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Foram encontradas 120 questões.

1341847 Ano: 2011
Disciplina: Enfermagem
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI
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De acordo com a legislação do Exercício Profissional de Enfermagem, o Técnico de Enfermagem exerce atividades auxiliares, de nível médio técnico, atribuídas à equipe de enfermagem, cabendo-lhe, EXCETO:
 

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1341817 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI
O eletrodo do tipo agulha tem como melhor finalidade
 

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1341810 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI
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O método pelo qual a Contabilidade evoluiu e possibilitou o desenvolvimento do comércio e da sociedade em geral, divulgado pela primeira vez pelo Frei Luca Pacioli denomina-se
 

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1341798 Ano: 2011
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI
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Acerca da circular, um dentre os vários tipos de documentos comerciais existentes, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A circular é uma comunicação que, reproduzida em muitos exemplares, é dirigida a várias pessoas ou a um órgão.
( ) Contém assuntos de interesse estritamente particular.
( ) Deve ser redigida de forma impessoal, dando a impressão de que não possui destinatário específico.
A sequência está correta em
 

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1341728 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI

O medo do amor

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor para cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.

Para a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.

Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

(Martha Medeiros – com adaptações)

Em “Um novo amor?”, o ponto de interrogação ( ? ) foi utilizado para

 

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1341716 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI

NÃO é correto afirmar sobre o estado de Minas Gerais que

 

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1341709 Ano: 2011
Disciplina: Enfermagem
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI
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“O Técnico de Enfermagem está tendo dificuldade em compreender a prescrição do médico para uma medicação. Ele sabe que o médico é muito ocupado e não gostaria de ser incomodado.” O Técnico de Enfermagem deverá
 

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1341654 Ano: 2011
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI
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De acordo com o disposto no Art. 22 da Lei Federal nº. 8666/93 e suas alterações posteriores, a “modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação,” é definida como

 

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1341596 Ano: 2011
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI
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São informações mínimas necessárias ao Plano de Trabalho, de acordo com a Lei Federal nº 8666/93, para a celebração de convênio, acordo ou ajuste pelos órgãos ou entidades da Administração Pública, EXCETO:

 

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1497354 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CISAMAPI

O medo do amor

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor para cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.

Para a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.

Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

(Martha Medeiros – com adaptações)

“Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo...” A palavra destacada anteriormente apresenta como significado correto

Questão Anulada

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