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Texto I para responder às questões de 01 a 10.
Visão comunicativa
Até pouco tempo atrás, a qualificação de empresários, headhunters, executivos e CEOs e dos mais variados profissionais se fundava no domínio de outro idioma – o inglês em particular. Num mundo globalizado, saber outra língua é signo e condição competitiva.
Décadas recentes demonstraram, no entanto, que já é digna de atenção a maneira como nossos recursos humanos buscam reciclar o próprio português. Aumenta a necessidade de usar o idioma de forma refinada, como ferramenta nos negócios, ou pelo menos de modo a não pôr a perder um negócio.
O mercado brasileiro avança em seus próprios terrenos, não só os globalizados. Vivemos hoje num país em que mais de 800 milhões de mensagens eletrônicas diárias são trocadas, muitas das quais enviadas para tratar de questões empresariais. Há mais relatórios, encontros entre empresários, almoços de negócios, apresentações em reuniões de trabalho. Cresce o número de situações em que as pessoas ficam mais expostas por meio da escrita e da retórica oral, expondo a fragilidade de uma má formação em seu próprio idioma. Não por acaso, cresce também a procura por aulas de língua portuguesa, destinadas a executivos, gerentes e os mais diversos tipos de profissionais.
A velocidade da mensagem eletrônica não perdoa desatenção. Texto de correio eletrônico, de redes sociais com fins corporativos e de intranets deve ser simples, mas exige releitura e cuidado para acertar o tom da mensagem. Se por um lado a popularização da tecnologia nos ambientes de trabalho fez com que as pessoas passassem a ter contato diário com a língua escrita, por outro a enorme quantidade de mensagens trocadas nem sempre deixa claro onde está o valor da informação realmente importante. As mensagens eletrônicas do mundo empresarial dão ainda muita margem a mal-entendidos, com textos truncados, obscuros ou em desacordo com normas triviais da língua e da comunicação corporativa.
Quem se comunica bem no mundo profissional não é quem repete modelinhos e regras, ideias e frases feitas aprendidas em cursos prêt-à-porter de comunicação empresarial. Saber interagir num ambiente minado como o das organizações ajuda a carreira, mas para ter real efeito significa dar voz ao outro, falar não para ouvir o que já sabia, mas descobrir o que não se percebia por pura falta de diálogo.
(Luiz Costa Pereira Junior. Língua Portuguesa. Ed. Segmento. Janeiro de 2014.)
De acordo com as ideias expressas no texto, é correto afirmar que
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Texto I para responder às questões de 01 a 10.
Visão comunicativa
Até pouco tempo atrás, a qualificação de empresários, headhunters, executivos e CEOs e dos mais variados profissionais se fundava no domínio de outro idioma – o inglês em particular. Num mundo globalizado, saber outra língua é signo e condição competitiva.
Décadas recentes demonstraram, no entanto, que já é digna de atenção a maneira como nossos recursos humanos buscam reciclar o próprio português. Aumenta a necessidade de usar o idioma de forma refinada, como ferramenta nos negócios, ou pelo menos de modo a não pôr a perder um negócio.
O mercado brasileiro avança em seus próprios terrenos, não só os globalizados. Vivemos hoje num país em que mais de 800 milhões de mensagens eletrônicas diárias são trocadas, muitas das quais enviadas para tratar de questões empresariais. Há mais relatórios, encontros entre empresários, almoços de negócios, apresentações em reuniões de trabalho. Cresce o número de situações em que as pessoas ficam mais expostas por meio da escrita e da retórica oral, expondo a fragilidade de uma má formação em seu próprio idioma. Não por acaso, cresce também a procura por aulas de língua portuguesa, destinadas a executivos, gerentes e os mais diversos tipos de profissionais.
A velocidade da mensagem eletrônica não perdoa desatenção. Texto de correio eletrônico, de redes sociais com fins corporativos e de intranets deve ser simples, mas exige releitura e cuidado para acertar o tom da mensagem. Se por um lado a popularização da tecnologia nos ambientes de trabalho fez com que as pessoas passassem a ter contato diário com a língua escrita, por outro a enorme quantidade de mensagens trocadas nem sempre deixa claro onde está o valor da informação realmente importante. As mensagens eletrônicas do mundo empresarial dão ainda muita margem a mal-entendidos, com textos truncados, obscuros ou em desacordo com normas triviais da língua e da comunicação corporativa.
