Foram encontradas 415 questões.
Julgue os fragmentos de textos no item que se segue quanto à correção gramatical e quanto à grafia.
Novas formas de abordagem ensejam ver novas coisas ou até novas propriedades nos objetos mais familhares. Com um pouco de exagero, podem-se dizer que novos pontos de vista, descortinam ‘novos mundos’.
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Julgue os fragmentos de textos no item que se segue quanto à correção gramatical e quanto à grafia.
Os grandes saltos de progresso — material e intelectual — estão ligados às mudanças de ótica, à identificação de novos nichos, à abertura de novos caminhos, à introdução de novas técnicas e tecnologias.
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Julgue os fragmentos de textos no item que se segue quanto à correção gramatical e quanto à grafia.
Talvez o cientista esteja condenado, em suas tentativas de ir além do que já tem e já sabe, a seguir o desconcertante conselho: tente de novo, fracasse de novo, fracasse melhor.
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Julgue os fragmentos de textos no item que se segue quanto à correção gramatical e quanto à grafia.
Como demonstra a história da ciência, o acaso acaba tendo importante papel na pesquisa. Ainda estão por ser determinadas, as quantidades de inspiração e transpiração necessários à conquista do novo, à introdução de inovações.
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Julgue os fragmentos de textos no item que se segue quanto à correção gramatical e quanto à grafia.
Não existe uma lógica da criação que possa prescrever atitudes e comportamentos que levem à descoberta de novos fatos e à invenção de novas teorias. Não existe um método lógico de conceber idéias novas ou de reconstruir logicamente esse processo. Não se conhece a fórmula da criatividade: trata-se de uma aventura pelo desconhecido.
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Na aurora de sua história letrada, o homem se maravilha diante do espetáculo do mundo — grandioso, assustador e ameaçador. O encantamento intelectual e a desproteção física o impelem a tentar compreender a Grande Realidade. A busca de conhecimento está, desde o início, associada à necessidade de saciar a curiosidade intelectual e à de ter algum tipo de controle sobre a ambiência. Fosse o mundo um paraíso, talvez o homem não tivesse se deparado com a urgência de trilhar a pedregosa e incerta estrada do conhecimento. Talvez pudesse ter se entregado exclusivamente ao prazer de usufruí-lo. Mas desde tempos imemoriais o homem se vê confrontado com desafios que põem em risco sua própria sobrevivência. Aos poucos foi desenvolvendo a capacidade de dar respostas inteligentes aos problemas. E tal evolução intelectual culminou com a busca sistemática de conhecimento.
Só muito recentemente a aventura humana começou a produzir os saberes aplicados que tantos benefícios têm proporcionado aos indivíduos e às comunidades. E esse grande salto só se tornou possível quando o homem, superando a fase do “pensamento mágico”, passou a elaborar explicações que se dedicavam a apreender a racionalidade intrínseca aos fenômenos. Com o tempo, o saber deixou de ser apenas uma forma de poder social — baseado no papel dos mitos, das religiões e das filosofias na representação das relações sociais — e se transformou também em uma forma de poder sobre a natureza.
Adalberto Oliva. Filosofia da ciência, 2003, p. 7-8 (com adaptações).
Julgue o item abaixo com referência às idéias e estruturas do texto anterior, de Adalberto Oliva.
O pronome “tal” funciona no texto como um elemento coesivo que retoma a idéia de desenvolvimento da “capacidade de dar respostas inteligentes aos problemas” como uma “evolução intelectual”.
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Na aurora de sua história letrada, o homem se maravilha diante do espetáculo do mundo — grandioso, assustador e ameaçador. O encantamento intelectual e a desproteção física o impelem a tentar compreender a Grande Realidade. A busca de conhecimento está, desde o início, associada à necessidade de saciar a curiosidade intelectual e à de ter algum tipo de controle sobre a ambiência. Fosse o mundo um paraíso, talvez o homem não tivesse se deparado com a urgência de trilhar a pedregosa e incerta estrada do conhecimento. Talvez pudesse ter se entregado exclusivamente ao prazer de usufruí-lo. Mas desde tempos imemoriais o homem se vê confrontado com desafios que põem em risco sua própria sobrevivência. Aos poucos foi desenvolvendo a capacidade de dar respostas inteligentes aos problemas. E tal evolução intelectual culminou com a busca sistemática de conhecimento.
Só muito recentemente a aventura humana começou a produzir os saberes aplicados que tantos benefícios têm proporcionado aos indivíduos e às comunidades. E esse grande salto só se tornou possível quando o homem, superando a fase do “pensamento mágico”, passou a elaborar explicações que se dedicavam a apreender a racionalidade intrínseca aos fenômenos. Com o tempo, o saber deixou de ser apenas uma forma de poder social — baseado no papel dos mitos, das religiões e das filosofias na representação das relações sociais — e se transformou também em uma forma de poder sobre a natureza.
Adalberto Oliva. Filosofia da ciência, 2003, p. 7-8 (com adaptações).
Julgue o item abaixo com referência às idéias e estruturas do texto anterior, de Adalberto Oliva.
Se retiradas as palavras “própria” e “apenas”, são mantidas a correção gramatical dos períodos em que estão empregadas e o sentido do texto.
