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TEXTO V
GUARDIÕES DA BIODIVERSIDADE: UMA
VIAGEM AO NÚCLEO DO BANCO MUNDIAL
DE SEMENTES
Em outubro de 2023, o Instituto de Recursos
Genéticos Vegetais do Gana tornou-se a 100ª
instituição a partilhar as suas plantas com a Noruega.
Em quatro caixas, o Gana enviou um total de 422
variedades de arroz, milho, leguminosas e solanáceas,
como as beringelas locais. Para tal, tiveram de preparar o material vegetal antes do envio, de acordo
com os escrupulosos métodos noruegueses.
A primeira parte do processo consiste em
seleccionar as sementes ou partes de plantas com as
melhores características. Normalmente, são incluídas
cerca de 500 sementes em cada lote, embora isso
dependa, naturalmente, do tamanho da semente. Uma
vez seleccionadas, costumavam ser colocadas numa
garrafa de vidro hermética, mas actualmente são
seladas numa embalagem de alumínio e refrigeradas
para serem enviadas para a Noruega. No entanto,
como não há pessoal permanente no banco-bunker, os
envios só podem ser efectuados em determinados
meses, quando o clima permite um acesso seguro às
instalações.
Disponível em: <https://abrir.link/jPVus>. Adaptado. Acesso
em: 26 de maio de 2025.
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TEXTO V
GUARDIÕES DA BIODIVERSIDADE: UMA
VIAGEM AO NÚCLEO DO BANCO MUNDIAL
DE SEMENTES
Em outubro de 2023, o Instituto de Recursos
Genéticos Vegetais do Gana tornou-se a 100ª
instituição a partilhar as suas plantas com a Noruega.
Em quatro caixas, o Gana enviou um total de 422
variedades de arroz, milho, leguminosas e solanáceas,
como as beringelas locais. Para tal, tiveram de preparar o material vegetal antes do envio, de acordo
com os escrupulosos métodos noruegueses.
A primeira parte do processo consiste em
seleccionar as sementes ou partes de plantas com as
melhores características. Normalmente, são incluídas
cerca de 500 sementes em cada lote, embora isso
dependa, naturalmente, do tamanho da semente. Uma
vez seleccionadas, costumavam ser colocadas numa
garrafa de vidro hermética, mas actualmente são
seladas numa embalagem de alumínio e refrigeradas
para serem enviadas para a Noruega. No entanto,
como não há pessoal permanente no banco-bunker, os
envios só podem ser efectuados em determinados
meses, quando o clima permite um acesso seguro às
instalações.
Disponível em: <https://abrir.link/jPVus>. Adaptado. Acesso
em: 26 de maio de 2025.
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GUARDIÕES DA BIODIVERSIDADE: UMA
VIAGEM AO NÚCLEO DO BANCO MUNDIAL
DE SEMENTES
Em outubro de 2023, o Instituto de Recursos
Genéticos Vegetais do Gana tornou-se a 100ª
instituição a partilhar as suas plantas com a Noruega.
Em quatro caixas, o Gana enviou um total de 422
variedades de arroz, milho, leguminosas e solanáceas,
como as beringelas locais. Para tal, tiveram de preparar o material vegetal antes do envio, de acordo
com os escrupulosos métodos noruegueses.
A primeira parte do processo consiste em
seleccionar as sementes ou partes de plantas com as
melhores características. Normalmente, são incluídas
cerca de 500 sementes em cada lote, embora isso
dependa, naturalmente, do tamanho da semente. Uma
vez seleccionadas, costumavam ser colocadas numa
garrafa de vidro hermética, mas actualmente são
seladas numa embalagem de alumínio e refrigeradas
para serem enviadas para a Noruega. No entanto,
como não há pessoal permanente no banco-bunker, os
envios só podem ser efectuados em determinados
meses, quando o clima permite um acesso seguro às
instalações.
Disponível em: <https://abrir.link/jPVus>. Adaptado. Acesso
em: 26 de maio de 2025.
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Examine a imagem a seguir:

Fonte: <https://abrir.link/xdeMU>
Na imagem, observa-se a representação de insetos voadores com corpo semelhante ao de abelhas, mas cujas cabeças foram substituídas por máscaras de gás, e cuja trajetória é acompanhada por partículas visíveis no ar. A leitura da imagem depende do seguinte processo inferencial:

Fonte: <https://abrir.link/xdeMU>
Na imagem, observa-se a representação de insetos voadores com corpo semelhante ao de abelhas, mas cujas cabeças foram substituídas por máscaras de gás, e cuja trajetória é acompanhada por partículas visíveis no ar. A leitura da imagem depende do seguinte processo inferencial:
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TEXTO IV
POR QUE O BRASIL GUARDOU ARROZ E
FEIJÃO NO 'COFRE DO APOCALIPSE'?
