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Foram encontradas 50 questões.

2424687 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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A questão refere-se ao texto a seguir.
Copel prevê entrada em geração de energia eólica
Após sair dos limites do Paraná em 2010 e conquistar importantes ativos de geração e transmissão de energia em São Paulo e no Mato Grosso, a Copel pretende entrar no segmento de geração eólica, também fora do seu Estado de origem. A companhia conta com “algumas dezenas de ofertas” de locais interessados em receber eventuais parques eólicos. Houve inclusive reuniões preliminares com fornecedores para que a empresa já tenha pré-contratos quando os leilões forem realizados, declarou Lindolfo Zimmer, presidente da estatal paranaense, à agência Reuters de notícias. “É desejável que a participação no leilão seja fechada com fornecedores definidos”, disse ele. “Os custos de implantação (de uma usina eólica) estão caindo de forma acentuada. Nossa empresa não pode se dar ao luxo de ficar de fora”, acrescentou.
Ele não revelou em quais locais poderiam ser construídos parques eólicos da Copel, mas disse que mapeamentos mostram o Nordeste, partes de Minas Gerais e Rio de Janeiro e o sul do Rio Grande do Sul como locais propícios. Na manhã desta quarta-feira, em teleconferência com analistas, o presidente do Conselho de Administração da empresa, Mauricio Schulman, disse que a companhia não participará de projetos que tenham taxas de retorno inferiores aos custos. Schulman afirmou que estudos indicam que o potencial para a energia eólica no Brasil é de mais de 150 mil megawatts (MW), 50 por cento a mais do que toda a geração hídrica no país.
O presidente da Copel afirmou ainda que a companhia está tentando antecipar o início das operações da hidrelétrica de Colíder (MT) em seis meses, de junho para janeiro de 2014. Segundo Zimmer, a pedra fundamental da usina será lançada em 15 de maio, apesar de já haver um acampamento e um canteiro de obras no local. “As coisas estão absolutamente em ordem, dentro do previsto”, disse. A antecipação melhoraria a taxa de retorno do empreendimento.
(Adaptado de Gazeta do Povo, mar. 2011.)
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. A Copel não pretende instalar parques eólicos no Paraná.
2. Todo o estado do Rio de Janeiro é considerado propício para a instalação de parques eólicos.
3. São Paulo e Mato Grosso já contam com parques eólicos da Copel.
4. A Bahia é um dos estados propícios à instalação de parques eólicos.
Assinale a alternativa correta:
 

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2424686 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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A questão refere-se ao texto a seguir.
Copel prevê entrada em geração de energia eólica
Após sair dos limites do Paraná em 2010 e conquistar importantes ativos de geração e transmissão de energia em São Paulo e no Mato Grosso, a Copel pretende entrar no segmento de geração eólica, também fora do seu Estado de origem. A companhia conta com “algumas dezenas de ofertas” de locais interessados em receber eventuais parques eólicos. Houve inclusive reuniões preliminares com fornecedores para que a empresa já tenha pré-contratos quando os leilões forem realizados, declarou Lindolfo Zimmer, presidente da estatal paranaense, à agência Reuters de notícias. “É desejável que a participação no leilão seja fechada com fornecedores definidos”, disse ele. “Os custos de implantação (de uma usina eólica) estão caindo de forma acentuada. Nossa empresa não pode se dar ao luxo de ficar de fora”, acrescentou.
Ele não revelou em quais locais poderiam ser construídos parques eólicos da Copel, mas disse que mapeamentos mostram o Nordeste, partes de Minas Gerais e Rio de Janeiro e o sul do Rio Grande do Sul como locais propícios. Na manhã desta quarta-feira, em teleconferência com analistas, o presidente do Conselho de Administração da empresa, Mauricio Schulman, disse que a companhia não participará de projetos que tenham taxas de retorno inferiores aos custos. Schulman afirmou que estudos indicam que o potencial para a energia eólica no Brasil é de mais de 150 mil megawatts (MW), 50 por cento a mais do que toda a geração hídrica no país.
O presidente da Copel afirmou ainda que a companhia está tentando antecipar o início das operações da hidrelétrica de Colíder (MT) em seis meses, de junho para janeiro de 2014. Segundo Zimmer, a pedra fundamental da usina será lançada em 15 de maio, apesar de já haver um acampamento e um canteiro de obras no local. “As coisas estão absolutamente em ordem, dentro do previsto”, disse. A antecipação melhoraria a taxa de retorno do empreendimento.
(Adaptado de Gazeta do Povo, mar. 2011.)
De acordo com o texto, a intenção de antecipar o início das operações da hidrelétrica de Colíder deve-se a razões de ordem:
 

