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Foram encontradas 24 questões.

2967013 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Belém
Orgão: Col.Mil. Belém
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Enunciado 3317182-1

Disponível em: <https://guiamachado.com.br/supermercado-alvorada-ofertas-validas-ate-26-05-19/>. Acesso em: 31 ago. 2021.

Para preparar a cobertura do bolo, Andressa consultou a receita na internet e viu que nela constavam três ingredientes: um pacote e meio de farinha de trigo, um pacote e meio de achocolatado e duas barras de chocolate.

Sabendo que cada pacote de farinha de trigo tem 1 Kg, cada pacote de achocolatado 800 g e cada barra de chocolate 90 g, qual será a massa total da cobertura desse bolo, em gramas?

 

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2967012 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Belém
Orgão: Col.Mil. Belém
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Enunciado 3317181-1

Disponível em: <https://guiamachado.com.br/supermercado-alvorada-ofertas-validas-ate-26-05-19/>. Acesso em: 31 ago. 2021.

Andressa e sua mãe foram ao supermercado comprar alguns ingredientes para um bolo de aniversário do pai de Andressa. No catálogo de produtos, perceberam que alguns itens estavam em promoção: a farinha de trigo Rosa Branca R$ 2,49 cada pacote; o achocolatado Nescau R$ 8,99 a unidade e a barra de chocolate Lacta por R$ 3,99 cada uma.

Sabendo que a mãe de Andressa tem R$ 100,00 para comprar dois pacotes de farinha de trigo, dois pacotes de achocolatado e duas barras de chocolate, quanto sobrará de troco ao final dessa compra?

 

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2966999 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belém
Orgão: Col.Mil. Belém
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Labirinto labiríntico

De repente, como num susto, num soluço ou num sonho, o menino detetive se viu totalmente perdido em um labirinto.

Mas não era um labirinto qualquer. Era um labirinto labiríntico.

Como sairia dali? Não tinha nem ideia.

O detetive menino (é o mesmo que menino detetive?) não viu placas mostrando o melhor caminho a tomar, não viu marcas no chão com dicas ou sugestões e não viu nem paredes nem muros para pular. Só havia um quebra-cabeça misterioso.

Do lado de fora da caixa do quebra-cabeça, havia um desenho intrigante.

Detetivesco, o menino olhou mais de perto e percebeu que era a imagem do mundo inteiro. Com todos os animais, árvores, nuvens, ninhos, flores, folhas, livros e seres humanos.

Prestou bastante atenção e percebeu que a imagem continha também o mundo do passado e o mundo do futuro. Uau!

Tudo o que ele tinha aprendido e ouvido falar da história, e tudo o que imaginava e sonhava do destino estava representado naquela imagem.

Que fantástico, pensou.

Mas o mais fantástico ainda estava por vir.

Entre um piscar e outro, entre um respiro e um suspiro, no breve estalar de um dedo, reparou que, nessa imagem, havia algo mais.

Bem na caixa desse quebra-cabeça, ele viu a figura de um menino investigador (ou de um investigador menino?) olhando para uma caixa de quebra-cabeça.

E, assustado, percebeu que era ele próprio!

Como tudo parecia um sonho, tentou acordar dando um beliscão forte na própria orelha. Estranhamente, o que doeu foi o seu joelho esquerdo.

Soltou um grito alto, porém, nem ele nem o vizinho imaginário despertaram.

Então, o investigativo menino concluiu que não era um sonho.

Vasculhou o manual de instruções e descobriu que para sair dali tinha que montar esse quebra-cabeça, que representava o mundo inteiro. Aquilo era um simulacro! Um portal que deveria cruzar para voltar ao seu lar.

O menino perito abriu a caixa com muito cuidado para não perder nenhuma peça. E se surpreendeu com o que viu.

Era um quebra-cabeça infinito.

Coçou a orelha beliscada e pensou no tanto de tempo que iria demorar para montá-lo. E no tanto de trabalho. E, para piorar, viu que havia apenas peças pretas. Totalmente pretas. Será que alguém, algum dia, mesmo em sonhos (o que não era seu caso), já havia conseguido montar um quebra-cabeça assim?

Encontrou outra dica do fabricante: "Para conseguir montar o quebra-cabeça e sair do labirinto labiríntico é preciso descobrir o nome secreto que deu origem ao universo".

Puxa, que complicação! Como ele ia descobrir algo sobre isso?

