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1009175 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CNEN
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Texto I para responder às questões de 01 a 10.


Visão comunicativa


Até pouco tempo atrás, a qualificação de empresários, headhunters, executivos e CEOs e dos mais variados profissionais se fundava no domínio de outro idioma – o inglês em particular. Num mundo globalizado, saber outra língua é signo e condição competitiva.

Décadas recentes demonstraram, no entanto, que já é digna de atenção a maneira como nossos recursos humanos buscam reciclar o próprio português. Aumenta a necessidade de usar o idioma de forma refinada, como ferramenta nos negócios, ou pelo menos de modo a não pôr a perder um negócio.

O mercado brasileiro avança em seus próprios terrenos, não só os globalizados. Vivemos hoje num país em que mais de 800 milhões de mensagens eletrônicas diárias são trocadas, muitas das quais enviadas para tratar de questões empresariais. Há mais relatórios, encontros entre empresários, almoços de negócios, apresentações em reuniões de trabalho. Cresce o número de situações em que as pessoas ficam mais expostas por meio da escrita e da retórica oral, expondo a fragilidade de uma má formação em seu próprio idioma. Não por acaso, cresce também a procura por aulas de língua portuguesa, destinadas a executivos, gerentes e os mais diversos tipos de profissionais.

A velocidade da mensagem eletrônica não perdoa desatenção. Texto de correio eletrônico, de redes sociais com fins corporativos e de intranets deve ser simples, mas exige releitura e cuidado para acertar o tom da mensagem. Se por um lado a popularização da tecnologia nos ambientes de trabalho fez com que as pessoas passassem a ter contato diário com a língua escrita, por outro a enorme quantidade de mensagens trocadas nem sempre deixa claro onde está o valor da informação realmente importante. As mensagens eletrônicas do mundo empresarial dão ainda muita margem a mal-entendidos, com textos truncados, obscuros ou em desacordo com normas triviais da língua e da comunicação corporativa.

Quem se comunica bem no mundo profissional não é quem repete modelinhos e regras, ideias e frases feitas aprendidas em cursos prêt-à-porter de comunicação empresarial. Saber interagir num ambiente minado como o das organizações ajuda a carreira, mas para ter real efeito significa dar voz ao outro, falar não para ouvir o que já sabia, mas descobrir o que não se percebia por pura falta de diálogo.


(Luiz Costa Pereira Junior. Língua Portuguesa. Ed. Segmento. Janeiro de 2014.)

“Considerando a relação semântica indicada pela expressão ‘no entanto’ (2º§), é correto afirmar que há uma relação de ________________ em relação à informação expressa no 1º§.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

 

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1009174 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CNEN
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Texto I para responder às questões de 01 a 10.


Visão comunicativa


Até pouco tempo atrás, a qualificação de empresários, headhunters, executivos e CEOs e dos mais variados profissionais se fundava no domínio de outro idioma – o inglês em particular. Num mundo globalizado, saber outra língua é signo e condição competitiva.

Décadas recentes demonstraram, no entanto, que já é digna de atenção a maneira como nossos recursos humanos buscam reciclar o próprio português. Aumenta a necessidade de usar o idioma de forma refinada, como ferramenta nos negócios, ou pelo menos de modo a não pôr a perder um negócio.

O mercado brasileiro avança em seus próprios terrenos, não só os globalizados. Vivemos hoje num país em que mais de 800 milhões de mensagens eletrônicas diárias são trocadas, muitas das quais enviadas para tratar de questões empresariais. Há mais relatórios, encontros entre empresários, almoços de negócios, apresentações em reuniões de trabalho. Cresce o número de situações em que as pessoas ficam mais expostas por meio da escrita e da retórica oral, expondo a fragilidade de uma má formação em seu próprio idioma. Não por acaso, cresce também a procura por aulas de língua portuguesa, destinadas a executivos, gerentes e os mais diversos tipos de profissionais.

A velocidade da mensagem eletrônica não perdoa desatenção. Texto de correio eletrônico, de redes sociais com fins corporativos e de intranets deve ser simples, mas exige releitura e cuidado para acertar o tom da mensagem. Se por um lado a popularização da tecnologia nos ambientes de trabalho fez com que as pessoas passassem a ter contato diário com a língua escrita, por outro a enorme quantidade de mensagens trocadas nem sempre deixa claro onde está o valor da informação realmente importante. As mensagens eletrônicas do mundo empresarial dão ainda muita margem a mal-entendidos, com textos truncados, obscuros ou em desacordo com normas triviais da língua e da comunicação corporativa.

Quem se comunica bem no mundo profissional não é quem repete modelinhos e regras, ideias e frases feitas aprendidas em cursos prêt-à-porter de comunicação empresarial. Saber interagir num ambiente minado como o das organizações ajuda a carreira, mas para ter real efeito significa dar voz ao outro, falar não para ouvir o que já sabia, mas descobrir o que não se percebia por pura falta de diálogo.


(Luiz Costa Pereira Junior. Língua Portuguesa. Ed. Segmento. Janeiro de 2014.)

De acordo com as ideias expressas no texto, é correto afirmar que

 

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1009173 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CNEN
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Texto I para responder às questões de 01 a 10.


Visão comunicativa


Até pouco tempo atrás, a qualificação de empresários, headhunters, executivos e CEOs e dos mais variados profissionais se fundava no domínio de outro idioma – o inglês em particular. Num mundo globalizado, saber outra língua é signo e condição competitiva.

Décadas recentes demonstraram, no entanto, que já é digna de atenção a maneira como nossos recursos humanos buscam reciclar o próprio português. Aumenta a necessidade de usar o idioma de forma refinada, como ferramenta nos negócios, ou pelo menos de modo a não pôr a perder um negócio.

