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Uma pedagoga, no início do ano letivo, recebeu a incumbência de coordenar a elaboração do projeto político-pedagógico de sua escola (ensino médio) com base na legislação vigente. Na semana pedagógica, marcou a primeira reunião com todos os profissionais da escola para planejar a elaboração do projeto. Nesse encontro, foram definidas as diversas etapas do processo. Inicialmente, reunião com todos os membros da comunidade escolar para realizar reflexão sobre a comunidade na qual a escola está inserida, suas necessidades e seus anseios, valores das famílias e dos alunos, as funções da educação escolar, a finalidade e os problemas vivenciados pela escola. Em seguida, a construção dos dados necessários: conhecimento da realidade, com a identificação de anseios, necessidades, motivações dos alunos, das famílias e da comunidade local. Posteriormente, a mobilização de alunos, famílias e representantes da comunidade local que não haviam comparecido à primeira reunião para elaboração do projeto e construção do documento propriamente. Por último, a reunião para a aprovação do documento por todos os participantes. Após esse planejamento, a equipe começou a colocar em prática o trabalho. Durante dois meses, a equipe escolar trabalhou nesse projeto ininterruptamente.
Com relação a situação hipotética, julgue o item seguinte.
A escola atenta à qualidade de ensino prevê, em seu projeto político-pedagógico, formas de adesão da família à escola com a finalidade de continuar o processo de desenvolvimento de atitudes positivas de seus filhos em relação ao aprender e ao estudar.
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Uma pedagoga, no início do ano letivo, recebeu a incumbência de coordenar a elaboração do projeto político-pedagógico de sua escola (ensino médio) com base na legislação vigente. Na semana pedagógica, marcou a primeira reunião com todos os profissionais da escola para planejar a elaboração do projeto. Nesse encontro, foram definidas as diversas etapas do processo. Inicialmente, reunião com todos os membros da comunidade escolar para realizar reflexão sobre a comunidade na qual a escola está inserida, suas necessidades e seus anseios, valores das famílias e dos alunos, as funções da educação escolar, a finalidade e os problemas vivenciados pela escola. Em seguida, a construção dos dados necessários: conhecimento da realidade, com a identificação de anseios, necessidades, motivações dos alunos, das famílias e da comunidade local. Posteriormente, a mobilização de alunos, famílias e representantes da comunidade local que não haviam comparecido à primeira reunião para elaboração do projeto e construção do documento propriamente. Por último, a reunião para a aprovação do documento por todos os participantes. Após esse planejamento, a equipe começou a colocar em prática o trabalho. Durante dois meses, a equipe escolar trabalhou nesse projeto ininterruptamente.
Com relação a situação hipotética, julgue o item seguinte.
Na elaboração do projeto político-pedagógico, as escolas de ensino fundamental devem priorizar a dimensão do futuro, uma vez que sua tarefa primordial é a de preparar as crianças para a vida adulta.
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Uma pedagoga, no início do ano letivo, recebeu a incumbência de coordenar a elaboração do projeto político-pedagógico de sua escola (ensino médio) com base na legislação vigente. Na semana pedagógica, marcou a primeira reunião com todos os profissionais da escola para planejar a elaboração do projeto. Nesse encontro, foram definidas as diversas etapas do processo. Inicialmente, reunião com todos os membros da comunidade escolar para realizar reflexão sobre a comunidade na qual a escola está inserida, suas necessidades e seus anseios, valores das famílias e dos alunos, as funções da educação escolar, a finalidade e os problemas vivenciados pela escola. Em seguida, a construção dos dados necessários: conhecimento da realidade, com a identificação de anseios, necessidades, motivações dos alunos, das famílias e da comunidade local. Posteriormente, a mobilização de alunos, famílias e representantes da comunidade local que não haviam comparecido à primeira reunião para elaboração do projeto e construção do documento propriamente. Por último, a reunião para a aprovação do documento por todos os participantes. Após esse planejamento, a equipe começou a colocar em prática o trabalho. Durante dois meses, a equipe escolar trabalhou nesse projeto ininterruptamente.
Com relação a situação hipotética, julgue o item seguinte.
As tomadas de decisão quando da elaboração do projeto político-pedagógico da escola devem privilegiar o coletivo e não os segmentos da instituição.