Quem se comunica bem no mundo profissional não é quem repete modelinhos e regras, ideias e frases feitas aprendidas em cursos prêt-à-porter de comunicação empresarial. Saber interagir num ambiente minado como o das organizações ajuda a carreira, mas para ter real efeito significa dar voz ao outro, falar não para ouvir o que já sabia, mas descobrir o que não se percebia por pura falta de diálogo.
(Luiz Costa Pereira Junior. Língua Portuguesa. Ed. Segmento. Janeiro de 2014.)
Um dos argumentos utilizados pelo articulista para sustentar a tese defendida está identificado no trecho
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A obtenção de feixes de radiação a partir de radioisótopos permite a construção de muitos aparelhos usados na medicina, na indústria e na pesquisa. Em relação aos dispositivos utilizados na medicina, analise.
I. Os mais utilizados são as bombas de cobalto Co-60 para teleterapia, as fontes de radiação gama para branquiterapia e os aplicadores oftalmológicos e dermatológicos com emissores alfa.
II. A bomba de 60Co é formada por um cabeçote contendo uma fonte selada.
III. As fontes utilizadas para branquiterapia são seladas e têm isótopos emissores gama ou beta, encapsulados no formato adequado à sua aplicação.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Observe a seguinte imagem.

Em relação aos parâmetros associados ao decaimento radioativo, é correto afirmar que
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Os riscos associados aos efeitos estocásticos somáticos foram determinados a partir de dados experimentais com animais e os obtidos em estudos de grandes grupos populacionais, como os sobreviventes das explosões atômicas em Hiroshima e Nagasaki que receberam doses de radiação superiores a 0,1 Gy (10 rad), sendo linearmente extrapolados para doses mais baixas. Em relação aos efeitos da radioexposição de corpo inteiro em adultos, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Na interação de partículas carregadas com a matéria, em função do fator de impacto (b) e do raio atômico (a), pode ocorrer colisão mole, colisão dura ou interação coulombiana com o núcleo. Considerando a afirmativa anterior, é correto afirmar que
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Um pesquisador que trabalha em medicina nuclear precisa adquirir uma fonte de radioisótopos. Acerca dos principais parâmetros a serem considerados ao se adquirir uma fonte, analise.
I. Energia da fonte.
II. Atividade da fonte.
III. Geometria da fonte.
IV. Vida média da fonte.
Estão corretas apenas as alternativas
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“O tratamento com Iodo-131 compõe, em conjunto com a terapia supressora com tiroxina, a principal modalidade complementar ao tratamento cirúrgico do carcinoma diferenciado de tireoide (CDT). O esquema mais adotado consiste na administração de 30 a 150 mCi para ablação de remanescentes glandulares e atividades progressivamente maiores para o tratamento de metástases ganglionares, pulmonares ou ósseas (entre 150 e 250 mCi, definidos de forma empírica). Não há um consenso quanto à dose administrada, devido em parte à dificuldade de conduzir estudos prospectivos randomizados.”
Com base no trecho anterior, determine a atividade de uma fonte de Iodo-131, utilizada num tratamento médico no dia, sabendo que o tempo decorrido entre a chegada da fonte (atividade atestada pelo fabricante como sendo igual a 11100 Bq) foi de 40 dias.
(Considere: 1 mCi = 37 Bq; T1/2 = 8,04 dias; A0e -0,693t/ T1/2; e, e -3,44776 = 0,003.)
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A figura a seguir apresenta a variação da energia de ligação dos elétrons da última camada com o número atômico Z do elemento químico.

Analisando a figura anterior, conclui-se que: “quanto ____________ o raio atômico, mais ____________ os elétrons estarão do núcleo e, portanto, mais __________ será a atração sobre eles.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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180 pessoas realizaram uma prova que continha duas disciplinas, A e B. Sabe-se que: 25 pessoas acertaram todas as questões da disciplina B; 31 pessoas acertaram todas as questões da disciplina A; e, 11 pessoas acertaram todas as questões da prova, isto é, todas as questões das disciplinas A e B. Assim, selecionando-se ao acaso uma pessoa, a probabilidade de esta ter acertado todas as questões em pelo menos uma prova é
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