do primeiro ano da pandemia, os pesquisadores descobriram crescimento no hipocampo e na amígdala, áreas cerebrais que respectivamente controlam o acesso a algumas memórias e ajudam a regular o medo, o estresse e outras emoções. Eles também encontraram afinamento dos tecidos no córtex, que está envolvido no funcionamento executivo.
Essas mudanças acontecem durante o desenvolvimento normal do adolescente, no entanto, a pandemia parece ter acelerado o processo, disse Gotlib. E o envelhecimento prematuro do cérebro das crianças não é um desenvolvimento positivo. Antes da pandemia, era observado em casos de estresse crônico na infância, trauma, abuso e negligência.
Essas experiências adversas na infância não apenas tornam as pessoas mais vulneráveis à depressão, ansiedade, dependência e outras doenças mentais, mas também aumentam o risco de câncer, diabetes, doenças cardíacas e outros resultados negativos de longo prazo.
As imagens pré-pandemia de cérebros de adolescentes vieram de um estudo longitudinal que a equipe de Gotlib iniciou há oito anos com o objetivo original de entender melhor as diferenças de gênero nas taxas de depressão entre adolescentes. Nele, os pesquisadores recrutaram 220 crianças de 9 a 13 anos, com um plano de fazer exames de ressonância magnética de seus cérebros a cada dois anos.
Enquanto coletavam o terceiro conjunto de mapeamentos cerebrais, a pandemia interrompeu todas as pesquisas pessoais em Stanford, impedindo que os cientistas coletassem dados de março de 2020 até o final daquele ano. Enquanto debatiam como explicar a interrupção, os cientistas viram uma oportunidade de investigar uma questão diferente: como a própria pandemia pode ter impactado a estrutura física do cérebro das crianças e sua saúde mental.
Eles combinaram pares de crianças com a mesma idade e sexo, criando subgrupos com puberdade semelhante, status socioeconômico e exposição ao estresse infantil. "Isso nos permitiu comparar jovens de 16 anos antes da pandemia com diferentes jovens de 16 anos avaliados após a pandemia", disse Gotlib.
Para determinar a idade cerebral média de suas amostras, os pesquisadores fizeram os mapeamentos cerebrais em um modelo de inteligência artificial capaz de prever a idade cerebral desenvolvido pelo ENIGMA - grupo de trabalho de idade cerebral formado por cientistas que reúnem conjuntos de dados de imagens cerebrais.
Os cientistas também avaliaram os sintomas de saúde mental relatados pelos pares combinados e encontraram sintomas mais graves de ansiedade, depressão e problemas de internalização no grupo que havia passado pela pandemia. "A conclusão para mim é que há sérios problemas de saúde mental e crianças em torno da pandemia", disse Gotlib. "Só porque a paralisação terminou não significa que estamos bem."
Pesquisas anteriores já haviam encontrado níveis dramaticamente mais altos de ansiedade, depressão, tendências suicidas e outras doenças mentais em adolescentes desde o início da pandemia. Porém, segundo Jason Chein, professor de Psicologia e Neurociência e diretor do Centro de Pesquisa e Imagem do Cérebro da Universidade de Temple, também nos Estados Unidos, o estudo atual tem implicações importantes para outros estudos de imagens longitudinais de cérebros de adolescentes. "Tem implicações metodológicas e implicações potencialmente relevantes para a sociedade."
[...]
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“Enquanto coletavam o terceiro conjunto de mapeamentos cerebrais, a pandemia interrompeu [...].” 8º§
A primeira oração desse período estabelece com a oração principal a seguinte relação de sentido:
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Cérebros de adolescentes envelheceram mais rápido com o estresse da pandemia, diz estudo.
Pesquisa da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos,
comparou mapeamentos cerebrais de adolescentes
antes e durante a pandemia para entender
como o período afetou essa população.
