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Texto
O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.
Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.
E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.
Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.
João Alfredo de Sousa Montenegro. O discurso autoritário de Cairu.
Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil 500 anos, 2.ª ed., p. 235.
Julgue o seguinte item, a respeito da oração “E o faz” (início do terceiro parágrafo) e dos processos de coesão correlatos.
Tomando-se apenas a tipologia verbos de ação/verbos de estado, é correto afirmar que, em função anafórica, o verbo fazer substitui verbos de ação, e o ser, verbos de estado.
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Considerando os sentidos e as estruturas lingüísticas do texto acima, julgue os itens que se seguem.
Na linha 18, a conjunção “e” tem a função de acrescentar um termo à enumeração que se inicia com “estabilidade”.
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O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.
Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.
E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.
Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.
João Alfredo de Sousa Montenegro. O discurso autoritário de Cairu.
Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil 500 anos, 2.ª ed., p. 235.
Considerando os sentidos e as estruturas lingüísticas do texto acima, bem como as noções que cercam o conceito de retórica e argumentação, julgue o item subseqüente.
A respeito das orações adjetivas “que lhe são submetidas” e “que emergem da sociedade brasileira”, são corretas as seguintes afirmações: ambas têm caráter restritivo; em ambas, o pronome relativo exerce a função sintática de sujeito e o predicado é verbal.
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O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.
Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.
E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.
Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.
João Alfredo de Sousa Montenegro. O discurso autoritário de Cairu.
Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil 500 anos, 2.ª ed., p. 235.
Considerando os sentidos e as estruturas lingüísticas do texto acima, bem como as noções que cercam o conceito de retórica e argumentação, julgue o item subseqüente.
A peroração e a conclusão são partes essenciais e obrigatórias que toda peça de retórica parlamentar deve conter. Não o é, contudo, a introdução, pois esta se presta, no plano do conteúdo, a digressões temáticas e, no plano do estilo, a intervenções subjetivas e emocionais.
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O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.
Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.
E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.
Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.
João Alfredo de Sousa Montenegro. O discurso autoritário de Cairu.
Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil 500 anos, 2.ª ed., p. 235.
Considerando os sentidos e as estruturas lingüísticas do texto acima, bem como as noções que cercam o conceito de retórica e argumentação, julgue o item subseqüente.
Constituem os argumentos matéria-prima da retórica. Diz-se que um argumento é convincente quando ele é capaz de fazer o destinatário migrar de uma idéia para adotar outra defendida pelo seu interlocutor.
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O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.
Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.
E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.
Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.
João Alfredo de Sousa Montenegro. O discurso autoritário de Cairu.
Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil 500 anos, 2.ª ed., p. 235.
Considerando os sentidos e as estruturas lingüísticas do texto acima, bem como as noções que cercam o conceito de retórica e argumentação, julgue o item subseqüente.
Os traços mencionados no segundo parágrafo, que, segundo o autor, caracterizam o discurso cairuense, constituem a essência da retórica parlamentar. Sem tais traços, não se logra produzir esse tipo de discurso.
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O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.
Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.
E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.
Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.
João Alfredo de Sousa Montenegro. O discurso autoritário de Cairu.
Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil 500 anos, 2.ª ed., p. 235.
Considerando os sentidos e as estruturas lingüísticas do texto acima, bem como as noções que cercam o conceito de retórica e argumentação, julgue o item subseqüente.
Quando se atribui às palavras o poder de “alçarem vôos insopitáveis”, está-se lançando mão de uma figura de estilo chamada metonímia.
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Texto.
Crítico severo da venalidade oficial, Padre Vieira, consultado por dom João IV sobre a conveniência de haver no Maranhão e Grão-Pará dois capitães-mores, disparou em resposta: “Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso será de achar dois homens de bem que um”. Nos sermões tampouco deixava de denunciar a corrupção: “Se o que elegestes furta (não o ponhamos em condicional, porque claro está que há de furtar), furta o que elegestes, e furta por si e por todos os seus”. Uma autoridade, afirmava, jamais devia ser empossada em lugar “onde se aproveite e nos arruíne; onde se enriqueça a si e deixe pobre o Estado”.
Emanuel Araújo. O teatro dos vícios: transgressão e transigência na sociedade
urbana colonial. Rio de Janeiro: José Olympio,1977, 2.ª ed., p. 291 (com adaptações).
A partir das idéias e de aspectos morfossintáticos do texto, julgue o seguinte item.
Se, por hipótese, dom João IV reclamasse posteriormente junto a Vieira das roubalheiras dos dois capitães-mores nomeados para o Maranhão e Grão-Pará, a resposta que poderia ouvir do padre estaria correta na seguinte forma: “Majestade, eu vo-lo adverti.”
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Texto.
Crítico severo da venalidade oficial, Padre Vieira, consultado por dom João IV sobre a conveniência de haver no Maranhão e Grão-Pará dois capitães-mores, disparou em resposta: “Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso será de achar dois homens de bem que um”. Nos sermões tampouco deixava de denunciar a corrupção: “Se o que elegestes furta (não o ponhamos em condicional, porque claro está que há de furtar), furta o que elegestes, e furta por si e por todos os seus”. Uma autoridade, afirmava, jamais devia ser empossada em lugar “onde se aproveite e nos arruíne; onde se enriqueça a si e deixe pobre o Estado”.
Emanuel Araújo. O teatro dos vícios: transgressão e transigência na sociedade
urbana colonial. Rio de Janeiro: José Olympio,1977, 2.ª ed., p. 291 (com adaptações).
A partir das idéias e de aspectos morfossintáticos do texto, julgue o seguinte item.
Rege o plural de capitães-mores a norma transcrita a seguir.
Nos substantivos compostos, ambos os elementos tomam a forma de plural quando constituídos de dois substantivos.
Desse modo, obedecem à mesma norma os compostos: obra-prima, salvo-conduto, abaixo-assinado, tenente-coronel.
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Texto.
Crítico severo da venalidade oficial, Padre Vieira, consultado por dom João IV sobre a conveniência de haver no Maranhão e Grão-Pará dois capitães-mores, disparou em resposta: “Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso será de achar dois homens de bem que um”. Nos sermões tampouco deixava de denunciar a corrupção: “Se o que elegestes furta (não o ponhamos em condicional, porque claro está que há de furtar), furta o que elegestes, e furta por si e por todos os seus”. Uma autoridade, afirmava, jamais devia ser empossada em lugar “onde se aproveite e nos arruíne; onde se enriqueça a si e deixe pobre o Estado”.
Emanuel Araújo. O teatro dos vícios: transgressão e transigência na sociedade
urbana colonial. Rio de Janeiro: José Olympio,1977, 2.ª ed., p. 291 (com adaptações).
Considerando os sentidos e os aspectos lingüísticos do texto acima, julgue o item a seguir.
Se os verbos introdutores de discurso direto empregados no texto fossem dispostos em ordem crescente de força comunicativa, a forma verbal “afirmava” viria antecedendo o predicado “disparou em resposta”.
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