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Leia o TEXTO VI e resolva as questões 19 e 20.
TEXTO VI

Níquel Náusea, de Fernando Gonsales.
Disponível em: <uareva.com/2010/08/tiras-animais.html>. Acesso: I I JUN 17.
Acerca do efeito de sentido provocado pelo ponto de exclamação (!) nas falas do cachorro, pode-se dizer que:
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Leia o TEXTO VI e resolva as questões 19 e 20.
TEXTO VI

Níquel Náusea, de Fernando Gonsales.
Disponível em: <uareva.com/2010/08/tiras-animais.html>. Acesso: I I JUN 17.
É CORRETO afirmar sobre essa tirinha que:
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Leia o TEXTO V e resolva as questões 14 a 18.
TEXTO V
QUASE DE VERDADE

(Disponível em: <https://www.rocco.com br/blog/o-desafio-de-ilusfrar-clarice-lispectort>. Acesso em: 14 SET 17.)
1Era uma vez... Era uma vez: eu!
Mas aposto que você não sabe quem eu sou. Prepare-se para uma surpresa que você nem
adivinha.
Sabe quem eu sou? Sou um cachorro chamado Ulisses e minha dona é Clarice. Eu fico
5 latindo para Clarice e ela que entende o significado de meus latidos escreve o que eu lhe
conto. Por exemplo, eu fiz uma viagem para o quintal de outra casa e contei a Clarice uma história
bem latida: daqui a pouco você vai saber dela: é o resultado de uma observação minha sobre essa casa.
Antes de tudo quero me apresentar melhor. Dizem que sou muito bonito e sabido. Bonito,
10 parece que sou. Tenho um pêlo castanho cor de guaraná. Mas sobretudo tenho olhos que todos
admiram: são dourados. Minha dona não quis cortar meu rabo porque acha que cortar seria contra
a natureza.
Dizem assim: "Ulisses tem olhar de gente". Gosto muito de me deitar de costas para
coçarem minha barriga. Mas sabido sou apenas na hora de latir palavras. Sou um pouco malcriado,
15 não obedeço sempre, gosto de fazer o que eu quero, faço xixi na sala de Clarice.
Fora disso, sou um cachorro quase normal. Ah, esqueci de dizer que sou um cachorro
mágico: adivinho tudo pelo cheiro. Isto se chama ter faro. No quintal onde estive hospedado
cheirei tudo: figueira, galo, galinha etc.
Se você chamar: "Ulisses, vem cá" — eu vou correndo e latindo para o seu lado porque
20 gosto muito de criança e só mordo quando me batem. Pois não é que vou latir uma história que até
parece de mentira e até parece de verdade? Só é verdade no mundo de quem gosta de inventar,
como você e eu. O que vou contar também parece coisa de gente, embora se passe no reino em que
bichos falam. Falam à moda deles, é claro.
Mas antes de começar, pergunto a você bem baixo para só você ouvir:
25 — Está ouvindo agora mesmo um passarinho cantando? Se não está, faz-de-conta que está.
É um passarinho que parece de ouro, tem bico vermelho-vivo e está muito feliz da vida. Para
ajudar você a inventar a sua pequena cantiga, vou lhe dizer como ele canta. Canta assim: pirilim-
pim-pim, pirilimpim-pim, pirilim-pim-pim. Esse é um pássaro de alegria. Quando eu contar a
minha história vou interrompê-la às vezes quando ouvir o passarinho.
30 E a história? (...)
LISPECTOR, Clarice. Quase de verdade. Rio de Janeiro: Rocco Digital, 2015, p. 4-13
Assinale a opção cujo sinônimo da palavra destacada está corretamente indicado:
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Leia o TEXTO V e resolva as questões 14 a 18.
TEXTO V
QUASE DE VERDADE

(Disponível em: <https://www.rocco.com br/blog/o-desafio-de-ilusfrar-clarice-lispectort>. Acesso em: 14 SET 17.)
1Era uma vez... Era uma vez: eu!
Mas aposto que você não sabe quem eu sou. Prepare-se para uma surpresa que você nem
adivinha.
Sabe quem eu sou? Sou um cachorro chamado Ulisses e minha dona é Clarice. Eu fico
5 latindo para Clarice e ela que entende o significado de meus latidos escreve o que eu lhe
conto. Por exemplo, eu fiz uma viagem para o quintal de outra casa e contei a Clarice uma história
bem latida: daqui a pouco você vai saber dela: é o resultado de uma observação minha sobre essa casa.
Antes de tudo quero me apresentar melhor. Dizem que sou muito bonito e sabido. Bonito,
10 parece que sou. Tenho um pêlo castanho cor de guaraná. Mas sobretudo tenho olhos que todos
admiram: são dourados. Minha dona não quis cortar meu rabo porque acha que cortar seria contra
a natureza.
Dizem assim: "Ulisses tem olhar de gente". Gosto muito de me deitar de costas para
coçarem minha barriga. Mas sabido sou apenas na hora de latir palavras. Sou um pouco malcriado,
15 não obedeço sempre, gosto de fazer o que eu quero, faço xixi na sala de Clarice.
Fora disso, sou um cachorro quase normal. Ah, esqueci de dizer que sou um cachorro
mágico: adivinho tudo pelo cheiro. Isto se chama ter faro. No quintal onde estive hospedado
cheirei tudo: figueira, galo, galinha etc.
Se você chamar: "Ulisses, vem cá" — eu vou correndo e latindo para o seu lado porque
20 gosto muito de criança e só mordo quando me batem. Pois não é que vou latir uma história que até
parece de mentira e até parece de verdade? Só é verdade no mundo de quem gosta de inventar,
como você e eu. O que vou contar também parece coisa de gente, embora se passe no reino em que
bichos falam. Falam à moda deles, é claro.
Mas antes de começar, pergunto a você bem baixo para só você ouvir:
25 — Está ouvindo agora mesmo um passarinho cantando? Se não está, faz-de-conta que está.
É um passarinho que parece de ouro, tem bico vermelho-vivo e está muito feliz da vida. Para
ajudar você a inventar a sua pequena cantiga, vou lhe dizer como ele canta. Canta assim: pirilim-
pim-pim, pirilimpim-pim, pirilim-pim-pim. Esse é um pássaro de alegria. Quando eu contar a
minha história vou interrompê-la às vezes quando ouvir o passarinho.
30 E a história? (...)
LISPECTOR, Clarice. Quase de verdade. Rio de Janeiro: Rocco Digital, 2015, p. 4-13
Percebe-se, ao longo da leitura, que Ulisses fala bastante sobre si, antes de contar a sua história. Disso se conclui que:
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TEXTO V
QUASE DE VERDADE

(Disponível em: <https://www.rocco.com br/blog/o-desafio-de-ilusfrar-clarice-lispectort>. Acesso em: 14 SET 17.)
1Era uma vez... Era uma vez: eu!
Mas aposto que você não sabe quem eu sou. Prepare-se para uma surpresa que você nem
adivinha.
Sabe quem eu sou? Sou um cachorro chamado Ulisses e minha dona é Clarice. Eu fico
5 latindo para Clarice e ela que entende o significado de meus latidos escreve o que eu lhe
conto. Por exemplo, eu fiz uma viagem para o quintal de outra casa e contei a Clarice uma história
bem latida: daqui a pouco você vai saber dela: é o resultado de uma observação minha sobre essa casa.
Antes de tudo quero me apresentar melhor. Dizem que sou muito bonito e sabido. Bonito,
10 parece que sou. Tenho um pêlo castanho cor de guaraná. Mas sobretudo tenho olhos que todos
admiram: são dourados. Minha dona não quis cortar meu rabo porque acha que cortar seria contra
a natureza.
Dizem assim: "Ulisses tem olhar de gente". Gosto muito de me deitar de costas para
coçarem minha barriga. Mas sabido sou apenas na hora de latir palavras. Sou um pouco malcriado,
15 não obedeço sempre, gosto de fazer o que eu quero, faço xixi na sala de Clarice.
Fora disso, sou um cachorro quase normal. Ah, esqueci de dizer que sou um cachorro
mágico: adivinho tudo pelo cheiro. Isto se chama ter faro. No quintal onde estive hospedado
cheirei tudo: figueira, galo, galinha etc.
Se você chamar: "Ulisses, vem cá" — eu vou correndo e latindo para o seu lado porque
20 gosto muito de criança e só mordo quando me batem. Pois não é que vou latir uma história que até
parece de mentira e até parece de verdade? Só é verdade no mundo de quem gosta de inventar,
como você e eu. O que vou contar também parece coisa de gente, embora se passe no reino em que
bichos falam. Falam à moda deles, é claro.
Mas antes de começar, pergunto a você bem baixo para só você ouvir:
25 — Está ouvindo agora mesmo um passarinho cantando? Se não está, faz-de-conta que está.
É um passarinho que parece de ouro, tem bico vermelho-vivo e está muito feliz da vida. Para
ajudar você a inventar a sua pequena cantiga, vou lhe dizer como ele canta. Canta assim: pirilim-
pim-pim, pirilimpim-pim, pirilim-pim-pim. Esse é um pássaro de alegria. Quando eu contar a
minha história vou interrompê-la às vezes quando ouvir o passarinho.
30 E a história? (...)
LISPECTOR, Clarice. Quase de verdade. Rio de Janeiro: Rocco Digital, 2015, p. 4-13
Quanto à expressão "cachorro mágico" (linhas 16 e 17), ela é utilizada para indicar uma relação:
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TEXTO V
QUASE DE VERDADE

(Disponível em: <https://www.rocco.com br/blog/o-desafio-de-ilusfrar-clarice-lispectort>. Acesso em: 14 SET 17.)
1Era uma vez... Era uma vez: eu!
Mas aposto que você não sabe quem eu sou. Prepare-se para uma surpresa que você nem
adivinha.
Sabe quem eu sou? Sou um cachorro chamado Ulisses e minha dona é Clarice. Eu fico
5 latindo para Clarice e ela que entende o significado de meus latidos escreve o que eu lhe
conto. Por exemplo, eu fiz uma viagem para o quintal de outra casa e contei a Clarice uma história
bem latida: daqui a pouco você vai saber dela: é o resultado de uma observação minha sobre essa casa.
Antes de tudo quero me apresentar melhor. Dizem que sou muito bonito e sabido. Bonito,
10 parece que sou. Tenho um pêlo castanho cor de guaraná. Mas sobretudo tenho olhos que todos
admiram: são dourados. Minha dona não quis cortar meu rabo porque acha que cortar seria contra
a natureza.
Dizem assim: "Ulisses tem olhar de gente". Gosto muito de me deitar de costas para
coçarem minha barriga. Mas sabido sou apenas na hora de latir palavras. Sou um pouco malcriado,
15 não obedeço sempre, gosto de fazer o que eu quero, faço xixi na sala de Clarice.
Fora disso, sou um cachorro quase normal. Ah, esqueci de dizer que sou um cachorro
mágico: adivinho tudo pelo cheiro. Isto se chama ter faro. No quintal onde estive hospedado
cheirei tudo: figueira, galo, galinha etc.
Se você chamar: "Ulisses, vem cá" — eu vou correndo e latindo para o seu lado porque
20 gosto muito de criança e só mordo quando me batem. Pois não é que vou latir uma história que até
parece de mentira e até parece de verdade? Só é verdade no mundo de quem gosta de inventar,
como você e eu. O que vou contar também parece coisa de gente, embora se passe no reino em que
bichos falam. Falam à moda deles, é claro.
Mas antes de começar, pergunto a você bem baixo para só você ouvir:
25 — Está ouvindo agora mesmo um passarinho cantando? Se não está, faz-de-conta que está.
É um passarinho que parece de ouro, tem bico vermelho-vivo e está muito feliz da vida. Para
ajudar você a inventar a sua pequena cantiga, vou lhe dizer como ele canta. Canta assim: pirilim-
pim-pim, pirilimpim-pim, pirilim-pim-pim. Esse é um pássaro de alegria. Quando eu contar a
minha história vou interrompê-la às vezes quando ouvir o passarinho.
30 E a história? (...)
LISPECTOR, Clarice. Quase de verdade. Rio de Janeiro: Rocco Digital, 2015, p. 4-13
De maneira geral, no texto, o narrador constantemente se dirige ao leitor. Das opções a seguir, a que mais se aproxima de uma conversa direta com aquele que lê a história é:
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Leia o TEXTO V e resolva as questões 14 a 18.
TEXTO V
QUASE DE VERDADE

