Foram encontradas 41 questões.
Imaginemos que cada cidadão brasileiro consome, em média, dois copos e meio de leite por dia, enquanto um cidadão estrangeiro consome, em média, apenas meio copo de leite por dia. Considere duas famílias, uma brasileira e a outra estrangeira, cada uma delas com cinco integrantes, e todos eles seguindo o padrão citado.
Se o copo adotado como medida tem 275 ml de capacidade, pode-se afirmar que uma família brasileira, em um período de 15 dias, consome, em média:
Provas
Na malha quadriculada de 15x15 quadradinhos, ilustrada abaixo, está desenhada uma figura construída a partir das sete peças de um Tangram e identificadas cada uma com uma letra.

Considere que todos os quadradinhos da malha quadriculada possuem a mesma área.
Observe as áreas identificadas na figura e considere as afirmações a seguir:
I - A área de F é igual à soma das áreas de A, de B e de G.
II - A área de C é 50% da área de E.
III - A área de D é 50% da soma das áreas de E e de A.
IV - A soma das áreas de E e de F é igual à soma das áreas de A, de B, de C e de D.
V - A soma das áreas de D e de A é igual à área de G.
VI - A área de G é igual à soma das áreas de A e de B.
São verdadeiras somente as afirmações:
Provas
José Augusto, um agricultor que preza pelas tradições, resolveu preparar um terreno para o plantio utilizando como medida o litro. Isso mesmo! Os antigos utilizavam o litro como uma forma de associar a área necessária para plantar a quantidade de sementes que enchessem completamente um recipiente com capacidade de um litro.
Utilizando a ideia citada, o agricultor pretende plantar feijão num terreno retangular com 120 m de largura e com comprimento igual a !$ \dfrac{3}{10} !$ da medida da largura. Para fins de cálculo, José Augusto sabe que exatamente 3.270 grãos de feijão cabem em um recipiente com 1 litro de capacidade quando totalmente cheio, e que essa quantidade de grãos de feijão plantada cobre uma área de 600 m².
Assim, para realizar o plantio do feijão em todo o seu terreno, José precisará exatamente de:
Provas
Maria Victoria pretende comprar uma mala de viagem em formato de cubo ou paralelepípedo para transportar como bagagem de mão em uma viagem aérea. Como a garota deve respeitar as normas da companhia aérea, que estabelecem que a soma das medidas (comprimento + largura + altura) da bagagem de mão não deve ser maior que 115 cm, sua escolha deve ser bastante cuidadosa. Observe a seguir algumas opções de malas apresentadas à Maria Victoria por uma loja:
I - uma mala em formato cúbico com arestas medindo 0,45 m;
II - uma mala em formato de paralelepípedo com 2,5 dm de largura, 350 mm de comprimento, e 0,55 m de altura;
III - uma mala em formato cúbico com arestas medindo 390 mm; e
IV - uma mala em formato de paralelepípedo com 4,8 dm de altura, largura 25% menor que a altura e comprimento 25% menor que a largura.
A(s) opção(ões) de mala que Maria Victoria deve escolher, atendendo às normas estabelecidas pela companhia aérea para levar como bagagem de mão, é(são) somente o(s) modelo(s):
Provas
A tabela a seguir mostra a lista dos oito países mais populosos do mundo no ano de 2018.
Classificação | País | População (em número de habitantes) |
1º | China | 1.384.688.986 |
2º | India | 1.296.834.042 |
3º | Estados Unidos | 329.145.465 |
4º | Indonésia | 262.787.403 |
5º | Brasil | 208.846.892 |
6º | Paquistão | 207.862.518 |
7º | Nigeria | 195.300.340 |
8º | Bangladesh | 159.453.001 |
Disponível em: https://www.epocanegócios.globo.com/amp/Mundo/notítia/2017/12/estes-serão-os-paises-mais-populosos-de-2018.html Acesso: 23 de Julho de 2019.
De acordo com os dados apresentados, pode-se afirmar que a diferença entre a soma da população dos dois países mais populosos e a soma do 5º e do 7º países da lista é um número que possui:
Provas
Maria Fernanda foi a uma lanchonete para fazer um lanche. Chegando lá, quando pegou o cardápio, percebeu que havia algumas informações apagadas, como mostra a figura a seguir, na qual para cada produto é apresentado o seu respectivo valor unitário.

Enquanto esperava para fazer seu pedido, Maria Fernanda verificou que três pessoas foram ao caixa para pagar suas contas. A primeira delas consumiu dois mistos quentes e um suco, gastando, ao todo, R$ 17,00. A segunda pessoa consumiu um refrigerante e dois pastéis, gastando, ao todo, R$ 17,00. Já a terceira consumiu um refrigerante, uma coxinha e um misto quente, gastando, ao todo, R$ 16,00. Maria Fernanda, então, fez o seu lanche, tomando um refrigerante e comendo um misto quente e dois pastéis.
Qual o valor pago por Maria Fernanda pelo lanche?