Ele não tinha comparecido na inauguração do universo quando certamente mencionaram esse nome. Também, nunca escutou nenhum segredo, fofoca, nem recebeu mensagem, torpedo ou um telefonema com ou sem fio.

Montar esse quebra-cabeça parecia tão difícil quanto voar sem imaginação, sem asas, sem hélices, sem vassouras e sem tapetes mágicos.

Suspirou fundo e refletiu: sair daqui vai ser um problema.

Mas, mesmo com tantas atrapalhações, respirou aliviado. Pelo menos, esse quebra-cabeça não quebra verdadeiramente nenhuma cabeça! Ufa, que sorte.

(Texto adaptado) FUX, Jacques. Um labirinto labiríntico. Curitiba, PR: Biblioteca Pública do Paraná, 2020.

No trecho "Aquilo era um simulacro! Um portal que deveria cruzar para voltar ao seu lar.", a palavra em negrito se refere ao

 

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2966998 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belém
Orgão: Col.Mil. Belém
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Labirinto labiríntico

De repente, como num susto, num soluço ou num sonho, o menino detetive se viu totalmente perdido em um labirinto.

Mas não era um labirinto qualquer. Era um labirinto labiríntico.

Como sairia dali? Não tinha nem ideia.

O detetive menino (é o mesmo que menino detetive?) não viu placas mostrando o melhor caminho a tomar, não viu marcas no chão com dicas ou sugestões e não viu nem paredes nem muros para pular. Só havia um quebra-cabeça misterioso.

Do lado de fora da caixa do quebra-cabeça, havia um desenho intrigante.

Detetivesco, o menino olhou mais de perto e percebeu que era a imagem do mundo inteiro. Com todos os animais, árvores, nuvens, ninhos, flores, folhas, livros e seres humanos.

Prestou bastante atenção e percebeu que a imagem continha também o mundo do passado e o mundo do futuro. Uau!

Tudo o que ele tinha aprendido e ouvido falar da história, e tudo o que imaginava e sonhava do destino estava representado naquela imagem.

Que fantástico, pensou.

Mas o mais fantástico ainda estava por vir.

Entre um piscar e outro, entre um respiro e um suspiro, no breve estalar de um dedo, reparou que, nessa imagem, havia algo mais.

Bem na caixa desse quebra-cabeça, ele viu a figura de um menino investigador (ou de um investigador menino?) olhando para uma caixa de quebra-cabeça.

E, assustado, percebeu que era ele próprio!

Como tudo parecia um sonho, tentou acordar dando um beliscão forte na própria orelha. Estranhamente, o que doeu foi o seu joelho esquerdo.

Soltou um grito alto, porém, nem ele nem o vizinho imaginário despertaram.

Então, o investigativo menino concluiu que não era um sonho.

Vasculhou o manual de instruções e descobriu que para sair dali tinha que montar esse quebra-cabeça, que representava o mundo inteiro. Aquilo era um simulacro! Um portal que deveria cruzar para voltar ao seu lar.

O menino perito abriu a caixa com muito cuidado para não perder nenhuma peça. E se surpreendeu com o que viu.

Era um quebra-cabeça infinito.

Coçou a orelha beliscada e pensou no tanto de tempo que iria demorar para montá-lo. E no tanto de trabalho. E, para piorar, viu que havia apenas peças pretas. Totalmente pretas. Será que alguém, algum dia, mesmo em sonhos (o que não era seu caso), já havia conseguido montar um quebra-cabeça assim?

Encontrou outra dica do fabricante: "Para conseguir montar o quebra-cabeça e sair do labirinto labiríntico é preciso descobrir o nome secreto que deu origem ao universo".

Puxa, que complicação! Como ele ia descobrir algo sobre isso?

Ele não tinha comparecido na inauguração do universo quando certamente mencionaram esse nome. Também, nunca escutou nenhum segredo, fofoca, nem recebeu mensagem, torpedo ou um telefonema com ou sem fio.

Montar esse quebra-cabeça parecia tão difícil quanto voar sem imaginação, sem asas, sem hélices, sem vassouras e sem tapetes mágicos.

Suspirou fundo e refletiu: sair daqui vai ser um problema.

Mas, mesmo com tantas atrapalhações, respirou aliviado. Pelo menos, esse quebra-cabeça não quebra verdadeiramente nenhuma cabeça! Ufa, que sorte.

(Texto adaptado) FUX, Jacques. Um labirinto labiríntico. Curitiba, PR: Biblioteca Pública do Paraná, 2020.

