Foram encontradas 305 questões.
Uma tubulação de plástico foi dividida em três partes de
modo que a primeira e a segunda parte correspondiam a 12/36 e
16/40 do comprimento da tubulação. Afração do comprimento da
tubulação correspondente à terceira parte, é equivalente a:
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Uma certa quantidade de tábuas de 4 cm de espessura cada
uma, foram arrumadas uma em cima da outra, formando uma
pilha de 1,20 m de altura. As medidas da espessura de cada
tábua e da altura da pilha, expressas em decímetros
correspondem, respectivamente a:
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Texto 3
Futebol, por Carlos Drummond de Andrade
Futebol se joga no estádio?
Futebol se joga na praia,
futebol se joga na rua,
futebol se joga na alma.
A bola é a mesma: forma sacra
para craques e pernas de pau.
Mesma a volúpia de chutar
na delirante copa-mundo
ou no árido espaço do morro.
São voos de estátuas súbitas,
desenhos feéricos, bailados
de pés e troncos entrançados.
Instantes lúdicos: flutua
o jogador, gravado no ar
— afinal, o corpo triunfante
da triste lei da gravidade
In Poesia errante
Para que a frase fique com o sentido contrário, a palavra TRIUNFANTE deveria ser substituída por:
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Texto 3
Futebol, por Carlos Drummond de Andrade
Futebol se joga no estádio?
Futebol se joga na praia,
futebol se joga na rua,
futebol se joga na alma.
A bola é a mesma: forma sacra
para craques e pernas de pau.
Mesma a volúpia de chutar
na delirante copa-mundo
ou no árido espaço do morro.
São voos de estátuas súbitas,
desenhos feéricos, bailados
de pés e troncos entrançados.
Instantes lúdicos: flutua
o jogador, gravado no ar
— afinal, o corpo triunfante
da triste lei da gravidade
In Poesia errante
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Texto 2

Disponível em https://web.facebook.com/tirasarmandinho/extraidoem04/12/2022
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Disponível em https://web.facebook.com/tirasarmandinho/extraidoem04/12/2022
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Texto 1
O boleirês que domina o português
Talvez a maneira em que o futebol se expressa mais
intensamente no cotidiano do brasileiro, além de si mesmo, é no
vocabulário. E de uma maneira como quase ninguém percebe,
porque já se tornou corriqueiro. As expressões que nasceram nos
estádios foram incorporadas no linguajar comum. Da crônica
esportiva ou da própria conversa de arquibancada, ganharam as
ruas e os livros, em um conceito cultural muito mais abrangente.
A linguagem específica do futebol é fenômeno estudado faz
tempo. Por exemplo, o primeiro “Dicionário do Futebol”, para
explicar os verbetes tradicionais do boleirês, surgiu quando o
Uruguai sequer havia levantado a Jules Rimet pela primeira vez:
em 1929, escrito e organizado pelo jornalista Haroldo Maranhão.
Ao mesmo tempo, os dicionários comuns adicionavam
significados futebolísticos para tantas outras palavras.
“Chutar”, por exemplo. Mais do que o ato em si de bater com o pé,
se tornou sinônimo de arriscar ou dar um palpite. O mesmo
acontece com vários termos que, literalmente, representam o que
acontece dentro de campo, mas servem de metáfora para vários
assuntos da vida. É o caso de “show de bola”, “suar a camisa”,
“dar um chapéu”, “tirar de letra” e tantas outras expressões que se
tornaram corriqueiras além do futebol. Demonstram a
importância do esporte para a cultura. E também tornam a língua
mais rica e viva, adaptando-se com as mudanças da sociedade.
Dos 228,5 mil verbetes listados pelo Dicionário Houaiss, 502
possuem a palavra “futebol” em suas explicações. Número
significativo da força do jogo sobre o português, especialmente
pelas variações que ganham conforme a região do país. “O
brasileiro é um povo que expressa sua emoção de uma maneira
muito espontânea, fato que se reflete na linguagem”, escreve a
pesquisadora Simone Nejaim Ribeiro, autora da dissertação
A Linguagem do Futebol: estilo e produtividade lexical.
