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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
Texto 4

Disponível em: http://psicoescolarcvel.blogspot.com.br/2014/06/um-fenomeno-escolar-chamado-bullying.html. Acesso em 19 Jul 2016.
Responda os itens 15 a 17 de acordo com o Texto 4.
Em “Espero que um dia ele supere isso...”, o termo grifado refere-se à(s) (ao):
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Texto 4

Disponível em: http://psicoescolarcvel.blogspot.com.br/2014/06/um-fenomeno-escolar-chamado-bullying.html. Acesso em 19 Jul 2016.
Responda os itens 15 a 17 de acordo com o Texto 4.
Dentro do contexto em que está inserido, o verbo superar (3º quadrinho) pode ser substituído por vários sinônimos, exceto por:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
Texto 4

Disponível em: http://psicoescolarcvel.blogspot.com.br/2014/06/um-fenomeno-escolar-chamado-bullying.html. Acesso em 19 Jul 2016.
Responda os itens 15 a 17 de acordo com o Texto 4.
Ao passar para o plural a frase contida no 1º quadrinho, mantendo-se os tempos e modos verbais, tem-se:
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Texto 3
O texto seguinte é um fragmento do livro “Extraordinário”, de R. J. Palacio. A personagem principal é August, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma deformidade facial. Por causa disso, teve que fazer diversas cirurgias. O fragmento a seguir é narrado pelo próprio August.
O toque do queijo
01 Não muito tempo atrás, percebi que, embora as pessoas estivessem se acostumando
comigo, ninguém encostava em mim. Demorei um pouco para notar porque os alunos
não ficam encostando uns nos outros o tempo todo mesmo. Porém, na última quinta-
feira, na aula de dança, a Sra. Atanabi, a professora, tentou fazer com que Ximena Chin
05 dançasse comigo. Olha, eu nunca tinha visto alguém ter um “ataque de pânico” de
verdade antes, mas já tinha ouvido falar, e tenho quase certeza de que foi isso que
Ximena teve. Ela ficou muito nervosa, pálida e começou a suar, depois deu uma desculpa
esfarrapada sobre precisar muito ir ao banheiro. De todo modo, a Sra. Atanabi salvou a
pele dela, porque acabou não fazendo ninguém dançar junto.
10 Ontem, na eletiva de ciências, estávamos fazendo uma tarefa muito legal usando pós
desconhecidos e classificando as substâncias como ácidas ou básicas. A gente tinha que
esquentar os pós desconhecidos em uma chapa calefatora e fazer anotações, então todos
os alunos estavam reunidos ali em volta, cada um com seu caderno. São oito alunos na
turma: sete estavam espremidos de um lado da chapa, enquanto o outro – eu – tinha
15 muito espaço do outro lado. É claro que eu percebi, mas torci para que a Sra. Rubin não
notasse, porque não queria que ela dissesse nada. Mas é claro que ela também notou, e é
claro que falou alguma coisa.
– Pessoal, tem muito espaço do outro lado. Tristan, Nino, passem para lá – ordenou.
20 Então o Tristan e o Nino vieram para o meu lado. Os dois são sempre “legais”
comigo. Quero deixar isso claro. Não superlegais, de andarem sempre comigo, mas
legais: eles me cumprimentaram e conversamos de um jeito normal. E não fizeram careta
quando a Sra. Rubin os mandou ir para perto de mim, algo que muitas crianças fazem
25 quando acham que não estou olhando. De todo modo, tudo estava indo bem até que o pó
misterioso do Tristan começou a derreter. Ele tirou a lâmina da chapa no mesmo
momento em que o pó começou a derreter. Aí fui tirar a minha lâmina também, e minha
mão esbarrou na dele sem querer, por uma fração de segundo. Tristan afastou a mão tão
30 depressa que derrubou sua lâmina no chão e, ao mesmo tempo, fez todas as outras
caírem da chapa calefatora.
– Tristan! – gritou a Sra. Rubin, mas ele nem se importou de ter derrubado o pó e
arruinado toda a experiência; estava mais preocupado em ir à pia do laboratório lavar as
35 mãos o mais rápido possível.
Foi quando tive certeza de que lá na escola havia um mito sobre encostar em mim.
Acho que é como o Toque do Queijo, do livro Diário de um banana. As crianças
tinham medo de encostar em uma fatia de queijo mofado na quadra de basquete. Na
minha escola, eu sou o queijo mofado.
