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Foram encontradas 398 questões.

2424687 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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A questão refere-se ao texto a seguir.
Copel prevê entrada em geração de energia eólica
Após sair dos limites do Paraná em 2010 e conquistar importantes ativos de geração e transmissão de energia em São Paulo e no Mato Grosso, a Copel pretende entrar no segmento de geração eólica, também fora do seu Estado de origem. A companhia conta com “algumas dezenas de ofertas” de locais interessados em receber eventuais parques eólicos. Houve inclusive reuniões preliminares com fornecedores para que a empresa já tenha pré-contratos quando os leilões forem realizados, declarou Lindolfo Zimmer, presidente da estatal paranaense, à agência Reuters de notícias. “É desejável que a participação no leilão seja fechada com fornecedores definidos”, disse ele. “Os custos de implantação (de uma usina eólica) estão caindo de forma acentuada. Nossa empresa não pode se dar ao luxo de ficar de fora”, acrescentou.
Ele não revelou em quais locais poderiam ser construídos parques eólicos da Copel, mas disse que mapeamentos mostram o Nordeste, partes de Minas Gerais e Rio de Janeiro e o sul do Rio Grande do Sul como locais propícios. Na manhã desta quarta-feira, em teleconferência com analistas, o presidente do Conselho de Administração da empresa, Mauricio Schulman, disse que a companhia não participará de projetos que tenham taxas de retorno inferiores aos custos. Schulman afirmou que estudos indicam que o potencial para a energia eólica no Brasil é de mais de 150 mil megawatts (MW), 50 por cento a mais do que toda a geração hídrica no país.
O presidente da Copel afirmou ainda que a companhia está tentando antecipar o início das operações da hidrelétrica de Colíder (MT) em seis meses, de junho para janeiro de 2014. Segundo Zimmer, a pedra fundamental da usina será lançada em 15 de maio, apesar de já haver um acampamento e um canteiro de obras no local. “As coisas estão absolutamente em ordem, dentro do previsto”, disse. A antecipação melhoraria a taxa de retorno do empreendimento.
(Adaptado de Gazeta do Povo, mar. 2011.)
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. A Copel não pretende instalar parques eólicos no Paraná.
2. Todo o estado do Rio de Janeiro é considerado propício para a instalação de parques eólicos.
3. São Paulo e Mato Grosso já contam com parques eólicos da Copel.
4. A Bahia é um dos estados propícios à instalação de parques eólicos.
Assinale a alternativa correta:
 

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2424686 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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A questão refere-se ao texto a seguir.
Copel prevê entrada em geração de energia eólica
Após sair dos limites do Paraná em 2010 e conquistar importantes ativos de geração e transmissão de energia em São Paulo e no Mato Grosso, a Copel pretende entrar no segmento de geração eólica, também fora do seu Estado de origem. A companhia conta com “algumas dezenas de ofertas” de locais interessados em receber eventuais parques eólicos. Houve inclusive reuniões preliminares com fornecedores para que a empresa já tenha pré-contratos quando os leilões forem realizados, declarou Lindolfo Zimmer, presidente da estatal paranaense, à agência Reuters de notícias. “É desejável que a participação no leilão seja fechada com fornecedores definidos”, disse ele. “Os custos de implantação (de uma usina eólica) estão caindo de forma acentuada. Nossa empresa não pode se dar ao luxo de ficar de fora”, acrescentou.
Ele não revelou em quais locais poderiam ser construídos parques eólicos da Copel, mas disse que mapeamentos mostram o Nordeste, partes de Minas Gerais e Rio de Janeiro e o sul do Rio Grande do Sul como locais propícios. Na manhã desta quarta-feira, em teleconferência com analistas, o presidente do Conselho de Administração da empresa, Mauricio Schulman, disse que a companhia não participará de projetos que tenham taxas de retorno inferiores aos custos. Schulman afirmou que estudos indicam que o potencial para a energia eólica no Brasil é de mais de 150 mil megawatts (MW), 50 por cento a mais do que toda a geração hídrica no país.
O presidente da Copel afirmou ainda que a companhia está tentando antecipar o início das operações da hidrelétrica de Colíder (MT) em seis meses, de junho para janeiro de 2014. Segundo Zimmer, a pedra fundamental da usina será lançada em 15 de maio, apesar de já haver um acampamento e um canteiro de obras no local. “As coisas estão absolutamente em ordem, dentro do previsto”, disse. A antecipação melhoraria a taxa de retorno do empreendimento.
(Adaptado de Gazeta do Povo, mar. 2011.)
De acordo com o texto, a intenção de antecipar o início das operações da hidrelétrica de Colíder deve-se a razões de ordem:
 

