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Foram encontradas 415 questões.

83366 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Julgue os fragmentos de textos no item que se segue quanto à correção gramatical e quanto à grafia.

Novas formas de abordagem ensejam ver novas coisas ou até novas propriedades nos objetos mais familhares. Com um pouco de exagero, podem-se dizer que novos pontos de vista, descortinam ‘novos mundos’.

 

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83365 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Julgue os fragmentos de textos no item que se segue quanto à correção gramatical e quanto à grafia.

Os grandes saltos de progresso — material e intelectual — estão ligados às mudanças de ótica, à identificação de novos nichos, à abertura de novos caminhos, à introdução de novas técnicas e tecnologias.

 

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83364 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Julgue os fragmentos de textos no item que se segue quanto à correção gramatical e quanto à grafia.

Talvez o cientista esteja condenado, em suas tentativas de ir além do que já tem e já sabe, a seguir o desconcertante conselho: tente de novo, fracasse de novo, fracasse melhor.

 

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83363 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Julgue os fragmentos de textos no item que se segue quanto à correção gramatical e quanto à grafia.

Como demonstra a história da ciência, o acaso acaba tendo importante papel na pesquisa. Ainda estão por ser determinadas, as quantidades de inspiração e transpiração necessários à conquista do novo, à introdução de inovações.

 

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83362 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Julgue os fragmentos de textos no item que se segue quanto à correção gramatical e quanto à grafia.

Não existe uma lógica da criação que possa prescrever atitudes e comportamentos que levem à descoberta de novos fatos e à invenção de novas teorias. Não existe um método lógico de conceber idéias novas ou de reconstruir logicamente esse processo. Não se conhece a fórmula da criatividade: trata-se de uma aventura pelo desconhecido.

 

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83361 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Na aurora de sua história letrada, o homem se maravilha diante do espetáculo do mundo — grandioso, assustador e ameaçador. O encantamento intelectual e a desproteção física o impelem a tentar compreender a Grande Realidade. A busca de conhecimento está, desde o início, associada à necessidade de saciar a curiosidade intelectual e à de ter algum tipo de controle sobre a ambiência. Fosse o mundo um paraíso, talvez o homem não tivesse se deparado com a urgência de trilhar a pedregosa e incerta estrada do conhecimento. Talvez pudesse ter se entregado exclusivamente ao prazer de usufruí-lo. Mas desde tempos imemoriais o homem se vê confrontado com desafios que põem em risco sua própria sobrevivência. Aos poucos foi desenvolvendo a capacidade de dar respostas inteligentes aos problemas. E tal evolução intelectual culminou com a busca sistemática de conhecimento.

Só muito recentemente a aventura humana começou a produzir os saberes aplicados que tantos benefícios têm proporcionado aos indivíduos e às comunidades. E esse grande salto só se tornou possível quando o homem, superando a fase do “pensamento mágico”, passou a elaborar explicações que se dedicavam a apreender a racionalidade intrínseca aos fenômenos. Com o tempo, o saber deixou de ser apenas uma forma de poder social — baseado no papel dos mitos, das religiões e das filosofias na representação das relações sociais — e se transformou também em uma forma de poder sobre a natureza.

Adalberto Oliva. Filosofia da ciência, 2003, p. 7-8 (com adaptações).

Julgue o item abaixo com referência às idéias e estruturas do texto anterior, de Adalberto Oliva.

O pronome “tal” funciona no texto como um elemento coesivo que retoma a idéia de desenvolvimento da “capacidade de dar respostas inteligentes aos problemas” como uma “evolução intelectual”.

 

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83360 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Na aurora de sua história letrada, o homem se maravilha diante do espetáculo do mundo — grandioso, assustador e ameaçador. O encantamento intelectual e a desproteção física o impelem a tentar compreender a Grande Realidade. A busca de conhecimento está, desde o início, associada à necessidade de saciar a curiosidade intelectual e à de ter algum tipo de controle sobre a ambiência. Fosse o mundo um paraíso, talvez o homem não tivesse se deparado com a urgência de trilhar a pedregosa e incerta estrada do conhecimento. Talvez pudesse ter se entregado exclusivamente ao prazer de usufruí-lo. Mas desde tempos imemoriais o homem se vê confrontado com desafios que põem em risco sua própria sobrevivência. Aos poucos foi desenvolvendo a capacidade de dar respostas inteligentes aos problemas. E tal evolução intelectual culminou com a busca sistemática de conhecimento.

Só muito recentemente a aventura humana começou a produzir os saberes aplicados que tantos benefícios têm proporcionado aos indivíduos e às comunidades. E esse grande salto só se tornou possível quando o homem, superando a fase do “pensamento mágico”, passou a elaborar explicações que se dedicavam a apreender a racionalidade intrínseca aos fenômenos. Com o tempo, o saber deixou de ser apenas uma forma de poder social — baseado no papel dos mitos, das religiões e das filosofias na representação das relações sociais — e se transformou também em uma forma de poder sobre a natureza.

Adalberto Oliva. Filosofia da ciência, 2003, p. 7-8 (com adaptações).

Julgue o item abaixo com referência às idéias e estruturas do texto anterior, de Adalberto Oliva.

Se retiradas as palavras “própria” e “apenas”, são mantidas a correção gramatical dos períodos em que estão empregadas e o sentido do texto.

