Foram encontradas 59 questões.
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Santa Maria
Orgão: Col.Mil. Santa Maria
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
Leia os Textos 03 e 04 para responder aos itens 10 e 11
TEXTO 03
Telefone sem Fio
O Telefone Sem Fio é uma dive1tida brincadeira coletiva que desenvolve a audição, a oralidade, a
concentração e a memória.
Todos os participantes se sentam em uma fila ou círculo, um ao lado do outro. O jogador que
iniciar a brincadeira eleve elaborar uma palavra ou frase e dizê-la bem baixinho no ouvido do participante
que estiver ao seu lado. Este repete a frase do jeito que ouviu para a próxima pessoa da fila.
A brincadeira segue assim sucessivamente até o último jogador, que deverá dizer a frase em voz
alta. Aí está a graça: raramente a frase será a mesma dita pela primeira pessoa da roda. Geralmente o
resultado é bem diferente daquilo que o primeiro falou e é isso que garante a diversão do jogo!
Fonte: https ://www.museugrandesnovidades.com.br/brincadeira-do-telefone-sem-fio/. (Adaptado)
TEXTO 04

Fonte: https://www.museugrandesnovidades.eom.br/brincadeira-do-telefone-sem-fio/.
Talvez você já conheça a brincadeira do Telefone sem fio. E pode ser que até já tenha participado alguma vez dessa brincadeira com seus amigos ou colegas. A partir da leitura do Texto 03, são feitas algumas afirmativas. Preencha os parênteses com V, para as verdadeiras, ou F, para as falsas.
( ) Somente o primeiro jogador deve pronunciar a frase em voz baixa.
( ) Somente o último jogador deve pronunciar a frase em voz alta.
( ) Todos os jogadores devem pronunciar a frase em voz baixa.
( ) Somente o último jogador saberá qual era a frase criada pelo primeiro jogador.
Marque a alternativa que contém a sequência correta de cima para baixo.
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Leia o Texto 02 para responder aos itens de 06 a 09.
TEXTO 02
DIFERENÇAS ENTRE A INFÂNCIA DE ANTIGAMENTE E A DE HOJE
As brincadeiras de rua ele antigamente
01 Até pouco tempo atrás, digamos, anos 80 e 90, a regra era sair para a rua. As crianças do
02 baino todas se conheciam e brincavam. A preocupação com a segurança existia, claro, mas os
03 riscos eram muito menores. Em grande parte das vezes, o risco maior que havia era ralar os joelhos
04 ou rasgar as roupas.
05 Os momentos passados em casa eram mais raros. Geralmente eram refeições com os pais,
06 momentos de fazer o dever de casa, dias chuvosos ou pequenas reuniões familiares em volta da
07 televisão.
08 Grande parte da informação e dos conhecimentos era passada pelos pais aos filhos nesses
09 momentos, pois era o meio mais atraente de transmissão de info1mações. Além disso,
1 O tínhamos li vi-os co1n linguagem complicada e poucos canais de televisão, que era usada mais para o
11 entretenimento. Como esquecer os desenhos e programas que marcaram nossa infância?
12 Muitas das relações se davam entre os amigos de uma mesma faixa etária. Crianças do
13 mesmo prédio, do mesmo bain-o, do mesmo colégio estavam sempre juntas para passar o tempo, e
14 passavam o tempo brincando e trocando experiências. As brincadeiras precisavam de uma grande
15 dose de imaginação para acontecerem. Os brinquedos comuns já eram caros, os eletrônicos
16 então .. . !
17 As ruas eram ambientes mais seguros, com menos fluxo de desconhecidos e de
18 veículos. Com isso, era o palco ideal para todo tipo de brincadeiras e jogos: esportes, pique-
19 esconde, encenações, enfim, o que viesse à mente dos envolvidos. Sem muito esforço, um par de
20 chinelos virava as traves do Maracanã.
