Foram encontradas 85 questões.
Leia o texto a seguir:
Surto de dengue é motivo de preocupação para comissão
de Macron em visita ao Brasil, afirma jornal
Presidente francês está com viagem marcada ao país na
próxima semana e deve visitar DF, RJ e SP, todos em situação
de emergência por causa da doença
Autoridades do governo francês admitiram ao Estadão
preocupação com a epidemia de dengue no Brasil, por causa
da visita do presidente Emmanuel Macron, na próxima semana.
A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o mandatário
passará três dias no país e visitará três lugares que vivem uma
situação de emergência por surto de dengue: Brasília, São Paulo
e Rio de Janeiro.
O país já registrou 2 milhões de casos de dengue, o recorde
histórico desde o ano 2000. Houve 715 mortes - a maior parte
delas no Distrito Federal, com 152 vítimas fatais. Há ainda 1.078
óbitos em investigação, segundo o painel do Ministério da Saúde.
O presidente francês passará a quinta-feira, dia 28, em
compromissos no Distrito Federal, que tem o mais grave surto
de dengue do Brasil no momento. Ao ser questionada sobre o
assunto, uma importante autoridade francesa, que falou sob a
condição de ter a identidade preservada, disse que, sim, havia
motivo para preocupação e cuidados, embora não tenha certeza
de que o próprio Macron esteja ciente da gravidade dos casos.
Além de medidas de praxe relativas à segurança, os governos
da França e do Brasil trataram de restrições alimentares do chefe
de Estado francês e de desejos específicos, como fazer uma
caminhada na Avenida Paulista. O Palácio de Eliseu comunicou
ao Itamaraty que Macron tem costume de fazer atividades assim
quando viaja ao exterior e gosta da prática esportiva.
Os preparativos mobilizaram o escritório de Macron, a
embaixada e consulados franceses no Brasil, além do Palácio
do Planalto e do Itamaraty. Entrou no radar das autoridades de
Paris o risco de contrair a dengue e outras doenças transmitidas
por mosquitos no Brasil, como febre amarela e malária, comuns
sobretudo na Região Norte - a última é mais frequente em áreas
remotas. Todas tendem a ser potencializadas no período de
chuvas do inverno amazônico.
O primeiro compromisso de Macron será em Belém, no
Pará, onde circulará por ambientes abertos e fechados. Com
Lula, ele irá tomar um barco e se deslocar até a Ilha do Combu
para conhecer o cultivo de cacau e conversar com lideranças
ribeirinhas e indígenas.
Macron desembarcará na tarde de terça-feira, dia 26, vindo
da Guiana Francesa, um departamento ultramarino de Paris que
também abrange uma porção da floresta amazônica.
São Paulo registrou até o momento 110 mortes pela dengue,
o Rio de Janeiro, 63, e o Pará apenas 2 óbitos.
Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2024/03/6815008-surto-de-dengue-emotivo-de-preocupacao-para-comissao-de-macron-em-visita-ao-brasil-afirma-jornal.
html. Acesso em 23/03/2024. Texto adaptado
Trecho 1: “O Palácio de Eliseu comunicou ao Itamaraty que Macron tem costume de fazer atividades assim quando viaja ao exterior e gosta da prática esportiva” (4º parágrafo)
Trecho 2: “Os preparativos mobilizaram o escritório de Macron, a embaixada e consulados franceses no Brasil, além do Palácio do Planalto e do Itamaraty. Entrou no radar das autoridades de Paris o risco de contrair a dengue e outras doenças transmitidas por mosquitos no Brasil, como febre amarela e malária” (5º parágrafo)
Considerando-se essas informações, infere-se que entre o Trecho 1 e o Trecho 2 há uma relação de:
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Surto de dengue é motivo de preocupação para comissão
de Macron em visita ao Brasil, afirma jornal
Presidente francês está com viagem marcada ao país na
próxima semana e deve visitar DF, RJ e SP, todos em situação
de emergência por causa da doença
Autoridades do governo francês admitiram ao Estadão
preocupação com a epidemia de dengue no Brasil, por causa
da visita do presidente Emmanuel Macron, na próxima semana.
