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Minha adolescência
A história de minha adolescência é a história de minha doença. Adoeci aos dezoito anos quando estava fazendo o curso de engenheiro-arquiteto da Escola Politécnica de São Paulo. A moléstia não me chegou sorrateiramente, como costuma fazer, com emagrecimento, febrinha, um pouco de tosse, não: caiu sobre mim de supetão e com toda a violência, como uma machadada de Brucutu. Durante meses, fiquei entre a vida e a morte. Tive de abandonar para sempre os estudos.
Como consegui com os anos levantar-me desse abismo de padecimentos e tristezas é coisa que me parece a mim e aos que me conheceram então um verdadeiro milagre. Aos trinta e um anos, ao editar o primeiro de versos, "A cinza das horas", era praticamente um inválido. Publicando-o, não tinha de todo a intenção de iniciar uma carreira literária. Aquilo era antes o meu testamento — o testamento da minha adolescência. Mas os estímulos que recebi fizeram-me persistir nessa atividade poética, que eu exercia mais como um simples desabafo dos meus desgostos íntimos, da minha força codificada. Hoje vivo admirado de que essa minha obra de poeta menor — de poeta rigorosamente menor — tenha podido suscitar tantas simpatias.
Conto estas coisas porque a minha dura experiência implica uma lição de otimismo e confiança. Ninguém desanime por grande que seja a pedra no caminho. A do meu parecia intransponível. No entanto saltei-a. Milagre? Pois então isso prova que ainda há milagres.
(Em "Andorinha, Andorinha", Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1966, 1ª edição. Manuel Bandeira.)
Figuras de linguagem são recursos usados na fala ou na escrita para tornar mais expressiva a mensagem transmitida. Em "Durante meses, fiquei entre a vida e a morte." (1º§), é possível inferir que o recurso estilístico empregado se refere a:
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Minha adolescência
A história de minha adolescência é a história de minha doença. Adoeci aos dezoito anos quando estava fazendo o curso de engenheiro-arquiteto da Escola Politécnica de São Paulo. A moléstia não me chegou sorrateiramente, como costuma fazer, com emagrecimento, febrinha, um pouco de tosse, não: caiu sobre mim de supetão e com toda a violência, como uma machadada de Brucutu. Durante meses, fiquei entre a vida e a morte. Tive de abandonar para sempre os estudos.
Como consegui com os anos levantar-me desse abismo de padecimentos e tristezas é coisa que me parece a mim e aos que me conheceram então um verdadeiro milagre. Aos trinta e um anos, ao editar o primeiro de versos, "A cinza das horas", era praticamente um inválido. Publicando-o, não tinha de todo a intenção de iniciar uma carreira literária. Aquilo era antes o meu testamento — o testamento da minha adolescência. Mas os estímulos que recebi fizeram-me persistir nessa atividade poética, que eu exercia mais como um simples desabafo dos meus desgostos íntimos, da minha força codificada. Hoje vivo admirado de que essa minha obra de poeta menor — de poeta rigorosamente menor — tenha podido suscitar tantas simpatias.
Conto estas coisas porque a minha dura experiência implica uma lição de otimismo e confiança. Ninguém desanime por grande que seja a pedra no caminho. A do meu parecia intransponível. No entanto saltei-a. Milagre? Pois então isso prova que ainda há milagres.
(Em "Andorinha, Andorinha", Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1966, 1ª edição. Manuel Bandeira.)
A respeito das características textuais, é correto afirmar que a crônica evidencia como principal objetivo:
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Minha adolescência
A história de minha adolescência é a história de minha doença. Adoeci aos dezoito anos quando estava fazendo o curso de engenheiro-arquiteto da Escola Politécnica de São Paulo. A moléstia não me chegou sorrateiramente, como costuma fazer, com emagrecimento, febrinha, um pouco de tosse, não: caiu sobre mim de supetão e com toda a violência, como uma machadada de Brucutu. Durante meses, fiquei entre a vida e a morte. Tive de abandonar para sempre os estudos.
Como consegui com os anos levantar-me desse abismo de padecimentos e tristezas é coisa que me parece a mim e aos que me conheceram então um verdadeiro milagre. Aos trinta e um anos, ao editar o primeiro de versos, "A cinza das horas", era praticamente um inválido. Publicando-o, não tinha de todo a intenção de iniciar uma carreira literária. Aquilo era antes o meu testamento — o testamento da minha adolescência. Mas os estímulos que recebi fizeram-me persistir nessa atividade poética, que eu exercia mais como um simples desabafo dos meus desgostos íntimos, da minha força codificada. Hoje vivo admirado de que essa minha obra de poeta menor — de poeta rigorosamente menor — tenha podido suscitar tantas simpatias.
Conto estas coisas porque a minha dura experiência implica uma lição de otimismo e confiança. Ninguém desanime por grande que seja a pedra no caminho. A do meu parecia intransponível. No entanto saltei-a. Milagre? Pois então isso prova que ainda há milagres.
(Em "Andorinha, Andorinha", Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1966, 1ª edição. Manuel Bandeira.)