Infância de hoje e tecnologia
21 A globalização veio trazendo algumas mudanças graduais nessa relação: aos poucos os
22 brinquedos comuns - carrinhos, bonecas, bonecos - foram
23 ficando mais acessíveis. Não muito tempo depois, os
24 aparelhos eletrônicos também entraram nessa e começaram a
25 ocupar cada vez mais as residências. Em seguida, veio a
26 internet.
27 Incorporando-se essas mudanças à realidade das
28 famílias, vemos que, duas ou três gerações depois da nossa, as
29 relações das crianças com o mundo mudaram bastante.
30 Contudo, ainda são crianças e merecem atenção especial dos
31 pais, seja para garantirem seu bem-estar, seja para protegê-las
32 de riscos.
33 Hoje em dia, tem-se preferido um acompanhamento mais próximo da paite dos pais com as
34 crianças. Percebe-se o valor de pais e filhos caminharem juntos e garantirem diálogo e intimidade,
35 ao mesmo tempo em que se preserva o ambiente de brincadeiras e diversão que uma criança
36 geralmente espera.
Aproximação dos pais
3 7 Cabe aos pais o papel de balancear o acesso que se tem aos aparelhos eletrônicos e a
38 interação humana, especialmente ao ar livre. Hoje em dia, com a internet, há uma infinidade de
39 meios de aquisição de informação e jogos feitos para prender a atenção das crianças pelo máximo
40 de tempo possível. Um uso moderado desses recursos pode ser muito interessante, ajudando no
41 desenvolvimento e na educação da criança.
42 Entretanto, nada nunca substituirá o tête-à-tête. Não há celular, televisão ou computador
43 que substituam as interações humanas. Mostrar o mundo às crianças é um dever inevitável dos
44 pais, e pode ser um passeio mais longo, uma história ou uma brincadeira em um lugar diferente,
45 com pessoas diferentes.
46 Esse tipo de experiência tem um valor enorme no estabelecimento de relações entre
4 7 crianças e os adultos a sua volta. Além disso, momentos assim são muito bem recebidos pela
48 criança, criando laços de confiança e proximidade difíceis de abalar. Resultado: uma criança feliz
49 se desenvolvendo de forma saudável.
Fonte: http://blog.mariaalgodao.com.br/diferencas-entre-a-infancia-de-antigam ente-e-a-de-hoje/. (Adaptado)

Fonte: https://www.tudointeressante.eom.br/.
Glossário:
entretenimento: passcitempo, diversão, distrnção.
globalizacao: integrado, unido, globalizado.
pique-esconde: esconde-esconde.
tête-à-tête: conversa privada de dois indivíduos.
Observe o fragmento abaixo, retirado do texto:
Grande parte da informação e dos conhecimentos era passada pelos pais aos filhos nesses momentos, pois era o meio mais atraente de transmissão de informações. Além disso, tínhamos livros com linguagem complicada e poucos canais de televisão, que era usada mais para o entretenimento. Como esquecer os desenhos e programas que marcaram nossa infância? (linhas 08-11)
As palavras destacadas no fragmento anterior, expressam, respectivamente, ideia de:
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
Leia o Texto 02 para responder aos itens de 06 a 09.
TEXTO 02
DIFERENÇAS ENTRE A INFÂNCIA DE ANTIGAMENTE E A DE HOJE
As brincadeiras de rua ele antigamente
01 Até pouco tempo atrás, digamos, anos 80 e 90, a regra era sair para a rua. As crianças do
02 baino todas se conheciam e brincavam. A preocupação com a segurança existia, claro, mas os
03 riscos eram muito menores. Em grande parte das vezes, o risco maior que havia era ralar os joelhos
04 ou rasgar as roupas.
05 Os momentos passados em casa eram mais raros. Geralmente eram refeições com os pais,
06 momentos de fazer o dever de casa, dias chuvosos ou pequenas reuniões familiares em volta da
07 televisão.
08 Grande parte da informação e dos conhecimentos era passada pelos pais aos filhos nesses
09 momentos, pois era o meio mais atraente de transmissão de info1mações. Além disso,
1 O tínhamos li vi-os co1n linguagem complicada e poucos canais de televisão, que era usada mais para o
11 entretenimento. Como esquecer os desenhos e programas que marcaram nossa infância?
