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Foram encontradas 40 questões.

2539772 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
O novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a vigorar a partir de janeiro de 2016, prevê que “prescinde-se do acento agudo nas vogais tônicas grafadas i e u das palavras paroxítonas, quando elas estão precedidas de ditongo”. Assinale a alternativa cuja palavra se enquadra nessa norma.
 

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2539771 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
Considere o seguinte texto:
Além disso, os jovens são estimulados serem agressivos e mal-educados como forma de exercer seu “direito psicológico” liberdade do sujeito que não quer ser reprimido (basicamente não quer arcar com o peso de ser educado com os outros e suportar tensões da vida adulta).
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.
 

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2539770 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
Assinale a alternativa cuja frase está correta no que diz respeito ao uso dos pronomes.
 

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2539769 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
Assinale a alternativa em que todas as palavras têm grafia correta.
 

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2539768 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
Considere o seguinte texto:
Segundo a pesquisa, 80% acham que haver trinta e cinco siglas é mais negativo do que positivo para o País. Só 12% acreditam no oposto. Poucos temas conseguem galvanizar uma maioria tão ampla da opinião pública. Portanto, parece já ter passado da hora de reduzir o número de partidos políticos no Brasil.
(José Roberto Toledo. Jornal Estadão, 03 mar. 2016)
O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa traz cinco significados para galvanizar. Assinale a alternativa que apresenta o sentido que o termo possui no trecho acima.
 

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2539767 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
O texto a seguir é referência para a questão abaixo
É possível ser feminina e feminista?
(Joanna Burigo e Monique Vanni – CartaCapital, 03/02/2016)
Feminismo não é clube: não precisa de carteirinha, não tem que pagar anuidade, e não exige uniforme. Você adora um esmaltinho e não quer nem pensar em deixar o sovaco peludo? OK! Você usa maquiagem, bate um cabelo e gosta de cor-de-rosa? Tudo bem: a expressão da sua identidade é decisão sua.
Policiar e regular as formas como as mulheres se apresentam sempre foi tarefa do patriarcado, e muitos dos elementos que compõem o que é socialmente entendido como “feminino” foram (e ainda são) utilizados como estratégias de dominação das mulheres.
Em outras palavras: alguns modos específicos de comportamento, bem como algumas expressões de identidade via corpo, foram (e ainda são) ferramentas de manutenção das mulheres em posições sociais inferiores às dos homens.
Assim, a mulher que não é passiva e dócil, ou a que não se depila nem liga muito para as cutículas, é percebida como menos feminina e, portanto, como menos mulher.
Por isso entendemos a necessidade de uma crítica feminista à imposição do feminino. Essa crítica é importante e pertinente – mas, perceba, ela se dirige à imposição do feminino, e não ao feminino em si.
Questionar essa imposição não significa que tenhamos que desvalorizar conhecimentos ou modos de viver que estejam definidos como tradicionalmente femininos. Há algo de muito preocupante nessa desvalorização, pois os “apetrechos” de domesticidade e de estética são valiosos, mesmo não sendo reconhecidos financeiramente em nossa sociedade.
Não gostaríamos de fazer do feminismo uma recusa do que é tradicionalmente feminino, apenas o que é tradicionalmente feminino nos foi (e segue sendo) imposto como condição para ser mulher. Queremos que esses atributos também sejam valorizados pela sociedade, e perpetuados, indiscriminadamente, por quem queira – mulher ou homem, cis ou trans, hetero ou homossexual, ou demais identidades.
Feministas se ocupam de expor machismos, desconstruir misoginias e destruir o patriarcado – e nada disso depende de estarmos com as pernas peludas, em cima de um salto bem alto.
Com base no texto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) O texto critica as feministas que cuidam da própria beleza.
( ) O texto menciona modos de dominação do patriarcado sobre as mulheres.
( ) As autoras reconhecem a validade de identidades de gênero para além do masculino e do feminino.
( ) Para as autoras, as mulheres são forçadas pelo patriarcado a manter uma aparência e identidade femininas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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2539766 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
O texto a seguir é referência para a questão abaixo
É possível ser feminina e feminista?
(Joanna Burigo e Monique Vanni – CartaCapital, 03/02/2016)
Feminismo não é clube: não precisa de carteirinha, não tem que pagar anuidade, e não exige uniforme. Você adora um esmaltinho e não quer nem pensar em deixar o sovaco peludo? OK! Você usa maquiagem, bate um cabelo e gosta de cor-de-rosa? Tudo bem: a expressão da sua identidade é decisão sua.
Policiar e regular as formas como as mulheres se apresentam sempre foi tarefa do patriarcado, e muitos dos elementos que compõem o que é socialmente entendido como “feminino” foram (e ainda são) utilizados como estratégias de dominação das mulheres.
Em outras palavras: alguns modos específicos de comportamento, bem como algumas expressões de identidade via corpo, foram (e ainda são) ferramentas de manutenção das mulheres em posições sociais inferiores às dos homens.
Assim, a mulher que não é passiva e dócil, ou a que não se depila nem liga muito para as cutículas, é percebida como menos feminina e, portanto, como menos mulher.
Por isso entendemos a necessidade de uma crítica feminista à imposição do feminino. Essa crítica é importante e pertinente – mas, perceba, ela se dirige à imposição do feminino, e não ao feminino em si.
Questionar essa imposição não significa que tenhamos que desvalorizar conhecimentos ou modos de viver que estejam definidos como tradicionalmente femininos. Há algo de muito preocupante nessa desvalorização, pois os “apetrechos” de domesticidade e de estética são valiosos, mesmo não sendo reconhecidos financeiramente em nossa sociedade.
Não gostaríamos de fazer do feminismo uma recusa do que é tradicionalmente feminino, apenas o que é tradicionalmente feminino nos foi (e segue sendo) imposto como condição para ser mulher. Queremos que esses atributos também sejam valorizados pela sociedade, e perpetuados, indiscriminadamente, por quem queira – mulher ou homem, cis ou trans, hetero ou homossexual, ou demais identidades.
Feministas se ocupam de expor machismos, desconstruir misoginias e destruir o patriarcado – e nada disso depende de estarmos com as pernas peludas, em cima de um salto bem alto.
No último parágrafo, a expressão “desconstruir misoginias” tem o sentido de:
 

