Foram encontradas 40 questões.
O trecho a seguir é o início de um texto que fala sobre o novo projeto de lei sobre migrantes:
O ano de 2016 passará aos livros como um dos períodos mais difíceis para os direitos humanos da breve história democrática brasileira.
Numere os parênteses, identificando a ordem correta das ideias que dão sequência a esse texto inicial.
( ) Em dezembro, a Câmara dos Deputados aprovou uma lei que, se confirmada pelo Senado e sancionada pela Presidência, substituirá, por fim, o retrógrado e inconstitucional Estatuto do Estrangeiro, criado durante a ditadura. ( ) O mesmo acontece se analisamos apenas o universo de refugiados: apesar do aumento de 2.868% no número de refúgios concedidos nos últimos seis anos, esse grupo totalizava pouco mais de 8,8 mil pessoas em abril de 2016, segundo o Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE) do Ministério da Justiça. ( ) Retrocessos foram sentidos em quase todos os âmbitos, com algumas importantes exceções – e uma delas é a área de migrações. ( ) Mesmo assim, os migrantes ainda representam menos de 1% da população brasileira – índice bastante inferior aos verificados em outros países da região. ( ) A aprovação da nova lei chega em um momento crucial. O número de migrantes no Brasil aumentou significativamente nos últimos anos, principalmente por conta do afluxo de haitianos que buscavam saída para o agravamento da crise humanitária no país depois do terremoto de 2010.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.
O ano de 2016 passará aos livros como um dos períodos mais difíceis para os direitos humanos da breve história democrática brasileira.
Numere os parênteses, identificando a ordem correta das ideias que dão sequência a esse texto inicial.
( ) Em dezembro, a Câmara dos Deputados aprovou uma lei que, se confirmada pelo Senado e sancionada pela Presidência, substituirá, por fim, o retrógrado e inconstitucional Estatuto do Estrangeiro, criado durante a ditadura. ( ) O mesmo acontece se analisamos apenas o universo de refugiados: apesar do aumento de 2.868% no número de refúgios concedidos nos últimos seis anos, esse grupo totalizava pouco mais de 8,8 mil pessoas em abril de 2016, segundo o Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE) do Ministério da Justiça. ( ) Retrocessos foram sentidos em quase todos os âmbitos, com algumas importantes exceções – e uma delas é a área de migrações. ( ) Mesmo assim, os migrantes ainda representam menos de 1% da população brasileira – índice bastante inferior aos verificados em outros países da região. ( ) A aprovação da nova lei chega em um momento crucial. O número de migrantes no Brasil aumentou significativamente nos últimos anos, principalmente por conta do afluxo de haitianos que buscavam saída para o agravamento da crise humanitária no país depois do terremoto de 2010.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere a seguinte frase: Ainda não se sabe ______ as baleias foram parar nessa praia no extremo norte da Ilha Sul do país. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um dos melhores indicadores dos avanços de igualdade de gênero em uma sociedade é a incorporação à língua de termos
femininos para designar posições de prestígio – uma necessidade ligada ao preenchimento gradual por mulheres do espaço de
profissões tradicionalmente exercidas por homens. “Quando há a incorporação de equivalente feminino para determinadas profissões,
temos indícios de que mudanças quanto aos papéis de gênero estão tendo lugar”, diz Elisa Battisti, professora da Universidade Federal
do Rio Grande do Sul (UFRGS), que estuda a variação linguística como prática social. A Babbel, empresa alemã de educação que criou
um aplicativo de idiomas, elaborou uma análise sobre as nomenclaturas alusivas às posições ocupadas por mulheres no mercado de
trabalho em oito línguas. A análise serve para avaliar quais são as línguas (e as sociedades) que mais evoluíram na incorporação de
vocábulos que mostram a ocupação do mercado de trabalho por mulheres.