Texto adaptado. PALACIO, R.J. Extraordinário. Rio de Janeiro: Instrínseca, 2013. p. 78-79
Responda os itens 11 a 14 de acordo com o Texto 3.
O uso do sinal de aspas em “ataque de pânico” (linha 5) e “legais” (linha 20) tem por objetivo:
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Texto 3
O texto seguinte é um fragmento do livro “Extraordinário”, de R. J. Palacio. A personagem principal é August, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma deformidade facial. Por causa disso, teve que fazer diversas cirurgias. O fragmento a seguir é narrado pelo próprio August.
O toque do queijo
01 Não muito tempo atrás, percebi que, embora as pessoas estivessem se acostumando
comigo, ninguém encostava em mim. Demorei um pouco para notar porque os alunos
não ficam encostando uns nos outros o tempo todo mesmo. Porém, na última quinta-
feira, na aula de dança, a Sra. Atanabi, a professora, tentou fazer com que Ximena Chin
05 dançasse comigo. Olha, eu nunca tinha visto alguém ter um “ataque de pânico” de
verdade antes, mas já tinha ouvido falar, e tenho quase certeza de que foi isso que
Ximena teve. Ela ficou muito nervosa, pálida e começou a suar, depois deu uma desculpa
esfarrapada sobre precisar muito ir ao banheiro. De todo modo, a Sra. Atanabi salvou a
pele dela, porque acabou não fazendo ninguém dançar junto.
10 Ontem, na eletiva de ciências, estávamos fazendo uma tarefa muito legal usando pós
desconhecidos e classificando as substâncias como ácidas ou básicas. A gente tinha que
esquentar os pós desconhecidos em uma chapa calefatora e fazer anotações, então todos
os alunos estavam reunidos ali em volta, cada um com seu caderno. São oito alunos na
turma: sete estavam espremidos de um lado da chapa, enquanto o outro – eu – tinha
15 muito espaço do outro lado. É claro que eu percebi, mas torci para que a Sra. Rubin não
notasse, porque não queria que ela dissesse nada. Mas é claro que ela também notou, e é
claro que falou alguma coisa.
– Pessoal, tem muito espaço do outro lado. Tristan, Nino, passem para lá – ordenou.
20 Então o Tristan e o Nino vieram para o meu lado. Os dois são sempre “legais”
comigo. Quero deixar isso claro. Não superlegais, de andarem sempre comigo, mas
legais: eles me cumprimentaram e conversamos de um jeito normal. E não fizeram careta
quando a Sra. Rubin os mandou ir para perto de mim, algo que muitas crianças fazem
25 quando acham que não estou olhando. De todo modo, tudo estava indo bem até que o pó
misterioso do Tristan começou a derreter. Ele tirou a lâmina da chapa no mesmo
momento em que o pó começou a derreter. Aí fui tirar a minha lâmina também, e minha
mão esbarrou na dele sem querer, por uma fração de segundo. Tristan afastou a mão tão
30 depressa que derrubou sua lâmina no chão e, ao mesmo tempo, fez todas as outras
caírem da chapa calefatora.
– Tristan! – gritou a Sra. Rubin, mas ele nem se importou de ter derrubado o pó e
arruinado toda a experiência; estava mais preocupado em ir à pia do laboratório lavar as
35 mãos o mais rápido possível.
Foi quando tive certeza de que lá na escola havia um mito sobre encostar em mim.
Acho que é como o Toque do Queijo, do livro Diário de um banana. As crianças
tinham medo de encostar em uma fatia de queijo mofado na quadra de basquete. Na
minha escola, eu sou o queijo mofado.
Texto adaptado. PALACIO, R.J. Extraordinário. Rio de Janeiro: Instrínseca, 2013. p. 78-79
Responda os itens 11 a 14 de acordo com o Texto 3.
De acordo com o texto, August tem como evidente característica ou marca de personalidade ser:
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Texto 3
O texto seguinte é um fragmento do livro “Extraordinário”, de R. J. Palacio. A personagem principal é August, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma deformidade facial. Por causa disso, teve que fazer diversas cirurgias. O fragmento a seguir é narrado pelo próprio August.