Katherine Reynolds Lewis - 05/12/2022
THE WASHINGTON POST – O estresse provocado pelas limitações da pandemia envelheceu prematuramente os cérebros dos adolescentes em pelo menos três anos e de maneira semelhante às mudanças observadas em crianças que enfrentaram estresse crônico e adversidades. É o que mostrou uma pesquisa da Universidade de Stanford publicada nesta quinta-feira, 1º, na revista científica Biological Psychiatry: Global Open Science.
O estudo foi o primeiro a mapear e comparar as estruturas físicas dos cérebros de adolescentes antes e depois do início da pandemia e a documentar diferenças significativas, disse Ian Gotlib, principal autor do artigo, professor de Psicologia da Stanford e diretor do Laboratório de Neurodesenvolvimento, Afeto e Psicopatologia da Universidade.
Os pesquisadores sabiam que os adolescentes tinham níveis de depressão, ansiedade e medo mais altos do que antes da pandemia. "Mas não sabíamos nada sobre os efeitos em seus cérebros", disse Gotlib. "Pensamos que poderia haver efeitos semelhantes aos que você encontraria com a adversidade inicial; simplesmente não imaginávamos o quão fortes eles seriam."
Ao comparar exames de ressonância magnética de um grupo de 128 crianças, metade antes e metade no final do primeiro ano da pandemia, os pesquisadores descobriram crescimento no hipocampo e na amígdala, áreas cerebrais que respectivamente controlam o acesso a algumas memórias e ajudam a regular o medo, o estresse e outras emoções. Eles também encontraram afinamento dos tecidos no córtex, que está envolvido no funcionamento executivo.
Essas mudanças acontecem durante o desenvolvimento normal do adolescente, no entanto, a pandemia parece ter acelerado o processo, disse Gotlib. E o envelhecimento prematuro do cérebro das crianças não é um desenvolvimento positivo. Antes da pandemia, era observado em casos de estresse crônico na infância, trauma, abuso e negligência.
Essas experiências adversas na infância não apenas tornam as pessoas mais vulneráveis à depressão, ansiedade, dependência e outras doenças mentais, mas também aumentam o risco de câncer, diabetes, doenças cardíacas e outros resultados negativos de longo prazo.
As imagens pré-pandemia de cérebros de adolescentes vieram de um estudo longitudinal que a equipe de Gotlib iniciou há oito anos com o objetivo original de entender melhor as diferenças de gênero nas taxas de depressão entre adolescentes. Nele, os pesquisadores recrutaram 220 crianças de 9 a 13 anos, com um plano de fazer exames de ressonância magnética de seus cérebros a cada dois anos.
Enquanto coletavam o terceiro conjunto de mapeamentos cerebrais, a pandemia interrompeu todas as pesquisas pessoais em Stanford, impedindo que os cientistas coletassem dados de março de 2020 até o final daquele ano. Enquanto debatiam como explicar a interrupção, os cientistas viram uma oportunidade de investigar uma questão diferente: como a própria pandemia pode ter impactado a estrutura física do cérebro das crianças e sua saúde mental.
Eles combinaram pares de crianças com a mesma idade e sexo, criando subgrupos com puberdade semelhante, status socioeconômico e exposição ao estresse infantil. "Isso nos permitiu comparar jovens de 16 anos antes da pandemia com diferentes jovens de 16 anos avaliados após a pandemia", disse Gotlib.
Para determinar a idade cerebral média de suas amostras, os pesquisadores fizeram os mapeamentos cerebrais em um modelo de inteligência artificial capaz de prever a idade cerebral desenvolvido pelo ENIGMA - grupo de trabalho de idade cerebral formado por cientistas que reúnem conjuntos de dados de imagens cerebrais.
Os cientistas também avaliaram os sintomas de saúde mental relatados pelos pares combinados e encontraram sintomas mais graves de ansiedade, depressão e problemas de internalização no grupo que havia passado pela pandemia. "A conclusão para mim é que há sérios problemas de saúde mental e crianças em torno da pandemia", disse Gotlib. "Só porque a paralisação terminou não significa que estamos bem."