Imagine um grande backup de sementes de
quase todo o mundo, protegendo a humanidade contra
um evento apocalíptico ou catástrofe global que nos
faça recomeçar do zero. Assim é o Seed Vault,
conhecido como “cofre do apocalipse” ou “arca de
Noé das plantas”. Foi nesse grande banco de dados
genéticos que o Brasil depositou seus cultivares de
arroz e feijão no fim de fevereiro, precavendo o nosso
país do “fim do mundo”.
“Tive o privilégio de entregar pessoalmente as
caixas para depósito nesse banco. As sementes dessas
cultivares de arroz e feijão e a diversidade contida
nelas estarão preservadas por décadas”, diz Elcio
Perpetuo Guimarães, chefe-geral da Embrapa Arroz e
Feijão, ao UOL.
Ele é operado em uma parceria entre o
Ministério Norueguês de Alimentos e Agricultura, o
banco regional de genes NordGen e o Crop Trust,
uma organização internacional independente. A ideia,
no entanto, foi concebida na década de 1980 por Cary
Fowler, ex-diretor executivo do Crop Trust, e só
começou a se tornar realidade depois que um Tratado
Internacional de Sementes, negociado pela ONU, foi
assinado em 2001.
Disponível em: <https://abrir.link/wlxUt>. Adaptado. Acesso em: 26 de maio de 2025.
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TEXTO IV
POR QUE O BRASIL GUARDOU ARROZ E
FEIJÃO NO 'COFRE DO APOCALIPSE'?
Imagine um grande backup de sementes de
quase todo o mundo, protegendo a humanidade contra
um evento apocalíptico ou catástrofe global que nos
faça recomeçar do zero. Assim é o Seed Vault,
conhecido como “cofre do apocalipse” ou “arca de
Noé das plantas”. Foi nesse grande banco de dados
genéticos que o Brasil depositou seus cultivares de
arroz e feijão no fim de fevereiro, precavendo o nosso
país do “fim do mundo”.
“Tive o privilégio de entregar pessoalmente as
caixas para depósito nesse banco. As sementes dessas
cultivares de arroz e feijão e a diversidade contida
nelas estarão preservadas por décadas”, diz Elcio
Perpetuo Guimarães, chefe-geral da Embrapa Arroz e
Feijão, ao UOL.
Ele é operado em uma parceria entre o
Ministério Norueguês de Alimentos e Agricultura, o
banco regional de genes NordGen e o Crop Trust,
uma organização internacional independente. A ideia,
no entanto, foi concebida na década de 1980 por Cary
Fowler, ex-diretor executivo do Crop Trust, e só
começou a se tornar realidade depois que um Tratado
Internacional de Sementes, negociado pela ONU, foi
assinado em 2001.
Disponível em: <https://abrir.link/wlxUt>. Adaptado. Acesso em: 26 de maio de 2025.
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POR QUE O BRASIL GUARDOU ARROZ E
FEIJÃO NO 'COFRE DO APOCALIPSE'?
Imagine um grande backup de sementes de
quase todo o mundo, protegendo a humanidade contra
um evento apocalíptico ou catástrofe global que nos
faça recomeçar do zero. Assim é o Seed Vault,
conhecido como “cofre do apocalipse” ou “arca de
Noé das plantas”. Foi nesse grande banco de dados
genéticos que o Brasil depositou seus cultivares de
arroz e feijão no fim de fevereiro, precavendo o nosso
país do “fim do mundo”.
“Tive o privilégio de entregar pessoalmente as
caixas para depósito nesse banco. As sementes dessas
cultivares de arroz e feijão e a diversidade contida
nelas estarão preservadas por décadas”, diz Elcio
Perpetuo Guimarães, chefe-geral da Embrapa Arroz e
Feijão, ao UOL.
Ele é operado em uma parceria entre o
Ministério Norueguês de Alimentos e Agricultura, o
banco regional de genes NordGen e o Crop Trust,
uma organização internacional independente. A ideia,
no entanto, foi concebida na década de 1980 por Cary
Fowler, ex-diretor executivo do Crop Trust, e só
começou a se tornar realidade depois que um Tratado
Internacional de Sementes, negociado pela ONU, foi
assinado em 2001.
