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Foram encontradas 324 questões.

3265940 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-PR
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Texto para o item.

Na pré‑história, que começou antes do

surgimento da escrita e teve duração até 4000 a.C.,

desenvolveram‑se as primeiras práticas de saúde nas

sociedades primitivas, por meio da assistência instintiva

às necessidades dessa área. Na época, a prestação de

cuidados era uma responsabilidade feminina, devido ao

fato de a mulher exercer o papel de cuidar da criação dos

filhos, enquanto o homem era responsável por suprir as

demais necessidades. Apesar de a presença feminina ser

considerada como principal protagonista desse período,

muitos homens também participavam da prestação de

cuidados, como é o caso dos xamãs, sacerdotes, mágicos,

feiticeiros e curandeiros espirituais.

Na Idade Antiga, que vai de 4000 a.C. até

476 d.C., já havia registro da enfermagem como

profissão. Nesse sentido, a história refere que os homens

recebiam treinamento como enfermeiros desde a época

de Hipócrates, em 460 a.C. No entanto, a enfermagem,

como profissão, remonta a cerca de 300 a.C., no

Império Romano. Nesse tempo, o Império Romano

procurou colocar um hospital em cada cidade sob seu

domínio. Existiam muitos enfermeiros que ajudavam na

assistência hospitalar. Com a prestação de cuidados de

enfermagem por homens, surgiu o termo nasocomi, que

significava “homens que cuidam”, e deste adveio o termo

nosocomial, que significa “adquirido no hospital”.

Internet: <www.revista.unitins.br> (com adaptações).

Considerando as ideias do texto e sua estrutura linguística, julgue o item a seguir.

O trecho “que vai de 4000 a.C. até 476 d.C.” (linhas 14 e 15) poderia ser reescrito, mantendo-se a correção gramatical, da seguinte forma: do ano 4.000 a.C. à 476 d.C.

 

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3265939 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-PR
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Texto para o item.

Na pré‑história, que começou antes do

surgimento da escrita e teve duração até 4000 a.C.,

desenvolveram‑se as primeiras práticas de saúde nas

sociedades primitivas, por meio da assistência instintiva

às necessidades dessa área. Na época, a prestação de

cuidados era uma responsabilidade feminina, devido ao

fato de a mulher exercer o papel de cuidar da criação dos

filhos, enquanto o homem era responsável por suprir as

demais necessidades. Apesar de a presença feminina ser

considerada como principal protagonista desse período,

muitos homens também participavam da prestação de

cuidados, como é o caso dos xamãs, sacerdotes, mágicos,

feiticeiros e curandeiros espirituais.

Na Idade Antiga, que vai de 4000 a.C. até

476 d.C., já havia registro da enfermagem como

profissão. Nesse sentido, a história refere que os homens

recebiam treinamento como enfermeiros desde a época

de Hipócrates, em 460 a.C. No entanto, a enfermagem,

como profissão, remonta a cerca de 300 a.C., no

Império Romano. Nesse tempo, o Império Romano

procurou colocar um hospital em cada cidade sob seu

domínio. Existiam muitos enfermeiros que ajudavam na

assistência hospitalar. Com a prestação de cuidados de

enfermagem por homens, surgiu o termo nasocomi, que

significava “homens que cuidam”, e deste adveio o termo

nosocomial, que significa “adquirido no hospital”.

Internet: <www.revista.unitins.br> (com adaptações).

Considerando as ideias do texto e sua estrutura linguística, julgue o item a seguir.

De acordo com o texto, o papel masculino e o papel feminino eram bem definidos na pré-história.

 

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3265938 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-PR
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Texto para o item.

Na pré‑história, que começou antes do

surgimento da escrita e teve duração até 4000 a.C.,

desenvolveram‑se as primeiras práticas de saúde nas

sociedades primitivas, por meio da assistência instintiva

às necessidades dessa área. Na época, a prestação de

cuidados era uma responsabilidade feminina, devido ao

fato de a mulher exercer o papel de cuidar da criação dos

filhos, enquanto o homem era responsável por suprir as

demais necessidades. Apesar de a presença feminina ser

considerada como principal protagonista desse período,

muitos homens também participavam da prestação de

cuidados, como é o caso dos xamãs, sacerdotes, mágicos,

feiticeiros e curandeiros espirituais.

Na Idade Antiga, que vai de 4000 a.C. até

476 d.C., já havia registro da enfermagem como

profissão. Nesse sentido, a história refere que os homens

recebiam treinamento como enfermeiros desde a época

de Hipócrates, em 460 a.C. No entanto, a enfermagem,

como profissão, remonta a cerca de 300 a.C., no

Império Romano. Nesse tempo, o Império Romano

procurou colocar um hospital em cada cidade sob seu

domínio. Existiam muitos enfermeiros que ajudavam na

assistência hospitalar. Com a prestação de cuidados de

enfermagem por homens, surgiu o termo nasocomi, que

significava “homens que cuidam”, e deste adveio o termo

nosocomial, que significa “adquirido no hospital”.

Internet: <www.revista.unitins.br> (com adaptações).