Pesquisas anteriores já haviam encontrado níveis dramaticamente mais altos de ansiedade, depressão, tendências suicidas e outras doenças mentais em adolescentes desde o início da pandemia. Porém, segundo Jason Chein, professor de Psicologia e Neurociência e diretor do Centro de Pesquisa e Imagem do Cérebro da Universidade de Temple, também nos Estados Unidos, o estudo atual tem implicações importantes para outros estudos de imagens longitudinais de cérebros de adolescentes. "Tem implicações metodológicas e implicações potencialmente relevantes para a sociedade."
[...]
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“Essas experiências adversas na infância não apenas tornam as pessoas mais vulneráveis à depressão, ansiedade [...].” 6º§
A palavra que apresenta um sentido diferente em relação ao vocábulo destacado nessa frase é:
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Cérebros de adolescentes envelheceram mais rápido com o estresse da pandemia, diz estudo.
Pesquisa da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos,
comparou mapeamentos cerebrais de adolescentes
antes e durante a pandemia para entender
como o período afetou essa população.
Katherine Reynolds Lewis - 05/12/2022
THE WASHINGTON POST – O estresse provocado pelas limitações da pandemia envelheceu prematuramente os cérebros dos adolescentes em pelo menos três anos e de maneira semelhante às mudanças observadas em crianças que enfrentaram estresse crônico e adversidades. É o que mostrou uma pesquisa da Universidade de Stanford publicada nesta quinta-feira, 1º, na revista científica Biological Psychiatry: Global Open Science.
O estudo foi o primeiro a mapear e comparar as estruturas físicas dos cérebros de adolescentes antes e depois do início da pandemia e a documentar diferenças significativas, disse Ian Gotlib, principal autor do artigo, professor de Psicologia da Stanford e diretor do Laboratório de Neurodesenvolvimento, Afeto e Psicopatologia da Universidade.
Os pesquisadores sabiam que os adolescentes tinham níveis de depressão, ansiedade e medo mais altos do que antes da pandemia. "Mas não sabíamos nada sobre os efeitos em seus cérebros", disse Gotlib. "Pensamos que poderia haver efeitos semelhantes aos que você encontraria com a adversidade inicial; simplesmente não imaginávamos o quão fortes eles seriam."
Ao comparar exames de ressonância magnética de um grupo de 128 crianças, metade antes e metade no final do primeiro ano da pandemia, os pesquisadores descobriram crescimento no hipocampo e na amígdala, áreas cerebrais que respectivamente controlam o acesso a algumas memórias e ajudam a regular o medo, o estresse e outras emoções. Eles também encontraram afinamento dos tecidos no córtex, que está envolvido no funcionamento executivo.
Essas mudanças acontecem durante o desenvolvimento normal do adolescente, no entanto, a pandemia parece ter acelerado o processo, disse Gotlib. E o envelhecimento prematuro do cérebro das crianças não é um desenvolvimento positivo. Antes da pandemia, era observado em casos de estresse crônico na infância, trauma, abuso e negligência.
Essas experiências adversas na infância não apenas tornam as pessoas mais vulneráveis à depressão, ansiedade, dependência e outras doenças mentais, mas também aumentam o risco de câncer, diabetes, doenças cardíacas e outros resultados negativos de longo prazo.
As imagens pré-pandemia de cérebros de adolescentes vieram de um estudo longitudinal que a equipe de Gotlib iniciou há oito anos com o objetivo original de entender melhor as diferenças de gênero nas taxas de depressão entre adolescentes. Nele, os pesquisadores recrutaram 220 crianças de 9 a 13 anos, com um plano de fazer exames de ressonância magnética de seus cérebros a cada dois anos.