“Alinguagem especial do futebol é bastante expressiva e, muitas
vezes, ultrapassa a esfera das narrações e dos textos referentes
ao esporte. Isto se deve, entre outras coisas, à grande paixão do
brasileiro por ele”. Por mais que as gírias exijam um
conhecimento prévio sobre o assunto, a popularidade do futebol
facilita a compreensão pela maioria.
https://observatorioracialfutebol.com.br/textos/como-o-futebol-moldou-a-identidade-cultural-do-brasileiro/
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Texto 1
O boleirês que domina o português
Talvez a maneira em que o futebol se expressa mais
intensamente no cotidiano do brasileiro, além de si mesmo, é no
vocabulário. E de uma maneira como quase ninguém percebe,
porque já se tornou corriqueiro. As expressões que nasceram nos
estádios foram incorporadas no linguajar comum. Da crônica
esportiva ou da própria conversa de arquibancada, ganharam as
ruas e os livros, em um conceito cultural muito mais abrangente.
A linguagem específica do futebol é fenômeno estudado faz
tempo. Por exemplo, o primeiro “Dicionário do Futebol”, para
explicar os verbetes tradicionais do boleirês, surgiu quando o
Uruguai sequer havia levantado a Jules Rimet pela primeira vez:
em 1929, escrito e organizado pelo jornalista Haroldo Maranhão.
Ao mesmo tempo, os dicionários comuns adicionavam
significados futebolísticos para tantas outras palavras.
“Chutar”, por exemplo. Mais do que o ato em si de bater com o pé,
se tornou sinônimo de arriscar ou dar um palpite. O mesmo
acontece com vários termos que, literalmente, representam o que
acontece dentro de campo, mas servem de metáfora para vários
assuntos da vida. É o caso de “show de bola”, “suar a camisa”,
“dar um chapéu”, “tirar de letra” e tantas outras expressões que se
tornaram corriqueiras além do futebol. Demonstram a
importância do esporte para a cultura. E também tornam a língua
mais rica e viva, adaptando-se com as mudanças da sociedade.
Dos 228,5 mil verbetes listados pelo Dicionário Houaiss, 502
possuem a palavra “futebol” em suas explicações. Número
significativo da força do jogo sobre o português, especialmente
pelas variações que ganham conforme a região do país. “O
brasileiro é um povo que expressa sua emoção de uma maneira
muito espontânea, fato que se reflete na linguagem”, escreve a
pesquisadora Simone Nejaim Ribeiro, autora da dissertação
A Linguagem do Futebol: estilo e produtividade lexical.
“Alinguagem especial do futebol é bastante expressiva e, muitas
vezes, ultrapassa a esfera das narrações e dos textos referentes
ao esporte. Isto se deve, entre outras coisas, à grande paixão do
brasileiro por ele”. Por mais que as gírias exijam um
conhecimento prévio sobre o assunto, a popularidade do futebol
facilita a compreensão pela maioria.
https://observatorioracialfutebol.com.br/textos/como-o-futebol-moldou-a-identidade-cultural-do-brasileiro/
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O boleirês que domina o português
Talvez a maneira em que o futebol se expressa mais
intensamente no cotidiano do brasileiro, além de si mesmo, é no
vocabulário. E de uma maneira como quase ninguém percebe,
porque já se tornou corriqueiro. As expressões que nasceram nos
estádios foram incorporadas no linguajar comum. Da crônica
esportiva ou da própria conversa de arquibancada, ganharam as
ruas e os livros, em um conceito cultural muito mais abrangente.
A linguagem específica do futebol é fenômeno estudado faz
tempo. Por exemplo, o primeiro “Dicionário do Futebol”, para
explicar os verbetes tradicionais do boleirês, surgiu quando o
Uruguai sequer havia levantado a Jules Rimet pela primeira vez:
em 1929, escrito e organizado pelo jornalista Haroldo Maranhão.
Ao mesmo tempo, os dicionários comuns adicionavam
significados futebolísticos para tantas outras palavras.
