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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: PlanejamentoIntrodução ao Processo de Planejamento
É possível distinguir três níveis hierárquicos nas organizações:
• nível estratégico,
• nível tático,
• nível operacional.
Os administradores desempenham diferentes atividades dependendo do nível no qual atuam. Assinale a alternativa que corresponde a uma atividade do nível tático ou gerencial.
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A importância do empreendedorismo vem crescendo nas últimas décadas, assim como as discussões sobre sua utilização e novas metodologias de implementação. As expressões intraempreendedorismo ou empreendedorismo corporativo referem-se à atividade empreendedora dentro de organizações já estruturadas.
Assinale a alternativa que explica corretamente a relação existente entre empreendedorismo e intraempreendedorismo.
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A busca constante por qualidade e pelo reconhecimento dessa qualidade está presente em muitas organizações. Para alcançar esse objetivo, as organizações dispõem de diversas ferramentas.
Relacione a seguir as diferentes ferramentas com suas respectivas definições:
Coluna I
1. Brainstorming
2. Padronização
3. 5W1H
4. 5S
Coluna II
( ) ferramenta usada para auxiliar no planejamento do desdobramento de ações
( ) discussão do melhor procedimento para realizar a tarefa, treinamento das pessoas e certificação de que a execução está de acordo com o que foi estabelecido
( ) técnica de geração de ideias sem críticas usada em reunião para auxiliar no processo criativo de uma equipe de trabalho
( ) preparação do ambiente para a implantação do trabalho em equipe para solução de problemas e implantação de programa de qualidade
A sequência correta é
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Muitos são os conceitos de clima organizacional, mas a maior parte deles tem em comum a satisfação dos funcionários e a sua ligação com a cultura organizacional. É exemplo de uma boa manifestação do clima organizacional o(a)
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Texto V

FRAGA, Gilmar. Disponível em https://jornalistaslivres.org/. Acesso em 04 abr. 2022.
O recurso linguístico de expressividade responsável pela construção de sentido crítico da charge é
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ESPECIALISTAS APONTAM CAMINHOS PARA COMBATER A EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO PÚBLICO
O Rio Grande do Sul tem 2.377 escolas estaduais. Atualmente, conforme a Seduc-RS, 2.229 destas estão abertas e recebendo estudantes (93,66%). Outras 41 instituições estão em plantão realizando a entrega de materiais (1,72%). Mas, 110 escolas ainda não atualizaram o status do seu funcionamento no sistema (4,62%). Nestas instituições ainda sem informação, o contato com alunos é incerto. Em áreas rurais ou de extrema vulnerabilidade social, se não há o incentivo e a garantia da ida à escola, permanecer estudando acaba deixando de ser obrigação, causando reprovação ou até mesmo a evasão do aluno. Isso resulta em distorção idade-ano (quando o aluno está em um ano de ensino, mas tem idade para estar mais avançado), um problema crônico na educação pública.
Conforme dados do Censo Escolar de 2020, no Rio Grande do Sul, a distorção idade-ano aumentou no 2º e 3º ano do Ensino Médio público. Em 2019, 30,2% dos alunos do 2º ano eram repetentes - em 2020, o índice foi para 31%. No 3º ano, eram 21,5% em distorção idade-ano em 2019. No ano passado, na pandemia, a distorção subiu para 22,1%. Somente o 1º ano teve redução no dado - de 41,2% em 2019 para 40,9%. Para se ter ideia de como o número é alto, na educação privada, estes mesmos índices em 2020 foram de 8,3% (1º ano), 6,9% (2º ano) e 6,3% (3º ano), no Rio Grande do Sul.
[...]
Desigualdade entre alunos é uma marca da pandemia
A reprovação virou realidade para Axel Teixeira, 16 anos. Aluno do 1º do Ensino Médio em 2020, a pandemia não caiu bem na sua rotina de estudos. Morador do bairro Sarandi, em Porto Alegre, Axel não conseguiu se adaptar com a rotina de fazer as atividades sozinho em casa e depois entregá-las na escola. Com isso, acabou reprovando na sua chegada ao Ensino Médio.
Com o cenário se desenhando para uma repetição também em 2021, ele resolveu correr atrás de uma mudança. Trocou de escola e se matriculou no Colégio Estadual Piratini. Em conversa com o diretor Maurício Girardi, pediu para frequentar a escola diariamente, mesmo na pandemia. O celular próprio é de um modelo antigo, a tela está trincada. Tentar acompanhar a aula por ali seria um exercício complicado.
— Temos tido um papel ainda mais social neste tempo de pandemia. Além de manter a escola de portas abertas, tenho conseguido até distribuir cestas básicas para alguns alunos, pois estamos com mantimentos suficientes até o final do ano — pontua o diretor.