Enquanto coletavam o terceiro conjunto de mapeamentos cerebrais, a pandemia interrompeu todas as pesquisas pessoais em Stanford, impedindo que os cientistas coletassem dados de março de 2020 até o final daquele ano. Enquanto debatiam como explicar a interrupção, os cientistas viram uma oportunidade de investigar uma questão diferente: como a própria pandemia pode ter impactado a estrutura física do cérebro das crianças e sua saúde mental.
Eles combinaram pares de crianças com a mesma idade e sexo, criando subgrupos com puberdade semelhante, status socioeconômico e exposição ao estresse infantil. "Isso nos permitiu comparar jovens de 16 anos antes da pandemia com diferentes jovens de 16 anos avaliados após a pandemia", disse Gotlib.
Para determinar a idade cerebral média de suas amostras, os pesquisadores fizeram os mapeamentos cerebrais em um modelo de inteligência artificial capaz de prever a idade cerebral desenvolvido pelo ENIGMA - grupo de trabalho de idade cerebral formado por cientistas que reúnem conjuntos de dados de imagens cerebrais.
Os cientistas também avaliaram os sintomas de saúde mental relatados pelos pares combinados e encontraram sintomas mais graves de ansiedade, depressão e problemas de internalização no grupo que havia passado pela pandemia. "A conclusão para mim é que há sérios problemas de saúde mental e crianças em torno da pandemia", disse Gotlib. "Só porque a paralisação terminou não significa que estamos bem."
Pesquisas anteriores já haviam encontrado níveis dramaticamente mais altos de ansiedade, depressão, tendências suicidas e outras doenças mentais em adolescentes desde o início da pandemia. Porém, segundo Jason Chein, professor de Psicologia e Neurociência e diretor do Centro de Pesquisa e Imagem do Cérebro da Universidade de Temple, também nos Estados Unidos, o estudo atual tem implicações importantes para outros estudos de imagens longitudinais de cérebros de adolescentes. "Tem implicações metodológicas e implicações potencialmente relevantes para a sociedade."
[...]
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Todos os seguintes recursos foram usados na estruturação do texto, exceto:
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antes e durante a pandemia para entender
como o período afetou essa população.
Katherine Reynolds Lewis - 05/12/2022
THE WASHINGTON POST – O estresse provocado pelas limitações da pandemia envelheceu prematuramente os cérebros dos adolescentes em pelo menos três anos e de maneira semelhante às mudanças observadas em crianças que enfrentaram estresse crônico e adversidades. É o que mostrou uma pesquisa da Universidade de Stanford publicada nesta quinta-feira, 1º, na revista científica Biological Psychiatry: Global Open Science.
O estudo foi o primeiro a mapear e comparar as estruturas físicas dos cérebros de adolescentes antes e depois do início da pandemia e a documentar diferenças significativas, disse Ian Gotlib, principal autor do artigo, professor de Psicologia da Stanford e diretor do Laboratório de Neurodesenvolvimento, Afeto e Psicopatologia da Universidade.
Os pesquisadores sabiam que os adolescentes tinham níveis de depressão, ansiedade e medo mais altos do que antes da pandemia. "Mas não sabíamos nada sobre os efeitos em seus cérebros", disse Gotlib. "Pensamos que poderia haver efeitos semelhantes aos que você encontraria com a adversidade inicial; simplesmente não imaginávamos o quão fortes eles seriam."
Ao comparar exames de ressonância magnética de um grupo de 128 crianças, metade antes e metade no final do primeiro ano da pandemia, os pesquisadores descobriram crescimento no hipocampo e na amígdala, áreas cerebrais que respectivamente controlam o acesso a algumas memórias e ajudam a regular o medo, o estresse e outras emoções. Eles também encontraram afinamento dos tecidos no córtex, que está envolvido no funcionamento executivo.
Essas mudanças acontecem durante o desenvolvimento normal do adolescente, no entanto, a pandemia parece ter acelerado o processo, disse Gotlib. E o envelhecimento prematuro do cérebro das crianças não é um desenvolvimento positivo. Antes da pandemia, era observado em casos de estresse crônico na infância, trauma, abuso e negligência.
