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Na pré‑história, que começou antes do
surgimento da escrita e teve duração até 4000 a.C.,
desenvolveram‑se as primeiras práticas de saúde nas
sociedades primitivas, por meio da assistência instintiva
às necessidades dessa área. Na época, a prestação de
cuidados era uma responsabilidade feminina, devido ao
fato de a mulher exercer o papel de cuidar da criação dos
filhos, enquanto o homem era responsável por suprir as
demais necessidades. Apesar de a presença feminina ser
considerada como principal protagonista desse período,
muitos homens também participavam da prestação de
cuidados, como é o caso dos xamãs, sacerdotes, mágicos,
feiticeiros e curandeiros espirituais.
Na Idade Antiga, que vai de 4000 a.C. até
476 d.C., já havia registro da enfermagem como
profissão. Nesse sentido, a história refere que os homens
recebiam treinamento como enfermeiros desde a época
de Hipócrates, em 460 a.C. No entanto, a enfermagem,
como profissão, remonta a cerca de 300 a.C., no
Império Romano. Nesse tempo, o Império Romano
procurou colocar um hospital em cada cidade sob seu
domínio. Existiam muitos enfermeiros que ajudavam na
assistência hospitalar. Com a prestação de cuidados de
enfermagem por homens, surgiu o termo nasocomi, que
significava “homens que cuidam”, e deste adveio o termo
nosocomial, que significa “adquirido no hospital”.
Considerando as ideias do texto e sua estrutura linguística, julgue o item a seguir.
O trecho “que vai de 4000 a.C. até 476 d.C.” (linhas 14 e 15) poderia ser reescrito, mantendo-se a correção gramatical, da seguinte forma: do ano 4.000 a.C. à 476 d.C.
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Na pré‑história, que começou antes do
surgimento da escrita e teve duração até 4000 a.C.,
desenvolveram‑se as primeiras práticas de saúde nas
sociedades primitivas, por meio da assistência instintiva
às necessidades dessa área. Na época, a prestação de
cuidados era uma responsabilidade feminina, devido ao
fato de a mulher exercer o papel de cuidar da criação dos
filhos, enquanto o homem era responsável por suprir as
demais necessidades. Apesar de a presença feminina ser
considerada como principal protagonista desse período,
muitos homens também participavam da prestação de
cuidados, como é o caso dos xamãs, sacerdotes, mágicos,
feiticeiros e curandeiros espirituais.
Na Idade Antiga, que vai de 4000 a.C. até
476 d.C., já havia registro da enfermagem como
profissão. Nesse sentido, a história refere que os homens
recebiam treinamento como enfermeiros desde a época
de Hipócrates, em 460 a.C. No entanto, a enfermagem,
como profissão, remonta a cerca de 300 a.C., no
Império Romano. Nesse tempo, o Império Romano
procurou colocar um hospital em cada cidade sob seu
domínio. Existiam muitos enfermeiros que ajudavam na
assistência hospitalar. Com a prestação de cuidados de
enfermagem por homens, surgiu o termo nasocomi, que
significava “homens que cuidam”, e deste adveio o termo
nosocomial, que significa “adquirido no hospital”.
Considerando as ideias do texto e sua estrutura linguística, julgue o item a seguir.
De acordo com o texto, o papel masculino e o papel feminino eram bem definidos na pré-história.
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Na pré‑história, que começou antes do
surgimento da escrita e teve duração até 4000 a.C.,
desenvolveram‑se as primeiras práticas de saúde nas
sociedades primitivas, por meio da assistência instintiva
às necessidades dessa área. Na época, a prestação de
cuidados era uma responsabilidade feminina, devido ao
fato de a mulher exercer o papel de cuidar da criação dos
filhos, enquanto o homem era responsável por suprir as
demais necessidades. Apesar de a presença feminina ser
considerada como principal protagonista desse período,
muitos homens também participavam da prestação de
cuidados, como é o caso dos xamãs, sacerdotes, mágicos,
feiticeiros e curandeiros espirituais.