Considerando as ideias do texto e sua estrutura linguística, julgue o item a seguir.

Quando a enfermagem surgiu como profissão, os homens já recebiam treinamento como enfermeiros há mais de um século.

 

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3265937 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-PR
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Texto para o item.

Na pré‑história, que começou antes do

surgimento da escrita e teve duração até 4000 a.C.,

desenvolveram‑se as primeiras práticas de saúde nas

sociedades primitivas, por meio da assistência instintiva

às necessidades dessa área. Na época, a prestação de

cuidados era uma responsabilidade feminina, devido ao

fato de a mulher exercer o papel de cuidar da criação dos

filhos, enquanto o homem era responsável por suprir as

demais necessidades. Apesar de a presença feminina ser

considerada como principal protagonista desse período,

muitos homens também participavam da prestação de

cuidados, como é o caso dos xamãs, sacerdotes, mágicos,

feiticeiros e curandeiros espirituais.

Na Idade Antiga, que vai de 4000 a.C. até

476 d.C., já havia registro da enfermagem como

profissão. Nesse sentido, a história refere que os homens

recebiam treinamento como enfermeiros desde a época

de Hipócrates, em 460 a.C. No entanto, a enfermagem,

como profissão, remonta a cerca de 300 a.C., no

Império Romano. Nesse tempo, o Império Romano

procurou colocar um hospital em cada cidade sob seu

domínio. Existiam muitos enfermeiros que ajudavam na

assistência hospitalar. Com a prestação de cuidados de

enfermagem por homens, surgiu o termo nasocomi, que

significava “homens que cuidam”, e deste adveio o termo

nosocomial, que significa “adquirido no hospital”.

Internet: <www.revista.unitins.br> (com adaptações).

Considerando as ideias do texto e sua estrutura linguística, julgue o item a seguir.

Na pré-história, segundo o texto, o protagonismo na sociedade era da mulher, e não do homem.

 

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3265936 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-PR
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Texto para o item.

O aumento da expectativa de vida e da incidência

de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por

grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da

Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram

naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase

milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser

crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em

alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se

como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás

somente de doenças cardiovasculares.

Fatores inerentes ao câncer, como dor,

sofrimento e morte, evidenciam a importância da

qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto

às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e

espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas

precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o

mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem

qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou

um dos grandes assuntos da saúde pública.

Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a

assistência que visa proporcionar qualidade de vida

ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar

problemas e sintomas com tratamentos que têm

por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,

fundamental o cuidado humanizado, integral e individual

não só do enfermo, mas também de seus familiares

em período de luto, para que este seja vivenciado e

acompanhado por profissionais.

Cuidados paliativos promovem qualidade

de vida a pacientes acometidos por doença que não

responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades

terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar

bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando

sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros

problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.

Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico

do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como

elemento fundamental na ampliação da assistência e na

melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos

do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem

ser considerados no planejamento e na concretização

do cuidado.

Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).

Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.

O pronome “cuja” (linha 40) poderia ser substituído no texto, mantendo-se seu sentido original e sua correção gramatical, por ao qual.

 

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3265935 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-PR
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Texto para o item.

O aumento da expectativa de vida e da incidência

de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por

grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da

Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram

naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase

milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser

crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em

alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se

como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás

somente de doenças cardiovasculares.

Fatores inerentes ao câncer, como dor,

sofrimento e morte, evidenciam a importância da

qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto

às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e

espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas

precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o

mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem

qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou

um dos grandes assuntos da saúde pública.

Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a

assistência que visa proporcionar qualidade de vida

ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar

problemas e sintomas com tratamentos que têm

por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,

fundamental o cuidado humanizado, integral e individual

não só do enfermo, mas também de seus familiares

em período de luto, para que este seja vivenciado e

acompanhado por profissionais.

Cuidados paliativos promovem qualidade

de vida a pacientes acometidos por doença que não

responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades

terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar

bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando

sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros

problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.

Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico

do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como

elemento fundamental na ampliação da assistência e na

melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos

do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem

ser considerados no planejamento e na concretização

do cuidado.

Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).

Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.

A oração “Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico do paciente” (linhas 36 e 37) expressa a causa da ideia imediatamente a seguir.

 

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3265934 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-PR
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Texto para o item.

O aumento da expectativa de vida e da incidência

de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por

grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da

Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram

naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase

milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser

crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em

alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se

como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás

somente de doenças cardiovasculares.

Fatores inerentes ao câncer, como dor,

sofrimento e morte, evidenciam a importância da

qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto

às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e

espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas

precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o

mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem

qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou

um dos grandes assuntos da saúde pública.

Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a

assistência que visa proporcionar qualidade de vida

ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar

problemas e sintomas com tratamentos que têm

por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,

fundamental o cuidado humanizado, integral e individual

não só do enfermo, mas também de seus familiares

em período de luto, para que este seja vivenciado e

acompanhado por profissionais.