12 Muitas das relações se davam entre os amigos de uma mesma faixa etária. Crianças do
13 mesmo prédio, do mesmo bain-o, do mesmo colégio estavam sempre juntas para passar o tempo, e
14 passavam o tempo brincando e trocando experiências. As brincadeiras precisavam de uma grande
15 dose de imaginação para acontecerem. Os brinquedos comuns já eram caros, os eletrônicos
16 então .. . !
17 As ruas eram ambientes mais seguros, com menos fluxo de desconhecidos e de
18 veículos. Com isso, era o palco ideal para todo tipo de brincadeiras e jogos: esportes, pique-
19 esconde, encenações, enfim, o que viesse à mente dos envolvidos. Sem muito esforço, um par de
20 chinelos virava as traves do Maracanã.
Infância de hoje e tecnologia
21 A globalização veio trazendo algumas mudanças graduais nessa relação: aos poucos os
22 brinquedos comuns - carrinhos, bonecas, bonecos - foram
23 ficando mais acessíveis. Não muito tempo depois, os
24 aparelhos eletrônicos também entraram nessa e começaram a
25 ocupar cada vez mais as residências. Em seguida, veio a
26 internet.
27 Incorporando-se essas mudanças à realidade das
28 famílias, vemos que, duas ou três gerações depois da nossa, as
29 relações das crianças com o mundo mudaram bastante.
30 Contudo, ainda são crianças e merecem atenção especial dos
31 pais, seja para garantirem seu bem-estar, seja para protegê-las
32 de riscos.
33 Hoje em dia, tem-se preferido um acompanhamento mais próximo da paite dos pais com as
34 crianças. Percebe-se o valor de pais e filhos caminharem juntos e garantirem diálogo e intimidade,
35 ao mesmo tempo em que se preserva o ambiente de brincadeiras e diversão que uma criança
36 geralmente espera.
Aproximação dos pais
3 7 Cabe aos pais o papel de balancear o acesso que se tem aos aparelhos eletrônicos e a
38 interação humana, especialmente ao ar livre. Hoje em dia, com a internet, há uma infinidade de
39 meios de aquisição de informação e jogos feitos para prender a atenção das crianças pelo máximo
40 de tempo possível. Um uso moderado desses recursos pode ser muito interessante, ajudando no
41 desenvolvimento e na educação da criança.
42 Entretanto, nada nunca substituirá o tête-à-tête. Não há celular, televisão ou computador
43 que substituam as interações humanas. Mostrar o mundo às crianças é um dever inevitável dos
44 pais, e pode ser um passeio mais longo, uma história ou uma brincadeira em um lugar diferente,
45 com pessoas diferentes.
46 Esse tipo de experiência tem um valor enorme no estabelecimento de relações entre
4 7 crianças e os adultos a sua volta. Além disso, momentos assim são muito bem recebidos pela
48 criança, criando laços de confiança e proximidade difíceis de abalar. Resultado: uma criança feliz
49 se desenvolvendo de forma saudável.
Fonte: http://blog.mariaalgodao.com.br/diferencas-entre-a-infancia-de-antigam ente-e-a-de-hoje/. (Adaptado)

Fonte: https://www.tudointeressante.eom.br/.
Glossário:
entretenimento: passcitempo, diversão, distrnção.
globalizacao: integrado, unido, globalizado.
pique-esconde: esconde-esconde.
tête-à-tête: conversa privada de dois indivíduos.
A partir da leitura do texto, só é possível afirmar que:
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Leia o Texto 02 para responder aos itens de 06 a 09.
TEXTO 02
DIFERENÇAS ENTRE A INFÂNCIA DE ANTIGAMENTE E A DE HOJE
As brincadeiras de rua ele antigamente
01 Até pouco tempo atrás, digamos, anos 80 e 90, a regra era sair para a rua. As crianças do
02 baino todas se conheciam e brincavam. A preocupação com a segurança existia, claro, mas os
03 riscos eram muito menores. Em grande parte das vezes, o risco maior que havia era ralar os joelhos
04 ou rasgar as roupas.
