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Foram encontradas 245 questões.

3818438 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Avança SP
Orgão: CISBRA
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Observe a seguinte sequência lógica numérica: − 1/2 , 3, − 1/4 , 5, − 1/6 , 7, …

Qual o resultado da subtração: 7° elemento menos o 6° elemento?

 

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3818437 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Avança SP
Orgão: CISBRA
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Um comerciante utiliza um sistema automatizado para contar o número de pessoas que entra na sua loja, e o número de pessoas que efetivamente fazem uma compra. No fechamento de um dado mês, ele descobriu que a razão entre o número de pessoas que efetivamente compraram e o número de pessoas que entraram na sua loja foi de 1/10. Ele chama essa razão de ‘efetividade’. No mês seguinte, entraram 10% mais pessoas na loja (em relação ao mês anterior), mas o número de compradores foi o mesmo do mês anterior. Nessas condições, sobre a efetividade pode-se dizer que:
 

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3818436 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Avança SP
Orgão: CISBRA
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Para fazer um drinque, uma pessoa mistura 50 ml de uma bebida destilada, com suco e gelo. Se a pessoa comprar 2 litros dessa bebida, quantos drinques ela conseguirá fazer?
 

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3818435 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Avança SP
Orgão: CISBRA
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Uma empresa de hospedagem cobra do cliente por cada hora utilizada na hospedagem, porém horários diferentes têm taxas diferentes. Entre 7h e 18h, cobra-se R$ 12,00 por hora, e entre 18h e 7h do dia seguinte, cobra-se R$ 15,00 por hora, independentemente do dia da semana. Um determinado cliente chegou na hospedagem às 22h de uma sexta-feira e saiu às 12h da segunda-feira seguinte. Quanto este cliente pagou pela estadia?
 

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3818434 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: CISBRA
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Das condições apresentadas a seguir a respeito do uso do acento indicativo de crase, quando ocorre a preposição “a”, é verdadeiro que seu emprego é facultativo apenas:
 

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3818433 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: CISBRA
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Analise o emprego dos verbos em destaque nas sentenças a seguir. Assinale a alternativa em que se verifica incorreção quanto à conjugação verbal apresentada.
 

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3818432 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: CISBRA
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O emprego incorreto da vírgula, que separa um verbo de seu(s) complemento(s), ocorre em:
 

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3818431 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: CISBRA
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A sentença a seguir que apresenta um advérbio funcionando como recurso de coesão anafórico é:
 

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3818430 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: CISBRA
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Leia o texto a seguir para responder a questão.


Amor



A verdade é que devemos tudo aos amores infelizes, aos amores que não dão certo. A poesia se faz antes ou depois do amor, ninguém jamais fez um bom poema durante um amor feliz. Pois se o amor está tão bom, pra que interrompê-lo? O amor feliz não é assunto de poesia, o amor feliz é em vez de poesia. Literatura é quando o amor ainda não veio ou quando já acabou, literatura durante é mentira. Ou ela é empolgação ou é remorso, revolta, saudade, tédio, divagação desesperada — enfim, tudo que de bom texto. Desconfie de quem explica um estado de exaltação criativa dizendo que está amando. Algo deve estar errado.


— Você está amando, mas ela não está correspondendo, é isso?

— Não, não. Ela também me ama. … maravilhoso.

— É maravilhoso, mas você sabe que não pode durar, é isso? Seu poema é sobre a transitoriedade de todas as coisas, sobre o efêmero, sobre o fim inevitável da felicidade num mundo em que...

— Não! É sobre a felicidade sem fim!

— Não pode ser.

— Mas é. Acabei o poema e vou fazer uma canção. Depois, talvez, uma cantata. E estou pensando num romance. Tudo inspirado no nosso amor. Não posso parar de criar. Estou transbordando de amor e ideia. Crio dia e noite.

— E a mulher amada?

— Quem? Ah, ela. Bom, ela sabe que a atenção que não lhe dou, dou ao nosso amor perfeito.

