Magna Concursos

Foram encontradas 37 questões.

1505694 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Curitiba
Orgão: Col.Mil. Curitiba

Texto 4


enunciado 1505694-1


Disponível em: http://psicoescolarcvel.blogspot.com.br/2014/06/um-fenomeno-escolar-chamado-bullying.html. Acesso em 19 Jul 2016.


Responda os itens 15 a 17 de acordo com o Texto 4.

Em “Espero que um dia ele supere isso...”, o termo grifado refere-se à(s) (ao):

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1505693 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Curitiba
Orgão: Col.Mil. Curitiba

Texto 4


enunciado 1505693-1


Disponível em: http://psicoescolarcvel.blogspot.com.br/2014/06/um-fenomeno-escolar-chamado-bullying.html. Acesso em 19 Jul 2016.


Responda os itens 15 a 17 de acordo com o Texto 4.

Dentro do contexto em que está inserido, o verbo superar (3º quadrinho) pode ser substituído por vários sinônimos, exceto por:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1505692 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Curitiba
Orgão: Col.Mil. Curitiba

Texto 4


enunciado 1505692-1


Disponível em: http://psicoescolarcvel.blogspot.com.br/2014/06/um-fenomeno-escolar-chamado-bullying.html. Acesso em 19 Jul 2016.


Responda os itens 15 a 17 de acordo com o Texto 4.

Ao passar para o plural a frase contida no 1º quadrinho, mantendo-se os tempos e modos verbais, tem-se:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1505691 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Curitiba
Orgão: Col.Mil. Curitiba

Texto 3


O texto seguinte é um fragmento do livro “Extraordinário”, de R. J. Palacio. A personagem principal é August, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma deformidade facial. Por causa disso, teve que fazer diversas cirurgias. O fragmento a seguir é narrado pelo próprio August.


O toque do queijo


01 Não muito tempo atrás, percebi que, embora as pessoas estivessem se acostumando

comigo, ninguém encostava em mim. Demorei um pouco para notar porque os alunos

não ficam encostando uns nos outros o tempo todo mesmo. Porém, na última quinta-

feira, na aula de dança, a Sra. Atanabi, a professora, tentou fazer com que Ximena Chin

05 dançasse comigo. Olha, eu nunca tinha visto alguém ter um “ataque de pânico” de

verdade antes, mas já tinha ouvido falar, e tenho quase certeza de que foi isso que

Ximena teve. Ela ficou muito nervosa, pálida e começou a suar, depois deu uma desculpa

esfarrapada sobre precisar muito ir ao banheiro. De todo modo, a Sra. Atanabi salvou a

pele dela, porque acabou não fazendo ninguém dançar junto.

10 Ontem, na eletiva de ciências, estávamos fazendo uma tarefa muito legal usando pós

desconhecidos e classificando as substâncias como ácidas ou básicas. A gente tinha que

esquentar os pós desconhecidos em uma chapa calefatora e fazer anotações, então todos

os alunos estavam reunidos ali em volta, cada um com seu caderno. São oito alunos na

turma: sete estavam espremidos de um lado da chapa, enquanto o outro – eu – tinha

15 muito espaço do outro lado. É claro que eu percebi, mas torci para que a Sra. Rubin não

notasse, porque não queria que ela dissesse nada. Mas é claro que ela também notou, e é

claro que falou alguma coisa.

– Pessoal, tem muito espaço do outro lado. Tristan, Nino, passem para lá – ordenou.

20 Então o Tristan e o Nino vieram para o meu lado. Os dois são sempre “legais”

comigo. Quero deixar isso claro. Não superlegais, de andarem sempre comigo, mas

legais: eles me cumprimentaram e conversamos de um jeito normal. E não fizeram careta

quando a Sra. Rubin os mandou ir para perto de mim, algo que muitas crianças fazem

25 quando acham que não estou olhando. De todo modo, tudo estava indo bem até que o pó

misterioso do Tristan começou a derreter. Ele tirou a lâmina da chapa no mesmo

momento em que o pó começou a derreter. Aí fui tirar a minha lâmina também, e minha

mão esbarrou na dele sem querer, por uma fração de segundo. Tristan afastou a mão tão

30 depressa que derrubou sua lâmina no chão e, ao mesmo tempo, fez todas as outras

caírem da chapa calefatora.