O toque do queijo
01 Não muito tempo atrás, percebi que, embora as pessoas estivessem se acostumando
comigo, ninguém encostava em mim. Demorei um pouco para notar porque os alunos
não ficam encostando uns nos outros o tempo todo mesmo. Porém, na última quinta-
feira, na aula de dança, a Sra. Atanabi, a professora, tentou fazer com que Ximena Chin
05 dançasse comigo. Olha, eu nunca tinha visto alguém ter um “ataque de pânico” de
verdade antes, mas já tinha ouvido falar, e tenho quase certeza de que foi isso que
Ximena teve. Ela ficou muito nervosa, pálida e começou a suar, depois deu uma desculpa
esfarrapada sobre precisar muito ir ao banheiro. De todo modo, a Sra. Atanabi salvou a
pele dela, porque acabou não fazendo ninguém dançar junto.
10 Ontem, na eletiva de ciências, estávamos fazendo uma tarefa muito legal usando pós
desconhecidos e classificando as substâncias como ácidas ou básicas. A gente tinha que
esquentar os pós desconhecidos em uma chapa calefatora e fazer anotações, então todos
os alunos estavam reunidos ali em volta, cada um com seu caderno. São oito alunos na
turma: sete estavam espremidos de um lado da chapa, enquanto o outro – eu – tinha
15 muito espaço do outro lado. É claro que eu percebi, mas torci para que a Sra. Rubin não
notasse, porque não queria que ela dissesse nada. Mas é claro que ela também notou, e é
claro que falou alguma coisa.
– Pessoal, tem muito espaço do outro lado. Tristan, Nino, passem para lá – ordenou.
20 Então o Tristan e o Nino vieram para o meu lado. Os dois são sempre “legais”
comigo. Quero deixar isso claro. Não superlegais, de andarem sempre comigo, mas
legais: eles me cumprimentaram e conversamos de um jeito normal. E não fizeram careta
quando a Sra. Rubin os mandou ir para perto de mim, algo que muitas crianças fazem
25 quando acham que não estou olhando. De todo modo, tudo estava indo bem até que o pó
misterioso do Tristan começou a derreter. Ele tirou a lâmina da chapa no mesmo
momento em que o pó começou a derreter. Aí fui tirar a minha lâmina também, e minha
mão esbarrou na dele sem querer, por uma fração de segundo. Tristan afastou a mão tão
30 depressa que derrubou sua lâmina no chão e, ao mesmo tempo, fez todas as outras
caírem da chapa calefatora.
– Tristan! – gritou a Sra. Rubin, mas ele nem se importou de ter derrubado o pó e
arruinado toda a experiência; estava mais preocupado em ir à pia do laboratório lavar as
35 mãos o mais rápido possível.
Foi quando tive certeza de que lá na escola havia um mito sobre encostar em mim.
Acho que é como o Toque do Queijo, do livro Diário de um banana. As crianças
tinham medo de encostar em uma fatia de queijo mofado na quadra de basquete. Na
minha escola, eu sou o queijo mofado.
Texto adaptado. PALACIO, R.J. Extraordinário. Rio de Janeiro: Instrínseca, 2013. p. 78-79
Responda os itens 11 a 14 de acordo com o Texto 3.
A respeito do narrador do texto, pode-se afirmar que:
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Texto 3
O texto seguinte é um fragmento do livro “Extraordinário”, de R. J. Palacio. A personagem principal é August, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma deformidade facial. Por causa disso, teve que fazer diversas cirurgias. O fragmento a seguir é narrado pelo próprio August.
O toque do queijo
01 Não muito tempo atrás, percebi que, embora as pessoas estivessem se acostumando
comigo, ninguém encostava em mim. Demorei um pouco para notar porque os alunos
não ficam encostando uns nos outros o tempo todo mesmo. Porém, na última quinta-
feira, na aula de dança, a Sra. Atanabi, a professora, tentou fazer com que Ximena Chin
05 dançasse comigo. Olha, eu nunca tinha visto alguém ter um “ataque de pânico” de
verdade antes, mas já tinha ouvido falar, e tenho quase certeza de que foi isso que
Ximena teve. Ela ficou muito nervosa, pálida e começou a suar, depois deu uma desculpa
esfarrapada sobre precisar muito ir ao banheiro. De todo modo, a Sra. Atanabi salvou a
pele dela, porque acabou não fazendo ninguém dançar junto.
10 Ontem, na eletiva de ciências, estávamos fazendo uma tarefa muito legal usando pós
desconhecidos e classificando as substâncias como ácidas ou básicas. A gente tinha que
esquentar os pós desconhecidos em uma chapa calefatora e fazer anotações, então todos
os alunos estavam reunidos ali em volta, cada um com seu caderno. São oito alunos na
turma: sete estavam espremidos de um lado da chapa, enquanto o outro – eu – tinha
15 muito espaço do outro lado. É claro que eu percebi, mas torci para que a Sra. Rubin não
notasse, porque não queria que ela dissesse nada. Mas é claro que ela também notou, e é
claro que falou alguma coisa.
