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Foram encontradas 285 questões.

860238 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: COPERGÁS-PE
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A função f(x,y,z) = x2 + 2xy + 2yz + z2 + enunciado 860238-1 = 7, tem no ponto P0 de sua superfície o vetor gradiente paralelo à (4,7,4). Pede-se determinar o ponto P0 tal que a derivada de direção máxima na direção (1,−1,1) seja √3/3.
 

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860237 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: COPERGÁS-PE
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O resultado da expressão numérica, enunciado 860237-1 , é igual a

 

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860236 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: COPERGÁS-PE
Considere o poema abaixo.
Certa senhora
Da casa, como de uma caixa fumarenta,
saem as sombras, pelos cantos,
e envolvem o terraço de onde a tarde, velhinha,
sob os muitos vestidos de cigana,
desce os batentes
segurando-se nos balaústres,
e passa pelo jardim, entre as plantas a escurecerem,
alcançando a calçada de muitos sapatos voltando.
Na rua, sem olhar para trás,
à frente de homens e mulheres calados,
vejo-a desaparecer no poente.

(MELO, Alberto da Cunha. O cão de olhos amarelos & outros
poemas inéditos.
São Paulo, A Girafa, 2016, p. 208)

No poema,
 

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860235 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: COPERGÁS-PE

A velhinha contrabandista

Todos os dias uma velhinha atravessava a ponte entre dois países, de bicicleta e carregando uma bolsa. E todos os dias era revistada pelos guardas da fronteira, à procura de contrabando. Os guardas tinham certeza que a velhinha era contrabandista, mas revistavam a velhinha, revistavam a sua bolsa e nunca encontravam nada. Todos os dias a mesma coisa: nada. Até que um dia um dos guardas decidiu seguir a velhinha, para flagrá-la vendendo a muamba, ficar sabendo o que ela contrabandeava e, principalmente, como. E seguiu a velhinha até o seu próspero comércio de bicicletas e bolsas.

Como todas as fábulas, esta traz uma lição, só nos cabendo descobrir qual. Significa que quem se concentra no mal aparentemente disfarçado descuida do mal disfarçado de aparente, ou que muita atenção ao detalhe atrapalha a percepção do todo, ou que o hábito de só pensar o óbvio é a pior forma de distração.

(VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 41)

Atente para as seguintes afirmações, referentes a segmentos do 2° parágrafo do texto:

I. em quem se concentra no mal aparentemente disfarçado descuida do mal disfarçado de aparente, a expressão sublinhada refere-se ao contrabando que a velhinha parecia ocultar na bolsa.

II. em muita atenção ao detalhe atrapalha a percepção do todo, a expressão sublinhada refere-se ao fato de que a bolsa em si mesma e a bicicleta, tão evidentes, não levantaram suspeitas.

III. em o hábito de só pensar o óbvio é a pior forma de distração, a expressão sublinhada refere-se ao fato de que se julgou que o contrabando só poderia estar dentro da bolsa da velhinha.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em

 

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860234 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: COPERGÁS-PE

A música relativa

Parece existir uma série enorme de mal-entendidos em torno do lugar-comum que afirma ser a música uma linguagem universal, passível de ser compreendida por todos. “Fenômeno universal” − está claro que sim; mas “linguagem universal” − até que ponto?

Ao que tudo indica, todos os povos do planeta desenvolvem manifestações sonoras. Falo tanto dos povos que ainda se encontram em estágio dito “primitivo” − entre os quais ela continua a fazer parte da magia − como das civilizações tecnicamente desenvolvidas, nas quais a música chega até mesmo a possuir valor de mercadoria, a propiciar lucro, a se propagar em escala industrial, transformando-se em um novo fetiche.

Contudo, se essa tendência a expressar-se através de sons dá mostras de ser algo inerente ao ser humano, ela se concretiza de maneira tão diferente em cada comunidade, dá-se de forma tão particular em cada cultura que é muito difícil acreditar que cada uma de suas manifestações possua um sentido universal. Talvez seja melhor dizer que a linguagem musical só existe concretizada por meio de “línguas” particulares ou de “falas” determinadas; e que essas manifestações podem até, em parte, ser compreendidas, mas nunca vivenciadas em alguns de seus elementos de base por aqueles que não pertençam à cultura que as gerou.

