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A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) é uma empresa privada controlada pelo grupo Moreira Salles. No início dos anos 1970, por solicitação da CAMIG, atual Codemig, foi estabelecida uma nova forma de associação público-privada entre CBMM e Codemig para a exploração conjunta das jazidas de Araxá. A CBMM e o governo de Minas Gerais haviam recebido a concessão para a exploração dessas jazidas nos anos 1950. Na associação firmada em 1972 pelo prazo de 60 anos, a Codemig figura como sócio participante e a CBMM como sócio ostensivo. Como sócio participante, a Codemig pode fiscalizar a gestão da CBMM, mas não interfere nas relações desta com terceiros.
Em 2002, decorrido o prazo de 30 anos da celebração do contrato inicial, as partes não manifestaram interesse na rescisão que, portanto, teve sua duração mantida até o prazo original de 2032.
Com base nas informações acima, o instrumento público que suporta a parceria público-privada entre a Codemig e a CBMM é:
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Uma empresa está com bastante caixa disponível e planeja investi-lo na expansão de sua fábrica. A empresa não precisará substituir nenhum equipamento, apenas adicionar ao seu parque fabril novas máquinas de produção. O gestor geral da empresa, no entanto, estava preocupado, pois ele entende que tais aquisições reduzirão um dos indicadores pelo qual é avaliado, o “Retorno sobre os Ativos” ou ROA em inglês, mesmo com as expectativas reais de aumento imediato no lucro líquido da empresa após a realização do investimento.
Considerando tais expectativas, o gestor está:
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- Custo × Volume × LucroGrau de Alavancagem Operacional
- Custo × Volume × LucroAnálise Custo-Volume-Lucro
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- Custo × Volume × LucroCálculo do ponto de equilíbrio (econômico, contábil e financeiro)
- Custo × Volume × LucroAnálise Custo-Volume-Lucro
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- Análise de Demonstrações ContábeisRetorno sobre Capital EmpregadoAlavancagem
- Análise de Demonstrações ContábeisDemais Tipos de Análise
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- Análise de Demonstrações ContábeisÍndices
- Análise de Demonstrações ContábeisRetorno sobre Capital EmpregadoEBITDA
Um analista de avaliação de empresas calcula o valor “justo” da ação de uma empresa, fazendo uso de dois métodos integrados: “I”. fluxo de caixa descontado; e “II”. avaliação relativa por múltiplos. Ele determina que o método “I” receberá 60% do peso de seus cálculos e o método “II” receberá 40% do peso, sendo metade para o múltiplo P/E e metade para o múltiplo EV/EBITDA (também conhecido como FV/EBITDA). A empresa apresenta as seguintes informações econômico-financeiras:
Quantidade de ações: 1 milhão;
Enterprise Value - EV (ou Firm Value - FV) pelo método “I”: R$ 23 milhões;
Dívida financeira líquida: R$ 5 milhões;
P/E de empresas comparáveis: 10;
EV/EBITDA (FV/EBITDA) de empresas comparáveis: 12;
EBITDA: R$ 2 milhões;
Lucro Líquido por ação: R$ 2,00.
Utilizando essas informações, o valor "justo" da ação em análise será, em reais, estimado ao valor de:
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- Análise de Demonstrações ContábeisFluxo de Caixa
- Análise de Demonstrações ContábeisDemais Tipos de Análise
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