– Tristan! – gritou a Sra. Rubin, mas ele nem se importou de ter derrubado o pó e

arruinado toda a experiência; estava mais preocupado em ir à pia do laboratório lavar as

35 mãos o mais rápido possível.

Foi quando tive certeza de que lá na escola havia um mito sobre encostar em mim.

Acho que é como o Toque do Queijo, do livro Diário de um banana. As crianças

tinham medo de encostar em uma fatia de queijo mofado na quadra de basquete. Na

minha escola, eu sou o queijo mofado.


Texto adaptado. PALACIO, R.J. Extraordinário. Rio de Janeiro: Instrínseca, 2013. p. 78-79


Responda os itens 11 a 14 de acordo com o Texto 3.

O uso do sinal de aspas em “ataque de pânico” (linha 5) e “legais” (linha 20) tem por objetivo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1505690 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Curitiba
Orgão: Col.Mil. Curitiba

Texto 3


O texto seguinte é um fragmento do livro “Extraordinário”, de R. J. Palacio. A personagem principal é August, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma deformidade facial. Por causa disso, teve que fazer diversas cirurgias. O fragmento a seguir é narrado pelo próprio August.


O toque do queijo


01 Não muito tempo atrás, percebi que, embora as pessoas estivessem se acostumando

comigo, ninguém encostava em mim. Demorei um pouco para notar porque os alunos

não ficam encostando uns nos outros o tempo todo mesmo. Porém, na última quinta-

feira, na aula de dança, a Sra. Atanabi, a professora, tentou fazer com que Ximena Chin

05 dançasse comigo. Olha, eu nunca tinha visto alguém ter um “ataque de pânico” de

verdade antes, mas já tinha ouvido falar, e tenho quase certeza de que foi isso que

Ximena teve. Ela ficou muito nervosa, pálida e começou a suar, depois deu uma desculpa

esfarrapada sobre precisar muito ir ao banheiro. De todo modo, a Sra. Atanabi salvou a

pele dela, porque acabou não fazendo ninguém dançar junto.

10 Ontem, na eletiva de ciências, estávamos fazendo uma tarefa muito legal usando pós

desconhecidos e classificando as substâncias como ácidas ou básicas. A gente tinha que

esquentar os pós desconhecidos em uma chapa calefatora e fazer anotações, então todos

os alunos estavam reunidos ali em volta, cada um com seu caderno. São oito alunos na

turma: sete estavam espremidos de um lado da chapa, enquanto o outro – eu – tinha

15 muito espaço do outro lado. É claro que eu percebi, mas torci para que a Sra. Rubin não

notasse, porque não queria que ela dissesse nada. Mas é claro que ela também notou, e é

claro que falou alguma coisa.

– Pessoal, tem muito espaço do outro lado. Tristan, Nino, passem para lá – ordenou.

20 Então o Tristan e o Nino vieram para o meu lado. Os dois são sempre “legais”

comigo. Quero deixar isso claro. Não superlegais, de andarem sempre comigo, mas

legais: eles me cumprimentaram e conversamos de um jeito normal. E não fizeram careta

quando a Sra. Rubin os mandou ir para perto de mim, algo que muitas crianças fazem

25 quando acham que não estou olhando. De todo modo, tudo estava indo bem até que o pó

misterioso do Tristan começou a derreter. Ele tirou a lâmina da chapa no mesmo

momento em que o pó começou a derreter. Aí fui tirar a minha lâmina também, e minha

mão esbarrou na dele sem querer, por uma fração de segundo. Tristan afastou a mão tão

30 depressa que derrubou sua lâmina no chão e, ao mesmo tempo, fez todas as outras

caírem da chapa calefatora.