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2424684 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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A questão refere-se à entrevista a seguir.
Revolução energética: a última encruzilhada
“Estamos diante do maior desafio que a humanidade já enfrentou, o de revolucionar com urgência todo o sistema energético mundial”. O veredicto é do engenheiro alemão Jürgen Schmid, uma das autoridades mais influentes da Europa hoje no que diz respeito às energias renováveis.
Na Alemanha, quais as principais conquistas quanto a políticas energéticas?
Um bom começo foi a aprovação da chamada “lei de energia renovável”, que alcançou bastante sucesso e está sendo “copiada” por mais de 30 países, entre os quais França, Itália, Espanha e China. A lei prevê uma tarifa especial, mais alta, garantida pelo governo por 20 anos, para a eletricidade produzida a partir da matriz solar, eólica, hidráulica ou biomassa. O investidor, ao aplicar recursos em tecnologias renováveis, está seguro de que poderá amortizar seus investimentos, pois conseguirá vender seu produto a bom preço, com garantia do governo. Além disso, esse investidor tem acesso a crédito nos bancos. Isso é realidade na Alemanha. Começamos há cerca de 10 anos, e agora outros países seguem nossos passos.
Os cidadãos alemães não se importam em pagar mais pela energia elétrica?
Cerca de 90% dos alemães estão convencidos de que precisamos de mais energias renováveis. Então não se importam em pagar poucos euros a mais todo mês por energia elétrica. Só um segmento ficou insatisfeito: as indústrias que precisam de grande quantidade de eletricidade. O argumento é que, diante de preços tão altos, a produção cairia, e, para garantir os lucros, seria preciso deslocar-se para a China ou outro lugar mais vantajoso. Como o argumento era razoável, os parlamentares abriram uma exceção: para essas indústrias, a tarifa não se alteraria.
Como o setor empresarial se comporta diante de um novo paradigma energético?
Há alguns anos, as indústrias não acreditavam que estávamos em uma situação ecológica delicada. agora todos estão mais conscientes e convencidos de que devem participar do esforço de conversão para energias renováveis. , no fundo, sabem que poderão lucrar com a nova oportunidade.
Quem deve gerir os recursos energéticos: o Estado ou a iniciativa privada?
Creio que o setor privado possa investir em unidades de produção. Mas as grandes redes de infraestrutura devem ficar nas mãos do governo. Esse modelo parece funcionar bem.
Como o senhor avalia o desempenho energético do Brasil?
Nas discussões que tenho acompanhado aqui, percebe-se uma esperança de crescimento das energias renováveis, e o país tem potencial para desenvolvê-las. O rendimento obtido pela cana-de-açúcar, por exemplo, é no mínimo cinco vezes maior que o dos biocombustíveis em voga na Alemanha. Mas isso não é suficiente para a grande transformação. A biomassa jamais dará conta de toda a demanda energética. O Brasil precisa alterar sua infraestrutura energética e investir na conversão dos sistemas convencionais, o que significa apostar em veículos elétricos e dar mais espaço às energias sustentáveis. Porém, no momento, não vejo muitas ações nesse sentido por aqui. O país investe em bioenergia e em hidrelétricas, mas despreza a energia eólica, apesar de seu enorme potencial para o desenvolvimento dessa matriz.
(Adaptado de Ciência Hoje, dez. 2009.)
Os termos que, respectivamente, completam as lacunas do 4º parágrafo de forma correta são:
 