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2424684 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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A questão refere-se à entrevista a seguir.
Revolução energética: a última encruzilhada
“Estamos diante do maior desafio que a humanidade já enfrentou, o de revolucionar com urgência todo o sistema energético mundial”. O veredicto é do engenheiro alemão Jürgen Schmid, uma das autoridades mais influentes da Europa hoje no que diz respeito às energias renováveis.
Na Alemanha, quais as principais conquistas quanto a políticas energéticas?
Um bom começo foi a aprovação da chamada “lei de energia renovável”, que alcançou bastante sucesso e está sendo “copiada” por mais de 30 países, entre os quais França, Itália, Espanha e China. A lei prevê uma tarifa especial, mais alta, garantida pelo governo por 20 anos, para a eletricidade produzida a partir da matriz solar, eólica, hidráulica ou biomassa. O investidor, ao aplicar recursos em tecnologias renováveis, está seguro de que poderá amortizar seus investimentos, pois conseguirá vender seu produto a bom preço, com garantia do governo. Além disso, esse investidor tem acesso a crédito nos bancos. Isso é realidade na Alemanha. Começamos há cerca de 10 anos, e agora outros países seguem nossos passos.
Os cidadãos alemães não se importam em pagar mais pela energia elétrica?
Cerca de 90% dos alemães estão convencidos de que precisamos de mais energias renováveis. Então não se importam em pagar poucos euros a mais todo mês por energia elétrica. Só um segmento ficou insatisfeito: as indústrias que precisam de grande quantidade de eletricidade. O argumento é que, diante de preços tão altos, a produção cairia, e, para garantir os lucros, seria preciso deslocar-se para a China ou outro lugar mais vantajoso. Como o argumento era razoável, os parlamentares abriram uma exceção: para essas indústrias, a tarifa não se alteraria.
Como o setor empresarial se comporta diante de um novo paradigma energético?
Há alguns anos, as indústrias não acreditavam que estávamos em uma situação ecológica delicada. agora todos estão mais conscientes e convencidos de que devem participar do esforço de conversão para energias renováveis. , no fundo, sabem que poderão lucrar com a nova oportunidade.
Quem deve gerir os recursos energéticos: o Estado ou a iniciativa privada?
Creio que o setor privado possa investir em unidades de produção. Mas as grandes redes de infraestrutura devem ficar nas mãos do governo. Esse modelo parece funcionar bem.
Como o senhor avalia o desempenho energético do Brasil?
Nas discussões que tenho acompanhado aqui, percebe-se uma esperança de crescimento das energias renováveis, e o país tem potencial para desenvolvê-las. O rendimento obtido pela cana-de-açúcar, por exemplo, é no mínimo cinco vezes maior que o dos biocombustíveis em voga na Alemanha. Mas isso não é suficiente para a grande transformação. A biomassa jamais dará conta de toda a demanda energética. O Brasil precisa alterar sua infraestrutura energética e investir na conversão dos sistemas convencionais, o que significa apostar em veículos elétricos e dar mais espaço às energias sustentáveis. Porém, no momento, não vejo muitas ações nesse sentido por aqui. O país investe em bioenergia e em hidrelétricas, mas despreza a energia eólica, apesar de seu enorme potencial para o desenvolvimento dessa matriz.
(Adaptado de Ciência Hoje, dez. 2009.)
Os termos que, respectivamente, completam as lacunas do 4º parágrafo de forma correta são:
 

