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Infância digital
Celulares, computadores e telas de todo o tipo vêm sendo incorporados ao cotidiano desde os anos 90. Então, se pararmos para pensar, as crianças nascidas a partir de 2007 já surgiram em um mundo amplamente tecnológico. Porém, a Organização Mundial de Saúde faz um alerta: antes dos dois anos, as crianças não devem usar dispositivos eletrônicos.
Para a neurocientista e consultora pedagógica, Carla Tieppo, o perigo está no imediatismo: a facilidade com que a criança pode controlar o começo e o fim de algum conteúdo que está absorvendo faz com que ela não precise prestar atenção, algo muito diferente do que ocorre com uma história narrada ao vivo, por exemplo.
Além disso, estudos feitos por pesquisadores canadenses e americanos demonstram que o tempo de exposição prolongado às telas pode comprometer a orientação espacial e temporal e a interação com o outro, além de favorecer a obesidade e o sedentarismo, gerando problemas de sono e agressividade.
Para evitar tanto a estafa mental quanto o ócio corporal, é importante que a criança faça pausas para interagir com outras atividades, principalmente que estimulem os movimentos, dando um tempo na euforia provocada pela cintilação e pelas cores intensas dos dispositivos.
Outro ponto relevante é sobre o uso noturno de telas. A luz emitida pelos aparelhos diminui a produção de melatonina, o hormônio do sono, piorando a qualidade da hora de dormir. E a falta dele pode, inclusive, causar obesidade e depressão.
Mas nem tudo é negativo. O segredo do bom uso está em transformar os dispositivos em ferramentas prazerosas de educação. Carla ressalta o valor dos estímulos construtivos, defendendo o uso da tecnologia como uma aliada do aprendizado e não meramente como uma distração, pois, para ela, as atividades educativas e as interações lúdicas realizadas com a ajuda dos equipamentos irão agregar no desenvolvimento cognitivo infantil, contribuindo com conteúdo e mais conhecimento.
O papel do adulto é trazer equilíbrio e orientação. Delimitar o tempo e selecionar temas de qualidade ajudam a criança a ter boas experiências com essas tecnologias, que vão desde lições de comportamento até a mais pura e simples diversão.
(Fonte: O Futuro Agora - adaptado.)
Considerando-se as ideias do texto, assinalar a alternativa que NÃO corresponde ao significado da palavra “imediatismo”, sublinhada no segundo parágrafo:
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisNotícia
Infância digital
Celulares, computadores e telas de todo o tipo vêm sendo incorporados ao cotidiano desde os anos 90. Então, se pararmos para pensar, as crianças nascidas a partir de 2007 já surgiram em um mundo amplamente tecnológico. Porém, a Organização Mundial de Saúde faz um alerta: antes dos dois anos, as crianças não devem usar dispositivos eletrônicos.
Para a neurocientista e consultora pedagógica, Carla Tieppo, o perigo está no imediatismo: a facilidade com que a criança pode controlar o começo e o fim de algum conteúdo que está absorvendo faz com que ela não precise prestar atenção, algo muito diferente do que ocorre com uma história narrada ao vivo, por exemplo.
Além disso, estudos feitos por pesquisadores canadenses e americanos demonstram que o tempo de exposição prolongado às telas pode comprometer a orientação espacial e temporal e a interação com o outro, além de favorecer a obesidade e o sedentarismo, gerando problemas de sono e agressividade.
Para evitar tanto a estafa mental quanto o ócio corporal, é importante que a criança faça pausas para interagir com outras atividades, principalmente que estimulem os movimentos, dando um tempo na euforia provocada pela cintilação e pelas cores intensas dos dispositivos.
Outro ponto relevante é sobre o uso noturno de telas. A luz emitida pelos aparelhos diminui a produção de melatonina, o hormônio do sono, piorando a qualidade da hora de dormir. E a falta dele pode, inclusive, causar obesidade e depressão.
Mas nem tudo é negativo. O segredo do bom uso está em transformar os dispositivos em ferramentas prazerosas de educação. Carla ressalta o valor dos estímulos construtivos, defendendo o uso da tecnologia como uma aliada do aprendizado e não meramente como uma distração, pois, para ela, as atividades educativas e as interações lúdicas realizadas com a ajuda dos equipamentos irão agregar no desenvolvimento cognitivo infantil, contribuindo com conteúdo e mais conhecimento.
O papel do adulto é trazer equilíbrio e orientação. Delimitar o tempo e selecionar temas de qualidade ajudam a criança a ter boas experiências com essas tecnologias, que vão desde lições de comportamento até a mais pura e simples diversão.
(Fonte: O Futuro Agora - adaptado.)
Sabendo-se que o texto apresentado é uma notícia, qual o objetivo principal de sua veiculação?
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Infância digital
Celulares, computadores e telas de todo o tipo vêm sendo incorporados ao cotidiano desde os anos 90. Então, se pararmos para pensar, as crianças nascidas a partir de 2007 já surgiram em um mundo amplamente tecnológico. Porém, a Organização Mundial de Saúde faz um alerta: antes dos dois anos, as crianças não devem usar dispositivos eletrônicos.
Para a neurocientista e consultora pedagógica, Carla Tieppo, o perigo está no imediatismo: a facilidade com que a criança pode controlar o começo e o fim de algum conteúdo que está absorvendo faz com que ela não precise prestar atenção, algo muito diferente do que ocorre com uma história narrada ao vivo, por exemplo.