A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o mandatário
passará três dias no país e visitará três lugares que vivem uma
situação de emergência por surto de dengue: Brasília, São Paulo
e Rio de Janeiro.
O país já registrou 2 milhões de casos de dengue, o recorde
histórico desde o ano 2000. Houve 715 mortes - a maior parte
delas no Distrito Federal, com 152 vítimas fatais. Há ainda 1.078
óbitos em investigação, segundo o painel do Ministério da Saúde.
O presidente francês passará a quinta-feira, dia 28, em
compromissos no Distrito Federal, que tem o mais grave surto
de dengue do Brasil no momento. Ao ser questionada sobre o
assunto, uma importante autoridade francesa, que falou sob a
condição de ter a identidade preservada, disse que, sim, havia
motivo para preocupação e cuidados, embora não tenha certeza
de que o próprio Macron esteja ciente da gravidade dos casos.
Além de medidas de praxe relativas à segurança, os governos
da França e do Brasil trataram de restrições alimentares do chefe
de Estado francês e de desejos específicos, como fazer uma
caminhada na Avenida Paulista. O Palácio de Eliseu comunicou
ao Itamaraty que Macron tem costume de fazer atividades assim
quando viaja ao exterior e gosta da prática esportiva.
Os preparativos mobilizaram o escritório de Macron, a
embaixada e consulados franceses no Brasil, além do Palácio
do Planalto e do Itamaraty. Entrou no radar das autoridades de
Paris o risco de contrair a dengue e outras doenças transmitidas
por mosquitos no Brasil, como febre amarela e malária, comuns
sobretudo na Região Norte - a última é mais frequente em áreas
remotas. Todas tendem a ser potencializadas no período de
chuvas do inverno amazônico.
O primeiro compromisso de Macron será em Belém, no
Pará, onde circulará por ambientes abertos e fechados. Com
Lula, ele irá tomar um barco e se deslocar até a Ilha do Combu
para conhecer o cultivo de cacau e conversar com lideranças
ribeirinhas e indígenas.
Macron desembarcará na tarde de terça-feira, dia 26, vindo
da Guiana Francesa, um departamento ultramarino de Paris que
também abrange uma porção da floresta amazônica.
São Paulo registrou até o momento 110 mortes pela dengue,
o Rio de Janeiro, 63, e o Pará apenas 2 óbitos.
Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2024/03/6815008-surto-de-dengue-emotivo-de-preocupacao-para-comissao-de-macron-em-visita-ao-brasil-afirma-jornal.
html. Acesso em 23/03/2024. Texto adaptado
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Surto de dengue é motivo de preocupação para comissão
de Macron em visita ao Brasil, afirma jornal
Presidente francês está com viagem marcada ao país na
próxima semana e deve visitar DF, RJ e SP, todos em situação
de emergência por causa da doença
Autoridades do governo francês admitiram ao Estadão
preocupação com a epidemia de dengue no Brasil, por causa
da visita do presidente Emmanuel Macron, na próxima semana.
A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o mandatário
passará três dias no país e visitará três lugares que vivem uma
situação de emergência por surto de dengue: Brasília, São Paulo
e Rio de Janeiro.
O país já registrou 2 milhões de casos de dengue, o recorde
histórico desde o ano 2000. Houve 715 mortes - a maior parte
delas no Distrito Federal, com 152 vítimas fatais. Há ainda 1.078
óbitos em investigação, segundo o painel do Ministério da Saúde.
O presidente francês passará a quinta-feira, dia 28, em
compromissos no Distrito Federal, que tem o mais grave surto
de dengue do Brasil no momento. Ao ser questionada sobre o
assunto, uma importante autoridade francesa, que falou sob a
condição de ter a identidade preservada, disse que, sim, havia
motivo para preocupação e cuidados, embora não tenha certeza
de que o próprio Macron esteja ciente da gravidade dos casos.