(Adaptado de: MORAES, J. Jota de. O que é música. São Paulo: Brasiliense, 2001, p.12-14)

O segmento sublinhado pode ser substituído pelo que se encontra entre parênteses, sem prejuízo para a correção, o sentido e a clareza da frase, em:
 

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860233 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: COPERGÁS-PE

Leia a tirinha abaixo.

enunciado 860233-1

Com a fala do quinto quadrinho, a personagem

 

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860232 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: COPERGÁS-PE

Idades e verdades

O médico e jornalista Drauzio Varella escreveu outro dia no jornal uma crônica muito instigante. Destaco este trecho:

“Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele tem ‘cabeça de jovem’. É considerá-lo mais inadequado do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança de dez. Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.”

Tomo a liberdade de adicionar meu comentário de velho: não preciso que os jovens acreditem em mim, tampouco estou aberto para receber lições dos mocinhos. Nossa alternativa: ao nos defrontarmos com uma questão de comum interesse, discutirmos honestamente que sentido ela tem para nós. O que nos unirá não serão nossas diferenças, mas o que nos desafia.

(LAMEIRA, Viriato, inédito)

O texto citado de Drauzio Varella parte de uma premissa que ele considera
 

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860231 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: COPERGÁS-PE

Idades e verdades

O médico e jornalista Drauzio Varella escreveu outro dia no jornal uma crônica muito instigante. Destaco este trecho:

“Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele tem ‘cabeça de jovem’. É considerá-lo mais inadequado do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança de dez. Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.”

Tomo a liberdade de adicionar meu comentário de velho: não preciso que os jovens acreditem em mim, tampouco estou aberto para receber lições dos mocinhos. Nossa alternativa: ao nos defrontarmos com uma questão de comum interesse, discutirmos honestamente que sentido ela tem para nós. O que nos unirá não serão nossas diferenças, mas o que nos desafia.

(LAMEIRA, Viriato, inédito)

Ao comentar a afirmação de Drauzio Varella, citado no texto, o autor Viriato Lameira propõe que
 

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860230 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: COPERGÁS-PE

A velhinha contrabandista

Todos os dias uma velhinha atravessava a ponte entre dois países, de bicicleta e carregando uma bolsa. E todos os dias era revistada pelos guardas da fronteira, à procura de contrabando. Os guardas tinham certeza que a velhinha era contrabandista, mas revistavam a velhinha, revistavam a sua bolsa e nunca encontravam nada. Todos os dias a mesma coisa: nada. Até que um dia um dos guardas decidiu seguir a velhinha, para flagrá-la vendendo a muamba, ficar sabendo o que ela contrabandeava e, principalmente, como. E seguiu a velhinha até o seu próspero comércio de bicicletas e bolsas.

Como todas as fábulas, esta traz uma lição, só nos cabendo descobrir qual. Significa que quem se concentra no mal aparentemente disfarçado descuida do mal disfarçado de aparente, ou que muita atenção ao detalhe atrapalha a percepção do todo, ou que o hábito de só pensar o óbvio é a pior forma de distração.

(VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 41)

Os dois parágrafos que compõem o texto constituem-se, respectivamente, de uma
 

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860229 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: COPERGÁS-PE
Paraíso achado
Durante muito tempo, apenas a olhava de longe, sem outra pretensão que apenas apreciá-la. Até que um dia, num passeio demonstrativo de canoagem, o mar estava agitado e nos obrigou a ancorar naquela praia pequena e deserta, de onde avistávamos a cidade do outro lado do canal do estuário. Tão pequena, que nos deixava ouvir claramente cada onda se desmanchar ao tocar a areia. Tão simples, que abrigava poucas construções.
Passei a manhã e a tarde naquele paraíso recém-descoberto e vaguei pelas ruelas, visitando um novo mundo.
Desde então, penso naquele refúgio com carinho especial e o visito sempre que posso, para sorver seu silêncio, a areia fofa, os cães sem nome, os moradores e seus afazeres. A pele vai ficando escura; os pensamentos, claros.
(MARTINS, Madô. Paraíso achado. In: Rubem – Revista da Crônica – Notícias, entrevistas, resenhas e textos feitos ao rés-do-chão. Disponível em: https://rubem.wordpress.com/2016/04/08/paraiso-achado-mado-martins)
Com a expressão “novo mundo” (2º parágrafo), a autora
 

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