Entre as línguas mais conservadoras estão o italiano e o francês. O italiano é pouco flexível. Muitos títulos que designam profissões
ainda apresentam apenas a forma masculina e poucas declinações femininas foram estabelecidas na terminologia oficial, como
“ministro”, “architetto” (arquiteto) e “avvocato” (advogado). “Sindaco” (prefeito) é uma das poucas palavras que mereceram atualização
de gênero pela Accademia della Crusca, órgão oficial da língua italiana – no caso, “sindaca” (prefeita).
O francês demonstra igualmente muita resistência à incorporação de novos vocábulos para designar profissões exercidas por
mulheres. A concordância de gênero não é sequer incentivada pela Academia Francesa em títulos de prestígio, com a justificativa de
que é preciso preservar a língua. “Le ministre” (o ministro) é a chancela oficial para homens e mulheres. No Québec, no Canadá, desde
1979, o termo “madame le ministre” foi cunhado por lei para se referir às mulheres que ocupam cargos de ministro. “A nomenclatura
com predominância de termos masculinos indica a posição inferior que as mulheres ocupam em certas instâncias de participação social”,
afirma Elisa Battisti.
A necessidade de adotar designações próprias para posições ocupadas por mulheres no idioma pode, em alguns casos, ser
interpretada de maneira pejorativa. No polonês, as profissões femininas são designadas pela terminação “ka”, mas o mesmo terminativo
é usado para diminutivos. O termo “nauczycielka” é usado para a profissão de maestrina, assim como o diminutivo da palavra café
(kawa) é “kawka”, cafezinho. Por essa associação do terminativo “ka” com diminutivos, a ex-ministra do Esporte e Turismo polonês,
Joanna Mucha, decidiu usar a versão latina “ministra” e se recusou a ser chamada de “ministerka”, pois poderia ser pejorativamente
confundida como “ministrinha”.
Entre os países analisados, o Brasil (e a língua portuguesa) não está entre os países mais conservadores. Desde 2012, palavras
como “bacharela” e “mestra” se tornaram obrigatórias em diplomas. A obrigatoriedade foi determinada pela Lei 12.605, na qual o Artigo
1º especifica que “instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente
ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido”.
Muitos termos de profissões podem ser aplicados aos dois gêneros, como as palavras terminadas com o sufixo “ente”, “ante”, “inte”
e “ista” (como, por exemplo, “pianista”). Para se referir à ex-presidente Dilma Rousseff, tanto “presidente” como “presidenta” são termos
corretos – a escolha linguística de Dilma por “presidenta” era uma opção política para reforçar o gênero feminino, uma decisão elogiada
pela professora Elisa Battisti, da UFRGS. “A imposição do emprego do termo ‘presidenta’, mesmo enfrentando resistências, lança luz
sobre a questão da inferiorização da atuação das mulheres no espaço social, o que a médio e longo prazo contribui para se repensar e
rever as relações sociais”, diz.
(Fonte: Revista Época. Disponível em:http://epoca.globo.com/educacao/noticia/2017/03/. Acesso em 09/03/2017.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quando a escritora britânica Virginia Woolf escreveu Profissões para mulheres e outros artigos feministas, com diversos ensaios
publicados em meados de 1920 e que expõem o papel da mulher na sociedade e as dificuldades de inclusão no mercado de trabalho,
a autora questionou quanto tempo ainda _______ para que uma mulher _____________________ um livro sem encontrar barreiras em
sua carreira. “E se é assim na literatura, a profissão mais livre de todas para as mulheres, que dirá nas novas profissões que agora
vocês estão exercendo pela primeira vez?”. A expansão da presença da mulher no mercado de trabalho cresceu desde que Virginia
registrou, em suas obras, as dificuldades para uma mulher se firmar como romancista. Ainda assim, em todo o mundo, atualmente 40%
das mulheres afirmam que sentem falta de igualdade de gênero, de acordo com pesquisa recente Global @dvisor, publicada pelo
Instituto Ipsos.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O presidente da Câmara de Vereadores de São Bernardo, Pery Cartola, criou um manual de etiqueta para disciplinar o comportamento dos funcionários da Casa. Abaixo, foram de ordem, seguem perguntas e respostas de uma entrevista que ele concedeu à revista Veja em 25/01/2017, explicando sua atitude. Numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas.