No trecho "Detetivesco, o menino olhou mais de perto e percebeu que era a imagem do mundo inteiro", a palavra em destaque é usada para

 

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2966997 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belém
Orgão: Col.Mil. Belém
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Labirinto labiríntico

De repente, como num susto, num soluço ou num sonho, o menino detetive se viu totalmente perdido em um labirinto.

Mas não era um labirinto qualquer. Era um labirinto labiríntico.

Como sairia dali? Não tinha nem ideia.

O detetive menino (é o mesmo que menino detetive?) não viu placas mostrando o melhor caminho a tomar, não viu marcas no chão com dicas ou sugestões e não viu nem paredes nem muros para pular. Só havia um quebra-cabeça misterioso.

Do lado de fora da caixa do quebra-cabeça, havia um desenho intrigante.

Detetivesco, o menino olhou mais de perto e percebeu que era a imagem do mundo inteiro. Com todos os animais, árvores, nuvens, ninhos, flores, folhas, livros e seres humanos.

Prestou bastante atenção e percebeu que a imagem continha também o mundo do passado e o mundo do futuro. Uau!

Tudo o que ele tinha aprendido e ouvido falar da história, e tudo o que imaginava e sonhava do destino estava representado naquela imagem.

Que fantástico, pensou.

Mas o mais fantástico ainda estava por vir.

Entre um piscar e outro, entre um respiro e um suspiro, no breve estalar de um dedo, reparou que, nessa imagem, havia algo mais.

Bem na caixa desse quebra-cabeça, ele viu a figura de um menino investigador (ou de um investigador menino?) olhando para uma caixa de quebra-cabeça.

E, assustado, percebeu que era ele próprio!

Como tudo parecia um sonho, tentou acordar dando um beliscão forte na própria orelha. Estranhamente, o que doeu foi o seu joelho esquerdo.

Soltou um grito alto, porém, nem ele nem o vizinho imaginário despertaram.

Então, o investigativo menino concluiu que não era um sonho.

Vasculhou o manual de instruções e descobriu que para sair dali tinha que montar esse quebra-cabeça, que representava o mundo inteiro. Aquilo era um simulacro! Um portal que deveria cruzar para voltar ao seu lar.

O menino perito abriu a caixa com muito cuidado para não perder nenhuma peça. E se surpreendeu com o que viu.

Era um quebra-cabeça infinito.

Coçou a orelha beliscada e pensou no tanto de tempo que iria demorar para montá-lo. E no tanto de trabalho. E, para piorar, viu que havia apenas peças pretas. Totalmente pretas. Será que alguém, algum dia, mesmo em sonhos (o que não era seu caso), já havia conseguido montar um quebra-cabeça assim?

Encontrou outra dica do fabricante: "Para conseguir montar o quebra-cabeça e sair do labirinto labiríntico é preciso descobrir o nome secreto que deu origem ao universo".

Puxa, que complicação! Como ele ia descobrir algo sobre isso?

Ele não tinha comparecido na inauguração do universo quando certamente mencionaram esse nome. Também, nunca escutou nenhum segredo, fofoca, nem recebeu mensagem, torpedo ou um telefonema com ou sem fio.

Montar esse quebra-cabeça parecia tão difícil quanto voar sem imaginação, sem asas, sem hélices, sem vassouras e sem tapetes mágicos.

Suspirou fundo e refletiu: sair daqui vai ser um problema.

Mas, mesmo com tantas atrapalhações, respirou aliviado. Pelo menos, esse quebra-cabeça não quebra verdadeiramente nenhuma cabeça! Ufa, que sorte.

(Texto adaptado) FUX, Jacques. Um labirinto labiríntico. Curitiba, PR: Biblioteca Pública do Paraná, 2020.

Sobre o texto, afirma-se que o narrador

 

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2966996 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belém
Orgão: Col.Mil. Belém
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Labirinto labiríntico

De repente, como num susto, num soluço ou num sonho, o menino detetive se viu totalmente perdido em um labirinto.

Mas não era um labirinto qualquer. Era um labirinto labiríntico.

Como sairia dali? Não tinha nem ideia.

O detetive menino (é o mesmo que menino detetive?) não viu placas mostrando o melhor caminho a tomar, não viu marcas no chão com dicas ou sugestões e não viu nem paredes nem muros para pular. Só havia um quebra-cabeça misterioso.

Do lado de fora da caixa do quebra-cabeça, havia um desenho intrigante.

Detetivesco, o menino olhou mais de perto e percebeu que era a imagem do mundo inteiro. Com todos os animais, árvores, nuvens, ninhos, flores, folhas, livros e seres humanos.