– Tristan! – gritou a Sra. Rubin, mas ele nem se importou de ter derrubado o pó e

arruinado toda a experiência; estava mais preocupado em ir à pia do laboratório lavar as

35 mãos o mais rápido possível.

Foi quando tive certeza de que lá na escola havia um mito sobre encostar em mim.

Acho que é como o Toque do Queijo, do livro Diário de um banana. As crianças

tinham medo de encostar em uma fatia de queijo mofado na quadra de basquete. Na

minha escola, eu sou o queijo mofado.


Texto adaptado. PALACIO, R.J. Extraordinário. Rio de Janeiro: Instrínseca, 2013. p. 78-79


Responda os itens 11 a 14 de acordo com o Texto 3.

De acordo com o texto, August tem como evidente característica ou marca de personalidade ser:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1505689 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Curitiba
Orgão: Col.Mil. Curitiba

Texto 3


O texto seguinte é um fragmento do livro “Extraordinário”, de R. J. Palacio. A personagem principal é August, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma deformidade facial. Por causa disso, teve que fazer diversas cirurgias. O fragmento a seguir é narrado pelo próprio August.


O toque do queijo


01 Não muito tempo atrás, percebi que, embora as pessoas estivessem se acostumando

comigo, ninguém encostava em mim. Demorei um pouco para notar porque os alunos

não ficam encostando uns nos outros o tempo todo mesmo. Porém, na última quinta-

feira, na aula de dança, a Sra. Atanabi, a professora, tentou fazer com que Ximena Chin

05 dançasse comigo. Olha, eu nunca tinha visto alguém ter um “ataque de pânico” de

verdade antes, mas já tinha ouvido falar, e tenho quase certeza de que foi isso que

Ximena teve. Ela ficou muito nervosa, pálida e começou a suar, depois deu uma desculpa

esfarrapada sobre precisar muito ir ao banheiro. De todo modo, a Sra. Atanabi salvou a

pele dela, porque acabou não fazendo ninguém dançar junto.

10 Ontem, na eletiva de ciências, estávamos fazendo uma tarefa muito legal usando pós

desconhecidos e classificando as substâncias como ácidas ou básicas. A gente tinha que

esquentar os pós desconhecidos em uma chapa calefatora e fazer anotações, então todos

os alunos estavam reunidos ali em volta, cada um com seu caderno. São oito alunos na

turma: sete estavam espremidos de um lado da chapa, enquanto o outro – eu – tinha

15 muito espaço do outro lado. É claro que eu percebi, mas torci para que a Sra. Rubin não

notasse, porque não queria que ela dissesse nada. Mas é claro que ela também notou, e é

claro que falou alguma coisa.

– Pessoal, tem muito espaço do outro lado. Tristan, Nino, passem para lá – ordenou.

20 Então o Tristan e o Nino vieram para o meu lado. Os dois são sempre “legais”

comigo. Quero deixar isso claro. Não superlegais, de andarem sempre comigo, mas

legais: eles me cumprimentaram e conversamos de um jeito normal. E não fizeram careta

quando a Sra. Rubin os mandou ir para perto de mim, algo que muitas crianças fazem

25 quando acham que não estou olhando. De todo modo, tudo estava indo bem até que o pó

misterioso do Tristan começou a derreter. Ele tirou a lâmina da chapa no mesmo

momento em que o pó começou a derreter. Aí fui tirar a minha lâmina também, e minha

mão esbarrou na dele sem querer, por uma fração de segundo. Tristan afastou a mão tão

30 depressa que derrubou sua lâmina no chão e, ao mesmo tempo, fez todas as outras

caírem da chapa calefatora.