– Pessoal, tem muito espaço do outro lado. Tristan, Nino, passem para lá – ordenou.
20 Então o Tristan e o Nino vieram para o meu lado. Os dois são sempre “legais”
comigo. Quero deixar isso claro. Não superlegais, de andarem sempre comigo, mas
legais: eles me cumprimentaram e conversamos de um jeito normal. E não fizeram careta
quando a Sra. Rubin os mandou ir para perto de mim, algo que muitas crianças fazem
25 quando acham que não estou olhando. De todo modo, tudo estava indo bem até que o pó
misterioso do Tristan começou a derreter. Ele tirou a lâmina da chapa no mesmo
momento em que o pó começou a derreter. Aí fui tirar a minha lâmina também, e minha
mão esbarrou na dele sem querer, por uma fração de segundo. Tristan afastou a mão tão
30 depressa que derrubou sua lâmina no chão e, ao mesmo tempo, fez todas as outras
caírem da chapa calefatora.
– Tristan! – gritou a Sra. Rubin, mas ele nem se importou de ter derrubado o pó e
arruinado toda a experiência; estava mais preocupado em ir à pia do laboratório lavar as
35 mãos o mais rápido possível.
Foi quando tive certeza de que lá na escola havia um mito sobre encostar em mim.
Acho que é como o Toque do Queijo, do livro Diário de um banana. As crianças
tinham medo de encostar em uma fatia de queijo mofado na quadra de basquete. Na
minha escola, eu sou o queijo mofado.
Texto adaptado. PALACIO, R.J. Extraordinário. Rio de Janeiro: Instrínseca, 2013. p. 78-79
Responda os itens 11 a 14 de acordo com o Texto 3.
Em “[...] mas torci para que a Sra. Rubin não notasse, porque não queria que ela dissesse nada.” (linhas 15 e 16), o vocábulo destacado está escrito corretamente, pois:
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Texto 2
O texto seguinte é um fragmento de “O diário de um banana”, do autor Jeff Kinney. A personagem principal é Gregory Heffley, um menino norte-americano muito preocupado com sua popularidade na escola, onde não possui muitos amigos, com exceção de Rowley Jefferson. Greg gosta muito de jogos eletrônicos e de quadrinhos e também escreve em um diário.
Quarta-feira
01 Hoje a gente teve Educação Física, então a primeira coisa que eu fiz foi dar uma escapada
até a quadra de basquete para ver se o Queijo ainda estava lá. E lá estava ele.
Esse pedaço de queijo está lá desde a última primavera. Acho que deve ter caído do
sanduíche de alguém, ou coisa do tipo. Depois de uns dias, o Queijo começou a ficar todo
05 mofado e nojento. Ninguém jogava mais na quadra onde o Queijo estava, mesmo sendo a
única que tinha rede na cesta de basquete.
Aí, um dia, esse garoto chamado Darren Walsh encostou o dedo no Queijo, e assim
começou a coisa conhecida como o Toque do Queijo. Funciona assim: se você pega o Toque
do Queijo, fica com ele até passar para outra pessoa. O único jeito de se proteger do Toque do
10 Queijo é cruzando os dedos.
Mas não é tão fácil lembrar de cruzar os dedos toda hora do dia. Eu acabei prendendo os
meus com fita adesiva para que eles ficassem sempre cruzados. Tirei D em Caligrafia, mas
valeu muito a pena. Teve esse garoto chamado Abe Hall que pegou o Toque do Queijo em
abril e ninguém mais chegou perto dele até o final do ano letivo. Esse verão, o Abe se mudou
15 para a Califórnia e levou o Toque do Queijo junto com ele.
Só espero que ninguém comece o Toque do Queijo de novo, porque eu não preciso mais
desse tipo de estresse na minha vida.

KINNEY, Jeff. Diário de um banana: as memórias de Greg Heffley. São Paulo: V& R Edições. 2008.p. 9
Responda os itens 6 a 10 de acordo com o Texto 2.
De acordo com o contexto, a palavra “GRITO!”, apresentada na ilustração ao final do texto, pode ser substituída, sem alteração de sentido, exceto por:

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Texto 2
O texto seguinte é um fragmento de “O diário de um banana”, do autor Jeff Kinney. A personagem principal é Gregory Heffley, um menino norte-americano muito preocupado com sua popularidade na escola, onde não possui muitos amigos, com exceção de Rowley Jefferson. Greg gosta muito de jogos eletrônicos e de quadrinhos e também escreve em um diário.