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Jonas, com 55 anos de idade, foi levado para atendimento no hospital devido a diminuição progressiva do nível de consciência. Sua filha relata que o paciente vinha apresentando sede intensa e poliúria nos últimos dias, associadas a tosse produtiva com expectoração amarelada e febre alta. Ao exame físico, encontrou-se: torporoso, desidratado +3/+4, taquipnéico (odor adocicado exalado pelo hálito), com temperatura axilar de 40 °C, freqüência respiratória de 27 irpm, freqüência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 89 mmHg × 50 mmHg, ritmo cardíaco regular. Verificaram-se estertores inspiratórios em terço inferior do hemitórax direito. Abdome e extremidades sem alterações. Exame neurológico sem alterações, exceto pelo torpor. Exames complementares: hematócrito de 38%, leucocitose moderada com desvio à esquerda. Radiografia de tórax mostrando infiltrado inflamatório em terço inferior do hemitórax direito. Exame de urina (EAS) – glicose (++++), cetonas (+++). Dosagem dos níveis séricos: glicose venosa = 265 mg/dL (valores de referência [VR] entre 74-106 mg/dL); sódio = 135 mEq/L (VR: 135-145 mEq/L); potássio = 4,8 mEq/L (VR: 3,5-5,0 mEq/L); cloretos = 100 mEq/L (VR: 98-106 mEq/L); uréia = 93 mg/dL (VR: 6-20 mg/dL); creatinina = 2,9 mg/dL (VR: 0,3-1,3 mg/dL). Gasometria arterial (material colhido com paciente respirando com máscara de Venturi com FiO2 de 30%): pH = 7,20; pO2 de 60 mmHg; pCO2 de 30 mmHg; bicarbonato de 14 mEq/L.
Considerando a situação hipotética relativa ao paciente Jonas, julgue o item abaixo.
A condição que provavelmente desencadeou essa emergência clínica foi uma pneumonia comunitária que pode ser classificada como de alto risco e grave. Recomenda-se, por exemplo, tratamento com esquema empírico utilizando uma fluoroquinolona (levofloxacina, p.ex.), conforme as recomendações atuais.
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Jonas, com 55 anos de idade, foi levado para atendimento no hospital devido a diminuição progressiva do nível de consciência. Sua filha relata que o paciente vinha apresentando sede intensa e poliúria nos últimos dias, associadas a tosse produtiva com expectoração amarelada e febre alta. Ao exame físico, encontrou-se: torporoso, desidratado +3/+4, taquipnéico (odor adocicado exalado pelo hálito), com temperatura axilar de 40 °C, freqüência respiratória de 27 irpm, freqüência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 89 mmHg × 50 mmHg, ritmo cardíaco regular. Verificaram-se estertores inspiratórios em terço inferior do hemitórax direito. Abdome e extremidades sem alterações. Exame neurológico sem alterações, exceto pelo torpor. Exames complementares: hematócrito de 38%, leucocitose moderada com desvio à esquerda. Radiografia de tórax mostrando infiltrado inflamatório em terço inferior do hemitórax direito. Exame de urina (EAS) – glicose (++++), cetonas (+++). Dosagem dos níveis séricos: glicose venosa = 265 mg/dL (valores de referência [VR] entre 74-106 mg/dL); sódio = 135 mEq/L (VR: 135-145 mEq/L); potássio = 4,8 mEq/L (VR: 3,5-5,0 mEq/L); cloretos = 100 mEq/L (VR: 98-106 mEq/L); uréia = 93 mg/dL (VR: 6-20 mg/dL); creatinina = 2,9 mg/dL (VR: 0,3-1,3 mg/dL). Gasometria arterial (material colhido com paciente respirando com máscara de Venturi com FiO2 de 30%): pH = 7,20; pO2 de 60 mmHg; pCO2 de 30 mmHg; bicarbonato de 14 mEq/L.
Considerando a situação hipotética relativa ao paciente Jonas, julgue o item abaixo.
Com base nos dados fornecidos na situação clínica, é correto afirmar que o paciente apresenta insuficiência renal aguda do tipo pré-renal.