1. Por que criou o manual?
2. Dos hábitos vetados pelo manual, qual preocupa mais o senhor?
3. Que instruções sobre vestuário são dadas aos homens?
4. Como as pessoas reagiram?
( ) Muitas têm achado estranho, mas a maioria diz “que legal”, “parabéns”. Não sei o motivo de tanta polêmica.
( ) Aqui é uma casa pública, com funcionários do povo. Tempos atrás, servidores vinham de regata, short e chinelo. É inadmissível.
( ) Recomendo não usar meias claras e brancas com trajes escuros.
( ) Detesto os tapinhas nas costas. É um nojo. É o que mais tem na política.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
1. Por que criou o manual?
2. Dos hábitos vetados pelo manual, qual preocupa mais o senhor?
3. Que instruções sobre vestuário são dadas aos homens?
4. Como as pessoas reagiram?
( ) Muitas têm achado estranho, mas a maioria diz “que legal”, “parabéns”. Não sei o motivo de tanta polêmica.
( ) Aqui é uma casa pública, com funcionários do povo. Tempos atrás, servidores vinham de regata, short e chinelo. É inadmissível.
( ) Recomendo não usar meias claras e brancas com trajes escuros.
( ) Detesto os tapinhas nas costas. É um nojo. É o que mais tem na política.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um dos melhores indicadores dos avanços de igualdade de gênero em uma sociedade é a incorporação à língua de termos
femininos para designar posições de prestígio – uma necessidade ligada ao preenchimento gradual por mulheres do espaço de
profissões tradicionalmente exercidas por homens. “Quando há a incorporação de equivalente feminino para determinadas profissões,
temos indícios de que mudanças quanto aos papéis de gênero estão tendo lugar”, diz Elisa Battisti, professora da Universidade Federal
do Rio Grande do Sul (UFRGS), que estuda a variação linguística como prática social. A Babbel, empresa alemã de educação que criou
um aplicativo de idiomas, elaborou uma análise sobre as nomenclaturas alusivas às posições ocupadas por mulheres no mercado de
trabalho em oito línguas. A análise serve para avaliar quais são as línguas (e as sociedades) que mais evoluíram na incorporação de
vocábulos que mostram a ocupação do mercado de trabalho por mulheres.
Entre as línguas mais conservadoras estão o italiano e o francês. O italiano é pouco flexível. Muitos títulos que designam profissões
ainda apresentam apenas a forma masculina e poucas declinações femininas foram estabelecidas na terminologia oficial, como
“ministro”, “architetto” (arquiteto) e “avvocato” (advogado). “Sindaco” (prefeito) é uma das poucas palavras que mereceram atualização
de gênero pela Accademia della Crusca, órgão oficial da língua italiana – no caso, “sindaca” (prefeita).
O francês demonstra igualmente muita resistência à incorporação de novos vocábulos para designar profissões exercidas por
mulheres. A concordância de gênero não é sequer incentivada pela Academia Francesa em títulos de prestígio, com a justificativa de
que é preciso preservar a língua. “Le ministre” (o ministro) é a chancela oficial para homens e mulheres. No Québec, no Canadá, desde
1979, o termo “madame le ministre” foi cunhado por lei para se referir às mulheres que ocupam cargos de ministro. “A nomenclatura
com predominância de termos masculinos indica a posição inferior que as mulheres ocupam em certas instâncias de participação social”,
afirma Elisa Battisti.