Segundo De Azeredo (2008), sentido conotado, ou conotação, consiste num componente suplementar da significação por meio do qual se expressam nossas atitudes de apreço, desprezo ou repulsa, de tranquilidade ou de pânico. Ainda podem configurar distanciamento ou significação de aproximação, de valorização ou de depreciação, sendo, portanto, a dimensão que porta os aspectos culturais e ideológicos do significado da palavra. Assinale a alternativa que contém um exemplo de linguagem conotativa.
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Minha adolescência
A história de minha adolescência é a história de minha doença. Adoeci aos dezoito anos quando estava fazendo o curso de engenheiro-arquiteto da Escola Politécnica de São Paulo. A moléstia não me chegou sorrateiramente, como costuma fazer, com emagrecimento, febrinha, um pouco de tosse, não: caiu sobre mim de supetão e com toda a violência, como uma machadada de Brucutu. Durante meses, fiquei entre a vida e a morte. Tive de abandonar para sempre os estudos.
Como consegui com os anos levantar-me desse abismo de padecimentos e tristezas é coisa que me parece a mim e aos que me conheceram então um verdadeiro milagre. Aos trinta e um anos, ao editar o primeiro de versos, "A cinza das horas", era praticamente um inválido. Publicando-o, não tinha de todo a intenção de iniciar uma carreira literária. Aquilo era antes o meu testamento — o testamento da minha adolescência. Mas os estímulos que recebi fizeram-me persistir nessa atividade poética, que eu exercia mais como um simples desabafo dos meus desgostos íntimos, da minha força codificada. Hoje vivo admirado de que essa minha obra de poeta menor — de poeta rigorosamente menor — tenha podido suscitar tantas simpatias.
Conto estas coisas porque a minha dura experiência implica uma lição de otimismo e confiança. Ninguém desanime por grande que seja a pedra no caminho. A do meu parecia intransponível. No entanto saltei-a. Milagre? Pois então isso prova que ainda há milagres.
(Em "Andorinha, Andorinha", Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1966, 1ª edição. Manuel Bandeira.)
É possível depreender que uma crônica argumentativa é como se pode classificar o texto "Minha adolescência" porque nele predomina:
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Minha adolescência
A história de minha adolescência é a história de minha doença. Adoeci aos dezoito anos quando estava fazendo o curso de engenheiro-arquiteto da Escola Politécnica de São Paulo. A moléstia não me chegou sorrateiramente, como costuma fazer, com emagrecimento, febrinha, um pouco de tosse, não: caiu sobre mim de supetão e com toda a violência, como uma machadada de Brucutu. Durante meses, fiquei entre a vida e a morte. Tive de abandonar para sempre os estudos.
Como consegui com os anos levantar-me desse abismo de padecimentos e tristezas é coisa que me parece a mim e aos que me conheceram então um verdadeiro milagre. Aos trinta e um anos, ao editar o primeiro de versos, "A cinza das horas", era praticamente um inválido. Publicando-o, não tinha de todo a intenção de iniciar uma carreira literária. Aquilo era antes o meu testamento — o testamento da minha adolescência. Mas os estímulos que recebi fizeram-me persistir nessa atividade poética, que eu exercia mais como um simples desabafo dos meus desgostos íntimos, da minha força codificada. Hoje vivo admirado de que essa minha obra de poeta menor — de poeta rigorosamente menor — tenha podido suscitar tantas simpatias.
Conto estas coisas porque a minha dura experiência implica uma lição de otimismo e confiança. Ninguém desanime por grande que seja a pedra no caminho. A do meu parecia intransponível. No entanto saltei-a. Milagre? Pois então isso prova que ainda há milagres.
(Em "Andorinha, Andorinha", Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1966, 1ª edição. Manuel Bandeira.)
A crônica de Manuel Bandeira trata da tuberculose da qual foi vítima na sua juventude. Segundo o texto,
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Minha adolescência
A história de minha adolescência é a história de minha doença. Adoeci aos dezoito anos quando estava fazendo o curso de engenheiro-arquiteto da Escola Politécnica de São Paulo. A moléstia não me chegou sorrateiramente, como costuma fazer, com emagrecimento, febrinha, um pouco de tosse, não: caiu sobre mim de supetão e com toda a violência, como uma machadada de Brucutu. Durante meses, fiquei entre a vida e a morte. Tive de abandonar para sempre os estudos.
Como consegui com os anos levantar-me desse abismo de padecimentos e tristezas é coisa que me parece a mim e aos que me conheceram então um verdadeiro milagre. Aos trinta e um anos, ao editar o primeiro de versos, "A cinza das horas", era praticamente um inválido. Publicando-o, não tinha de todo a intenção de iniciar uma carreira literária. Aquilo era antes o meu testamento — o testamento da minha adolescência. Mas os estímulos que recebi fizeram-me persistir nessa atividade poética, que eu exercia mais como um simples desabafo dos meus desgostos íntimos, da minha força codificada. Hoje vivo admirado de que essa minha obra de poeta menor — de poeta rigorosamente menor — tenha podido suscitar tantas simpatias.