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2539765 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
O texto a seguir é referência para a questão abaixo
É possível ser feminina e feminista?
(Joanna Burigo e Monique Vanni – CartaCapital, 03/02/2016)
Feminismo não é clube: não precisa de carteirinha, não tem que pagar anuidade, e não exige uniforme. Você adora um esmaltinho e não quer nem pensar em deixar o sovaco peludo? OK! Você usa maquiagem, bate um cabelo e gosta de cor-de-rosa? Tudo bem: a expressão da sua identidade é decisão sua.
Policiar e regular as formas como as mulheres se apresentam sempre foi tarefa do patriarcado, e muitos dos elementos que compõem o que é socialmente entendido como “feminino” foram (e ainda são) utilizados como estratégias de dominação das mulheres.
Em outras palavras: alguns modos específicos de comportamento, bem como algumas expressões de identidade via corpo, foram (e ainda são) ferramentas de manutenção das mulheres em posições sociais inferiores às dos homens.
Assim, a mulher que não é passiva e dócil, ou a que não se depila nem liga muito para as cutículas, é percebida como menos feminina e, portanto, como menos mulher.
Por isso entendemos a necessidade de uma crítica feminista à imposição do feminino. Essa crítica é importante e pertinente – mas, perceba, ela se dirige à imposição do feminino, e não ao feminino em si.
Questionar essa imposição não significa que tenhamos que desvalorizar conhecimentos ou modos de viver que estejam definidos como tradicionalmente femininos. Há algo de muito preocupante nessa desvalorização, pois os “apetrechos” de domesticidade e de estética são valiosos, mesmo não sendo reconhecidos financeiramente em nossa sociedade.
Não gostaríamos de fazer do feminismo uma recusa do que é tradicionalmente feminino, apenas o que é tradicionalmente feminino nos foi (e segue sendo) imposto como condição para ser mulher. Queremos que esses atributos também sejam valorizados pela sociedade, e perpetuados, indiscriminadamente, por quem queira – mulher ou homem, cis ou trans, hetero ou homossexual, ou demais identidades.
Feministas se ocupam de expor machismos, desconstruir misoginias e destruir o patriarcado – e nada disso depende de estarmos com as pernas peludas, em cima de um salto bem alto.
Considere as seguintes afirmativas:
1. A expressão “Em outras palavras”, no terceiro parágrafo, funciona para contrastar o conteúdo dos dois parágrafos anteriores com o que será dito no terceiro.
2. O termo “Assim”, no quarto parágrafo, apresenta uma nova maneira de dizer o que havia sido dito no terceiro, em forma de conclusão.
3. A expressão “bem como”, no terceiro parágrafo, serve para acrescentar informações à expressão “alguns modos específicos de comportamento”.
Assinale a alternativa correta.
 

