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598822 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.

A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.

Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.

Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e

sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).

Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.

Resultado de um planejamento poucas vezes visto no país, o Plano Piloto de Brasília e as cidades que compõem a área geográfica do DF completaram 45 anos de existência conseguindo, a despeito de determinadas alterações inevitáveis, manter viva a utopia de seus criadores, a de uma cidade moderna e igualitária.

 

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598821 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.

A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.

Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.

Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e

sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).

Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.

Figura central na construção de Brasília, o candango retrata a paisagem social e humana de um país que se movimentava celeremente. Era o Brasil dos anos 50 do século passado, que se urbanizava com extraordinária rapidez e cujo dinamismo econômico, impulsionado pela industrialização, atraía milhares de habitantes que faziam o caminho do campo em direção às cidades.

 

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598816 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.

A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.

Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.

Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e

sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).

Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.

Entre os nomes que se notabilizaram na edificação da nova capital brasileira, podem ser citados o engenheiro Israel Pinheiro, que dirigiu as obras, o arquiteto Lúcio Costa, autor do projeto urbanístico adotado, e Oscar Niemeyer, responsável pelos projetos que conferiram à arquitetura de Brasília traços modernos e singulares.

 

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598812 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.

A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.

Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.

Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e

sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).

Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.

Verificou-se, na construção de Brasília, a característica que marcou a administração JK nos mais diversos setores: a utilização de grupos e órgãos técnicos executivos como forma de acelerar os trabalhos e fugir das amarras paralisantes da tradicional máquina burocrática oficial.

 

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598777 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.

A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.

Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.

Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e

sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).

Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.

A aprovação unânime da lei que deu ao presidente Juscelino as condições para iniciar a construção de Brasília, tal como informado no texto, desmente a tese largamente difundida de que o processo de transferência da capital para o interior do país, bem como o próprio governo de JK tenham sofrido pesada oposição política.

 

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598752 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.

A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.

Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.

Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e

sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).

Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.

Infere-se do texto que o fracasso de uma das metas propostas por JK, justamente a que se referia à expansão da malha ferroviária brasileira, projeto que efetivamente não se concretizou, retirou de Brasília o sentido original integracionista que presidiu sua construção.

 

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598748 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.

A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.

Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.

Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e

sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).

Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.

Em sua breve história, Brasília já conheceu graves crises políticas, a exemplo da renúncia de Jânio Quadros, da deposição de João Goulart e, sob o regime militar, do fechamento do Congresso Nacional e da invasão da Universidade de Brasília. A nova capital testemunhou, também, expressivas manifestações populares de rua, entre as quais podem ser citados o sepultamento de JK, a campanha pelas eleições diretas e o movimento pelo impeachment do presidente Collor.

 

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598732 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.

A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.

Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.

Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e

sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item seguinte.

Resultado de uma decisão política, nascida de compromisso assumido em plena campanha presidencial, a construção da nova capital brasileira no Planalto Central do país não se enquadrava no plano de metas de JK e, sob o ponto de vista da política antiinflacionária praticada no período, chegava mesmo a contradizê-lo.

 

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598719 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.

A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.

Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.

Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e

sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item seguinte.

Nas palavras do presidente, reproduzidas no texto, fica claro que Brasília deveria desempenhar o papel de centro indutor do desenvolvimento nacional, sem aprofundar as marcantes diferenças regionais existentes. Nesse sentido, ela deveria promover a integração econômica de um país que buscava modernizar-se.

 

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598687 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Lançar uma palavra aos quatro ventos como se entendêssemos do que se trata não quer dizer que a gente viva segundo ela. A ética, por exemplo, tem sido expulsa de muitos dos nossos cenários atuais, em que é mais citada do que vivida. Há de nos contemplar, consternada, a pobre senhora: não do Olimpo dos deuses inatingíveis, mas nas esquinas da nossa mais simples humanidade, onde a abandonamos em troca de comportamentos irracionais, corruptos ou boçais, desrespeitosos ou grotescos, segundo o jeito e a vivência de cada um.

Lya Luft. Em outras palavras. Veja, 30/11/2005.

Referentemente ao texto de Lya Luft, julgue o item a seguir.

O texto defende a idéia de que palavras e ações constituem dupla de tal modo coesa que as palavras são efetivamente verdadeiras quando se fala delas e se age segundo o que elas significam.

 

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