Essas experiências adversas na infância não apenas tornam as pessoas mais vulneráveis à depressão, ansiedade, dependência e outras doenças mentais, mas também aumentam o risco de câncer, diabetes, doenças cardíacas e outros resultados negativos de longo prazo.
As imagens pré-pandemia de cérebros de adolescentes vieram de um estudo longitudinal que a equipe de Gotlib iniciou há oito anos com o objetivo original de entender melhor as diferenças de gênero nas taxas de depressão entre adolescentes. Nele, os pesquisadores recrutaram 220 crianças de 9 a 13 anos, com um plano de fazer exames de ressonância magnética de seus cérebros a cada dois anos.
Enquanto coletavam o terceiro conjunto de mapeamentos cerebrais, a pandemia interrompeu todas as pesquisas pessoais em Stanford, impedindo que os cientistas coletassem dados de março de 2020 até o final daquele ano. Enquanto debatiam como explicar a interrupção, os cientistas viram uma oportunidade de investigar uma questão diferente: como a própria pandemia pode ter impactado a estrutura física do cérebro das crianças e sua saúde mental.
Eles combinaram pares de crianças com a mesma idade e sexo, criando subgrupos com puberdade semelhante, status socioeconômico e exposição ao estresse infantil. "Isso nos permitiu comparar jovens de 16 anos antes da pandemia com diferentes jovens de 16 anos avaliados após a pandemia", disse Gotlib.
Para determinar a idade cerebral média de suas amostras, os pesquisadores fizeram os mapeamentos cerebrais em um modelo de inteligência artificial capaz de prever a idade cerebral desenvolvido pelo ENIGMA - grupo de trabalho de idade cerebral formado por cientistas que reúnem conjuntos de dados de imagens cerebrais.
Os cientistas também avaliaram os sintomas de saúde mental relatados pelos pares combinados e encontraram sintomas mais graves de ansiedade, depressão e problemas de internalização no grupo que havia passado pela pandemia. "A conclusão para mim é que há sérios problemas de saúde mental e crianças em torno da pandemia", disse Gotlib. "Só porque a paralisação terminou não significa que estamos bem."
Pesquisas anteriores já haviam encontrado níveis dramaticamente mais altos de ansiedade, depressão, tendências suicidas e outras doenças mentais em adolescentes desde o início da pandemia. Porém, segundo Jason Chein, professor de Psicologia e Neurociência e diretor do Centro de Pesquisa e Imagem do Cérebro da Universidade de Temple, também nos Estados Unidos, o estudo atual tem implicações importantes para outros estudos de imagens longitudinais de cérebros de adolescentes. "Tem implicações metodológicas e implicações potencialmente relevantes para a sociedade."
[...]
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Os gêneros textuais são caracterizados, dentre outros fatores, por seus objetivos. O texto acima é um(a):
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBADE
Orgão: CIMCERO
Leia as afirmativas abaixo a respeito do efeito estufa.
I – Os gases de efeito estufa podem ser comparados a isolantes, pois absorvem parte da energia irradiada pela Terra.
II – o efeito estufa é um fenômeno natural, mas é intensificado devido à crescente queima dos combustíveis fósseis que representam a base da industrialização e de muitas atividades humanas.
III – As queimadas nas florestas para transformar suas áreas em plantação, criação de gado e pastagens, também colaboram para o aumento do efeito estufa.
IV – A consequência da intensificação do efeito estufa na atmosfera é o aquecimento global.
Estão CORRETAS as afirmativas:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBADE
Orgão: CIMCERO
“O é um compromisso mundial sobre as alterações climáticas e prevê metas para a redução da emissão de gases do efeito estufa. Para que esse acordo entrasse em vigor, era necessário que os países que representam em torno de 55% da emissão de gases de efeito estufa ratificassem-no.”
Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna do trecho acima.
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