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2424683 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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A questão refere-se à entrevista a seguir.
Revolução energética: a última encruzilhada
“Estamos diante do maior desafio que a humanidade já enfrentou, o de revolucionar com urgência todo o sistema energético mundial”. O veredicto é do engenheiro alemão Jürgen Schmid, uma das autoridades mais influentes da Europa hoje no que diz respeito às energias renováveis.
Na Alemanha, quais as principais conquistas quanto a políticas energéticas?
Um bom começo foi a aprovação da chamada “lei de energia renovável”, que alcançou bastante sucesso e está sendo “copiada” por mais de 30 países, entre os quais França, Itália, Espanha e China. A lei prevê uma tarifa especial, mais alta, garantida pelo governo por 20 anos, para a eletricidade produzida a partir da matriz solar, eólica, hidráulica ou biomassa. O investidor, ao aplicar recursos em tecnologias renováveis, está seguro de que poderá amortizar seus investimentos, pois conseguirá vender seu produto a bom preço, com garantia do governo. Além disso, esse investidor tem acesso a crédito nos bancos. Isso é realidade na Alemanha. Começamos há cerca de 10 anos, e agora outros países seguem nossos passos.
Os cidadãos alemães não se importam em pagar mais pela energia elétrica?
Cerca de 90% dos alemães estão convencidos de que precisamos de mais energias renováveis. Então não se importam em pagar poucos euros a mais todo mês por energia elétrica. Só um segmento ficou insatisfeito: as indústrias que precisam de grande quantidade de eletricidade. O argumento é que, diante de preços tão altos, a produção cairia, e, para garantir os lucros, seria preciso deslocar-se para a China ou outro lugar mais vantajoso. Como o argumento era razoável, os parlamentares abriram uma exceção: para essas indústrias, a tarifa não se alteraria.
Como o setor empresarial se comporta diante de um novo paradigma energético?
Há alguns anos, as indústrias não acreditavam que estávamos em uma situação ecológica delicada. agora todos estão mais conscientes e convencidos de que devem participar do esforço de conversão para energias renováveis. , no fundo, sabem que poderão lucrar com a nova oportunidade.
Quem deve gerir os recursos energéticos: o Estado ou a iniciativa privada?
Creio que o setor privado possa investir em unidades de produção. Mas as grandes redes de infraestrutura devem ficar nas mãos do governo. Esse modelo parece funcionar bem.
Como o senhor avalia o desempenho energético do Brasil?
Nas discussões que tenho acompanhado aqui, percebe-se uma esperança de crescimento das energias renováveis, e o país tem potencial para desenvolvê-las. O rendimento obtido pela cana-de-açúcar, por exemplo, é no mínimo cinco vezes maior que o dos biocombustíveis em voga na Alemanha. Mas isso não é suficiente para a grande transformação. A biomassa jamais dará conta de toda a demanda energética. O Brasil precisa alterar sua infraestrutura energética e investir na conversão dos sistemas convencionais, o que significa apostar em veículos elétricos e dar mais espaço às energias sustentáveis. Porém, no momento, não vejo muitas ações nesse sentido por aqui. O país investe em bioenergia e em hidrelétricas, mas despreza a energia eólica, apesar de seu enorme potencial para o desenvolvimento dessa matriz.
(Adaptado de Ciência Hoje, dez. 2009.)
O último parágrafo do texto encerra-se com a expressão “dessa matriz”. A que se refere essa expressão?
 