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2424683 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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A questão refere-se à entrevista a seguir.
Revolução energética: a última encruzilhada
“Estamos diante do maior desafio que a humanidade já enfrentou, o de revolucionar com urgência todo o sistema energético mundial”. O veredicto é do engenheiro alemão Jürgen Schmid, uma das autoridades mais influentes da Europa hoje no que diz respeito às energias renováveis.
Na Alemanha, quais as principais conquistas quanto a políticas energéticas?
Um bom começo foi a aprovação da chamada “lei de energia renovável”, que alcançou bastante sucesso e está sendo “copiada” por mais de 30 países, entre os quais França, Itália, Espanha e China. A lei prevê uma tarifa especial, mais alta, garantida pelo governo por 20 anos, para a eletricidade produzida a partir da matriz solar, eólica, hidráulica ou biomassa. O investidor, ao aplicar recursos em tecnologias renováveis, está seguro de que poderá amortizar seus investimentos, pois conseguirá vender seu produto a bom preço, com garantia do governo. Além disso, esse investidor tem acesso a crédito nos bancos. Isso é realidade na Alemanha. Começamos há cerca de 10 anos, e agora outros países seguem nossos passos.
Os cidadãos alemães não se importam em pagar mais pela energia elétrica?
Cerca de 90% dos alemães estão convencidos de que precisamos de mais energias renováveis. Então não se importam em pagar poucos euros a mais todo mês por energia elétrica. Só um segmento ficou insatisfeito: as indústrias que precisam de grande quantidade de eletricidade. O argumento é que, diante de preços tão altos, a produção cairia, e, para garantir os lucros, seria preciso deslocar-se para a China ou outro lugar mais vantajoso. Como o argumento era razoável, os parlamentares abriram uma exceção: para essas indústrias, a tarifa não se alteraria.
Como o setor empresarial se comporta diante de um novo paradigma energético?
Há alguns anos, as indústrias não acreditavam que estávamos em uma situação ecológica delicada. agora todos estão mais conscientes e convencidos de que devem participar do esforço de conversão para energias renováveis. , no fundo, sabem que poderão lucrar com a nova oportunidade.
Quem deve gerir os recursos energéticos: o Estado ou a iniciativa privada?
Creio que o setor privado possa investir em unidades de produção. Mas as grandes redes de infraestrutura devem ficar nas mãos do governo. Esse modelo parece funcionar bem.
Como o senhor avalia o desempenho energético do Brasil?
Nas discussões que tenho acompanhado aqui, percebe-se uma esperança de crescimento das energias renováveis, e o país tem potencial para desenvolvê-las. O rendimento obtido pela cana-de-açúcar, por exemplo, é no mínimo cinco vezes maior que o dos biocombustíveis em voga na Alemanha. Mas isso não é suficiente para a grande transformação. A biomassa jamais dará conta de toda a demanda energética. O Brasil precisa alterar sua infraestrutura energética e investir na conversão dos sistemas convencionais, o que significa apostar em veículos elétricos e dar mais espaço às energias sustentáveis. Porém, no momento, não vejo muitas ações nesse sentido por aqui. O país investe em bioenergia e em hidrelétricas, mas despreza a energia eólica, apesar de seu enorme potencial para o desenvolvimento dessa matriz.
(Adaptado de Ciência Hoje, dez. 2009.)
O último parágrafo do texto encerra-se com a expressão “dessa matriz”. A que se refere essa expressão?
 

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2424682 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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A questão refere-se à entrevista a seguir.
Revolução energética: a última encruzilhada
“Estamos diante do maior desafio que a humanidade já enfrentou, o de revolucionar com urgência todo o sistema energético mundial”. O veredicto é do engenheiro alemão Jürgen Schmid, uma das autoridades mais influentes da Europa hoje no que diz respeito às energias renováveis.
Na Alemanha, quais as principais conquistas quanto a políticas energéticas?
Um bom começo foi a aprovação da chamada “lei de energia renovável”, que alcançou bastante sucesso e está sendo “copiada” por mais de 30 países, entre os quais França, Itália, Espanha e China. A lei prevê uma tarifa especial, mais alta, garantida pelo governo por 20 anos, para a eletricidade produzida a partir da matriz solar, eólica, hidráulica ou biomassa. O investidor, ao aplicar recursos em tecnologias renováveis, está seguro de que poderá amortizar seus investimentos, pois conseguirá vender seu produto a bom preço, com garantia do governo. Além disso, esse investidor tem acesso a crédito nos bancos. Isso é realidade na Alemanha. Começamos há cerca de 10 anos, e agora outros países seguem nossos passos.
Os cidadãos alemães não se importam em pagar mais pela energia elétrica?
Cerca de 90% dos alemães estão convencidos de que precisamos de mais energias renováveis. Então não se importam em pagar poucos euros a mais todo mês por energia elétrica. Só um segmento ficou insatisfeito: as indústrias que precisam de grande quantidade de eletricidade. O argumento é que, diante de preços tão altos, a produção cairia, e, para garantir os lucros, seria preciso deslocar-se para a China ou outro lugar mais vantajoso. Como o argumento era razoável, os parlamentares abriram uma exceção: para essas indústrias, a tarifa não se alteraria.
Como o setor empresarial se comporta diante de um novo paradigma energético?
Há alguns anos, as indústrias não acreditavam que estávamos em uma situação ecológica delicada. agora todos estão mais conscientes e convencidos de que devem participar do esforço de conversão para energias renováveis. , no fundo, sabem que poderão lucrar com a nova oportunidade.
Quem deve gerir os recursos energéticos: o Estado ou a iniciativa privada?
Creio que o setor privado possa investir em unidades de produção. Mas as grandes redes de infraestrutura devem ficar nas mãos do governo. Esse modelo parece funcionar bem.
Como o senhor avalia o desempenho energético do Brasil?
Nas discussões que tenho acompanhado aqui, percebe-se uma esperança de crescimento das energias renováveis, e o país tem potencial para desenvolvê-las. O rendimento obtido pela cana-de-açúcar, por exemplo, é no mínimo cinco vezes maior que o dos biocombustíveis em voga na Alemanha. Mas isso não é suficiente para a grande transformação. A biomassa jamais dará conta de toda a demanda energética. O Brasil precisa alterar sua infraestrutura energética e investir na conversão dos sistemas convencionais, o que significa apostar em veículos elétricos e dar mais espaço às energias sustentáveis. Porém, no momento, não vejo muitas ações nesse sentido por aqui. O país investe em bioenergia e em hidrelétricas, mas despreza a energia eólica, apesar de seu enorme potencial para o desenvolvimento dessa matriz.
(Adaptado de Ciência Hoje, dez. 2009.)
Com base na entrevista acima, é correto afirmar que, durante 20 anos, o governo alemão:
 