05 Os momentos passados em casa eram mais raros. Geralmente eram refeições com os pais,
06 momentos de fazer o dever de casa, dias chuvosos ou pequenas reuniões familiares em volta da
07 televisão.
08 Grande parte da informação e dos conhecimentos era passada pelos pais aos filhos nesses
09 momentos, pois era o meio mais atraente de transmissão de info1mações. Além disso,
1 O tínhamos li vi-os co1n linguagem complicada e poucos canais de televisão, que era usada mais para o
11 entretenimento. Como esquecer os desenhos e programas que marcaram nossa infância?
12 Muitas das relações se davam entre os amigos de uma mesma faixa etária. Crianças do
13 mesmo prédio, do mesmo bain-o, do mesmo colégio estavam sempre juntas para passar o tempo, e
14 passavam o tempo brincando e trocando experiências. As brincadeiras precisavam de uma grande
15 dose de imaginação para acontecerem. Os brinquedos comuns já eram caros, os eletrônicos
16 então .. . !
17 As ruas eram ambientes mais seguros, com menos fluxo de desconhecidos e de
18 veículos. Com isso, era o palco ideal para todo tipo de brincadeiras e jogos: esportes, pique-
19 esconde, encenações, enfim, o que viesse à mente dos envolvidos. Sem muito esforço, um par de
20 chinelos virava as traves do Maracanã.
Infância de hoje e tecnologia
21 A globalização veio trazendo algumas mudanças graduais nessa relação: aos poucos os
22 brinquedos comuns - carrinhos, bonecas, bonecos - foram
23 ficando mais acessíveis. Não muito tempo depois, os
24 aparelhos eletrônicos também entraram nessa e começaram a
25 ocupar cada vez mais as residências. Em seguida, veio a
26 internet.
27 Incorporando-se essas mudanças à realidade das
28 famílias, vemos que, duas ou três gerações depois da nossa, as
29 relações das crianças com o mundo mudaram bastante.
30 Contudo, ainda são crianças e merecem atenção especial dos
31 pais, seja para garantirem seu bem-estar, seja para protegê-las
32 de riscos.
33 Hoje em dia, tem-se preferido um acompanhamento mais próximo da paite dos pais com as
34 crianças. Percebe-se o valor de pais e filhos caminharem juntos e garantirem diálogo e intimidade,
35 ao mesmo tempo em que se preserva o ambiente de brincadeiras e diversão que uma criança
36 geralmente espera.
Aproximação dos pais
3 7 Cabe aos pais o papel de balancear o acesso que se tem aos aparelhos eletrônicos e a
38 interação humana, especialmente ao ar livre. Hoje em dia, com a internet, há uma infinidade de
39 meios de aquisição de informação e jogos feitos para prender a atenção das crianças pelo máximo
40 de tempo possível. Um uso moderado desses recursos pode ser muito interessante, ajudando no
41 desenvolvimento e na educação da criança.
42 Entretanto, nada nunca substituirá o tête-à-tête. Não há celular, televisão ou computador
43 que substituam as interações humanas. Mostrar o mundo às crianças é um dever inevitável dos
44 pais, e pode ser um passeio mais longo, uma história ou uma brincadeira em um lugar diferente,
45 com pessoas diferentes.
46 Esse tipo de experiência tem um valor enorme no estabelecimento de relações entre
4 7 crianças e os adultos a sua volta. Além disso, momentos assim são muito bem recebidos pela
48 criança, criando laços de confiança e proximidade difíceis de abalar. Resultado: uma criança feliz
49 se desenvolvendo de forma saudável.
Fonte: http://blog.mariaalgodao.com.br/diferencas-entre-a-infancia-de-antigam ente-e-a-de-hoje/. (Adaptado)

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Glossário:
entretenimento: passcitempo, diversão, distrnção.
globalizacao: integrado, unido, globalizado.
pique-esconde: esconde-esconde.
tête-à-tête: conversa privada de dois indivíduos.