Além de medidas de praxe relativas à segurança, os governos
da França e do Brasil trataram de restrições alimentares do chefe
de Estado francês e de desejos específicos, como fazer uma
caminhada na Avenida Paulista. O Palácio de Eliseu comunicou
ao Itamaraty que Macron tem costume de fazer atividades assim
quando viaja ao exterior e gosta da prática esportiva.
Os preparativos mobilizaram o escritório de Macron, a
embaixada e consulados franceses no Brasil, além do Palácio
do Planalto e do Itamaraty. Entrou no radar das autoridades de
Paris o risco de contrair a dengue e outras doenças transmitidas
por mosquitos no Brasil, como febre amarela e malária, comuns
sobretudo na Região Norte - a última é mais frequente em áreas
remotas. Todas tendem a ser potencializadas no período de
chuvas do inverno amazônico.
O primeiro compromisso de Macron será em Belém, no
Pará, onde circulará por ambientes abertos e fechados. Com
Lula, ele irá tomar um barco e se deslocar até a Ilha do Combu
para conhecer o cultivo de cacau e conversar com lideranças
ribeirinhas e indígenas.
Macron desembarcará na tarde de terça-feira, dia 26, vindo
da Guiana Francesa, um departamento ultramarino de Paris que
também abrange uma porção da floresta amazônica.
São Paulo registrou até o momento 110 mortes pela dengue,
o Rio de Janeiro, 63, e o Pará apenas 2 óbitos.
Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2024/03/6815008-surto-de-dengue-emotivo-de-preocupacao-para-comissao-de-macron-em-visita-ao-brasil-afirma-jornal.
html. Acesso em 23/03/2024. Texto adaptado
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Surto de dengue é motivo de preocupação para comissão
de Macron em visita ao Brasil, afirma jornal
Presidente francês está com viagem marcada ao país na
próxima semana e deve visitar DF, RJ e SP, todos em situação
de emergência por causa da doença
Autoridades do governo francês admitiram ao Estadão
preocupação com a epidemia de dengue no Brasil, por causa
da visita do presidente Emmanuel Macron, na próxima semana.
A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o mandatário
passará três dias no país e visitará três lugares que vivem uma
situação de emergência por surto de dengue: Brasília, São Paulo
e Rio de Janeiro.
O país já registrou 2 milhões de casos de dengue, o recorde
histórico desde o ano 2000. Houve 715 mortes - a maior parte
delas no Distrito Federal, com 152 vítimas fatais. Há ainda 1.078
óbitos em investigação, segundo o painel do Ministério da Saúde.
O presidente francês passará a quinta-feira, dia 28, em
compromissos no Distrito Federal, que tem o mais grave surto
de dengue do Brasil no momento. Ao ser questionada sobre o
assunto, uma importante autoridade francesa, que falou sob a
condição de ter a identidade preservada, disse que, sim, havia
motivo para preocupação e cuidados, embora não tenha certeza
de que o próprio Macron esteja ciente da gravidade dos casos.
Além de medidas de praxe relativas à segurança, os governos
da França e do Brasil trataram de restrições alimentares do chefe
de Estado francês e de desejos específicos, como fazer uma
caminhada na Avenida Paulista. O Palácio de Eliseu comunicou
ao Itamaraty que Macron tem costume de fazer atividades assim
quando viaja ao exterior e gosta da prática esportiva.
Os preparativos mobilizaram o escritório de Macron, a
embaixada e consulados franceses no Brasil, além do Palácio
do Planalto e do Itamaraty. Entrou no radar das autoridades de
Paris o risco de contrair a dengue e outras doenças transmitidas
por mosquitos no Brasil, como febre amarela e malária, comuns
sobretudo na Região Norte - a última é mais frequente em áreas
remotas. Todas tendem a ser potencializadas no período de
chuvas do inverno amazônico.
O primeiro compromisso de Macron será em Belém, no
Pará, onde circulará por ambientes abertos e fechados. Com
Lula, ele irá tomar um barco e se deslocar até a Ilha do Combu
para conhecer o cultivo de cacau e conversar com lideranças
ribeirinhas e indígenas.