 

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83359 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Na aurora de sua história letrada, o homem se maravilha diante do espetáculo do mundo — grandioso, assustador e ameaçador. O encantamento intelectual e a desproteção física o impelem a tentar compreender a Grande Realidade. A busca de conhecimento está, desde o início, associada à necessidade de saciar a curiosidade intelectual e à de ter algum tipo de controle sobre a ambiência. Fosse o mundo um paraíso, talvez o homem não tivesse se deparado com a urgência de trilhar a pedregosa e incerta estrada do conhecimento. Talvez pudesse ter se entregado exclusivamente ao prazer de usufruí-lo. Mas desde tempos imemoriais o homem se vê confrontado com desafios que põem em risco sua própria sobrevivência. Aos poucos foi desenvolvendo a capacidade de dar respostas inteligentes aos problemas. E tal evolução intelectual culminou com a busca sistemática de conhecimento.

Só muito recentemente a aventura humana começou a produzir os saberes aplicados que tantos benefícios têm proporcionado aos indivíduos e às comunidades. E esse grande salto só se tornou possível quando o homem, superando a fase do “pensamento mágico”, passou a elaborar explicações que se dedicavam a apreender a racionalidade intrínseca aos fenômenos. Com o tempo, o saber deixou de ser apenas uma forma de poder social — baseado no papel dos mitos, das religiões e das filosofias na representação das relações sociais — e se transformou também em uma forma de poder sobre a natureza.

Adalberto Oliva. Filosofia da ciência, 2003, p. 7-8 (com adaptações).

Julgue o item abaixo com referência às idéias e estruturas do texto anterior, de Adalberto Oliva.

Nas linhas em destaque, o termo “que” exerce a função de sujeito da oração e refere-se, respectivamente, a “desafios” e “os saberes aplicados”.

 

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83358 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Na aurora de sua história letrada, o homem se maravilha diante do espetáculo do mundo — grandioso, assustador e ameaçador. O encantamento intelectual e a desproteção física o impelem a tentar compreender a Grande Realidade. A busca de conhecimento está, desde o início, associada à necessidade de saciar a curiosidade intelectual e à de ter algum tipo de controle sobre a ambiência. Fosse o mundo um paraíso, talvez o homem não tivesse se deparado com a urgência de trilhar a pedregosa e incerta estrada do conhecimento. Talvez pudesse ter se entregado exclusivamente ao prazer de usufruí-lo. Mas desde tempos imemoriais o homem se vê confrontado com desafios que põem em risco sua própria sobrevivência. Aos poucos foi desenvolvendo a capacidade de dar respostas inteligentes aos problemas. E tal evolução intelectual culminou com a busca sistemática de conhecimento.

Só muito recentemente a aventura humana começou a produzir os saberes aplicados que tantos benefícios têm proporcionado aos indivíduos e às comunidades. E esse grande salto só se tornou possível quando o homem, superando a fase do “pensamento mágico”, passou a elaborar explicações que se dedicavam a apreender a racionalidade intrínseca aos fenômenos. Com o tempo, o saber deixou de ser apenas uma forma de poder social — baseado no papel dos mitos, das religiões e das filosofias na representação das relações sociais — e se transformou também em uma forma de poder sobre a natureza.

Adalberto Oliva. Filosofia da ciência, 2003, p. 7-8 (com adaptações).

Julgue o item abaixo com referência às idéias e estruturas do texto anterior, de Adalberto Oliva.

Na linha em destaque, seria incorreta a inserção de vírgula imediatamente após as palavras “Mas” e “imemoriais”, uma vez que tal modificação prejudicaria a linha de raciocínio pretendida pelo autor.

 

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83357 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Na aurora de sua história letrada, o homem se maravilha diante do espetáculo do mundo — grandioso, assustador e ameaçador. O encantamento intelectual e a desproteção física o impelem a tentar compreender a Grande Realidade. A busca de conhecimento está, desde o início, associada à necessidade de saciar a curiosidade intelectual e à de ter algum tipo de controle sobre a ambiência. Fosse o mundo um paraíso, talvez o homem não tivesse se deparado com a urgência de trilhar a pedregosa e incerta estrada do conhecimento. Talvez pudesse ter se entregado exclusivamente ao prazer de usufruí-lo. Mas desde tempos imemoriais o homem se vê confrontado com desafios que põem em risco sua própria sobrevivência. Aos poucos foi desenvolvendo a capacidade de dar respostas inteligentes aos problemas. E tal evolução intelectual culminou com a busca sistemática de conhecimento.

Só muito recentemente a aventura humana começou a produzir os saberes aplicados que tantos benefícios têm proporcionado aos indivíduos e às comunidades. E esse grande salto só se tornou possível quando o homem, superando a fase do “pensamento mágico”, passou a elaborar explicações que se dedicavam a apreender a racionalidade intrínseca aos fenômenos. Com o tempo, o saber deixou de ser apenas uma forma de poder social — baseado no papel dos mitos, das religiões e das filosofias na representação das relações sociais — e se transformou também em uma forma de poder sobre a natureza.

Adalberto Oliva. Filosofia da ciência, 2003, p. 7-8 (com adaptações).

Julgue o item abaixo com referência às idéias e estruturas do texto anterior, de Adalberto Oliva.

Na construção do primeiro parágrafo, o referente das expressões “espetáculo do mundo”, “Grande Realidade” e “ambiência” é o mesmo.

 

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