Analise as alternativas abaixo e assinale a única em que o termo entre parênteses, ao substituir a palavra destacada, provoca alteração de sentido:
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Leia o Texto 02 para responder aos itens de 06 a 09.
TEXTO 02
DIFERENÇAS ENTRE A INFÂNCIA DE ANTIGAMENTE E A DE HOJE
As brincadeiras de rua ele antigamente
01 Até pouco tempo atrás, digamos, anos 80 e 90, a regra era sair para a rua. As crianças do
02 baino todas se conheciam e brincavam. A preocupação com a segurança existia, claro, mas os
03 riscos eram muito menores. Em grande parte das vezes, o risco maior que havia era ralar os joelhos
04 ou rasgar as roupas.
05 Os momentos passados em casa eram mais raros. Geralmente eram refeições com os pais,
06 momentos de fazer o dever de casa, dias chuvosos ou pequenas reuniões familiares em volta da
07 televisão.
08 Grande parte da informação e dos conhecimentos era passada pelos pais aos filhos nesses
09 momentos, pois era o meio mais atraente de transmissão de info1mações. Além disso,
1 O tínhamos li vi-os co1n linguagem complicada e poucos canais de televisão, que era usada mais para o
11 entretenimento. Como esquecer os desenhos e programas que marcaram nossa infância?
12 Muitas das relações se davam entre os amigos de uma mesma faixa etária. Crianças do
13 mesmo prédio, do mesmo bain-o, do mesmo colégio estavam sempre juntas para passar o tempo, e
14 passavam o tempo brincando e trocando experiências. As brincadeiras precisavam de uma grande
15 dose de imaginação para acontecerem. Os brinquedos comuns já eram caros, os eletrônicos
16 então .. . !
17 As ruas eram ambientes mais seguros, com menos fluxo de desconhecidos e de
18 veículos. Com isso, era o palco ideal para todo tipo de brincadeiras e jogos: esportes, pique-
19 esconde, encenações, enfim, o que viesse à mente dos envolvidos. Sem muito esforço, um par de
20 chinelos virava as traves do Maracanã.
Infância de hoje e tecnologia
21 A globalização veio trazendo algumas mudanças graduais nessa relação: aos poucos os
22 brinquedos comuns - carrinhos, bonecas, bonecos - foram
23 ficando mais acessíveis. Não muito tempo depois, os
24 aparelhos eletrônicos também entraram nessa e começaram a
25 ocupar cada vez mais as residências. Em seguida, veio a
26 internet.
27 Incorporando-se essas mudanças à realidade das
28 famílias, vemos que, duas ou três gerações depois da nossa, as
29 relações das crianças com o mundo mudaram bastante.
30 Contudo, ainda são crianças e merecem atenção especial dos
31 pais, seja para garantirem seu bem-estar, seja para protegê-las
32 de riscos.
33 Hoje em dia, tem-se preferido um acompanhamento mais próximo da paite dos pais com as
34 crianças. Percebe-se o valor de pais e filhos caminharem juntos e garantirem diálogo e intimidade,
35 ao mesmo tempo em que se preserva o ambiente de brincadeiras e diversão que uma criança
36 geralmente espera.
Aproximação dos pais
3 7 Cabe aos pais o papel de balancear o acesso que se tem aos aparelhos eletrônicos e a
38 interação humana, especialmente ao ar livre. Hoje em dia, com a internet, há uma infinidade de
39 meios de aquisição de informação e jogos feitos para prender a atenção das crianças pelo máximo
40 de tempo possível. Um uso moderado desses recursos pode ser muito interessante, ajudando no
41 desenvolvimento e na educação da criança.
42 Entretanto, nada nunca substituirá o tête-à-tête. Não há celular, televisão ou computador
43 que substituam as interações humanas. Mostrar o mundo às crianças é um dever inevitável dos
44 pais, e pode ser um passeio mais longo, uma história ou uma brincadeira em um lugar diferente,
45 com pessoas diferentes.