Macron desembarcará na tarde de terça-feira, dia 26, vindo
da Guiana Francesa, um departamento ultramarino de Paris que
também abrange uma porção da floresta amazônica.
São Paulo registrou até o momento 110 mortes pela dengue,
o Rio de Janeiro, 63, e o Pará apenas 2 óbitos.
Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2024/03/6815008-surto-de-dengue-emotivo-de-preocupacao-para-comissao-de-macron-em-visita-ao-brasil-afirma-jornal.
html. Acesso em 23/03/2024. Texto adaptado
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de Macron em visita ao Brasil, afirma jornal
Presidente francês está com viagem marcada ao país na
próxima semana e deve visitar DF, RJ e SP, todos em situação
de emergência por causa da doença
Autoridades do governo francês admitiram ao Estadão
preocupação com a epidemia de dengue no Brasil, por causa
da visita do presidente Emmanuel Macron, na próxima semana.
A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o mandatário
passará três dias no país e visitará três lugares que vivem uma
situação de emergência por surto de dengue: Brasília, São Paulo
e Rio de Janeiro.
O país já registrou 2 milhões de casos de dengue, o recorde
histórico desde o ano 2000. Houve 715 mortes - a maior parte
delas no Distrito Federal, com 152 vítimas fatais. Há ainda 1.078
óbitos em investigação, segundo o painel do Ministério da Saúde.
O presidente francês passará a quinta-feira, dia 28, em
compromissos no Distrito Federal, que tem o mais grave surto
de dengue do Brasil no momento. Ao ser questionada sobre o
assunto, uma importante autoridade francesa, que falou sob a
condição de ter a identidade preservada, disse que, sim, havia
motivo para preocupação e cuidados, embora não tenha certeza
de que o próprio Macron esteja ciente da gravidade dos casos.
Além de medidas de praxe relativas à segurança, os governos
da França e do Brasil trataram de restrições alimentares do chefe
de Estado francês e de desejos específicos, como fazer uma
caminhada na Avenida Paulista. O Palácio de Eliseu comunicou
ao Itamaraty que Macron tem costume de fazer atividades assim
quando viaja ao exterior e gosta da prática esportiva.
Os preparativos mobilizaram o escritório de Macron, a
embaixada e consulados franceses no Brasil, além do Palácio
do Planalto e do Itamaraty. Entrou no radar das autoridades de
Paris o risco de contrair a dengue e outras doenças transmitidas
por mosquitos no Brasil, como febre amarela e malária, comuns
sobretudo na Região Norte - a última é mais frequente em áreas
remotas. Todas tendem a ser potencializadas no período de
chuvas do inverno amazônico.
O primeiro compromisso de Macron será em Belém, no
Pará, onde circulará por ambientes abertos e fechados. Com
Lula, ele irá tomar um barco e se deslocar até a Ilha do Combu
para conhecer o cultivo de cacau e conversar com lideranças
ribeirinhas e indígenas.
Macron desembarcará na tarde de terça-feira, dia 26, vindo
da Guiana Francesa, um departamento ultramarino de Paris que
também abrange uma porção da floresta amazônica.
São Paulo registrou até o momento 110 mortes pela dengue,
o Rio de Janeiro, 63, e o Pará apenas 2 óbitos.
Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2024/03/6815008-surto-de-dengue-emotivo-de-preocupacao-para-comissao-de-macron-em-visita-ao-brasil-afirma-jornal.
html. Acesso em 23/03/2024. Texto adaptado
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Leia o texto a seguir:
Um guia multitarefa para recuperar o foco
Na verdade, não podemos fazer mais de uma coisa ao
mesmo tempo, dizem os especialistas; mas há algumas táticas
capazes de ajudar nessa missão
Não tem jeito: hoje em dia vivemos em modo multitarefa.
Quantas vezes você manda mensagem enquanto está no trânsito,
perde o fio da meada de um podcast porque está fazendo tarefas
domésticas ou fica mudando de tela entre o site de notícias e a
sua caixa de entrada?