Quarta-feira
01 Hoje a gente teve Educação Física, então a primeira coisa que eu fiz foi dar uma escapada
até a quadra de basquete para ver se o Queijo ainda estava lá. E lá estava ele.
Esse pedaço de queijo está lá desde a última primavera. Acho que deve ter caído do
sanduíche de alguém, ou coisa do tipo. Depois de uns dias, o Queijo começou a ficar todo
05 mofado e nojento. Ninguém jogava mais na quadra onde o Queijo estava, mesmo sendo a
única que tinha rede na cesta de basquete.
Aí, um dia, esse garoto chamado Darren Walsh encostou o dedo no Queijo, e assim
começou a coisa conhecida como o Toque do Queijo. Funciona assim: se você pega o Toque
do Queijo, fica com ele até passar para outra pessoa. O único jeito de se proteger do Toque do
10 Queijo é cruzando os dedos.
Mas não é tão fácil lembrar de cruzar os dedos toda hora do dia. Eu acabei prendendo os
meus com fita adesiva para que eles ficassem sempre cruzados. Tirei D em Caligrafia, mas
valeu muito a pena. Teve esse garoto chamado Abe Hall que pegou o Toque do Queijo em
abril e ninguém mais chegou perto dele até o final do ano letivo. Esse verão, o Abe se mudou
15 para a Califórnia e levou o Toque do Queijo junto com ele.
Só espero que ninguém comece o Toque do Queijo de novo, porque eu não preciso mais
desse tipo de estresse na minha vida.

KINNEY, Jeff. Diário de um banana: as memórias de Greg Heffley. São Paulo: V& R Edições. 2008.p. 9
Responda os itens 6 a 10 de acordo com o Texto 2.
Observe o fragmento a seguir.
“Só espero que ninguém comece o Toque do Queijo de novo, porque eu não preciso mais desse tipo de estresse na minha vida.” (linhas 16 e 17).
Ao reescrever a frase acima, mantendo-se o sentido original, temos:
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Texto 2
O texto seguinte é um fragmento de “O diário de um banana”, do autor Jeff Kinney. A personagem principal é Gregory Heffley, um menino norte-americano muito preocupado com sua popularidade na escola, onde não possui muitos amigos, com exceção de Rowley Jefferson. Greg gosta muito de jogos eletrônicos e de quadrinhos e também escreve em um diário.
Quarta-feira
01 Hoje a gente teve Educação Física, então a primeira coisa que eu fiz foi dar uma escapada
até a quadra de basquete para ver se o Queijo ainda estava lá. E lá estava ele.
Esse pedaço de queijo está lá desde a última primavera. Acho que deve ter caído do
sanduíche de alguém, ou coisa do tipo. Depois de uns dias, o Queijo começou a ficar todo
05 mofado e nojento. Ninguém jogava mais na quadra onde o Queijo estava, mesmo sendo a
única que tinha rede na cesta de basquete.
Aí, um dia, esse garoto chamado Darren Walsh encostou o dedo no Queijo, e assim
começou a coisa conhecida como o Toque do Queijo. Funciona assim: se você pega o Toque
do Queijo, fica com ele até passar para outra pessoa. O único jeito de se proteger do Toque do
10 Queijo é cruzando os dedos.
Mas não é tão fácil lembrar de cruzar os dedos toda hora do dia. Eu acabei prendendo os
meus com fita adesiva para que eles ficassem sempre cruzados. Tirei D em Caligrafia, mas
valeu muito a pena. Teve esse garoto chamado Abe Hall que pegou o Toque do Queijo em
abril e ninguém mais chegou perto dele até o final do ano letivo. Esse verão, o Abe se mudou
15 para a Califórnia e levou o Toque do Queijo junto com ele.
Só espero que ninguém comece o Toque do Queijo de novo, porque eu não preciso mais
desse tipo de estresse na minha vida.

KINNEY, Jeff. Diário de um banana: as memórias de Greg Heffley. São Paulo: V& R Edições. 2008.p. 9
Responda os itens 6 a 10 de acordo com o Texto 2.
“Eu acabei prendendo os meus com fita adesiva para que eles ficassem sempre cruzados. Tirei D em Caligrafia, mas valeu muito a pena.” (linhas 11, 12 e 13)
Dentro do contexto em que estão inseridas, as frases acima expressam a ideia de que:
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