46 Esse tipo de experiência tem um valor enorme no estabelecimento de relações entre
4 7 crianças e os adultos a sua volta. Além disso, momentos assim são muito bem recebidos pela
48 criança, criando laços de confiança e proximidade difíceis de abalar. Resultado: uma criança feliz
49 se desenvolvendo de forma saudável.
Fonte: http://blog.mariaalgodao.com.br/diferencas-entre-a-infancia-de-antigam ente-e-a-de-hoje/. (Adaptado)

Fonte: https://www.tudointeressante.eom.br/.
Glossário:
entretenimento: passcitempo, diversão, distrnção.
globalizacao: integrado, unido, globalizado.
pique-esconde: esconde-esconde.
tête-à-tête: conversa privada de dois indivíduos.
O texto foi escrito com o propósito de:
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Leia o Texto 01 para responder aos itens de 01 a 05.
TEXTO 01
A BOLA
01 O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
02 primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era
03 de plástico. Mas era uma bola.
04 O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os ·garotos dizem
05 hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar
· 06 a bola, à procura de alguma coisa.
07 - Como é que liga? - perguntou.
08 - Como, como é que liga? Não se liga.
09 O garoto procurou dentro elo papel ele embrulho.
10 - Não tem manual de instrução?
11 O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
12 decididamente outros.
13 - Não precisa manual de instrução.
14 - O que é que ela faz?
15 - Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
16 -O quê?
17 - Controla, chuta ...
18 - Ah, então ·é uma bola.
19 - Claro que é uma bola.
20 - Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
21 - Você pensou que fosse o quê?
22 - Nada, não.
23 O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da
24 tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado
25 Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip
26 eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no
27 jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
28 O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no ·
29 peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
30 - Filho, olha!
31 O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as
32 mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro: A bola cheirava a nada.
33 Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se
34 interessar.
fonte: VERÍSSIMO, Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio ele Janeiro: Objetiva, 2001.
Glossário:
uma número 5: bola ele futebol
tento: tiras de couro (na expressão: sem tento de couro, quer dizer, que o couro ela bola não era bom.)
blip: o mesmo que bip eletrônico; dispositivo eletrônico usado para contatar pessoas através ele uma rede de telecomunicações.
Quanto ao uso da vírgula, analise esta frase retirada do texto: - Filho, olha! (linha 30). Em qual das alternativas a seguir a vírgula foi empregada pelo mesmo motivo que a da frase do texto?
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Leia o Texto 01 para responder aos itens de 01 a 05.
TEXTO 01
A BOLA
01 O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
02 primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era
03 de plástico. Mas era uma bola.
04 O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os ·garotos dizem
05 hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar
· 06 a bola, à procura de alguma coisa.
07 - Como é que liga? - perguntou.
08 - Como, como é que liga? Não se liga.
09 O garoto procurou dentro elo papel ele embrulho.
10 - Não tem manual de instrução?
11 O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
12 decididamente outros.
13 - Não precisa manual de instrução.
14 - O que é que ela faz?
15 - Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
16 -O quê?
17 - Controla, chuta ...
18 - Ah, então ·é uma bola.
19 - Claro que é uma bola.
20 - Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
21 - Você pensou que fosse o quê?
22 - Nada, não.
23 O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da
24 tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado
25 Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip
26 eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no
27 jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
28 O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no ·
29 peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
30 - Filho, olha!
31 O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as
32 mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro: A bola cheirava a nada.
33 Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se
34 interessar.
fonte: VERÍSSIMO, Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio ele Janeiro: Objetiva, 2001.
Glossário:
uma número 5: bola ele futebol
tento: tiras de couro (na expressão: sem tento de couro, quer dizer, que o couro ela bola não era bom.)
blip: o mesmo que bip eletrônico; dispositivo eletrônico usado para contatar pessoas através ele uma rede de telecomunicações.