“Ficamos presos nesta armadilha da multitarefa mesmo sem
perceber”, diz Nicole Byers, neuropsicóloga em Calgary, Canadá,
especializada no tratamento de pessoas com burnout.
Esse nosso hábito coletivo tem algumas razões, acrescenta
ela. A maioria das pessoas evita o tédio sempre que possível,
explica Byers, e a multitarefa é uma maneira eficaz de fazê-lo.
E também há muita pressão externa. “Quantas vezes
vemos um anúncio de emprego que diz: ‘Precisa ser excelente
em multitarefa’?”, ela pergunta. “Nosso mundo moderno – onde
passamos a maior parte do dia diante das telas – força nosso
cérebro a ficar no modo multitarefa”.
O fato é que não somos bons em multitarefa – e ela não é
boa para nós. Mas existem maneiras de a encararmos com mais
inteligência.
Seu cérebro no modo multitarefa
Em primeiro lugar, “multitarefa” geralmente não é o termo
mais correto. De acordo com especialistas, não é possível fazer
duas coisas ao mesmo tempo – a menos que consigamos fazer
uma delas sem pensar muito (como dar um passeio enquanto
conversamos com um amigo).
“Normalmente, quando as pessoas acham que estão no
modo multitarefa, na verdade estão alternando a atenção
entre duas tarefas diferentes”, diz Gloria Mark, professora de
informática na Universidade da Califórnia, Irvine, e autora de
Attention Span: A Groundbreaking Way to Restore Balance,
Happiness and Productivity [algo como “Capacidade de atenção:
uma maneira inovadora de recuperar o equilíbrio, a felicidade e a
produtividade”].
Vejamos o que acontece quando você se dedica a uma única
tarefa, como preparar o jantar. A partir do momento em que você
decide o que fazer, diferentes regiões de seu cérebro, chamadas
de rede de controle cognitivo, colaboram para que isso aconteça,
explica Anthony Wagner, professor de psicologia em Stanford e
vice-diretor do Instituto Wu Tsai de Neurociências da universidade.
Essa rede abrange áreas do cérebro envolvidas nas
funções executivas ou na capacidade de planejar e executar
comportamentos orientados a objetivos. Juntas, elas criam um
modelo mental da tarefa em questão e do que você precisa
para realizá-la. Seu cérebro consegue fazer isso, conta
Wagner, recorrendo a informações externas e internas, como os
ingredientes na geladeira ou a memória da receita.
Mark comparou esse processo a desenhar em um quadro
mental. Se sua amiga ligar para reclamar do dia dela, o quadro
vai se apagar. “Cada vez que você volta sua atenção para uma
nova tarefa, seu cérebro precisa se reorientar”, disse ela.
Se você conhece o prato como a palma da sua mão ou se
seu bate-papo é agradável e alegre, essa alternância pode ser
simples. Mas quanto mais esforço cada tarefa exige, mais seu cérebro terá de lidar com informações concorrentes e objetivos
diferentes.
Fonte: https://www.estadao.com.br/saude/um-guia-multitarefa-para-recuperaro-foco/. Acesso em 23/03/2024
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Leia o texto a seguir:
Um guia multitarefa para recuperar o foco
Na verdade, não podemos fazer mais de uma coisa ao
mesmo tempo, dizem os especialistas; mas há algumas táticas
capazes de ajudar nessa missão
Não tem jeito: hoje em dia vivemos em modo multitarefa.
Quantas vezes você manda mensagem enquanto está no trânsito,
perde o fio da meada de um podcast porque está fazendo tarefas
domésticas ou fica mudando de tela entre o site de notícias e a
sua caixa de entrada?
“Ficamos presos nesta armadilha da multitarefa mesmo sem
perceber”, diz Nicole Byers, neuropsicóloga em Calgary, Canadá,
especializada no tratamento de pessoas com burnout.
Esse nosso hábito coletivo tem algumas razões, acrescenta
ela. A maioria das pessoas evita o tédio sempre que possível,
explica Byers, e a multitarefa é uma maneira eficaz de fazê-lo.