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Jonas, com 55 anos de idade, foi levado para atendimento no hospital devido a diminuição progressiva do nível de consciência. Sua filha relata que o paciente vinha apresentando sede intensa e poliúria nos últimos dias, associadas a tosse produtiva com expectoração amarelada e febre alta. Ao exame físico, encontrou-se: torporoso, desidratado +3/+4, taquipnéico (odor adocicado exalado pelo hálito), com temperatura axilar de 40 °C, freqüência respiratória de 27 irpm, freqüência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 89 mmHg × 50 mmHg, ritmo cardíaco regular. Verificaram-se estertores inspiratórios em terço inferior do hemitórax direito. Abdome e extremidades sem alterações. Exame neurológico sem alterações, exceto pelo torpor. Exames complementares: hematócrito de 38%, leucocitose moderada com desvio à esquerda. Radiografia de tórax mostrando infiltrado inflamatório em terço inferior do hemitórax direito. Exame de urina (EAS) – glicose (++++), cetonas (+++). Dosagem dos níveis séricos: glicose venosa = 265 mg/dL (valores de referência [VR] entre 74-106 mg/dL); sódio = 135 mEq/L (VR: 135-145 mEq/L); potássio = 4,8 mEq/L (VR: 3,5-5,0 mEq/L); cloretos = 100 mEq/L (VR: 98-106 mEq/L); uréia = 93 mg/dL (VR: 6-20 mg/dL); creatinina = 2,9 mg/dL (VR: 0,3-1,3 mg/dL). Gasometria arterial (material colhido com paciente respirando com máscara de Venturi com FiO2 de 30%): pH = 7,20; pO2 de 60 mmHg; pCO2 de 30 mmHg; bicarbonato de 14 mEq/L.
Considerando a situação hipotética relativa ao paciente Jonas, julgue o item abaixo.
Considere que, após algumas horas do início do tratamento, para fins de monitorização cardíaca, tenha sido realizado um eletrocardiograma do paciente, cujo resultado é mostrado abaixo (velocidade do papel = 25 mm/s, calibração 1 cm = 1 mV).

Nessa situação, a análise desse traçado permite concluir que o paciente apresenta alterações eletrocardiográficas sugestivas de hiperpotassemia.
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A figura acima apresenta uma versão adaptada do diagrama chamado casa da qualidade, empregado na técnica de QFD (quality function deployment). Julgue o item subseqüente, acerca dos conceitos apresentados nesse diagrama, e dos conceitos de desenvolvi-mento de novos produtos pelo desdobramento da função qualidade e engenharia e análise de valor.
As áreas numeradas de I a VI apresentadas na casa da qualidade contêm matrizes quadradas e(ou) triangulares, que podem apresentar valores numéricos e simbólicos.
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Texto.
As conseqüências da escravidão não atingiram apenas os negros. Do ponto de vista que aqui nos interessa— a formação do cidadão —, a escravidão afetou tanto o escravo como o senhor. Se o escravo não desenvolvia a consciência de seus direitos civis, o senhor tampouco o fazia. O senhor não admitia os direitos dos escravos e exigia privilégios para si próprio. Se um estava abaixo da lei, o outro se considerava acima. A libertação dos escravos não trouxe consigo a igualdade efetiva. Essa igualdade era afirmada nas leis, mas negada na prática. Ainda hoje, apesar das leis, aos privilégios e à arrogância de poucos correspondem o desfavorecimento e a humilhação de muitos.
José Murilo de Carvalho. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004, p. 53 (com adaptações).
A respeito das idéias do texto acima, julgue o item seguinte.
De acordo com a linha de raciocínio desenvolvida no texto, deduz-se que, apesar da brutal assimetria entre escravos e senhores — os primeiros reduzidos a “coisas” de propriedade dos segundos —, foram ambos vítimas de uma mesma escravidão que lhes barrou o desenvolvimento da consciência dos direitos civis.
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O plano diretor é o instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana. No DF, desde a edição da LODF, se elaboraram duas versões do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT), e o poder público está coordenando o processo de construção de um novo plano diretor de ordenamento territorial.Julgue o item subseqüente, que tratam do PDOT em vigor e da política habitacional.
O macrozoneamento do PDOT, por sua configuração, atende a demanda de realização de zoneamento ambiental estipulada pelo Estatuto da Cidade.
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As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.
A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.
Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.
Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e
sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).
Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.
A localização da nova capital, no interior do país, deriva de uma concepção geopolítica estratégica. Apesar de inexistirem estudos demarcatórios relativos ao território escolhido, a questão da segurança em face de um ataque externo — em uma época ainda marcada pelas guerras convencionais — foi decisiva pela escolha de uma área distante do litoral e afastada de bacias hidrográficas.
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