Provas
Ao ingressar em um Colégio Militar, cada aluno escolhe um único grêmio estudantil para fazer parte. No ano de 2019, os 900 alunos matriculados no Colégio Militar de Curitiba (CMC) escolheram entre os grêmios da Infantaria, da Cavalaria, da Artilharia, da Intendência e da Banda. Além disso, o colégio organiza os alunos em três companhias (Cia). Os 200 alunos de 6º e 7º anos compõem a 3ª Cia; os 300 alunos de 8º e 9º anos compõem a 2ª Cia e os 400 alunos do Ensino Médio compõem a 1ª Cia. O gráfico abaixo apresenta a quantidade de alunos de cada uma das companhias distribuídos nos cinco diferentes grêmios estudantis do CMC no ano de 2019.

Com base nas informações fornecidas é correto afirmar que:
Provas
Leia o texto III e responda os itens de 14 a 18.
Texto III
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
01___William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
05 comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com a
10 plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
15 biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
20 significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
25___Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
30 chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
35 motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Acerca do texto III, analise os itens a seguir:
I. Em: “Contudo, ele estava determinado...” (linha 12), o termo em destaque expressa oposição em relação ao fragmento anterior e poderia ser substituído por “todavia”.
II. Em: “Não possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava...” (linhas 14-15), é possível substituir o conectivo em destaque por “por isso”, uma vez que ambos expressam uma conclusão de um fragmento anterior.
III. Em: “Ele percebeu que bombear água significa irrigação” (linhas 18-19), o termo em destaque refere-se a William.
IV. Em: “Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam desencorajá-lo.” (linhas 24- 25), os dois termos destacados referem-se a William e são empregados a fim de evitar a repetição de seu nome.
V. Em: “Quando finalizada, acendeu uma lâmpada” (linha 26), o termo em destaque tem valor condicional e pode ser substituído, com as devidas adaptações, pelo conectivo “se”.
Selecione a alternativa que contém o(s) item(ns) considerado(s) incorreto(s).
Provas
- Interpretação de TextosCoesão e CoerênciaCoesãoUso de Conectivos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto II e responda os itens de 8 a 13.
O texto a seguir é uma narração sobre Nya, uma menina do Sul do Sudão, um país africano. Leia-o.
Texto II
Uma longa caminhada até a água
01___A ida era fácil. Na ida, o grande pote de plástico continha apenas ar. Alta para os seus 11 anos, Nya
podia trocar a alça de uma mão para outra, balançar o pote ao seu lado, ou agarrá-lo com os dois braços.
Podia até mesmo arrastá-lo atrás de si, provocando solavancos no chão e levantando uma pequena
nuvem de poeira a cada passo.
05___Havia pouco peso na ida. Havia apenas calor. Era provável que ela levasse metade da manhã se não
parasse no caminho. Calor. Tempo. E espinhos.
Havia sempre tanta vida em volta da lagoa: outras pessoas, principalmente mulheres e meninas que
vinham encher seus próprios potes; muitos tipos de pássaros, o bater das asas, trinados e gorjeios;
rebanhos de gado conduzidos aos bons pastos pelos garotos que cuidavam deles.
10___Nya pegou a cuia que estava amarrada à alça do pote plástico. Desamarrou-a, enfiou-a na água
lamacenta marrom e bebeu. Foram necessárias duas cuias cheias para refrescá-la.
Ela encheu o pote até a boca. Depois voltou a amarrar a cuia no lugar e tirou do bolso a almofadinha
de pano circular. A almofadinha foi posta no alto de sua cabeça, seguida pelo pesado pote de água, que
ela manteria no lugar com uma das mãos.
15___Com a água equilibrada na cabeça e o pé ferido por um espinho, Nya sabia que voltar para casa
levaria mais tempo do que chegar ali. Mas ela estaria lá por volta do meio-dia, se tudo corresse bem.
Quando finalmente chegou, a mãe de Nya pegou o pote plástico de sua mão e derramou toda a água
em três grandes jarros. [...] Tendo ficado em casa apenas o tempo suficiente para comer, Nya faria agora
sua segunda viagem à lagoa. Ida e volta, ida e volta, quase um dia inteiro só caminhando. Essa era a
20 rotina dela durante sete meses do ano. Diariamente. Todo santo dia.
Havia um grande lago a três dias de caminhada da aldeia de Nya. Todo ano, quando as chuvas
cessavam e a lagoa perto da aldeia secava, a família dela mudava-se de casa para um acampamento
perto desse grande lago.
Devido a brigas frequentes, a família de Nya não morava perto do lago o ano todo. A tribo Nuer
25 brigava com a rival Dinka por causa das terras em volta do lago. Homens e meninos eram feridos e até
mesmo mortos quando os dois grupos entravam em choque. Então Nya e o resto de sua aldeia viviam
junto ao lago apenas durante os cinco meses da estação seca, quando as tribos estavam ocupadas demais
em sobreviver e as disputas diminuíam com frequência.
A tarefa de Nya no acampamento era a mesma que em casa: ir buscar água. Com as mãos, ela cavava um
30 buraco que ficasse tão fundo quanto o comprimento do seu braço. medida que cavava, o barro
ficava mais e mais úmido, até que a água começava a escorrer no fundo do buraco.