Prestou bastante atenção e percebeu que a imagem continha também o mundo do passado e o mundo do futuro. Uau!

Tudo o que ele tinha aprendido e ouvido falar da história, e tudo o que imaginava e sonhava do destino estava representado naquela imagem.

Que fantástico, pensou.

Mas o mais fantástico ainda estava por vir.

Entre um piscar e outro, entre um respiro e um suspiro, no breve estalar de um dedo, reparou que, nessa imagem, havia algo mais.

Bem na caixa desse quebra-cabeça, ele viu a figura de um menino investigador (ou de um investigador menino?) olhando para uma caixa de quebra-cabeça.

E, assustado, percebeu que era ele próprio!

Como tudo parecia um sonho, tentou acordar dando um beliscão forte na própria orelha. Estranhamente, o que doeu foi o seu joelho esquerdo.

Soltou um grito alto, porém, nem ele nem o vizinho imaginário despertaram.

Então, o investigativo menino concluiu que não era um sonho.

Vasculhou o manual de instruções e descobriu que para sair dali tinha que montar esse quebra-cabeça, que representava o mundo inteiro. Aquilo era um simulacro! Um portal que deveria cruzar para voltar ao seu lar.

O menino perito abriu a caixa com muito cuidado para não perder nenhuma peça. E se surpreendeu com o que viu.

Era um quebra-cabeça infinito.

Coçou a orelha beliscada e pensou no tanto de tempo que iria demorar para montá-lo. E no tanto de trabalho. E, para piorar, viu que havia apenas peças pretas. Totalmente pretas. Será que alguém, algum dia, mesmo em sonhos (o que não era seu caso), já havia conseguido montar um quebra-cabeça assim?

Encontrou outra dica do fabricante: "Para conseguir montar o quebra-cabeça e sair do labirinto labiríntico é preciso descobrir o nome secreto que deu origem ao universo".

Puxa, que complicação! Como ele ia descobrir algo sobre isso?

Ele não tinha comparecido na inauguração do universo quando certamente mencionaram esse nome. Também, nunca escutou nenhum segredo, fofoca, nem recebeu mensagem, torpedo ou um telefonema com ou sem fio.

Montar esse quebra-cabeça parecia tão difícil quanto voar sem imaginação, sem asas, sem hélices, sem vassouras e sem tapetes mágicos.

Suspirou fundo e refletiu: sair daqui vai ser um problema.

Mas, mesmo com tantas atrapalhações, respirou aliviado. Pelo menos, esse quebra-cabeça não quebra verdadeiramente nenhuma cabeça! Ufa, que sorte.

(Texto adaptado) FUX, Jacques. Um labirinto labiríntico. Curitiba, PR: Biblioteca Pública do Paraná, 2020.

Ao propor como título "Labirinto labiríntico", pode-se afirmar que o autor do texto

 

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2966995 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belém
Orgão: Col.Mil. Belém
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Enunciado 3317200-1

Disponível em: <http://giekim.com/2016/08/tirinha-0538-jogos-bem-casados.html>. Acesso em: 15 ago. 2021.

No texto acima, verifica-se que a linguagem verbal e a não verbal contribuem para o entendimento de que

 

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2966994 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belém
Orgão: Col.Mil. Belém
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Enunciado 3317199-1

Disponível em: <https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/ensino_fundamental/produzindo-um-artigo-de-opiniao/>. Acesso em: 15 ago. 2021.

No trecho"[ ... ] por que você não vai brincar lá fora?", observa-se que

 

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2966993 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belém
Orgão: Col.Mil. Belém
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Enunciado 3317198-1

Disponível em: <https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/ensino_fundamental/produzindo-um-artigo-de-opiniao/>. Acesso em: 15 ago. 2021.

Constata-se que o texto acima tem como finalidade

 

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2966992 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belém
Orgão: Col.Mil. Belém
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Nascimento dos Jogos Coolímpicos

Por Óniros, 470 d.C.

No alto do Monte Olimpo, Zeus não estava contente com o cenário que enxergava. As Olimpíadas em sua homenagem tinham sido encerradas. Na Terra, se multiplicavam as guerras e a opressão, e crescia muito o espírito de competição. A humanidade pouco se lembrava de seus deuses. Nem mesmo os heróis estavam conseguindo inspirar os mortais. Zeus, insatisfeito, pediu que chamassem Pandora.

