Foram encontradas 120 questões.
Observe a figura:

Uma onda sonora se propaga num determinado meio com velocidade de 1500 mls, conforme a configuração representada acima. Neste caso, é correto afirmar que a amplitude e a freqüência dessa onda valem, respectivamente,
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Declaração de amor
Esta é uma confissão de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo.
Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado. Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la - como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.
Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança de língua já feita. Todos nós que 20 escrevemos estamos fazendo do túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dê vida.
Essas dificuldades, nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega.
Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português.
Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que a minha abordagem do português fosse virgem. e límpida.
(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p. 134-5.)
Os vocábulos "alerteza", "portuguesa", "imprevisível" e "rédeas" estão corretamente grafados. Assinale a opção que apresenta todas as palavras também com a grafia correta.
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Declaração de amor
Esta é uma confissão de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo.
Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado. Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la - como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.
Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança de língua já feita. Todos nós que 20 escrevemos estamos fazendo do túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dê vida.
Essas dificuldades, nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega.
Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português.
Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que a minha abordagem do português fosse virgem. e límpida.
(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p. 134-5.)
De acordo com o texto, a autora prefere português a inglês principalmente porque
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Três dos quatro lados de um quadrilátero circunscritível são iguais aos lados do triângulo equilátero, quadrado e hexágono regular circunscritos a um círculo de raio 6. Qual é a medida do quarto lado desse quadrilátero, sabendo-se que é o maior valor possível nas condições dadas?
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Sejam os conjuntos A = {1, 3, 4}, B = {1, 2, 3} e X. Sabe-se que qualquer subconjunto de !$ A \cap B !$ está contido em X, que por sua vez é subconjunto de !$ A \cup B !$. Quantos são os possíveis conjuntos X?
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Observe a tabela abaixo, que relaciona quatro tipos de átomos às partículas presentes.
| TIPOS DE ÁTOMOS | QUANTIDADE DE PARTÍCULAS | ||
| PRÓTONS | NÊUTRONS | ELÉTRONS | |
| Átomo 1 | 1 | 0 | 1 |
| Átomo 2 | 1 | 1 | 1 |
| Átomo 3 | 2 | 1 | 2 |
| Átomo 4 | 2 | 2 | 2 |
Considerando os dados apresentados, é correto afirmar que
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!$ s: \begin{cases} 2x+3y=7 \\ 3x + 2y= 9 \\ ax + by=c \end{cases} !$
Observe o sistema linear S. É correto afirmar, em relação aos parâmetros reais a, b e c, que
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Economia de palavras: um mal do século
o uso abusivo do coloquialismo na linguagem oral, especialmente entre os jovens, abre a polêmica entre os filólogos. Para uns, há uma dificuldade cada vez maior na expressão do pensamento. Para outros, o mais importante é se fazer entender pelo interlocutor.
Sétimo idioma mais falado no mundo, o português continua sendo um insondável mistério para a maioria absoluta de seus usuários. Os números comprovam, o brasileiro utiliza, em média, bem menos de um por cento das cerca de duzentas e sessenta mil palavras existentes na língua. A estimativa é do filólogo Antônio Houaiss, que constata com tristeza o empobrecimento da linguagem ao longo dos anos. Segundo ele, as novas gerações têm demonstrado uma dificuldade cada vez maior para articular o pensamento, pois não conseguem exprimir o que pensam. Opinião semelhante à do gramático Napoleão Mendes de Almeida, para quem o uso da linguagem coloquial incentiva a preguiça. Houaiss, 78 anos, e Napoleão, 84 anos, são os principais guardiões da integridade do vernáculo no País. Outro especialista, o professor de filologia e língua portuguesa da USP, Dino Pretti, atua em outra linha. Para ele, o falante culto não é aquele que domina perfeitamente todas as regras gramaticais, mas sim aquele que consegue adaptar o seu nível de linguagem de acordo com seu interlocutor, mesmo que isso resulte em agressões ocasionais ao vernáculo.
Antônio Houaiss traz na ponta da língua duas explicações para a dificuldade de articulação a que se refere: o abandono do setor educacional do País e os baixos salários dos professores.
- Não há dúvida que a juventude urbana de hoje, como um todo, revela um relativo empobrecimento no uso da língua e de seu vocabulário. E isso por uma razão muito simples: nunca no Brasil o ensino primário, que é a base desta linguagem, foi tão torpe quanto está sendo. Naturalmente, para as meras relações de amor, de comer, de locomover-se, é possível se comunicar com um número reduzido de palavras. Mas, à medida que os jovens tiverem que entrar no mercado de trabalho, e numa função relativamente qualificada, os horizontes verbais e gramaticais terão que se ampliar.
(Parte da reportagem da revista Prodoctor, p. 42, 1995)
No período "Outro especialista, o professor de filologia e língua da USP, Dino Pretti, atua em outra linha.", a vírgula foi utilizada corretamente. Assinale a opção em que isso NÃO ocorre.
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O mundo Pós-Guerra Fria tem reinventado a inserção dos Estados na política externa, e o Brasil proéura posicionar-se através de uma postura mais atuante. Assim, o governo Lula ambiciona redimensionar a geografia de nossas relações internacionais. Analisando a política externa do governo Lula, é correto afirmar que
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"Imaginei que um corpo eletrizado atraísse todos os que não são e repelisse todos os que também se tornaram eletrizados. No entanto, o que me desconcertou profundamente foi a seguinte experiência: tendo suspendido uma folha de ouro previamente eletrizada, aproximei dela um pedaço de goma copal tornada eletrizada por atrito; a folha uniu-se a ela na hora! Confesso que esperava um resultado totalmente diverso, porque, segundo o meu raciocínio, o copal que estava eletrizado deveria repelir a folha, que também estava.
O relato acima pertence a Charles Du Fay (1698-1739) sobre uma de suas experiências com a eletricidade. De acordo com o pensamento inicial de Du Fay, um corpo
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