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Na aurora de sua história letrada, o homem se maravilha diante do espetáculo do mundo — grandioso, assustador e ameaçador. O encantamento intelectual e a desproteção física o impelem a tentar compreender a Grande Realidade. A busca de conhecimento está, desde o início, associada à necessidade de saciar a curiosidade intelectual e à de ter algum tipo de controle sobre a ambiência. Fosse o mundo um paraíso, talvez o homem não tivesse se deparado com a urgência de trilhar a pedregosa e incerta estrada do conhecimento. Talvez pudesse ter se entregado exclusivamente ao prazer de usufruí-lo. Mas desde tempos imemoriais o homem se vê confrontado com desafios que põem em risco sua própria sobrevivência. Aos poucos foi desenvolvendo a capacidade de dar respostas inteligentes aos problemas. E tal evolução intelectual culminou com a busca sistemática de conhecimento.
Só muito recentemente a aventura humana começou a produzir os saberes aplicados que tantos benefícios têm proporcionado aos indivíduos e às comunidades. E esse grande salto só se tornou possível quando o homem, superando a fase do “pensamento mágico”, passou a elaborar explicações que se dedicavam a apreender a racionalidade intrínseca aos fenômenos. Com o tempo, o saber deixou de ser apenas uma forma de poder social — baseado no papel dos mitos, das religiões e das filosofias na representação das relações sociais — e se transformou também em uma forma de poder sobre a natureza.
Adalberto Oliva. Filosofia da ciência, 2003, p. 7-8 (com adaptações).
Julgue o item abaixo com referência às idéias e estruturas do texto anterior, de Adalberto Oliva.
Nas linhas em destaque, o termo “que” exerce a função de sujeito da oração e refere-se, respectivamente, a “desafios” e “os saberes aplicados”.
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Na aurora de sua história letrada, o homem se maravilha diante do espetáculo do mundo — grandioso, assustador e ameaçador. O encantamento intelectual e a desproteção física o impelem a tentar compreender a Grande Realidade. A busca de conhecimento está, desde o início, associada à necessidade de saciar a curiosidade intelectual e à de ter algum tipo de controle sobre a ambiência. Fosse o mundo um paraíso, talvez o homem não tivesse se deparado com a urgência de trilhar a pedregosa e incerta estrada do conhecimento. Talvez pudesse ter se entregado exclusivamente ao prazer de usufruí-lo. Mas desde tempos imemoriais o homem se vê confrontado com desafios que põem em risco sua própria sobrevivência. Aos poucos foi desenvolvendo a capacidade de dar respostas inteligentes aos problemas. E tal evolução intelectual culminou com a busca sistemática de conhecimento.
Só muito recentemente a aventura humana começou a produzir os saberes aplicados que tantos benefícios têm proporcionado aos indivíduos e às comunidades. E esse grande salto só se tornou possível quando o homem, superando a fase do “pensamento mágico”, passou a elaborar explicações que se dedicavam a apreender a racionalidade intrínseca aos fenômenos. Com o tempo, o saber deixou de ser apenas uma forma de poder social — baseado no papel dos mitos, das religiões e das filosofias na representação das relações sociais — e se transformou também em uma forma de poder sobre a natureza.
Adalberto Oliva. Filosofia da ciência, 2003, p. 7-8 (com adaptações).
Julgue o item abaixo com referência às idéias e estruturas do texto anterior, de Adalberto Oliva.
Na linha em destaque, seria incorreta a inserção de vírgula imediatamente após as palavras “Mas” e “imemoriais”, uma vez que tal modificação prejudicaria a linha de raciocínio pretendida pelo autor.
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Na aurora de sua história letrada, o homem se maravilha diante do espetáculo do mundo — grandioso, assustador e ameaçador. O encantamento intelectual e a desproteção física o impelem a tentar compreender a Grande Realidade. A busca de conhecimento está, desde o início, associada à necessidade de saciar a curiosidade intelectual e à de ter algum tipo de controle sobre a ambiência. Fosse o mundo um paraíso, talvez o homem não tivesse se deparado com a urgência de trilhar a pedregosa e incerta estrada do conhecimento. Talvez pudesse ter se entregado exclusivamente ao prazer de usufruí-lo. Mas desde tempos imemoriais o homem se vê confrontado com desafios que põem em risco sua própria sobrevivência. Aos poucos foi desenvolvendo a capacidade de dar respostas inteligentes aos problemas. E tal evolução intelectual culminou com a busca sistemática de conhecimento.
Só muito recentemente a aventura humana começou a produzir os saberes aplicados que tantos benefícios têm proporcionado aos indivíduos e às comunidades. E esse grande salto só se tornou possível quando o homem, superando a fase do “pensamento mágico”, passou a elaborar explicações que se dedicavam a apreender a racionalidade intrínseca aos fenômenos. Com o tempo, o saber deixou de ser apenas uma forma de poder social — baseado no papel dos mitos, das religiões e das filosofias na representação das relações sociais — e se transformou também em uma forma de poder sobre a natureza.
Adalberto Oliva. Filosofia da ciência, 2003, p. 7-8 (com adaptações).
Julgue o item abaixo com referência às idéias e estruturas do texto anterior, de Adalberto Oliva.
Na construção do primeiro parágrafo, o referente das expressões “espetáculo do mundo”, “Grande Realidade” e “ambiência” é o mesmo.
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