“Chutar”, por exemplo. Mais do que o ato em si de bater com o pé,
se tornou sinônimo de arriscar ou dar um palpite. O mesmo
acontece com vários termos que, literalmente, representam o que
acontece dentro de campo, mas servem de metáfora para vários
assuntos da vida. É o caso de “show de bola”, “suar a camisa”,
“dar um chapéu”, “tirar de letra” e tantas outras expressões que se
tornaram corriqueiras além do futebol. Demonstram a
importância do esporte para a cultura. E também tornam a língua
mais rica e viva, adaptando-se com as mudanças da sociedade.
Dos 228,5 mil verbetes listados pelo Dicionário Houaiss, 502
possuem a palavra “futebol” em suas explicações. Número
significativo da força do jogo sobre o português, especialmente
pelas variações que ganham conforme a região do país. “O
brasileiro é um povo que expressa sua emoção de uma maneira
muito espontânea, fato que se reflete na linguagem”, escreve a
pesquisadora Simone Nejaim Ribeiro, autora da dissertação
A Linguagem do Futebol: estilo e produtividade lexical.
“Alinguagem especial do futebol é bastante expressiva e, muitas
vezes, ultrapassa a esfera das narrações e dos textos referentes
ao esporte. Isto se deve, entre outras coisas, à grande paixão do
brasileiro por ele”. Por mais que as gírias exijam um
conhecimento prévio sobre o assunto, a popularidade do futebol
facilita a compreensão pela maioria.
https://observatorioracialfutebol.com.br/textos/como-o-futebol-moldou-a-identidade-cultural-do-brasileiro/
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Texto 1
O boleirês que domina o português
Talvez a maneira em que o futebol se expressa mais
intensamente no cotidiano do brasileiro, além de si mesmo, é no
vocabulário. E de uma maneira como quase ninguém percebe,
porque já se tornou corriqueiro. As expressões que nasceram nos
estádios foram incorporadas no linguajar comum. Da crônica
esportiva ou da própria conversa de arquibancada, ganharam as
ruas e os livros, em um conceito cultural muito mais abrangente.
A linguagem específica do futebol é fenômeno estudado faz
tempo. Por exemplo, o primeiro “Dicionário do Futebol”, para
explicar os verbetes tradicionais do boleirês, surgiu quando o
Uruguai sequer havia levantado a Jules Rimet pela primeira vez:
em 1929, escrito e organizado pelo jornalista Haroldo Maranhão.
Ao mesmo tempo, os dicionários comuns adicionavam
significados futebolísticos para tantas outras palavras.
“Chutar”, por exemplo. Mais do que o ato em si de bater com o pé,
se tornou sinônimo de arriscar ou dar um palpite. O mesmo
acontece com vários termos que, literalmente, representam o que
acontece dentro de campo, mas servem de metáfora para vários
assuntos da vida. É o caso de “show de bola”, “suar a camisa”,
“dar um chapéu”, “tirar de letra” e tantas outras expressões que se
tornaram corriqueiras além do futebol. Demonstram a
importância do esporte para a cultura. E também tornam a língua
mais rica e viva, adaptando-se com as mudanças da sociedade.
Dos 228,5 mil verbetes listados pelo Dicionário Houaiss, 502
possuem a palavra “futebol” em suas explicações. Número
significativo da força do jogo sobre o português, especialmente
pelas variações que ganham conforme a região do país. “O
brasileiro é um povo que expressa sua emoção de uma maneira
muito espontânea, fato que se reflete na linguagem”, escreve a
pesquisadora Simone Nejaim Ribeiro, autora da dissertação
A Linguagem do Futebol: estilo e produtividade lexical.
“Alinguagem especial do futebol é bastante expressiva e, muitas
vezes, ultrapassa a esfera das narrações e dos textos referentes
ao esporte. Isto se deve, entre outras coisas, à grande paixão do
brasileiro por ele”. Por mais que as gírias exijam um
conhecimento prévio sobre o assunto, a popularidade do futebol
facilita a compreensão pela maioria.
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“Ele tirou de letra as dificuldades do jogo”.
O plural do termo destacado está correto em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
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