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O aumento da expectativa de vida e da incidência
de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por
grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram
naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
O pronome “cuja” (linha 40) poderia ser substituído no texto, mantendo-se seu sentido original e sua correção gramatical, por ao qual.
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O aumento da expectativa de vida e da incidência
de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por
grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram
naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
A oração “Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico do paciente” (linhas 36 e 37) expressa a causa da ideia imediatamente a seguir.
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de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por
grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram
naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
O emprego do sinal indicativo de crase no “a” que antecede a palavra “pacientes” (linha 30) acarretaria incorreção gramatical ao trecho.
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de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por
grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram
naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
No trecho “não só do enfermo, mas também de seus familiares em período de luto” (linhas 26 e 27), a expressão “não só... mas também” expressa uma adição.
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O aumento da expectativa de vida e da incidência
de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por
grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
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naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
É facultativo o emprego do acento circunflexo na palavra “têm” (linha 23).
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O aumento da expectativa de vida e da incidência
de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por
grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
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naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
Na linha 17, a substituição da expressão “se carece” por falta, com a concomitante omissão da preposição “de”, manteria a correção gramatical e a coerência do texto.
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grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
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naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
O sentido da forma verbal “evidenciam” (linha 12) no texto é colocam em evidência, destacam.
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de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por
grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
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naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
A forma verbal “ocorreram” (linha 4) poderia ser substituída no texto, mantendo-se seu sentido original e sua correção gramatical, por houve.
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de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por
grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
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naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
O primeiro período do texto, “O aumento da expectativa de vida e da incidência de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por grande parte dos óbitos em todo o mundo” (linhas de 1 a 3), poderia ser reescrito, mantendo-se a correção gramatical e as ideias originais do texto, da seguinte forma: O aumento da expectativa de vida e da incidência de doenças crônicas (como o câncer) são responsáveis por grande parte das mortes no mundo todo.
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de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por
grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram
naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
O texto tem caráter essencialmente informativo.
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