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Gare do Infinito
Papai estava doente na carna e vinha um carro e um homem e o carro ficava esperando no jardim.
Levaram-me para urna casa velha que fazia doces e nos mudamos para a sala do quintal onde tinha urna figueira na janela.
No desabar do jantar noturno a voz toda preta de mamãe ia me buscar para a reza do Anjo que carregou meu pai.(...)
ANDRADE, Oswald de.13.ed.São Paulo: Globo,2001, p.45-46. (fragmento)
Marque a alternativa em que a colocação pronominal foi feita de acordo com as exigências da norma padrão da língua escrita.
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Gare do Infinito
Papai estava doente na carna e vinha um carro e um homem e o carro ficava esperando no jardim.
Levaram-me para urna casa velha que fazia doces e nos mudamos para a sala do quintal onde tinha urna figueira na janela.
No desabar do jantar noturno a voz toda preta de mamãe ia me buscar para a reza do Anjo que carregou meu pai.(...)
ANDRADE, Oswald de.13.ed.São Paulo: Globo,2001, p.45-46. (fragmento)
Marque a alternativa que se encontra em desacordo com relação à regência verbal.
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Gare do Infinito
Papai estava doente na carna e vinha um carro e um homem e o carro ficava esperando no jardim.
Levaram-me para urna casa velha que fazia doces e nos mudamos para a sala do quintal onde tinha urna figueira na janela.
No desabar do jantar noturno a voz toda preta de mamãe ia me buscar para a reza do Anjo que carregou meu pai.(...)
ANDRADE, Oswald de.13.ed.São Paulo: Globo,2001, p.45-46. (fragmento)
Assinale a alternativa cuja concordância está de acordo com a norma padrão da língua.
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Gare do Infinito
Papai estava doente na carna e vinha um carro e um homem e o carro ficava esperando no jardim.
Levaram-me para urna casa velha que fazia doces e nos mudamos para a sala do quintal onde tinha urna figueira na janela.
No desabar do jantar noturno a voz toda preta de mamãe ia me buscar para a reza do Anjo que carregou meu pai.(...)
ANDRADE, Oswald de.13.ed.São Paulo: Globo,2001, p.45-46. (fragmento)
O primeiro parágrafo do fragmento} construído com o uso de:
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Gare do Infinito
Papai estava doente na carna e vinha um carro e um homem e o carro ficava esperando no jardim.
Levaram-me para urna casa velha que fazia doces e nos mudamos para a sala do quintal onde tinha urna figueira na janela.
No desabar do jantar noturno a voz toda preta de mamãe ia me buscar para a reza do Anjo que carregou meu pai.(...)
ANDRADE, Oswald de.13.ed.São Paulo: Globo,2001, p.45-46. (fragmento)
"... ia me buscar para a reza do Anjo que carregou o meu pai." Nessa frase, o vocábulo em destaque é:
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Gare do Infinito
Papai estava doente na carna e vinha um carro e um homem e o carro ficava esperando no jardim.
Levaram-me para urna casa velha que fazia doces e nos mudamos para a sala do quintal onde tinha urna figueira na janela.
No desabar do jantar noturno a voz toda preta de mamãe ia me buscar para a reza do Anjo que carregou meu pai.(...)
ANDRADE, Oswald de.13.ed.São Paulo: Globo,2001, p.45-46. (fragmento)
Em "Levaram-me para uma casa velha que fazia doces .. .", o sujeito com o qual se inicia esse período é classificado como:
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Gare do Infinito
Papai estava doente na carna e vinha um carro e um homem e o carro ficava esperando no jardim.
Levaram-me para urna casa velha que fazia doces e nos mudamos para a sala do quintal onde tinha urna figueira na janela.
No desabar do jantar noturno a voz toda preta de mamãe ia me buscar para a reza do Anjo que carregou meu pai.(...)
ANDRADE, Oswald de.13.ed.São Paulo: Globo,2001, p.45-46. (fragmento)
No final do fragmento, o autor usa, de forma amenizada, palavras e expressões que traduzem a ideia de morte e tristeza. A figura de linguagem caracterizada por suavizar a informação de um enunciado dá-se o nome de:
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