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2424682 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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A questão refere-se à entrevista a seguir.
Revolução energética: a última encruzilhada
“Estamos diante do maior desafio que a humanidade já enfrentou, o de revolucionar com urgência todo o sistema energético mundial”. O veredicto é do engenheiro alemão Jürgen Schmid, uma das autoridades mais influentes da Europa hoje no que diz respeito às energias renováveis.
Na Alemanha, quais as principais conquistas quanto a políticas energéticas?
Um bom começo foi a aprovação da chamada “lei de energia renovável”, que alcançou bastante sucesso e está sendo “copiada” por mais de 30 países, entre os quais França, Itália, Espanha e China. A lei prevê uma tarifa especial, mais alta, garantida pelo governo por 20 anos, para a eletricidade produzida a partir da matriz solar, eólica, hidráulica ou biomassa. O investidor, ao aplicar recursos em tecnologias renováveis, está seguro de que poderá amortizar seus investimentos, pois conseguirá vender seu produto a bom preço, com garantia do governo. Além disso, esse investidor tem acesso a crédito nos bancos. Isso é realidade na Alemanha. Começamos há cerca de 10 anos, e agora outros países seguem nossos passos.
Os cidadãos alemães não se importam em pagar mais pela energia elétrica?
Cerca de 90% dos alemães estão convencidos de que precisamos de mais energias renováveis. Então não se importam em pagar poucos euros a mais todo mês por energia elétrica. Só um segmento ficou insatisfeito: as indústrias que precisam de grande quantidade de eletricidade. O argumento é que, diante de preços tão altos, a produção cairia, e, para garantir os lucros, seria preciso deslocar-se para a China ou outro lugar mais vantajoso. Como o argumento era razoável, os parlamentares abriram uma exceção: para essas indústrias, a tarifa não se alteraria.
Como o setor empresarial se comporta diante de um novo paradigma energético?
Há alguns anos, as indústrias não acreditavam que estávamos em uma situação ecológica delicada. agora todos estão mais conscientes e convencidos de que devem participar do esforço de conversão para energias renováveis. , no fundo, sabem que poderão lucrar com a nova oportunidade.
Quem deve gerir os recursos energéticos: o Estado ou a iniciativa privada?
Creio que o setor privado possa investir em unidades de produção. Mas as grandes redes de infraestrutura devem ficar nas mãos do governo. Esse modelo parece funcionar bem.
Como o senhor avalia o desempenho energético do Brasil?
Nas discussões que tenho acompanhado aqui, percebe-se uma esperança de crescimento das energias renováveis, e o país tem potencial para desenvolvê-las. O rendimento obtido pela cana-de-açúcar, por exemplo, é no mínimo cinco vezes maior que o dos biocombustíveis em voga na Alemanha. Mas isso não é suficiente para a grande transformação. A biomassa jamais dará conta de toda a demanda energética. O Brasil precisa alterar sua infraestrutura energética e investir na conversão dos sistemas convencionais, o que significa apostar em veículos elétricos e dar mais espaço às energias sustentáveis. Porém, no momento, não vejo muitas ações nesse sentido por aqui. O país investe em bioenergia e em hidrelétricas, mas despreza a energia eólica, apesar de seu enorme potencial para o desenvolvimento dessa matriz.
(Adaptado de Ciência Hoje, dez. 2009.)
Com base na entrevista acima, é correto afirmar que, durante 20 anos, o governo alemão:
 

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2409139 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Com relação à estrutura de arquivos do tipo DGN (Versão V8i), considere as seguintes afirmativas:

1. Arquivos DGN podem armazenar informações em formato bidimensional e tridimensional.

2. Arquivos DGN utilizam a estrutura em camadas (layers), tal qual os arquivos em formato DWG (AutoCAD).

3. Arquivos DGN podem comportar 3 tipos de modelos diferentes: “Design”, “Sheet” e “Drawing”.

Assinale a alternativa correta.

 

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2409138 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Considerando o software AutoCAD 2010 para Windows 7, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.

Enunciado 2739119-1

Assinale alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.

 

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2409137 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Em relação aos comandos básicos para o software AutoCAD 2010 para Windows 7, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) Em relação ao sistema de coordenadas para entrada de dados no AutoCAD, o ângulo polar é medido em sentido anti-horário a partir do ângulo zero. Esse ângulo zero encontra-se na direção leste.

( ) O comando Trim permite gerar cópias paralelas ao desenho de origem, de acordo com uma distância determinada pelo usuário.

( ) Ao utilizar o comando Rotate, o usuário deve especificar um ângulo de rotação por meio do movimento do cursor ou pela digitação via teclado. O objeto selecionado será rotacionado em relação a um ponto-base, que também é especificado pelo usuário.

( ) O comando Array permite que o usuário faça a duplicação de objetos existentes. Essa duplicação obedece a um padrão retangular ou circular e pode-se configurar a quantidade de cópias a serem geradas.

Assinale alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2409136 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: UFPR
Orgão: COPEL

Em relação ao BrOffice 3.4., o que é CoGrOO?

 

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2409135 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: UFPR
Orgão: COPEL

Sobre manipulação de data e hora no MS EXCEL 2007, considere as seguintes afirmativas:

1. Para inserir a hora atual, de modo estático, pressione CTRL+SHIFT+; (ponto e vírgula).

2. No modo dinâmico, as células são atualizadas continuamente.

3. No modo dinâmico, a data e hora usadas são obtidas do relógio do sistema do computador.

4. No modo estático, o conteúdo das células será alterado quando a planilha for aberta ou calculada, ou quando uma macro que contém essa função for executada.

Assinale a alternativa correta.

 

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