Enquanto alunos e até professores se comunicavam de casa, Axel seguiu acordando 5h, pegando ônibus no Sarandi e se deslocando até o colégio, no bairro Auxiliadora. A educação é um ponto forte na casa do menino. Sua mãe, Isabel Teixeira, 43 anos, estuda para conseguir concluir o Magistério e dar aula. Apesar do esforço de Axel, seu caso não é um exemplo de superação ou um sinal de meritocracia. É uma demonstração de como a desigualdade vai afetar quem não tem condições.
NETO, A. Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br. Acesso em 04 abr. 2022 (adaptado).
“Para se ter ideia de como o número é alto, na educação privada, estes mesmos índices em 2020 foram de 8,3% (1º ano), 6,9% (2º ano) e 6,3% (3º ano), no Rio Grande do Sul.”
No fragmento acima, a oração destacada, em relação aos períodos anteriores desse mesmo parágrafo, estabelece um/uma
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ESPECIALISTAS APONTAM CAMINHOS PARA COMBATER A EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO PÚBLICO
O Rio Grande do Sul tem 2.377 escolas estaduais. Atualmente, conforme a Seduc-RS, 2.229 destas estão abertas e recebendo estudantes (93,66%). Outras 41 instituições estão em plantão realizando a entrega de materiais (1,72%). Mas, 110 escolas ainda não atualizaram o status do seu funcionamento no sistema (4,62%). Nestas instituições ainda sem informação, o contato com alunos é incerto. Em áreas rurais ou de extrema vulnerabilidade social, se não há o incentivo e a garantia da ida à escola, permanecer estudando acaba deixando de ser obrigação, causando reprovação ou até mesmo a evasão do aluno. Isso resulta em distorção idade-ano (quando o aluno está em um ano de ensino, mas tem idade para estar mais avançado), um problema crônico na educação pública.a
Conforme dados do Censo Escolar de 2020, no Rio Grande do Sul, a distorção idade-ano aumentou no 2º e 3º ano do Ensino Médio público. Em 2019, 30,2% dos alunos do 2º ano eram repetentes - em 2020, o índice foi para 31%. No 3º ano, eram 21,5% em distorção idade-ano em 2019. No ano passado, na pandemia, a distorção subiu para 22,1%. Somente o 1º ano teve redução no dado - de 41,2% em 2019 para 40,9%. Para se ter ideia de como o número é alto, na educação privada, estes mesmos índices em 2020 foram de 8,3% (1º ano), 6,9% (2º ano) e 6,3% (3º ano), no Rio Grande do Sul.
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Desigualdade entre alunos é uma marca da pandemia
A reprovação virou realidade para Axel Teixeirab, 16 anos. Aluno do 1º do Ensino Médio em 2020, a pandemia não caiu bem na sua rotina de estudos. Morador do bairro Sarandi, em Porto Alegre, Axel não conseguiu se adaptar com a rotina de fazer as atividades sozinho em casa e depois entregá-las na escola. Com isso, acabou reprovando na sua chegada ao Ensino Médio.
Com o cenário se desenhando para uma repetição também em 2021, ele resolveu correr atrás de uma mudança. Trocou de escola e se matriculou no Colégio Estadual Piratini. Em conversa com o diretor Maurício Girardi, pediu para frequentar a escola diariamente, mesmo na pandemia. O celular próprio é de um modelo antigo, a tela está trincadac. Tentar acompanhar a aula por ali seria um exercício complicado.
— Temos tido um papel ainda mais sociald neste tempo de pandemia. Além de manter a escola de portas abertas, tenho conseguido até distribuir cestas básicas para alguns alunos, pois estamos com mantimentos suficientes até o final do ano — pontua o diretor.
Enquanto alunos e até professores se comunicavam de casa, Axel seguiu acordando 5h, pegando ônibus no Sarandi e se deslocando até o colégio, no bairro Auxiliadora. A educação é um ponto forte na casa do menino. Sua mãe, Isabel Teixeira, 43 anos, estuda para conseguir concluir o Magistério e dar aula. Apesar do esforço de Axel, seu caso não é um exemplo de superação ou um sinal de meritocracia. É uma demonstração de como a desigualdade vai afetar quem não tem condições.
NETO, A. Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br. Acesso em 04 abr. 2022 (adaptado).