Além disso, estudos feitos por pesquisadores canadenses e americanos demonstram que o tempo de exposição prolongado às telas pode comprometer a orientação espacial e temporal e a interação com o outro, além de favorecer a obesidade e o sedentarismo, gerando problemas de sono e agressividade.
Para evitar tanto a estafa mental quanto o ócio corporal, é importante que a criança faça pausas para interagir com outras atividades, principalmente que estimulem os movimentos, dando um tempo na euforia provocada pela cintilação e pelas cores intensas dos dispositivos.
Outro ponto relevante é sobre o uso noturno de telas. A luz emitida pelos aparelhos diminui a produção de melatonina, o hormônio do sono, piorando a qualidade da hora de dormir. E a falta dele pode, inclusive, causar obesidade e depressão.
Mas nem tudo é negativo. O segredo do bom uso está em transformar os dispositivos em ferramentas prazerosas de educação. Carla ressalta o valor dos estímulos construtivos, defendendo o uso da tecnologia como uma aliada do aprendizado e não meramente como uma distração, pois, para ela, as atividades educativas e as interações lúdicas realizadas com a ajuda dos equipamentos irão agregar no desenvolvimento cognitivo infantil, contribuindo com conteúdo e mais conhecimento.
O papel do adulto é trazer equilíbrio e orientação. Delimitar o tempo e selecionar temas de qualidade ajudam a criança a ter boas experiências com essas tecnologias, que vão desde lições de comportamento até a mais pura e simples diversão.
(Fonte: O Futuro Agora - adaptado.)
De acordo com o texto, em relação à incorporação digital na infância, é CORRETO afirmar que:
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- SintaxeConcordânciaConcordância Nominal
- MorfologiaSubstantivosFlexões do SubstantivoSubstantivo: Flexão de Número
Infância digital
Celulares, computadores e telas de todo o tipo vêm sendo incorporados ao cotidiano desde os anos 90. Então, se pararmos para pensar, as crianças nascidas a partir de 2007 já surgiram em um mundo amplamente tecnológico. Porém, a Organização Mundial de Saúde faz um alerta: antes dos dois anos, as crianças não devem usar dispositivos eletrônicos.
Para a neurocientista e consultora pedagógica, Carla Tieppo, o perigo está no imediatismo: a facilidade com que a criança pode controlar o começo e o fim de algum conteúdo que está absorvendo faz com que ela não precise prestar atenção, algo muito diferente do que ocorre com uma história narrada ao vivo, por exemplo.
Além disso, estudos feitos por pesquisadores canadenses e americanos demonstram que o tempo de exposição prolongado às telas pode comprometer a orientação espacial e temporal e a interação com o outro, além de favorecer a obesidade e o sedentarismo, gerando problemas de sono e agressividade.
Para evitar tanto a estafa mental quanto o ócio corporal, é importante que a criança faça pausas para interagir com outras atividades, principalmente que estimulem os movimentos, dando um tempo na euforia provocada pela cintilação e pelas cores intensas dos dispositivos.
Outro ponto relevante é sobre o uso noturno de telas. A luz emitida pelos aparelhos diminui a produção de melatonina, o hormônio do sono, piorando a qualidade da hora de dormir. E a falta dele pode, inclusive, causar obesidade e depressão.
Mas nem tudo é negativo. O segredo do bom uso está em transformar os dispositivos em ferramentas prazerosas de educação. Carla ressalta o valor dos estímulos construtivos, defendendo o uso da tecnologia como uma aliada do aprendizado e não meramente como uma distração, pois, para ela, as atividades educativas e as interações lúdicas realizadas com a ajuda dos equipamentos irão agregar no desenvolvimento cognitivo infantil, contribuindo com conteúdo e mais conhecimento.
O papel do adulto é trazer equilíbrio e orientação. Delimitar o tempo e selecionar temas de qualidade ajudam a criança a ter boas experiências com essas tecnologias, que vão desde lições de comportamento até a mais pura e simples diversão.
(Fonte: O Futuro Agora - adaptado.)
No trecho "A luz emitida pelos aparelhos diminui a produção de melatonina, o hormônio do sono, piorando a qualidade da hora de dormir.", se a palavra "luz" for pluralizada, quantas outras palavras também devem sofrer alteração?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: COIS
A respeito da matriz energética brasileira, marcar C para as afirmativas Certas, E para as afirmativas Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) Petróleo e seus derivados são a base energética principal da matriz brasileira.
(_) A produção de energia nuclear no Brasil não existe, pois apenas produzimos energia de fontes renováveis.
(_) Dentre as fontes energéticas que compõem a matriz brasileira, a energia hidráulica é a mais representativa.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: COIS
Analisar a reportagem a seguir adaptada da CNN Brasil:
“No dia 24 de março de 2023, a maior Exchange de criptomoedas do mundo suspendeu as negociações à vista de criptos por conta de um bug na plataforma.”
O que é Exchange?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: COIS
Antes de os europeus chegarem ao Brasil, aqui já existiam povos originários bem distribuídos, com estruturas de organização, crenças e vivências ambientais completamente diferentes dos colonizadores recém-chegados. São povos originários brasileiros, EXCETO:
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Um capital de R$ 6.000,00 foi aplicado por quatro meses, e os juros produzidos foram de R$ 720,00. Considerando-se isso, determinar a taxa mensal da aplicação sob regime de juros simples:
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