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2539764 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
O texto a seguir é referência para a questão abaixo
É possível ser feminina e feminista?
(Joanna Burigo e Monique Vanni – CartaCapital, 03/02/2016)
Feminismo não é clube: não precisa de carteirinha, não tem que pagar anuidade, e não exige uniforme. Você adora um esmaltinho e não quer nem pensar em deixar o sovaco peludo? OK! Você usa maquiagem, bate um cabelo e gosta de cor-de-rosa? Tudo bem: a expressão da sua identidade é decisão sua.
Policiar e regular as formas como as mulheres se apresentam sempre foi tarefa do patriarcado, e muitos dos elementos que compõem o que é socialmente entendido como “feminino” foram (e ainda são) utilizados como estratégias de dominação das mulheres.
Em outras palavras: alguns modos específicos de comportamento, bem como algumas expressões de identidade via corpo, foram (e ainda são) ferramentas de manutenção das mulheres em posições sociais inferiores às dos homens.
Assim, a mulher que não é passiva e dócil, ou a que não se depila nem liga muito para as cutículas, é percebida como menos feminina e, portanto, como menos mulher.
Por isso entendemos a necessidade de uma crítica feminista à imposição do feminino. Essa crítica é importante e pertinente – mas, perceba, ela se dirige à imposição do feminino, e não ao feminino em si.
Questionar essa imposição não significa que tenhamos que desvalorizar conhecimentos ou modos de viver que estejam definidos como tradicionalmente femininos. Há algo de muito preocupante nessa desvalorização, pois os “apetrechos” de domesticidade e de estética são valiosos, mesmo não sendo reconhecidos financeiramente em nossa sociedade.
Não gostaríamos de fazer do feminismo uma recusa do que é tradicionalmente feminino, apenas o que é tradicionalmente feminino nos foi (e segue sendo) imposto como condição para ser mulher. Queremos que esses atributos também sejam valorizados pela sociedade, e perpetuados, indiscriminadamente, por quem queira – mulher ou homem, cis ou trans, hetero ou homossexual, ou demais identidades.
Feministas se ocupam de expor machismos, desconstruir misoginias e destruir o patriarcado – e nada disso depende de estarmos com as pernas peludas, em cima de um salto bem alto.
Com base no texto, assinale a alternativa correta.
 

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2539763 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
O texto a seguir é referência para a questão abaixo
É possível ser feminina e feminista?
(Joanna Burigo e Monique Vanni – CartaCapital, 03/02/2016)
Feminismo não é clube: não precisa de carteirinha, não tem que pagar anuidade, e não exige uniforme. Você adora um esmaltinho e não quer nem pensar em deixar o sovaco peludo? OK! Você usa maquiagem, bate um cabelo e gosta de cor-de-rosa? Tudo bem: a expressão da sua identidade é decisão sua.
Policiar e regular as formas como as mulheres se apresentam sempre foi tarefa do patriarcado, e muitos dos elementos que compõem o que é socialmente entendido como “feminino” foram (e ainda são) utilizados como estratégias de dominação das mulheres.
Em outras palavras: alguns modos específicos de comportamento, bem como algumas expressões de identidade via corpo, foram (e ainda são) ferramentas de manutenção das mulheres em posições sociais inferiores às dos homens.
Assim, a mulher que não é passiva e dócil, ou a que não se depila nem liga muito para as cutículas, é percebida como menos feminina e, portanto, como menos mulher.
Por isso entendemos a necessidade de uma crítica feminista à imposição do feminino. Essa crítica é importante e pertinente – mas, perceba, ela se dirige à imposição do feminino, e não ao feminino em si.
Questionar essa imposição não significa que tenhamos que desvalorizar conhecimentos ou modos de viver que estejam definidos como tradicionalmente femininos. Há algo de muito preocupante nessa desvalorização, pois os “apetrechos” de domesticidade e de estética são valiosos, mesmo não sendo reconhecidos financeiramente em nossa sociedade.
Não gostaríamos de fazer do feminismo uma recusa do que é tradicionalmente feminino, apenas o que é tradicionalmente feminino nos foi (e segue sendo) imposto como condição para ser mulher. Queremos que esses atributos também sejam valorizados pela sociedade, e perpetuados, indiscriminadamente, por quem queira – mulher ou homem, cis ou trans, hetero ou homossexual, ou demais identidades.
Feministas se ocupam de expor machismos, desconstruir misoginias e destruir o patriarcado – e nada disso depende de estarmos com as pernas peludas, em cima de um salto bem alto.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.
 

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