– Tristan! – gritou a Sra. Rubin, mas ele nem se importou de ter derrubado o pó e

arruinado toda a experiência; estava mais preocupado em ir à pia do laboratório lavar as

35 mãos o mais rápido possível.

Foi quando tive certeza de que lá na escola havia um mito sobre encostar em mim.

Acho que é como o Toque do Queijo, do livro Diário de um banana. As crianças

tinham medo de encostar em uma fatia de queijo mofado na quadra de basquete. Na

minha escola, eu sou o queijo mofado.


Texto adaptado. PALACIO, R.J. Extraordinário. Rio de Janeiro: Instrínseca, 2013. p. 78-79


Responda os itens 11 a 14 de acordo com o Texto 3.

A respeito do narrador do texto, pode-se afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1505688 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Curitiba
Orgão: Col.Mil. Curitiba

Texto 3


O texto seguinte é um fragmento do livro “Extraordinário”, de R. J. Palacio. A personagem principal é August, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma deformidade facial. Por causa disso, teve que fazer diversas cirurgias. O fragmento a seguir é narrado pelo próprio August.


O toque do queijo


01 Não muito tempo atrás, percebi que, embora as pessoas estivessem se acostumando

comigo, ninguém encostava em mim. Demorei um pouco para notar porque os alunos

não ficam encostando uns nos outros o tempo todo mesmo. Porém, na última quinta-

feira, na aula de dança, a Sra. Atanabi, a professora, tentou fazer com que Ximena Chin

05 dançasse comigo. Olha, eu nunca tinha visto alguém ter um “ataque de pânico” de

verdade antes, mas já tinha ouvido falar, e tenho quase certeza de que foi isso que

Ximena teve. Ela ficou muito nervosa, pálida e começou a suar, depois deu uma desculpa

esfarrapada sobre precisar muito ir ao banheiro. De todo modo, a Sra. Atanabi salvou a

pele dela, porque acabou não fazendo ninguém dançar junto.

10 Ontem, na eletiva de ciências, estávamos fazendo uma tarefa muito legal usando pós

desconhecidos e classificando as substâncias como ácidas ou básicas. A gente tinha que

esquentar os pós desconhecidos em uma chapa calefatora e fazer anotações, então todos

os alunos estavam reunidos ali em volta, cada um com seu caderno. São oito alunos na

turma: sete estavam espremidos de um lado da chapa, enquanto o outro – eu – tinha

15 muito espaço do outro lado. É claro que eu percebi, mas torci para que a Sra. Rubin não

notasse, porque não queria que ela dissesse nada. Mas é claro que ela também notou, e é

claro que falou alguma coisa.

– Pessoal, tem muito espaço do outro lado. Tristan, Nino, passem para lá – ordenou.

20 Então o Tristan e o Nino vieram para o meu lado. Os dois são sempre “legais”

comigo. Quero deixar isso claro. Não superlegais, de andarem sempre comigo, mas

legais: eles me cumprimentaram e conversamos de um jeito normal. E não fizeram careta

quando a Sra. Rubin os mandou ir para perto de mim, algo que muitas crianças fazem

25 quando acham que não estou olhando. De todo modo, tudo estava indo bem até que o pó

misterioso do Tristan começou a derreter. Ele tirou a lâmina da chapa no mesmo

momento em que o pó começou a derreter. Aí fui tirar a minha lâmina também, e minha

mão esbarrou na dele sem querer, por uma fração de segundo. Tristan afastou a mão tão

30 depressa que derrubou sua lâmina no chão e, ao mesmo tempo, fez todas as outras

caírem da chapa calefatora.

– Tristan! – gritou a Sra. Rubin, mas ele nem se importou de ter derrubado o pó e

arruinado toda a experiência; estava mais preocupado em ir à pia do laboratório lavar as

35 mãos o mais rápido possível.

Foi quando tive certeza de que lá na escola havia um mito sobre encostar em mim.