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2424725 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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No caso da ferramenta Explorer do Windows XP, ao se arrastar um item para outro disco:
Questão Desatualizada

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2424721 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Três lâmpadas de enfeitar pinheirinho de Natal piscam em intervalos regulares. A primeira pisca a cada 12 segundos, a segunda a cada 20 segundos e a terceira a cada 34 segundos. Em um determinado instante, as três lâmpadas piscaram ao mesmo tempo. As lâmpadas piscam simultaneamente a cada:
Questão Anulada e Desatualizada

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Questão presente nas seguintes provas
2424718 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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No mês de junho de 2011, aconteceu a Maratona Internacional de São Paulo. Os atletas deveriam correr um percurso de 42 km. O vencedor, David Kemboi Kiyeng, do Quênia, fez o percurso em 2h11min53s, e a vencedora, Samira Raif, de Marrocos, bateu um novo recorde, com o tempo de 2h36min01s. Uma emissora de TV iniciou a transmissão do evento às 10h25min59s e encerrou 22’35” após a chegada dos campeões. Com base nessas informações, é correto afirmar que a transmissão foi encerrada:
Questão Anulada e Desatualizada

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Questão presente nas seguintes provas
2424715 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Dona Sônia anda todas as tardes com o seu carro pelas ruas do bairro onde mora, anunciando a venda de um produto que ela mesma faz, do seguinte modo:
“Vendo sonhos! Sonhos de nata, creme, chocolate e goiabada!
Um sonho custa R$ 0,75 e 5 custam R$ 3,50.”
Para seu controle, dona Sônia anota todas as suas vendas. No dia de hoje a sua caderneta tinha o seguinte registro:
Quantos sonhos Sabor R$ recebido
1 goiabada 0,75
8 nata
creme 7,00
chocolate 16,25
A venda de dona Sônia pode ser escrita por meio de uma expressão numérica. Considere g = goiabada; n = nata; c = creme e ch = chocolate. Assinale a alternativa que apresenta corretamente essa expressão numérica.
Questão Anulada e Desatualizada

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Questão presente nas seguintes provas
2424685 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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No verso do talão de cobrança da conta de energia elétrica, consta a seguinte orientação: “Nos casos de pedido de desligamento ou dúvida quanto ao consumo de energia, anote os números do visor ou a posição dos ponteiros do seu medidor de energia, coloque a data da leitura e entre em contato com a COPEL”.
O medidor de ponteiros é composto de quatro ou cinco pequenos relógios. Comece a leitura pelo primeiro deles, localizado à sua direita. Em seguida, leia os demais relógios, sempre da direita para a esquerda. Os números devem ser anotados na mesma ordem de leitura dos relógios. Não esqueça que os ponteiros dos relógios giram no sentido do menor para o maior número. Anote sempre o último número ultrapassado pelo ponteiro.
Enunciado 3574566-1
Com base nas instruções, assinale a alternativa que apresenta a leitura correta dos medidores acima.
Questão Anulada e Desatualizada

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