Releia o seguinte fragmento:
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles do videogame. (linhas 23-24)
O sentido da expressão sublinhada acima, no contexto em que foi empregada, é o de que:
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Leia o Texto 01 para responder aos itens de 01 a 05.
TEXTO 01
A BOLA
01 O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
02 primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era
03 de plástico. Mas era uma bola.
04 O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os ·garotos dizem
05 hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar
· 06 a bola, à procura de alguma coisa.
07 - Como é que liga? - perguntou.
08 - Como, como é que liga? Não se liga.
09 O garoto procurou dentro elo papel ele embrulho.
10 - Não tem manual de instrução?
11 O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
12 decididamente outros.
13 - Não precisa manual de instrução.
14 - O que é que ela faz?
15 - Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
16 -O quê?
17 - Controla, chuta ...
18 - Ah, então ·é uma bola.
19 - Claro que é uma bola.
20 - Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
21 - Você pensou que fosse o quê?
22 - Nada, não.
23 O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da
24 tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado
25 Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip
26 eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no
27 jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
28 O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no ·
29 peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
30 - Filho, olha!
31 O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as
32 mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro: A bola cheirava a nada.
33 Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se
34 interessar.
fonte: VERÍSSIMO, Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio ele Janeiro: Objetiva, 2001.
Glossário:
uma número 5: bola ele futebol
tento: tiras de couro (na expressão: sem tento de couro, quer dizer, que o couro ela bola não era bom.)
blip: o mesmo que bip eletrônico; dispositivo eletrônico usado para contatar pessoas através ele uma rede de telecomunicações.
Com relação ao que está escrito no texto, assinale a única alternativa que apresenta uma informação correta.
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Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Santa Maria
Orgão: Col.Mil. Santa Maria
Leia o Texto 01 para responder aos itens de 01 a 05.
TEXTO 01
A BOLA
01 O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
02 primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era
03 de plástico. Mas era uma bola.
04 O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os ·garotos dizem
05 hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar
· 06 a bola, à procura de alguma coisa.
07 - Como é que liga? - perguntou.
08 - Como, como é que liga? Não se liga.
09 O garoto procurou dentro elo papel ele embrulho.
10 - Não tem manual de instrução?
11 O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
12 decididamente outros.
13 - Não precisa manual de instrução.
14 - O que é que ela faz?
15 - Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
16 -O quê?
17 - Controla, chuta ...
18 - Ah, então ·é uma bola.
19 - Claro que é uma bola.
20 - Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
21 - Você pensou que fosse o quê?
22 - Nada, não.
23 O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da
24 tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado
25 Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip
26 eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no
27 jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
28 O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no ·
29 peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
30 - Filho, olha!
31 O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as
32 mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro: A bola cheirava a nada.
33 Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se
34 interessar.
fonte: VERÍSSIMO, Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio ele Janeiro: Objetiva, 2001.
Glossário:
uma número 5: bola ele futebol
tento: tiras de couro (na expressão: sem tento de couro, quer dizer, que o couro ela bola não era bom.)
blip: o mesmo que bip eletrônico; dispositivo eletrônico usado para contatar pessoas através ele uma rede de telecomunicações.
Leia o fragmento extraído do segundo parágrafo do texto:
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa. (linhas 04-06)
Na última frase do parágrafo acima, o garoto procura algo na bola. Sobre isso, é possível afirmar que:
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Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Santa Maria
Orgão: Col.Mil. Santa Maria
OLHO HUMANO
Os olhos humanos são órgãos responsáveis pela visão e possuem uma série de estruturas que garante a captação de imagens. A pupila é uma dessas estruturas e apresenta-se como um pequeno círculo escuro que muda de tamanho (dilatação), variando seu raio de 0,75 mm até 4,5 mm, de acordo com a sua exposição à luz, como mostra a figura abaixo:

Extraído e adaptado de https://brasilescola.uol.com.br/biologia/olhos-humanos.htm em 20 de agosto de 2018.
Assinale a alternativa que representa quantas vezes o diâmetro de uma pupila, com o máximo de dilatação, é maior do que o raio de uma pupila com o menor tamanho possível:
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