A necessidade de adotar designações próprias para posições ocupadas por mulheres no idioma pode, em alguns casos, ser
interpretada de maneira pejorativa. No polonês, as profissões femininas são designadas pela terminação “ka”, mas o mesmo terminativo
é usado para diminutivos. O termo “nauczycielka” é usado para a profissão de maestrina, assim como o diminutivo da palavra café
(kawa) é “kawka”, cafezinho. Por essa associação do terminativo “ka” com diminutivos, a ex-ministra do Esporte e Turismo polonês,
Joanna Mucha, decidiu usar a versão latina “ministra” e se recusou a ser chamada de “ministerka”, pois poderia ser pejorativamente
confundida como “ministrinha”.
Entre os países analisados, o Brasil (e a língua portuguesa) não está entre os países mais conservadores. Desde 2012, palavras
como “bacharela” e “mestra” se tornaram obrigatórias em diplomas. A obrigatoriedade foi determinada pela Lei 12.605, na qual o Artigo
1º especifica que “instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente
ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido”.
Muitos termos de profissões podem ser aplicados aos dois gêneros, como as palavras terminadas com o sufixo “ente”, “ante”, “inte”
e “ista” (como, por exemplo, “pianista”). Para se referir à ex-presidente Dilma Rousseff, tanto “presidente” como “presidenta” são termos
corretos – a escolha linguística de Dilma por “presidenta” era uma opção política para reforçar o gênero feminino, uma decisão elogiada
pela professora Elisa Battisti, da UFRGS. “A imposição do emprego do termo ‘presidenta’, mesmo enfrentando resistências, lança luz
sobre a questão da inferiorização da atuação das mulheres no espaço social, o que a médio e longo prazo contribui para se repensar e
rever as relações sociais”, diz.
(Fonte: Revista Época. Disponível em:http://epoca.globo.com/educacao/noticia/2017/03/. Acesso em 09/03/2017.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quando a escritora britânica Virginia Woolf escreveu Profissões para mulheres e outros artigos feministas, com diversos ensaios
publicados em meados de 1920 e que expõem o papel da mulher na sociedade e as dificuldades de inclusão no mercado de trabalho,
a autora questionou quanto tempo ainda _______ para que uma mulher _____________________ um livro sem encontrar barreiras em
sua carreira. “E se é assim na literatura, a profissão mais livre de todas para as mulheres, que dirá nas novas profissões que agora
vocês estão exercendo pela primeira vez?”. A expansão da presença da mulher no mercado de trabalho cresceu desde que Virginia
registrou, em suas obras, as dificuldades para uma mulher se firmar como romancista. Ainda assim, em todo o mundo, atualmente 40%
das mulheres afirmam que sentem falta de igualdade de gênero, de acordo com pesquisa recente Global @dvisor, publicada pelo
Instituto Ipsos.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere o seguinte trecho: No projeto de lei ____ questões que precisam ser revistas de forma ___ garantir que os direitos humanos dos migrantes sejam respeitados. Entre os pontos que devem ser revistos pelo Senado estão ___ garantia de acesso ___ Justiça e do devido processo legal. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere o seguinte trecho:
Na última semana, mais de 600 baleias encalharam em Farewell Spit, na região de Golden Bay, Nova Zelândia, ______ pelo menos 300 morreram, ______ trabalho incansável de voluntários e autoridades, ______ fizeram uma corrente humana para tentar levar os animais de volta ao mar.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Com relação ao dimensionamento de condutores em instalações elétricas de média tensão, identifique como
verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) Em instalações fixas, a seção de condutores de fase de alumínio deverá ser de no mínimo 16 mm2
.
( ) Em circuitos trifásicos, a seção do condutor de neutro deverá ser no mínimo 50% maior que a seção do condutor de
fase, quando ambos forem do mesmo material.
( ) Condutores de proteção deverão sempre ser do mesmo material que o material do condutor de fase e ter seção pelo
menos igual à seção do condutor de fase.
( ) Em circuitos monofásicos, a seção do condutor de neutro deverá ser igual à do condutor de fase, quando ambos
forem do mesmo material.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container