Cuidados paliativos promovem qualidade

de vida a pacientes acometidos por doença que não

responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades

terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar

bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando

sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros

problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.

Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico

do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como

elemento fundamental na ampliação da assistência e na

melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos

do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem

ser considerados no planejamento e na concretização

do cuidado.

Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).

Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.

O emprego do sinal indicativo de crase no “a” que antecede a palavra “pacientes” (linha 30) acarretaria incorreção gramatical ao trecho.

 

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3265933 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-PR
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Texto para o item.

O aumento da expectativa de vida e da incidência

de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por

grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da

Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram

naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase

milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser

crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em

alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se

como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás

somente de doenças cardiovasculares.

Fatores inerentes ao câncer, como dor,

sofrimento e morte, evidenciam a importância da

qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto

às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e

espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas

precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o

mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem

qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou

um dos grandes assuntos da saúde pública.

Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a

assistência que visa proporcionar qualidade de vida

ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar

problemas e sintomas com tratamentos que têm

por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,

fundamental o cuidado humanizado, integral e individual

não só do enfermo, mas também de seus familiares

em período de luto, para que este seja vivenciado e

acompanhado por profissionais.

Cuidados paliativos promovem qualidade

de vida a pacientes acometidos por doença que não

responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades

terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar

bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando

sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros

problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.

Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico

do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como

elemento fundamental na ampliação da assistência e na

melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos

do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem

ser considerados no planejamento e na concretização

do cuidado.

Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).

Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.

No trecho “não só do enfermo, mas também de seus familiares em período de luto” (linhas 26 e 27), a expressão “não só... mas também” expressa uma adição.

 

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3265932 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: COREN-PR
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Texto para o item.

O aumento da expectativa de vida e da incidência

de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por

grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da

Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram

naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase

milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser

crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em

alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se

como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás

somente de doenças cardiovasculares.

Fatores inerentes ao câncer, como dor,

sofrimento e morte, evidenciam a importância da

qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto

às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e

espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas

precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o

mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem

qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou

um dos grandes assuntos da saúde pública.

Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a

assistência que visa proporcionar qualidade de vida

ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar

problemas e sintomas com tratamentos que têm

por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,

fundamental o cuidado humanizado, integral e individual

não só do enfermo, mas também de seus familiares

em período de luto, para que este seja vivenciado e

acompanhado por profissionais.

Cuidados paliativos promovem qualidade

de vida a pacientes acometidos por doença que não

responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades

terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar

bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando

sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros

problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.

Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico

do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como

elemento fundamental na ampliação da assistência e na

melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos

do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem

ser considerados no planejamento e na concretização

do cuidado.

Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).

Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.

É facultativo o emprego do acento circunflexo na palavra “têm” (linha 23).

 

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3265931 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
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O aumento da expectativa de vida e da incidência

de doenças crônicas, como o câncer, é responsável por

grande parte dos óbitos em todo o mundo. Dados da

Global Cancer Statistics de 2020 mostram que ocorreram

naquele ano 19,3 milhões de novos casos e quase

milhões de óbitos decorrentes dessa patologia. Por ser

crônico‑degenerativo, o câncer evolui lentamente em

alguns casos e de forma rápida em outros, constituindo‑se

como a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás

somente de doenças cardiovasculares.

Fatores inerentes ao câncer, como dor,

sofrimento e morte, evidenciam a importância da

qualidade do cuidado prestado ao paciente quanto

às suas necessidades físicas, psicológicas, sociais e

espirituais. Estima‑se que cerca de 20 milhões de pessoas

precisem de cuidados paliativos no fim da vida em todo o

mundo; entretanto, ainda se carece de profissionais bem

qualificados para lidar com essa demanda, que se tornou

um dos grandes assuntos da saúde pública.

Nesta perspectiva, “cuidado paliativo” é a

assistência que visa proporcionar qualidade de vida

ao paciente e à sua família, de modo a buscar atenuar

problemas e sintomas com tratamentos que têm

por objetivo aliviar o sofrimento. Torna‑se, portanto,

fundamental o cuidado humanizado, integral e individual

não só do enfermo, mas também de seus familiares

em período de luto, para que este seja vivenciado e

acompanhado por profissionais.

Cuidados paliativos promovem qualidade

de vida a pacientes acometidos por doença que não

responde a tratamento, ou seja, sem possibilidades

terapêuticas. Essa abordagem busca proporcionar

bem‑estar a doentes e familiares, prevenindo e aliviando

sofrimento ao identificar, avaliar e tratar dor e outros

problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.

Para mitigar sintomas relacionados ao quadro clínico

do paciente, o cuidado paliativo se apresenta como

elemento fundamental na ampliação da assistência e na

melhora da sua qualidade, sem violar direitos e objetivos

do enfermo, cuja autonomia, valores e desejos devem

ser considerados no planejamento e na concretização

do cuidado.

Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).

Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.

Na linha 17, a substituição da expressão “se carece” por falta, com a concomitante omissão da preposição “de”, manteria a correção gramatical e a coerência do texto.

 

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