Conto estas coisas porque a minha dura experiência implica uma lição de otimismo e confiança. Ninguém desanime por grande que seja a pedra no caminho. A do meu parecia intransponível. No entanto saltei-a. Milagre? Pois então isso prova que ainda há milagres.
(Em "Andorinha, Andorinha", Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1966, 1ª edição. Manuel Bandeira.)
Analise o trecho: "Adoeci aos dezoito anos quando estava fazendo o curso de engenheiro-arquiteto da Escola Politécnica de São Paulo." (1°§) Assinale a alternativa que apresenta a classificação adequada da oração quanto ao seu tipo de sujeito.
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Minha adolescência
A história de minha adolescência é a história de minha doença. Adoeci aos dezoito anos quando estava fazendo o curso de engenheiro-arquiteto da Escola Politécnica de São Paulo. A moléstia não me chegou sorrateiramente, como costuma fazer, com emagrecimento, febrinha, um pouco de tosse, não: caiu sobre mim de supetão e com toda a violência, como uma machadada de Brucutu. Durante meses, fiquei entre a vida e a morte. Tive de abandonar para sempre os estudos.
Como consegui com os anos levantar-me desse abismo de padecimentos e tristezas é coisa que me parece a mim e aos que me conheceram então um verdadeiro milagre. Aos trinta e um anos, ao editar o primeiro de versos, "A cinza das horas", era praticamente um inválido. Publicando-o, não tinha de todo a intenção de iniciar uma carreira literária. Aquilo era antes o meu testamento — o testamento da minha adolescência. Mas os estímulos que recebi fizeram-me persistir nessa atividade poética, que eu exercia mais como um simples desabafo dos meus desgostos íntimos, da minha força codificada. Hoje vivo admirado de que essa minha obra de poeta menor — de poeta rigorosamente menor — tenha podido suscitar tantas simpatias.
Conto estas coisas porque a minha dura experiência implica uma lição de otimismo e confiança. Ninguém desanime por grande que seja a pedra no caminho. A do meu parecia intransponível. No entanto saltei-a. Milagre? Pois então isso prova que ainda há milagres.
(Em "Andorinha, Andorinha", Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1966, 1ª edição. Manuel Bandeira.)
A respeito da s relações de sentido produzidas pelos termos destacados em "Mas os estímulos que recebi fizeram-me persistir nessa atividade poética, que eu exercia mais como um simples desabafo dos meus desgostos íntimos, da minha forçada ociosidade." (2°§), é correto afirmar que indicam, respectivamente,
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Minha adolescência
A história de minha adolescência é a história de minha doença. Adoeci aos dezoito anos quando estava fazendo o curso de engenheiro-arquiteto da Escola Politécnica de São Paulo. A moléstia não me chegou sorrateiramente, como costuma fazer, com emagrecimento, febrinha, um pouco de tosse, não: caiu sobre mim de supetão e com toda a violência, como uma machadada de Brucutu. Durante meses, fiquei entre a vida e a morte. Tive de abandonar para sempre os estudos.
Como consegui com os anos levantar-me desse abismo de padecimentos e tristezas é coisa que me parece a mim e aos que me conheceram então um verdadeiro milagre. Aos trinta e um anos, ao editar o primeiro de versos, "A cinza das horas", era praticamente um inválido. Publicando-o, não tinha de todo a intenção de iniciar uma carreira literária. Aquilo era antes o meu testamento — o testamento da minha adolescência. Mas os estímulos que recebi fizeram-me persistir nessa atividade poética, que eu exercia mais como um simples desabafo dos meus desgostos íntimos, da minha força codificada. Hoje vivo admirado de que essa minha obra de poeta menor — de poeta rigorosamente menor — tenha podido suscitar tantas simpatias.
Conto estas coisas porque a minha dura experiência implica uma lição de otimismo e confiança. Ninguém desanime por grande que seja a pedra no caminho. A do meu parecia intransponível. No entanto saltei-a. Milagre? Pois então isso prova que ainda há milagres.
(Em "Andorinha, Andorinha", Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1966, 1ª edição. Manuel Bandeira.)
Manuel Bandeira utiliza como recurso discursivo o uso de um questionamento no 3°§- "Milagre?", que:
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De acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), a comunicação ou o uso compartilhado de dados pessoais de pessoa jurídica de direito público para pessoa de direito privado será informado à autoridade nacional e dependerá de consentimento do titular, EXCETO:
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Maria, em seus estudos, concluiu que o dispositivo constitucional enumera cinco direitos fundamentais, quais sejam, os direitos à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Desses direitos, derivam todos os outros, relacionados nos diversos incisos do Art. 5º. No que se refere ao direito à vida, analise as afirmativas a seguir:
I. A doutrina considera que é dever do Estado assegurá-lo em sua dupla acepção: a primeira, enquanto direito de continuar vivo; a segunda, enquanto direito de ter uma vida digna e boa.
II. O STF já decidiu que assiste aos indivíduos o direito à busca pela felicidade, como forma de realização do princípio da dignidade da pessoa humana.
III. Direito à vida é inalienável, sendo admitida pela Constituição Federal de 1988 a pena de morte em caso de guerra declarada.
Está correto o que se afirma em:
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