E também há muita pressão externa. “Quantas vezes
vemos um anúncio de emprego que diz: ‘Precisa ser excelente
em multitarefa’?”, ela pergunta. “Nosso mundo moderno – onde
passamos a maior parte do dia diante das telas – força nosso
cérebro a ficar no modo multitarefa”.
O fato é que não somos bons em multitarefa – e ela não é
boa para nós. Mas existem maneiras de a encararmos com mais
inteligência.
Seu cérebro no modo multitarefa
Em primeiro lugar, “multitarefa” geralmente não é o termo
mais correto. De acordo com especialistas, não é possível fazer
duas coisas ao mesmo tempo – a menos que consigamos fazer
uma delas sem pensar muito (como dar um passeio enquanto
conversamos com um amigo).
“Normalmente, quando as pessoas acham que estão no
modo multitarefa, na verdade estão alternando a atenção
entre duas tarefas diferentes”, diz Gloria Mark, professora de
informática na Universidade da Califórnia, Irvine, e autora de
Attention Span: A Groundbreaking Way to Restore Balance,
Happiness and Productivity [algo como “Capacidade de atenção:
uma maneira inovadora de recuperar o equilíbrio, a felicidade e a
produtividade”].
Vejamos o que acontece quando você se dedica a uma única
tarefa, como preparar o jantar. A partir do momento em que você
decide o que fazer, diferentes regiões de seu cérebro, chamadas
de rede de controle cognitivo, colaboram para que isso aconteça,
explica Anthony Wagner, professor de psicologia em Stanford e
vice-diretor do Instituto Wu Tsai de Neurociências da universidade.
Essa rede abrange áreas do cérebro envolvidas nas
funções executivas ou na capacidade de planejar e executar
comportamentos orientados a objetivos. Juntas, elas criam um
modelo mental da tarefa em questão e do que você precisa
para realizá-la. Seu cérebro consegue fazer isso, conta
Wagner, recorrendo a informações externas e internas, como os
ingredientes na geladeira ou a memória da receita.
Mark comparou esse processo a desenhar em um quadro
mental. Se sua amiga ligar para reclamar do dia dela, o quadro
vai se apagar. “Cada vez que você volta sua atenção para uma
nova tarefa, seu cérebro precisa se reorientar”, disse ela.
Se você conhece o prato como a palma da sua mão ou se
seu bate-papo é agradável e alegre, essa alternância pode ser
simples. Mas quanto mais esforço cada tarefa exige, mais seu cérebro terá de lidar com informações concorrentes e objetivos
diferentes.
Fonte: https://www.estadao.com.br/saude/um-guia-multitarefa-para-recuperaro-foco/. Acesso em 23/03/2024
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Um guia multitarefa para recuperar o foco
Na verdade, não podemos fazer mais de uma coisa ao
mesmo tempo, dizem os especialistas; mas há algumas táticas
capazes de ajudar nessa missão
Não tem jeito: hoje em dia vivemos em modo multitarefa.
Quantas vezes você manda mensagem enquanto está no trânsito,
perde o fio da meada de um podcast porque está fazendo tarefas
domésticas ou fica mudando de tela entre o site de notícias e a
sua caixa de entrada?
“Ficamos presos nesta armadilha da multitarefa mesmo sem
perceber”, diz Nicole Byers, neuropsicóloga em Calgary, Canadá,
especializada no tratamento de pessoas com burnout.
Esse nosso hábito coletivo tem algumas razões, acrescenta
ela. A maioria das pessoas evita o tédio sempre que possível,
explica Byers, e a multitarefa é uma maneira eficaz de fazê-lo.
E também há muita pressão externa. “Quantas vezes
vemos um anúncio de emprego que diz: ‘Precisa ser excelente
em multitarefa’?”, ela pergunta. “Nosso mundo moderno – onde
passamos a maior parte do dia diante das telas – força nosso
cérebro a ficar no modo multitarefa”.
O fato é que não somos bons em multitarefa – e ela não é
boa para nós. Mas existem maneiras de a encararmos com mais
inteligência.