Um posicionamento do autor sobre a situação noticiada pode ser encontrado no seguinte trecho:
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ESPECIALISTAS APONTAM CAMINHOS PARA COMBATER A EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO PÚBLICO
O Rio Grande do Sul tem 2.377 escolas estaduais. Atualmente, conforme a Seduc-RS, 2.229 destas estão abertas e recebendo estudantes (93,66%). Outras 41 instituições estão em plantão realizando a entrega de materiais (1,72%). Mas, 110 escolas ainda não atualizaram o status do seu funcionamento no sistema (4,62%). Nestas instituições ainda sem informação, o contato com alunos é incerto. Em áreas rurais ou de extrema vulnerabilidade social, se não há o incentivo e a garantia da ida à escola, permanecer estudando acaba deixando de ser obrigação, causando reprovação ou até mesmo a evasão do aluno. Isso resulta em distorção idade-ano (quando o aluno está em um ano de ensino, mas tem idade para estar mais avançado), um problema crônico na educação pública.
Conforme dados do Censo Escolar de 2020, no Rio Grande do Sul, a distorção idade-ano aumentou no 2º e 3º ano do Ensino Médio público. Em 2019, 30,2% dos alunos do 2º ano eram repetentes - em 2020, o índice foi para 31%. No 3º ano, eram 21,5% em distorção idade-ano em 2019. No ano passado, na pandemia, a distorção subiu para 22,1%. Somente o 1º ano teve redução no dado - de 41,2% em 2019 para 40,9%. Para se ter ideia de como o número é alto, na educação privada, estes mesmos índices em 2020 foram de 8,3% (1º ano), 6,9% (2º ano) e 6,3% (3º ano), no Rio Grande do Sul.
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Desigualdade entre alunos é uma marca da pandemia
A reprovação virou realidade para Axel Teixeira, 16 anos. Aluno do 1º do Ensino Médio em 2020, a pandemia não caiu bem na sua rotina de estudos. Morador do bairro Sarandi, em Porto Alegre, Axel não conseguiu se adaptar com a rotina de fazer as atividades sozinho em casa e depois entregá-las na escola. Com isso, acabou reprovando na sua chegada ao Ensino Médio.
Com o cenário se desenhando para uma repetição também em 2021, ele resolveu correr atrás de uma mudança. Trocou de escola e se matriculou no Colégio Estadual Piratini. Em conversa com o diretor Maurício Girardi, pediu para frequentar a escola diariamente, mesmo na pandemia. O celular próprio é de um modelo antigo, a tela está trincada. Tentar acompanhar a aula por ali seria um exercício complicado.
— Temos tido um papel ainda mais social neste tempo de pandemia. Além de manter a escola de portas abertas, tenho conseguido até distribuir cestas básicas para alguns alunos, pois estamos com mantimentos suficientes até o final do ano — pontua o diretor.
Enquanto alunos e até professores se comunicavam de casa, Axel seguiu acordando 5h, pegando ônibus no Sarandi e se deslocando até o colégio, no bairro Auxiliadora. A educação é um ponto forte na casa do menino. Sua mãe, Isabel Teixeira, 43 anos, estuda para conseguir concluir o Magistério e dar aula. Apesar do esforço de Axel, seu caso não é um exemplo de superação ou um sinal de meritocracia. É uma demonstração de como a desigualdade vai afetar quem não tem condições.
NETO, A. Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br. Acesso em 04 abr. 2022 (adaptado).
Dadas as especificidades do Texto IV, pode-se perceber que a função da linguagem nele predominante é a
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ESPECIALISTAS APONTAM CAMINHOS PARA COMBATER A EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO PÚBLICO
O Rio Grande do Sul tem 2.377 escolas estaduais. Atualmente, conforme a Seduc-RS, 2.229 destas estão abertas e recebendo estudantes (93,66%). Outras 41 instituições estão em plantão realizando a entrega de materiais (1,72%). Mas, 110 escolas ainda não atualizaram o status do seu funcionamento no sistema (4,62%). Nestas instituições ainda sem informação, o contato com alunos é incerto. Em áreas rurais ou de extrema vulnerabilidade social, se não há o incentivo e a garantia da ida à escola, permanecer estudando acaba deixando de ser obrigação, causando reprovação ou até mesmo a evasão do aluno. Isso resulta em distorção idade-ano (quando o aluno está em um ano de ensino, mas tem idade para estar mais avançado), um problema crônico na educação pública.
Conforme dados do Censo Escolar de 2020, no Rio Grande do Sul, a distorção idade-ano aumentou no 2º e 3º ano do Ensino Médio público. Em 2019, 30,2% dos alunos do 2º ano eram repetentes - em 2020, o índice foi para 31%. No 3º ano, eram 21,5% em distorção idade-ano em 2019. No ano passado, na pandemia, a distorção subiu para 22,1%. Somente o 1º ano teve redução no dado - de 41,2% em 2019 para 40,9%. Para se ter ideia de como o número é alto, na educação privada, estes mesmos índices em 2020 foram de 8,3% (1º ano), 6,9% (2º ano) e 6,3% (3º ano), no Rio Grande do Sul.