O mercado brasileiro avança em seus próprios terrenos, não só os globalizados. Vivemos hoje num país em que mais de 800 milhões de mensagens eletrônicas diárias são trocadas, muitas das quais enviadas para tratar de questões empresariais. Há mais relatórios, encontros entre empresários, almoços de negócios, apresentações em reuniões de trabalho. Cresce o número de situações em que as pessoas ficam mais expostas por meio da escrita e da retórica oral, expondo a fragilidade de uma má formação em seu próprio idioma. Não por acaso, cresce também a procura por aulas de língua portuguesa, destinadas a executivos, gerentes e os mais diversos tipos de profissionais.

A velocidade da mensagem eletrônica não perdoa desatenção. Texto de correio eletrônico, de redes sociais com fins corporativos e de intranets deve ser simples, mas exige releitura e cuidado para acertar o tom da mensagem. Se por um lado a popularização da tecnologia nos ambientes de trabalho fez com que as pessoas passassem a ter contato diário com a língua escrita, por outro a enorme quantidade de mensagens trocadas nem sempre deixa claro onde está o valor da informação realmente importante. As mensagens eletrônicas do mundo empresarial dão ainda muita margem a mal-entendidos, com textos truncados, obscuros ou em desacordo com normas triviais da língua e da comunicação corporativa.

Quem se comunica bem no mundo profissional não é quem repete modelinhos e regras, ideias e frases feitas aprendidas em cursos prêt-à-porter de comunicação empresarial. Saber interagir num ambiente minado como o das organizações ajuda a carreira, mas para ter real efeito significa dar voz ao outro, falar não para ouvir o que já sabia, mas descobrir o que não se percebia por pura falta de diálogo.


(Luiz Costa Pereira Junior. Língua Portuguesa. Ed. Segmento. Janeiro de 2014.)

Um dos argumentos utilizados pelo articulista para sustentar a tese defendida está identificado no trecho

 

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A organização operadora, responsável pela implementação dos requisitos estabelecidos nas normas de Segurança na Operação de Usinas Termoelétricas, deve estabelecer um Plano de Emergência Local (PEL), de acordo com a Norma CNEN NE 1.04 – Licenciamento de Instalações Nucleares, para atender às situações de emergência que conduzam ou possam conduzir a uma liberação significativa de material radioativo para o meio ambiente. Esse plano deve estar de comum acordo com os planos para situações de emergência elaborados pela CNEN e por outras autoridades competentes. A organização operadora deve incluir no PEL a descrição dos arranjos de emergência para atender às seguintes situações ou a uma combinação delas, EXCETO:

 

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4078204 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IDECAN
Orgão: CNEN
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Um trocador de calor de correntes contrárias é alimentado por um escoamento de água fria a 36°C, com vazão de 2 kg/s, que resfria um escoamento de água de 86°C para 56°C a uma vazão de 1 kg/s. Qual a diferença de temperatura média logarítmica?

Questão Anulada

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4078203 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IDECAN
Orgão: CNEN
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Uma bomba utilizada num sistema hidráulico gera uma vazão de Q = 0,2 m3/s de água (γ = 9.810 N/m3). A pressão na entrada é de 100 kPa e na saída é de 200 kPa; os dutos de entrada e saída têm o mesmo diâmetro. A diferença de altura entre a entrada e a saída é de 0,8 m.

Potência = \( \dfrac{\gamma Q H}{\eta} \)

 

Assinale a alternativa que corresponde à potência elétrica necessária para acionar a bomba.

Questão Anulada

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4078202 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IDECAN
Orgão: CNEN
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Um motor diesel dois cilindros possui volume de 1.000 cm3, razão volumétrica de compressão de 16 e razão de corte igual a 3. Determine o volume deslocado em que ocorre introdução de energia à pressão constante.

Questão Anulada

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4078201 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IDECAN
Orgão: CNEN
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Para um escoamento ser considerado completamente desenvolvido em um tubo, após a região de entrada, o fluido deve percorrer uma distância, a partir da qual o perfil de velocidades não varia com o aumento da distância na direção do escoamento. Esta distância denomina-se comprimento de entrada. Para escoamento laminar, o comprimento de entrada L é uma função do número de Reynolds.

\( \dfrac{L}{D} ≈ 0,06 \dfrac{\rho DV}{\mu} \)

 

Para uma tubulação com 100 mm de diâmetro, o comprimento de entrada para um escoamento laminar será igual a

Questão Anulada

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4078200 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IDECAN
Orgão: CNEN
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A figura mostra uma tubulação longa e reta com diâmetro constante, com ar escoando em regime permanente. Nas posições 1 e 2 são medidas temperatura e pressão. Ao passar pela posição 1, o ar tem velocidade média de 60 m/s, temperatura de 27°C e pressão absoluta de 500 kPa. Na posição 2, a temperatura é de – 23°C e a pressão absoluta é 100 kPa.

(Considere: distribuições de temperatura e de pressão uniformes ao longo da seção transversal do escoamento; e, o ar comporta-se como um gás perfeito.)

Enunciado 4410690-1

Assinale a alternativa que corresponde à velocidade média do ar V ao passar pela posição 2.

Questão Anulada

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1009209 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: CNEN
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180 pessoas realizaram uma prova que continha duas disciplinas, A e B. Sabe-se que: 25 pessoas acertaram todas as questões da disciplina B; 31 pessoas acertaram todas as questões da disciplina A; e, 11 pessoas acertaram todas as questões da prova, isto é, todas as questões das disciplinas A e B. Assim, selecionando-se ao acaso uma pessoa, a probabilidade de esta ter acertado todas as questões em pelo menos uma prova é

Questão Anulada

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