Acho que é como o Toque do Queijo, do livro Diário de um banana. As crianças

tinham medo de encostar em uma fatia de queijo mofado na quadra de basquete. Na

minha escola, eu sou o queijo mofado.


Texto adaptado. PALACIO, R.J. Extraordinário. Rio de Janeiro: Instrínseca, 2013. p. 78-79


Responda os itens 11 a 14 de acordo com o Texto 3.

Em “[...] mas torci para que a Sra. Rubin não notasse, porque não queria que ela dissesse nada.” (linhas 15 e 16), o vocábulo destacado está escrito corretamente, pois:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1505687 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Curitiba
Orgão: Col.Mil. Curitiba

Texto 2


O texto seguinte é um fragmento de “O diário de um banana”, do autor Jeff Kinney. A personagem principal é Gregory Heffley, um menino norte-americano muito preocupado com sua popularidade na escola, onde não possui muitos amigos, com exceção de Rowley Jefferson. Greg gosta muito de jogos eletrônicos e de quadrinhos e também escreve em um diário.


Quarta-feira


01 Hoje a gente teve Educação Física, então a primeira coisa que eu fiz foi dar uma escapada

até a quadra de basquete para ver se o Queijo ainda estava lá. E lá estava ele.

Esse pedaço de queijo está lá desde a última primavera. Acho que deve ter caído do

sanduíche de alguém, ou coisa do tipo. Depois de uns dias, o Queijo começou a ficar todo

05 mofado e nojento. Ninguém jogava mais na quadra onde o Queijo estava, mesmo sendo a

única que tinha rede na cesta de basquete.

Aí, um dia, esse garoto chamado Darren Walsh encostou o dedo no Queijo, e assim

começou a coisa conhecida como o Toque do Queijo. Funciona assim: se você pega o Toque

do Queijo, fica com ele até passar para outra pessoa. O único jeito de se proteger do Toque do

10 Queijo é cruzando os dedos.

Mas não é tão fácil lembrar de cruzar os dedos toda hora do dia. Eu acabei prendendo os

meus com fita adesiva para que eles ficassem sempre cruzados. Tirei D em Caligrafia, mas

valeu muito a pena. Teve esse garoto chamado Abe Hall que pegou o Toque do Queijo em

abril e ninguém mais chegou perto dele até o final do ano letivo. Esse verão, o Abe se mudou

15 para a Califórnia e levou o Toque do Queijo junto com ele.

Só espero que ninguém comece o Toque do Queijo de novo, porque eu não preciso mais

desse tipo de estresse na minha vida.


enunciado 1505687-1


KINNEY, Jeff. Diário de um banana: as memórias de Greg Heffley. São Paulo: V& R Edições. 2008.p. 9


Responda os itens 6 a 10 de acordo com o Texto 2.

De acordo com o contexto, a palavra “GRITO!”, apresentada na ilustração ao final do texto, pode ser substituída, sem alteração de sentido, exceto por:

enunciado 1505687-2

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1505686 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Curitiba
Orgão: Col.Mil. Curitiba

Texto 2


O texto seguinte é um fragmento de “O diário de um banana”, do autor Jeff Kinney. A personagem principal é Gregory Heffley, um menino norte-americano muito preocupado com sua popularidade na escola, onde não possui muitos amigos, com exceção de Rowley Jefferson. Greg gosta muito de jogos eletrônicos e de quadrinhos e também escreve em um diário.


Quarta-feira


01 Hoje a gente teve Educação Física, então a primeira coisa que eu fiz foi dar uma escapada

até a quadra de basquete para ver se o Queijo ainda estava lá. E lá estava ele.

Esse pedaço de queijo está lá desde a última primavera. Acho que deve ter caído do

sanduíche de alguém, ou coisa do tipo. Depois de uns dias, o Queijo começou a ficar todo

05 mofado e nojento. Ninguém jogava mais na quadra onde o Queijo estava, mesmo sendo a

única que tinha rede na cesta de basquete.