(Disponível em: <https://www.rocco.com br/blog/o-desafio-de-ilusfrar-clarice-lispectort>. Acesso em: 14 SET 17.)
1Era uma vez... Era uma vez: eu!
Mas aposto que você não sabe quem eu sou. Prepare-se para uma surpresa que você nem
adivinha.
Sabe quem eu sou? Sou um cachorro chamado Ulisses e minha dona é Clarice. Eu fico
5 latindo para Clarice e ela que entende o significado de meus latidos escreve o que eu lhe
conto. Por exemplo, eu fiz uma viagem para o quintal de outra casa e contei a Clarice uma história
bem latida: daqui a pouco você vai saber dela: é o resultado de uma observação minha sobre essa casa.
Antes de tudo quero me apresentar melhor. Dizem que sou muito bonito e sabido. Bonito,
10 parece que sou. Tenho um pêlo castanho cor de guaraná. Mas sobretudo tenho olhos que todos
admiram: são dourados. Minha dona não quis cortar meu rabo porque acha que cortar seria contra
a natureza.
Dizem assim: "Ulisses tem olhar de gente". Gosto muito de me deitar de costas para
coçarem minha barriga. Mas sabido sou apenas na hora de latir palavras. Sou um pouco malcriado,
15 não obedeço sempre, gosto de fazer o que eu quero, faço xixi na sala de Clarice.
Fora disso, sou um cachorro quase normal. Ah, esqueci de dizer que sou um cachorro
mágico: adivinho tudo pelo cheiro. Isto se chama ter faro. No quintal onde estive hospedado
cheirei tudo: figueira, galo, galinha etc.
Se você chamar: "Ulisses, vem cá" — eu vou correndo e latindo para o seu lado porque
20 gosto muito de criança e só mordo quando me batem. Pois não é que vou latir uma história que até
parece de mentira e até parece de verdade? Só é verdade no mundo de quem gosta de inventar,
como você e eu. O que vou contar também parece coisa de gente, embora se passe no reino em que
bichos falam. Falam à moda deles, é claro.
Mas antes de começar, pergunto a você bem baixo para só você ouvir:
25 — Está ouvindo agora mesmo um passarinho cantando? Se não está, faz-de-conta que está.
É um passarinho que parece de ouro, tem bico vermelho-vivo e está muito feliz da vida. Para
ajudar você a inventar a sua pequena cantiga, vou lhe dizer como ele canta. Canta assim: pirilim-
pim-pim, pirilimpim-pim, pirilim-pim-pim. Esse é um pássaro de alegria. Quando eu contar a
minha história vou interrompê-la às vezes quando ouvir o passarinho.
30 E a história? (...)
LISPECTOR, Clarice. Quase de verdade. Rio de Janeiro: Rocco Digital, 2015, p. 4-13
Considere o trecho: "Pois não é que vou latir uma história que até parece de mentira e até parece de verdade?" (linhas 20 e 21). A palavra a seguir, cujo significado mais se aproxima da expressão latir é:
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisCharges
Leia o TEXTO IV e resolva as questões 12 e 13.
TEXTO IV

(Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/4000750066818886936/. Acesso em: 29 JUL 17.)
Sobre o texto, pode-se afirmar que:
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Leia o TEXTO IV e resolva as questões 12 e 13.
TEXTO IV

(Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/4000750066818886936/. Acesso em: 29 JUL 17.)
Sobre o texto, assinale a opção correta:
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Leia o TEXTO III e resolva as questões 9 a 11.
TEXTO III
NOTÍCIA DE JORNAL

1 Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca,
trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da
cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de
fome.
5 Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto
Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que
acabou morrendo de fome.
Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso
(morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem
10 de fome. E o homem morreu de fome.
O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser
identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena
rua, entre centenas de passantes.
Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, [...] um
15 pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa — não é homem. E os outros homens
cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas, todos passam
ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo
piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido
entre os homens, sem socorro e sem perdão.
20 Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de
ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.
E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de
fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome,
pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o
25 corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada
mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.
E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais
movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.
Morreu de fome.
SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. 17 ed, Rio de Janeiro: Record, 1997. (Adaptado para fins didáticos)
No trecho "Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade [...]" (linhas I a 3), a palavra sublinhada poderia ser substituída sem prejuízo de sentido pelo termo:
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Caderno Container