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As estruturas societárias têm se tornado cada vez mais complexas
no capitalismo global, apesar de no Brasil ainda ser possível
associar em muitas empresas o acionista controlador com os
nomes das famílias fundadoras ou dos fundadores. Esse é o caso,
por exemplo, da Gerdau, da Natura e da Marfrig. Contudo,
mesmo no Brasil, algumas empresas apresentam estruturas
societárias complexas em que o comando da empresa é
compartilhado entre investidores com interesses díspares, como
o de diferentes tipos de fundos de investimento e entidades
controladas pelo governo. Esse é o caso, por exemplo, da
Embraer, que pode ser considerada uma “empresa sem dono”,
pois não há um bloco claro de controle acionário: a Previ detém
7,84% e o BNDES-Par 5,37% do capital da empresa, mas 64%
estão em livre circulação no mercado de forma pulverizada.
Portanto, a compreensão dos diferentes interesses que movem
cada um dos investidores é fundamental para o bom
desempenho do analista de negócios. A Previ e o BNDES-Par são,
respectivamente, investidores do tipo:
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- Custo × Volume × LucroCálculo do ponto de equilíbrio (econômico, contábil e financeiro)
- Custo × Volume × LucroAnálise Custo-Volume-Lucro
Muitos negócios são implementados sem que ao menos o gestor
tenha uma visão clara do ponto de equilíbrio a ser atingido para
que o negócio tenha viabilidade. Uma das medidas para avaliar
esse critério é o ponto de equilíbrio operacional, cuja melhor
definição é:
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- Análise de Demonstrações ContábeisFluxo de Caixa
- Análise de Demonstrações ContábeisDemais Tipos de Análise
Um analista avaliou um projeto de investimento que apresentava
fluxos de caixa projetados confiáveis, compreendendo um
vultoso investimento inicial, fluxos de caixa líquidos futuros
positivos, vida econômica de 6 (seis) anos, e custo médio
ponderado de capital para o projeto calculado em 22% a.a.. A
Taxa Interna de Retorno – TIR calculada do projeto foi de
45% a.a., resolvendo-se, assim, calcular também a Taxa Interna
de Retorno Modificada do projeto – TIR(M). Nesse intuito, ao
considerar no cálculo da TIR(M) uma taxa de:
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- Análise de Demonstrações ContábeisEstrutura de Capital e SolvênciaCapital de Giro
- Análise de Demonstrações ContábeisDemais Tipos de Análise
Ao avaliar um projeto de investimento, por simplificação, muitas
vezes os analistas consideram um investimento em capital de giro
no início do projeto e sua recuperação nominal ao final. Dessa
maneira, a premissa utilizada é a de que o capital de giro
investido:
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- Análise de Demonstrações ContábeisEstrutura de Capital e SolvênciaCapital de Giro
- Análise de Demonstrações ContábeisDemais Tipos de Análise
A projeção das necessidades de capital de giro operacional
líquido de um projeto de investimento ou de uma empresa deve
ser levada em consideração no cálculo do valor presente dos
fluxos de caixa livres projetados em análise. Dessa maneira,
quando for observada, de um ano para outro, uma variação do
capital de giro operacional líquido:
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- Análise de Demonstrações ContábeisÍndicesLucratividade e Rentabilidade
- Análise de Demonstrações ContábeisÍndicesMercado
Um gestor empresarial estava trabalhando no orçamento de
capital do próximo ano da empresa onde atua e percebeu que a
soma dos investimentos demandados pelos 10 (dez) projetos de
investimento apresentados superava o valor orçado. No intuito
de determinar quais projetos apresentam maior geração de valor
por unidade de capital investido, o gestor deverá calcular, para
cada projeto, seu/sua:
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- Análise de Demonstrações ContábeisFluxo de Caixa
- Análise de Demonstrações ContábeisDemais Tipos de Análise
Apesar de a análise de sensibilidade ser uma técnica muito
utilizada em análise de projetos de investimento, a partir do
momento em que o analista opta por um determinado cenário e
fornece sua recomendação por meio da valoração via fluxo de
caixa projetado, ele está abrindo mão dos outros cenários
possíveis. Na prática, projetos podem ser mudados, adiados,
ampliados, diminuídos; enfim, há uma gama de possibilidades
que o método tradicional de fluxo de caixa descontado restringe
a apenas uma, tendendo, assim, esse método a:
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Um profissional de mercado realizou a análise econômico-financeira
de uma empresa do setor siderúrgico e, para tanto, fez
uso das informações contábeis divulgadas em sua Demonstração
de Resultado de Exercício – DRE de 2014, que apresentou lucro
líquido de R$ 1 milhão. Ao calcular o EVA® (Economic Value
Added ou Valor Econômico Adicionado) da empresa para o
mesmo período, o profissional:
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Um analista de negócios calculou a vida útil de um projeto de
investimento em 10 (dez) anos. Esse mesmo projeto apresenta
um fluxo de caixa convencional, ou seja, todas as projeções
futuras de fluxos de caixa são positivas. Ao calcular o tempo de
recuperação do capital a ser investido, técnica conhecida em
inglês como payback, o analista fez uso de uma taxa de desconto
igual a 18% a.a., encontrando um payback descontado para o
projeto igual a 7 (sete) anos. Portanto, o analista deverá
encontrar para o mesmo projeto:
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- Análise de Demonstrações ContábeisÍndices
- Análise de Demonstrações ContábeisRetorno sobre Capital EmpregadoEBITDA
Um analista de avaliação de empresas deseja estimar o valor
“justo” da ação de uma empresa, fazendo uso de dois métodos
de avaliação: “1”. fluxo de caixa descontado; e “2”. avaliação
relativa por múltiplos. Devido ao seu histórico de sucesso em
avaliação de ações, ele determinou que o método “1” receberá
70% do peso de seus cálculos e o método “2” receberá 30% do
peso, sendo 20% para o múltiplo P/E e 10% para o múltiplo
EV/EBITDA (também conhecido como FV/EBITDA). A empresa
apresenta as seguintes informações econômico-financeiras:
Quantidade de ações: 1 milhão; Enterprise Value - EV (ou Firm Value - FV) pelo método “1”: R$ 16 milhões; Dívida financeira líquida: R$ 4 milhões; P/E de empresas comparáveis: 6; EV/EBITDA (FV/EBITDA) de empresas comparáveis: 8,5; EBITDA: R$ 2 milhões; Lucro Líquido por ação: R$ 2,50.
Utilizando essas informações, o valor "justo" da ação em análise será estimado pelo analista, em reais, ao valor de:
Quantidade de ações: 1 milhão; Enterprise Value - EV (ou Firm Value - FV) pelo método “1”: R$ 16 milhões; Dívida financeira líquida: R$ 4 milhões; P/E de empresas comparáveis: 6; EV/EBITDA (FV/EBITDA) de empresas comparáveis: 8,5; EBITDA: R$ 2 milhões; Lucro Líquido por ação: R$ 2,50.
Utilizando essas informações, o valor "justo" da ação em análise será estimado pelo analista, em reais, ao valor de:
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