Na Idade Antiga, que vai de 4000 a.C. até
476 d.C., já havia registro da enfermagem como
profissão. Nesse sentido, a história refere que os homens
recebiam treinamento como enfermeiros desde a época
de Hipócrates, em 460 a.C. No entanto, a enfermagem,
como profissão, remonta a cerca de 300 a.C., no
Império Romano. Nesse tempo, o Império Romano
procurou colocar um hospital em cada cidade sob seu
domínio. Existiam muitos enfermeiros que ajudavam na
assistência hospitalar. Com a prestação de cuidados de
enfermagem por homens, surgiu o termo nasocomi, que
significava “homens que cuidam”, e deste adveio o termo
nosocomial, que significa “adquirido no hospital”.
Considerando as ideias do texto e sua estrutura linguística, julgue o item a seguir.
Quando a enfermagem surgiu como profissão, os homens já recebiam treinamento como enfermeiros há mais de um século.
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Na pré‑história, que começou antes do
surgimento da escrita e teve duração até 4000 a.C.,
desenvolveram‑se as primeiras práticas de saúde nas
sociedades primitivas, por meio da assistência instintiva
às necessidades dessa área. Na época, a prestação de
cuidados era uma responsabilidade feminina, devido ao
fato de a mulher exercer o papel de cuidar da criação dos
filhos, enquanto o homem era responsável por suprir as
demais necessidades. Apesar de a presença feminina ser
considerada como principal protagonista desse período,
muitos homens também participavam da prestação de
cuidados, como é o caso dos xamãs, sacerdotes, mágicos,
feiticeiros e curandeiros espirituais.
Na Idade Antiga, que vai de 4000 a.C. até
476 d.C., já havia registro da enfermagem como
profissão. Nesse sentido, a história refere que os homens
recebiam treinamento como enfermeiros desde a época
de Hipócrates, em 460 a.C. No entanto, a enfermagem,
como profissão, remonta a cerca de 300 a.C., no
Império Romano. Nesse tempo, o Império Romano
procurou colocar um hospital em cada cidade sob seu
domínio. Existiam muitos enfermeiros que ajudavam na
assistência hospitalar. Com a prestação de cuidados de
enfermagem por homens, surgiu o termo nasocomi, que
significava “homens que cuidam”, e deste adveio o termo
nosocomial, que significa “adquirido no hospital”.
Considerando as ideias do texto e sua estrutura linguística, julgue o item a seguir.
Na pré-história, segundo o texto, o protagonismo na sociedade era da mulher, e não do homem.
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O aumento da expectativa de vida e da incidência
de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por
grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram
naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
O pronome “cuja” (linha 40) poderia ser substituído no texto, mantendo-se seu sentido original e sua correção gramatical, por ao qual.
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O aumento da expectativa de vida e da incidência
de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por
grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram
naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
A oração “Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico do paciente” (linhas 36 e 37) expressa a causa da ideia imediatamente a seguir.
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O aumento da expectativa de vida e da incidência
de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por
grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram
naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
O emprego do sinal indicativo de crase no “a” que antecede a palavra “pacientes” (linha 30) acarretaria incorreção gramatical ao trecho.
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O aumento da expectativa de vida e da incidência
de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por
grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram
naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
No trecho “não só do enfermo, mas também de seus familiares em período de luto” (linhas 26 e 27), a expressão “não só... mas também” expressa uma adição.
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O aumento da expectativa de vida e da incidência
de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por
grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram
naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
É facultativo o emprego do acento circunflexo na palavra “têm” (linha 23).
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O aumento da expectativa de vida e da incidência
de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por
grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da
Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram
naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase
milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser
crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em
alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se
como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás
somente de doenças cardiovasculares.
Fatores inerentes ao câncer, como dor,
sofrimento e morte, evidenciam a importância da
qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto
às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e
espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas
precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o
mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem
qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou
um dos grandes assuntos da saúde pública.
Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a
assistência que visa proporcionar qualidade de vida
ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar
problemas e sintomas com tratamentos que têm
por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,
fundamental o cuidado humanizado, integral e individual
não só do enfermo, mas também de seus familiares
em período de luto, para que este seja vivenciado e
acompanhado por profissionais.
Cuidados paliativos promovem qualidade
de vida a pacientes acometidos por doença que não
responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades
terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar
bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando
sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros
problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.
Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico
do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como
elemento fundamental na ampliação da assistência e na
melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos
do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem
ser considerados no planejamento e na concretização
do cuidado.
Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
Na linha 17, a substituição da expressão “se carece” por falta, com a concomitante omissão da preposição “de”, manteria a correção gramatical e a coerência do texto.
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