- Pandora - Zeus falou alto-, a culpa de tudo isso é sua. Criamos você com todos os dons possíveis. Você recebeu dos deuses beleza, inteligência, paciência e tantas outras habilidades. Por que, então, você abriu aquela caixa proibida, que liberou todos os males do mundo?

- Amado Zeus - respondeu Pandora -, bem sabes que não tenho culpa. Fui vítima de uma cilada. Ao abrir a caixa, espalharam-se pelo mundo os quatro grandes males: Apego, Falsidade, Distração e Egoísmo.

Zeus abaixou a cabeça e silenciou. Depois de um tempo pensativo, prosseguiu com pesar:

- Então, o que podemos fazer para restaurar a harmonia na Terra?

Um calafrio correu pelas costas de Pandora, mas logo seus olhos voltaram a brilhar.

- Tenho uma ideia que poderá funcionar: lembrei-me da lenda do Deus Ludus. Para que os quatro grandes males sejam novamente guardados e nunca mais liberados, é preciso que seja realizado um feito extraordinário, algo que seja impossível mesmo para um Deus.

- Muito bem lembrado, Pandora. Reúna, na arena do Monte Olimpo, imediatamente, todos os deuses e os nossos mais incríveis heróis.

Pouco mais tarde, Pandora chegou ao alto da arena e apresentou Hércules, Teseu e Perseu. Zeus, então, os convocou para um desafio incomum.

- Peço a vocês três que saiam da arena. Lá fora, irão encontrar três montes de barras de ouro, cada um com muito mais ouro do que qualquer ser existente poderia carregar. O desafio, para cada um de vocês, é trazer para dentro da arena o máximo de ouro que conseguir carregar do seu monte, usando apenas suas próprias forças. Aquele que conseguir trazer a maior quantidade receberá, como prêmio, todo o ouro que carregou, para usar em suas missões na Terra.

Os três saíram e Zeus gostou da animação que percebeu em todos eles. Enquanto estavam fora, a plateia fazia suas apostas. "Teseu vai vencer, assim como derrotou o Minotauro". "A vitória vai ser de Hércules, que já realizou doze trabalhos incríveis". "Levo fé em Perseu, o único que conseguiu decapitar a Medusa".

A plateia se virou para o portão de entrada. Quando ele se abriu, ninguém acreditava no que via: uma cena que rompia com toda a tradição dos feitos heroicos e dos jogos do Olimpo, até então. Zeus levantou-se. Pandora sorria.

Na porta de entrada da arena, Hércules, Teseu e Perseu estavam carregando juntos, com a união de suas forças, absolutamente todo o ouro que havia nos três montes. Não deixaram para trás uma pepita sequer. Zeus estava perplexo:

- Mas isso é impossível!

Teseu, limpando o suor e massageando as mãos doloridas, respondeu:

- Seria impossível se estivéssemos separados e uns contra os outros. Juntos, somos mais fortes.

E diante do entusiasmo que tomou conta da multidão, Zeus tomou a palavra:

- Vocês hoje tornaram o que era impossível para um, uma possibilidade para todos. Realizaram um ato incrível, digno de ser reconhecido como um feito coolímpico e, portanto, capaz de guardar definitivamente, na Caixa de Pandora, os quatro grandes males que assolaram a humanidade por tantos séculos. Assim, eu, Zeus, declaro que, para celebrar nossa capacidade de superar juntos todo e qualquer desafio, passaremos a realizar, daqui em diante, os Jogos Coolímpicos, onde jogaremos uns com os outros para superar desafios coletivos e promover o bem comum.

Todos se olharam e sorriram, enquanto Zeus anunciava:

- Construirei no alto do Monte Olimpo um farol que vai lembrar a todos [...] que, mesmo distantes, estamos ligados e somos todos coolímpicos.

Nesse instante, uma bruma suave envolveu todo o lugar. Quando ela se dissipou, um novo tempo, sem males e sem separação, se iniciou sobre a Terra.

(Texto adaptado) Disponível em: <https://projetocooperacao.com.br/wp-content/uploads/2019/09/O-Mito-dos-Jogos-COOlímpicos.pdf>. Acesso em: 15 ago. 2021.

Leia o fragmento a seguir e assinale a alternativa correta.

"- Vocês hoje tornaram o que era impossível para um, uma possibilidade para todos. Realizaram um ato incrível, digno de ser reconhecido como um feito coolímpico e, portanto, capaz de guardar definitivamente, na Caixa de Pandora, os quatro grandes males que assolaram a humanidade por tantos séculos."

No trecho, percebe-se uma

 

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