Aí, um dia, esse garoto chamado Darren Walsh encostou o dedo no Queijo, e assim

começou a coisa conhecida como o Toque do Queijo. Funciona assim: se você pega o Toque

do Queijo, fica com ele até passar para outra pessoa. O único jeito de se proteger do Toque do

10 Queijo é cruzando os dedos.

Mas não é tão fácil lembrar de cruzar os dedos toda hora do dia. Eu acabei prendendo os

meus com fita adesiva para que eles ficassem sempre cruzados. Tirei D em Caligrafia, mas

valeu muito a pena. Teve esse garoto chamado Abe Hall que pegou o Toque do Queijo em

abril e ninguém mais chegou perto dele até o final do ano letivo. Esse verão, o Abe se mudou

15 para a Califórnia e levou o Toque do Queijo junto com ele.

Só espero que ninguém comece o Toque do Queijo de novo, porque eu não preciso mais

desse tipo de estresse na minha vida.


enunciado 1505686-1


KINNEY, Jeff. Diário de um banana: as memórias de Greg Heffley. São Paulo: V& R Edições. 2008.p. 9


Responda os itens 6 a 10 de acordo com o Texto 2.

Observe o fragmento a seguir.

“Só espero que ninguém comece o Toque do Queijo de novo, porque eu não preciso mais desse tipo de estresse na minha vida.” (linhas 16 e 17).

Ao reescrever a frase acima, mantendo-se o sentido original, temos:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1505685 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Curitiba
Orgão: Col.Mil. Curitiba

Texto 2


O texto seguinte é um fragmento de “O diário de um banana”, do autor Jeff Kinney. A personagem principal é Gregory Heffley, um menino norte-americano muito preocupado com sua popularidade na escola, onde não possui muitos amigos, com exceção de Rowley Jefferson. Greg gosta muito de jogos eletrônicos e de quadrinhos e também escreve em um diário.


Quarta-feira


01 Hoje a gente teve Educação Física, então a primeira coisa que eu fiz foi dar uma escapada

até a quadra de basquete para ver se o Queijo ainda estava lá. E lá estava ele.

Esse pedaço de queijo está lá desde a última primavera. Acho que deve ter caído do

sanduíche de alguém, ou coisa do tipo. Depois de uns dias, o Queijo começou a ficar todo

05 mofado e nojento. Ninguém jogava mais na quadra onde o Queijo estava, mesmo sendo a

única que tinha rede na cesta de basquete.

Aí, um dia, esse garoto chamado Darren Walsh encostou o dedo no Queijo, e assim

começou a coisa conhecida como o Toque do Queijo. Funciona assim: se você pega o Toque

do Queijo, fica com ele até passar para outra pessoa. O único jeito de se proteger do Toque do

10 Queijo é cruzando os dedos.

Mas não é tão fácil lembrar de cruzar os dedos toda hora do dia. Eu acabei prendendo os

meus com fita adesiva para que eles ficassem sempre cruzados. Tirei D em Caligrafia, mas

valeu muito a pena. Teve esse garoto chamado Abe Hall que pegou o Toque do Queijo em

abril e ninguém mais chegou perto dele até o final do ano letivo. Esse verão, o Abe se mudou

15 para a Califórnia e levou o Toque do Queijo junto com ele.

Só espero que ninguém comece o Toque do Queijo de novo, porque eu não preciso mais

desse tipo de estresse na minha vida.


enunciado 1505685-1


KINNEY, Jeff. Diário de um banana: as memórias de Greg Heffley. São Paulo: V& R Edições. 2008.p. 9


Responda os itens 6 a 10 de acordo com o Texto 2.

“Eu acabei prendendo os meus com fita adesiva para que eles ficassem sempre cruzados. Tirei D em Caligrafia, mas valeu muito a pena.” (linhas 11, 12 e 13)

Dentro do contexto em que estão inseridas, as frases acima expressam a ideia de que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas