Foram encontradas 180 questões.
“A cidade do Rio de Janeiro, pelas características do seu sítio, sofreu intervenções do homem de tal forma, que sua paisagem original foi intensamente modificada. Espremida entre morros, pântanos e o mar, seu espaço foi conquistado num processo estreitamente relacionado com a evolução da sociedade. Hoje, para os visitantes e para muitos moradores desavisados, é difícil a separação entre o natural e o artificial. Morros foram arrasados, pântanos aterrados, espaços conquistados ao mar, num intenso processo de construção do chão.”
(DAMASCENO, A. O Rio de Janeiro no século XIX: os miasmas, os médicos e a relação homem-natureza. Niteroi, RJ: Omni Vincit 2011, p. 17.)
A “construção do chão” da cidade do Rio de Janeiro, processo destacado no trecho anterior, apresenta consequências até hoje sensíveis aos habitantes da cidade. Assinale a alternativa que apresenta a correspondência mais adequada entre um problema ambiental da cidade em questão e um elemento natural cuja alteração contribui para o problema.
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Um professor de Geografia produziu o seguinte texto:
“Quando o jovem vendedor de verduras, Mohammed Bouazzi, ateou fogo em seu corpo na Tunísia, ninguém esperava que isso levasse à queda de um ditador há mais de 23 anos no poder e que, além disso, provocaria um efeito dominó regional. Ele concluiu a universidade e sonhava com uma vida melhor para sua família. O jovem teve seu dinheiro extorquido por policiais corruptos, cujo autoritarismo culminou com a tomada de sua barraca e mercadorias. Ele se imolou em dezembro, morreu 23 dias após, e o presidente ditador Ben Ali fugiu 40 dias depois. Os demais jovens da região se identificaram imediatamente com seu sacrifício e suas expectativas frustradas, o que levou a um crescimento do uso das redes de informação e suas nuvens.”
O texto anterior visava a introduzir com mais propriedade a discussão sobre
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Um professor provocou um alvoroço entre alunos de sua turma ao pendurar na parede um mapa-múndi de forma diferente da convencional.

Em seguida escreveu a seguinte frase:
“Pensar o mundo não é mais um privilégio europeu e a reelaboração do mapa do planeta é uma forma de libertação do colonialismo”.
(Trecho da entrevista de Milton Santos, disponível em http://www2.uefs.br/ geotec/cartografia/cartografia.htm.)
A opção que apresenta, respectivamente, um aspecto natural e outro cultural de maior relevância na representação cartográfica que o professor desejou ressaltar é
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Texto I
No primeiro dia de aula de 2014, em uma escola ocorreu o seguinte diálogo entre uma professora de Geografia e um aluno:
— Bom dia, professora, você dá aula de que matéria?
— Sou professora de Geografia.
— Então, diz aí: qual é a capital do Sudão?
Texto II
(...) o ensino da geografia vem sendo questionado pelas autoridades, pelos educadores e pelo público em geral, que algumas vezes pensam que esse saber é obsoleto para dar conta dos desafios do mundo atual, e, outras vezes, acreditam que o melhor seria uma profunda reformulação do seu conteúdo e nos seus objetivos.
(VESENTINI, J. W. Realidades e perspectivas do ensino de Geografia no Brasil. In: VESENTINI, J. W. O ensino da Geografia no século XXI. Campinas, SP: Papirus, 2004. p. 220.)
Assinale a alternativa que expressa a melhor articulação de ideias entre os textos I e II
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Em uma aula de Geografia do Colégio Pedro II, ao ser apresentada ao mapa abaixo, uma aluna fez a seguinte pergunta ao professor: “A América do Sul é menor do que a Groenlândia?”

(Adaptado de http://www.freeusandworldmaps.com/html/World_Projections/WorldPrint.html. Acesso em: 29/10/2014.)
Entre as alternativas a seguir está a resposta recebida pela aluna e o ano/série que ela frequenta. Escolha a alternativa que atende, simultaneamente, aos seguintes requisitos: correção do conteúdo e adequação da linguagem do professor.
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Texto I
“Em todo lugar onde se possa gerar lucros, os obstáculos à expansão (dos grandes grupos empresariais) foram levantados, graças à liberalização e à desregulamentação: a telemática e os satélites de comunicações colocam em suas mãos (das empresas) formidáveis instrumentos de comunicação e controle; para que se reorganizem e reformulem, em consequência, suas estratégias internacionais.”
(CHESNAIS, François. A mundialização do capital. São Paulo: Editora Xamã, 1996, p. 23.)
Texto II
“As tentativas de se construir um mundo só sempre conduziram a conflitos, porque se tem buscado unificar e não unir (...) A dimensão mundial é o mercado. (...) A dimensão fragmentada é a tribo – união de homens por suas semelhanças – e o lugar – união dos homens pela cooperação na diferença. A grande revolta se dá através do espaço, do lugar, ali onde a tribo descobre que não é isolada.”
(SANTOS, Milton. Técnica, Espaço, Tempo: globalização e meio técnico-científico-informacional. São Paulo: Editora Hucitec, 1998, p. 36.)
Os textos I e II foram usados numa aula para discutir, respectivamente, dois conceitos:
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O conceito de região tem sido, ao longo da história do pensamento geográfico, questionado e ressignificado a tal ponto que Haesbaert (2010) propõe a possibilidade de se considerar a existência de momentos de ‘morte’ e ‘vida’ da região. O autor defende que os movimentos acadêmicos que o questionam têm, ao mesmo tempo, habilitado formas diferentes de se pensar o conceito.
(HAESBAERT, Rogério. Regional – Global: dilemas da região e da regionalização na geografia contemporânea. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010.)
Nesse contexto, assinale a alternativa que contém elementos que podem ser considerados argumentos de defesa da região.
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Numa sala de aula, um professor de Geografia apresentou um trecho do poema Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto, e fez uma adaptação do original para tratar a questão da violência tanto no campo quanto na cidade.
Morte e vida severina
Que é a morte que se morre
De velhice antes dos trinta
De emboscada antes dos vinte
De fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte Severina
ataca qualquer idade
e até gente não nascida).
Morte e vida do Severino
Que é a morte que se morre
Por todo tipo de violência antes dos trinta
De bala perdida antes dos vinte
De medo um pouco por dia
(de assalto e de dengue
é que essa morte
ataca qualquer idade
e até gente recém-nascida).
luz dos textos, são fatores que contribuem para as situações de violência destacadas no campo e na cidade, respectivamente, a
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“As correntes marítimas são extensas porções de água que se deslocam pelo oceano, sempre nas mesmas direções, como se fossem larguíssimos ‘rios’ dentro do mar, movimentados pela ação dos ventos e pela rotação da Terra. Diferenciam-se das águas do entorno do continente em temperatura, salinidade e direção. Causam grande influência no clima, principalmente porque alteram a temperatura atmosférica, e são importantes para atividade pesqueira.”
(SENE, E. de; MOREIRA, J. C. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2009, p. 128. Adaptado)
Um professor de Geografia elaborou um estudo dirigido, utilizando como recurso os mapas do Atlas Geográfico sobre as correntes marítimas, para suas turmas da 1ª série do Ensino Médio.

Com base no material utilizado pelo professor, pode-se afirmar que a atividade proposta permitiu observar que a
corrente
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