Disponível em: <https://abrir.link/wlxUt>. Adaptado. Acesso em: 26 de maio de 2025.
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POR QUE O BRASIL GUARDOU ARROZ E
FEIJÃO NO 'COFRE DO APOCALIPSE'?
Imagine um grande backup de sementes de
quase todo o mundo, protegendo a humanidade contra
um evento apocalíptico ou catástrofe global que nos
faça recomeçar do zero. Assim é o Seed Vault,
conhecido como “cofre do apocalipse” ou “arca de
Noé das plantas”. Foi nesse grande banco de dados
genéticos que o Brasil depositou seus cultivares de
arroz e feijão no fim de fevereiro, precavendo o nosso
país do “fim do mundo”.
“Tive o privilégio de entregar pessoalmente as
caixas para depósito nesse banco. As sementes dessas
cultivares de arroz e feijão e a diversidade contida
nelas estarão preservadas por décadas”, diz Elcio
Perpetuo Guimarães, chefe-geral da Embrapa Arroz e
Feijão, ao UOL.
Ele é operado em uma parceria entre o
Ministério Norueguês de Alimentos e Agricultura, o
banco regional de genes NordGen e o Crop Trust,
uma organização internacional independente. A ideia,
no entanto, foi concebida na década de 1980 por Cary
Fowler, ex-diretor executivo do Crop Trust, e só
começou a se tornar realidade depois que um Tratado
Internacional de Sementes, negociado pela ONU, foi
assinado em 2001.
Disponível em: <https://abrir.link/wlxUt>. Adaptado. Acesso em: 26 de maio de 2025.
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POR QUE O BRASIL GUARDOU ARROZ E
FEIJÃO NO 'COFRE DO APOCALIPSE'?
Imagine um grande backup de sementes de
quase todo o mundo, protegendo a humanidade contra
um evento apocalíptico ou catástrofe global que nos
faça recomeçar do zero. Assim é o Seed Vault,
conhecido como “cofre do apocalipse” ou “arca de
Noé das plantas”. Foi nesse grande banco de dados
genéticos que o Brasil depositou seus cultivares de
arroz e feijão no fim de fevereiro, precavendo o nosso
país do “fim do mundo”.
“Tive o privilégio de entregar pessoalmente as
caixas para depósito nesse banco. As sementes dessas
cultivares de arroz e feijão e a diversidade contida
nelas estarão preservadas por décadas”, diz Elcio
Perpetuo Guimarães, chefe-geral da Embrapa Arroz e
Feijão, ao UOL.
Ele é operado em uma parceria entre o
Ministério Norueguês de Alimentos e Agricultura, o
banco regional de genes NordGen e o Crop Trust,
uma organização internacional independente. A ideia,
no entanto, foi concebida na década de 1980 por Cary
Fowler, ex-diretor executivo do Crop Trust, e só
começou a se tornar realidade depois que um Tratado
Internacional de Sementes, negociado pela ONU, foi
assinado em 2001.
Disponível em: <https://abrir.link/wlxUt>. Adaptado. Acesso em: 26 de maio de 2025.
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POR QUE O BRASIL GUARDOU ARROZ E
FEIJÃO NO 'COFRE DO APOCALIPSE'?
Imagine um grande backup de sementes de
quase todo o mundo, protegendo a humanidade contra
um evento apocalíptico ou catástrofe global que nos
faça recomeçar do zero. Assim é o Seed Vault,
conhecido como “cofre do apocalipse” ou “arca de
Noé das plantas”. Foi nesse grande banco de dados
genéticos que o Brasil depositou seus cultivares de
arroz e feijão no fim de fevereiro, precavendo o nosso
país do “fim do mundo”.
“Tive o privilégio de entregar pessoalmente as
caixas para depósito nesse banco. As sementes dessas
cultivares de arroz e feijão e a diversidade contida
nelas estarão preservadas por décadas”, diz Elcio
Perpetuo Guimarães, chefe-geral da Embrapa Arroz e
Feijão, ao UOL.
Ele é operado em uma parceria entre o
Ministério Norueguês de Alimentos e Agricultura, o
banco regional de genes NordGen e o Crop Trust,
uma organização internacional independente. A ideia,
no entanto, foi concebida na década de 1980 por Cary
Fowler, ex-diretor executivo do Crop Trust, e só
começou a se tornar realidade depois que um Tratado
Internacional de Sementes, negociado pela ONU, foi
assinado em 2001.
Disponível em: <https://abrir.link/wlxUt>. Adaptado. Acesso em: 26 de maio de 2025.
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