Está explicado. Ele não canta a amada ou seu amor. Está fascinado por ele mesmo, amando. E o poema certamente é ruim. Porque o amor, para ser de verdade, tem de emburrecer. Só devem lhe ocorrer bobagens para dizer ou escrever durante um caso de amor. Ou é kitsch, de mau gosto, piegas ou copiado, ou não é amor. Qualquer sinal de originalidade pode até ser suspeito.

— Esses seus versos para mim... Estão ótimos.

— Obrigado.

— Essas juras de amor, essas rimas, essa métrica... De onde você tirou tudo isso?

— Eu mesmo inventei. Pensando em você.

— Seu falso!

— O quê?

— Só deixando de pensar em mim por algumas horas você faria uma coisa assim pensando em mim. Só tomando dist,ncia, escrevendo ou reescrevendo, raciocinando e burilando você faria isso. Um verso plagiado do Vinicius eu entenderia. Um verso original, e bom desse jeito, é traição. Só não sendo sincero você seria tão inteligente!

— Mas...

— Não fale mais comigo.

Pronto. O amor acabou, agora você pode ser criativo sem remorso. Você está infeliz, mas console-se. Pense em como isso melhorar·o seu estilo.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Na locução verbal que ocorre em “Acabei o poema e vou fazer uma canção.”, a expressão de tempo decorre:
 

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3818429 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: CISBRA
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Leia o texto a seguir para responder a questão.


Amor



A verdade é que devemos tudo aos amores infelizes, aos amores que não dão certo. A poesia se faz antes ou depois do amor, ninguém jamais fez um bom poema durante um amor feliz. Pois se o amor está tão bom, pra que interrompê-lo? O amor feliz não é assunto de poesia, o amor feliz é em vez de poesia. Literatura é quando o amor ainda não veio ou quando já acabou, literatura durante é mentira. Ou ela é empolgação ou é remorso, revolta, saudade, tédio, divagação desesperada — enfim, tudo que de bom texto. Desconfie de quem explica um estado de exaltação criativa dizendo que está amando. Algo deve estar errado.


— Você está amando, mas ela não está correspondendo, é isso?

— Não, não. Ela também me ama. … maravilhoso.

— É maravilhoso, mas você sabe que não pode durar, é isso? Seu poema é sobre a transitoriedade de todas as coisas, sobre o efêmero, sobre o fim inevitável da felicidade num mundo em que...

— Não! É sobre a felicidade sem fim!

— Não pode ser.

— Mas é. Acabei o poema e vou fazer uma canção. Depois, talvez, uma cantata. E estou pensando num romance. Tudo inspirado no nosso amor. Não posso parar de criar. Estou transbordando de amor e ideia. Crio dia e noite.

— E a mulher amada?

— Quem? Ah, ela. Bom, ela sabe que a atenção que não lhe dou, dou ao nosso amor perfeito.

Está explicado. Ele não canta a amada ou seu amor. Está fascinado por ele mesmo, amando. E o poema certamente é ruim. Porque o amor, para ser de verdade, tem de emburrecer. Só devem lhe ocorrer bobagens para dizer ou escrever durante um caso de amor. Ou é kitsch, de mau gosto, piegas ou copiado, ou não é amor. Qualquer sinal de originalidade pode até ser suspeito.

— Esses seus versos para mim... Estão ótimos.

— Obrigado.

— Essas juras de amor, essas rimas, essa métrica... De onde você tirou tudo isso?

— Eu mesmo inventei. Pensando em você.

— Seu falso!

— O quê?

— Só deixando de pensar em mim por algumas horas você faria uma coisa assim pensando em mim. Só tomando dist,ncia, escrevendo ou reescrevendo, raciocinando e burilando você faria isso. Um verso plagiado do Vinicius eu entenderia. Um verso original, e bom desse jeito, é traição. Só não sendo sincero você seria tão inteligente!

— Mas...

— Não fale mais comigo.

Pronto. O amor acabou, agora você pode ser criativo sem remorso. Você está infeliz, mas console-se. Pense em como isso melhorar·o seu estilo.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Em “Está fascinado por ele mesmo, amando.”, o pronome “ele” é um:
 

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