[...]
Desigualdade entre alunos é uma marca da pandemia
A reprovação virou realidade para Axel Teixeira, 16 anos. Aluno do 1º do Ensino Médio em 2020, a pandemia não caiu bem na sua rotina de estudos. Morador do bairro Sarandi, em Porto Alegre, Axel não conseguiu se adaptar com a rotina de fazer as atividades sozinho em casa e depois entregá-las na escola. Com isso, acabou reprovando na sua chegada ao Ensino Médio.
Com o cenário se desenhando para uma repetição também em 2021, ele resolveu correr atrás de uma mudança. Trocou de escola e se matriculou no Colégio Estadual Piratini. Em conversa com o diretor Maurício Girardi, pediu para frequentar a escola diariamente, mesmo na pandemia. O celular próprio é de um modelo antigo, a tela está trincada. Tentar acompanhar a aula por ali seria um exercício complicado.
— Temos tido um papel ainda mais social neste tempo de pandemia. Além de manter a escola de portas abertas, tenho conseguido até distribuir cestas básicas para alguns alunos, pois estamos com mantimentos suficientes até o final do ano — pontua o diretor.
Enquanto alunos e até professores se comunicavam de casa, Axel seguiu acordando 5h, pegando ônibus no Sarandi e se deslocando até o colégio, no bairro Auxiliadora. A educação é um ponto forte na casa do menino. Sua mãe, Isabel Teixeira, 43 anos, estuda para conseguir concluir o Magistério e dar aula. Apesar do esforço de Axel, seu caso não é um exemplo de superação ou um sinal de meritocracia. É uma demonstração de como a desigualdade vai afetar quem não tem condições.
NETO, A. Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br. Acesso em 04 abr. 2022 (adaptado).
“Em áreas rurais ou de extrema vulnerabilidade social, se não há o incentivo e a garantia da ida à escola, permanecer estudando acaba deixando de ser obrigação, causando reprovação ou até mesmo a evasão do aluno. Isso resulta em distorção idade-ano (quando o aluno está em um ano de ensino, mas tem idade para estar mais avançado), um problema crônico na educação pública.”
Por meio da coesão referencial, “o problema crônico” é usado para retomar
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Então você passou dias de angústia pensando ‘como você iria levar Crime e castigo para aqueles alunos. Logo eles, “os que não entendem de nada”. “Os perdedores”. Você não tinha alternativa, tinha de cumprir o prometido. Então você releu Crime e castigo em casa, selecionou as partes que julgou mais contundentes. Tirou uma cópia. E, depois de reler, você se pôs a memorizar os trechos. Fez isso porque você não podia simplesmente ler o texto com eles, você tinha de contar algumas passagens. Dizer algumas palavras com mais ênfase, fazer as pausas necessárias. Deixar o silêncio falar por si. Afagar o léxico. Olhá-los nos olhos. E realmente parecia que estava funcionando. A descrição de Dostoiévski os hipnotizava. Entre a narração de uma morte e outra, podia-se ouvir a respiração dos alunos. Teu cansaço havia sumido, e uma nova sensação de plenitude começava a tomar conta de você. Você achou que leria quatro páginas, mas acabaram lendo mais de quarenta nos dias seguintes. Cada aula vocês liam seis a dez páginas. Você se preparava, dramatizava, às vezes levantava, fazia gestos incisivos, e alguns se assustavam, pareciam angustiados. Então, no fim de uma aula, um aluno chamado Peterson foi falar com você. Queria saber qual era o castigo que Raskólnikov teria por cometer aqueles crimes. Peterson morava com dois irmãos, os pais morreram e quem sustentava a casa era o mais velho. Peterson ainda estava na escola por um milagre. Há muitas formas e motivos para desistir da escola. Peterson era negro, tinha dezessete anos. Não conseguia emprego porque tinha que se alistar no Exército. Você agora precisava tomar cuidado com o que ia dizer. Você disse que Raskólnikov ia ser preso. Peterson te olhou e depois perguntou se Raskólnikov era uma pessoa real. Você respondeu que não, mas que poderia ter sido.
TENÓRIO, J. O avesso da pele. São Paulo: Companhia das Letras, 2020, p. 168.
“Peterson te olhou e depois perguntou se Raskólnikov era uma pessoa real. Você respondeu que não, mas que poderia ter sido."
A partir do trecho destacado, pode-se inferir que
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