A água que enchia o buraco era suja, mais lama que líquido. Ela levava um longo tempo para encher
algumas cuias. Nya ficava agachada junto ao buraco, esperando.
Esperando pela água. Ali, por horas a cada vez. E todo dia durante cinco longos meses, até que as
35 chuvas voltassem a cair e ela e sua família pudessem retornar para casa.
Adaptado. PARK, Linda Sue. Uma longa caminhada até a água. Tradução de George Schlesinger. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2016.
Releia o seguinte fragmento:
“A ida era fácil. Na ida, o grande pote de plástico continha apenas ar.” (linha 1)
Elementos coesivos são usados a fim de evitar a repetição de palavras ou expressões em um texto. Com base na afirmação, sabe-se que esses períodos poderiam ser resumidos em um só.
Realizando as adequações necessárias, qual conector substitui a expressão adverbial “na ida” sem que haja alteração das relações lógico-discursivas presentes no fragmento?
Provas
Leia o texto II e responda os itens de 8 a 13.
O texto a seguir é uma narração sobre Nya, uma menina do Sul do Sudão, um país africano. Leia-o.
Texto II
Uma longa caminhada até a água
01___A ida era fácil. Na ida, o grande pote de plástico continha apenas ar. Alta para os seus 11 anos, Nya
podia trocar a alça de uma mão para outra, balançar o pote ao seu lado, ou agarrá-lo com os dois braços.
Podia até mesmo arrastá-lo atrás de si, provocando solavancos no chão e levantando uma pequena
nuvem de poeira a cada passo.
05___Havia pouco peso na ida. Havia apenas calor. Era provável que ela levasse metade da manhã se não
parasse no caminho. Calor. Tempo. E espinhos.
Havia sempre tanta vida em volta da lagoa: outras pessoas, principalmente mulheres e meninas que
vinham encher seus próprios potes; muitos tipos de pássaros, o bater das asas, trinados e gorjeios;
rebanhos de gado conduzidos aos bons pastos pelos garotos que cuidavam deles.
10___Nya pegou a cuia que estava amarrada à alça do pote plástico. Desamarrou-a, enfiou-a na água
lamacenta marrom e bebeu. Foram necessárias duas cuias cheias para refrescá-la.
Ela encheu o pote até a boca. Depois voltou a amarrar a cuia no lugar e tirou do bolso a almofadinha
de pano circular. A almofadinha foi posta no alto de sua cabeça, seguida pelo pesado pote de água, que
ela manteria no lugar com uma das mãos.
15___Com a água equilibrada na cabeça e o pé ferido por um espinho, Nya sabia que voltar para casa
levaria mais tempo do que chegar ali. Mas ela estaria lá por volta do meio-dia, se tudo corresse bem.
Quando finalmente chegou, a mãe de Nya pegou o pote plástico de sua mão e derramou toda a água
em três grandes jarros. [...] Tendo ficado em casa apenas o tempo suficiente para comer, Nya faria agora
sua segunda viagem à lagoa. Ida e volta, ida e volta, quase um dia inteiro só caminhando. Essa era a
20 rotina dela durante sete meses do ano. Diariamente. Todo santo dia.
Havia um grande lago a três dias de caminhada da aldeia de Nya. Todo ano, quando as chuvas
cessavam e a lagoa perto da aldeia secava, a família dela mudava-se de casa para um acampamento
perto desse grande lago.
Devido a brigas frequentes, a família de Nya não morava perto do lago o ano todo. A tribo Nuer
25 brigava com a rival Dinka por causa das terras em volta do lago. Homens e meninos eram feridos e até
mesmo mortos quando os dois grupos entravam em choque. Então Nya e o resto de sua aldeia viviam
junto ao lago apenas durante os cinco meses da estação seca, quando as tribos estavam ocupadas demais
em sobreviver e as disputas diminuíam com frequência.
A tarefa de Nya no acampamento era a mesma que em casa: ir buscar água. Com as mãos, ela cavava um
30 buraco que ficasse tão fundo quanto o comprimento do seu braço. medida que cavava, o barro
ficava mais e mais úmido, até que a água começava a escorrer no fundo do buraco.
A água que enchia o buraco era suja, mais lama que líquido. Ela levava um longo tempo para encher
algumas cuias. Nya ficava agachada junto ao buraco, esperando.
Esperando pela água. Ali, por horas a cada vez. E todo dia durante cinco longos meses, até que as
35 chuvas voltassem a cair e ela e sua família pudessem retornar para casa.
Adaptado. PARK, Linda Sue. Uma longa caminhada até a água. Tradução de George Schlesinger. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2016.
Releia os seguintes fragmentos:
“Calor. Tempo. E espinhos.” (linha 6)
“Essa era a rotina dela durante sete meses do ano. Diariamente. Todo santo dia.” (linhas 19-20)
O ponto-final foi empregado com a finalidade de:
I. marcar o final das frases.
II. separar elementos de uma lista, pois há uma série de emoções citadas.
III. auxiliar a intenção do autor de dar ênfase aos elementos citados.
IV. introduzir a explicação do enunciado anterior.
Completa corretamente o enunciado o contido em:
Provas
Caderno Container