Seu cérebro no modo multitarefa
Em primeiro lugar, “multitarefa” geralmente não é o termo
mais correto. De acordo com especialistas, não é possível fazer
duas coisas ao mesmo tempo – a menos que consigamos fazer
uma delas sem pensar muito (como dar um passeio enquanto
conversamos com um amigo).
“Normalmente, quando as pessoas acham que estão no
modo multitarefa, na verdade estão alternando a atenção
entre duas tarefas diferentes”, diz Gloria Mark, professora de
informática na Universidade da Califórnia, Irvine, e autora de
Attention Span: A Groundbreaking Way to Restore Balance,
Happiness and Productivity [algo como “Capacidade de atenção:
uma maneira inovadora de recuperar o equilíbrio, a felicidade e a
produtividade”].
Vejamos o que acontece quando você se dedica a uma única
tarefa, como preparar o jantar. A partir do momento em que você
decide o que fazer, diferentes regiões de seu cérebro, chamadas
de rede de controle cognitivo, colaboram para que isso aconteça,
explica Anthony Wagner, professor de psicologia em Stanford e
vice-diretor do Instituto Wu Tsai de Neurociências da universidade.
Essa rede abrange áreas do cérebro envolvidas nas
funções executivas ou na capacidade de planejar e executar
comportamentos orientados a objetivos. Juntas, elas criam um
modelo mental da tarefa em questão e do que você precisa
para realizá-la. Seu cérebro consegue fazer isso, conta
Wagner, recorrendo a informações externas e internas, como os
ingredientes na geladeira ou a memória da receita.
Mark comparou esse processo a desenhar em um quadro
mental. Se sua amiga ligar para reclamar do dia dela, o quadro
vai se apagar. “Cada vez que você volta sua atenção para uma
nova tarefa, seu cérebro precisa se reorientar”, disse ela.
Se você conhece o prato como a palma da sua mão ou se
seu bate-papo é agradável e alegre, essa alternância pode ser
simples. Mas quanto mais esforço cada tarefa exige, mais seu cérebro terá de lidar com informações concorrentes e objetivos
diferentes.
Fonte: https://www.estadao.com.br/saude/um-guia-multitarefa-para-recuperaro-foco/. Acesso em 23/03/2024
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Leia o texto a seguir:
Um guia multitarefa para recuperar o foco
Na verdade, não podemos fazer mais de uma coisa ao
mesmo tempo, dizem os especialistas; mas há algumas táticas
capazes de ajudar nessa missão
Não tem jeito: hoje em dia vivemos em modo multitarefa.
Quantas vezes você manda mensagem enquanto está no trânsito,
perde o fio da meada de um podcast porque está fazendo tarefas
domésticas ou fica mudando de tela entre o site de notícias e a
sua caixa de entrada?
“Ficamos presos nesta armadilha da multitarefa mesmo sem
perceber”, diz Nicole Byers, neuropsicóloga em Calgary, Canadá,
especializada no tratamento de pessoas com burnout.
Esse nosso hábito coletivo tem algumas razões, acrescenta
ela. A maioria das pessoas evita o tédio sempre que possível,
explica Byers, e a multitarefa é uma maneira eficaz de fazê-lo.
E também há muita pressão externa. “Quantas vezes
vemos um anúncio de emprego que diz: ‘Precisa ser excelente
em multitarefa’?”, ela pergunta. “Nosso mundo moderno – onde
passamos a maior parte do dia diante das telas – força nosso
cérebro a ficar no modo multitarefa”.
O fato é que não somos bons em multitarefa – e ela não é
boa para nós. Mas existem maneiras de a encararmos com mais
inteligência.
Seu cérebro no modo multitarefa
Em primeiro lugar, “multitarefa” geralmente não é o termo
mais correto. De acordo com especialistas, não é possível fazer
duas coisas ao mesmo tempo – a menos que consigamos fazer
uma delas sem pensar muito (como dar um passeio enquanto
conversamos com um amigo).
“Normalmente, quando as pessoas acham que estão no
modo multitarefa, na verdade estão alternando a atenção
entre duas tarefas diferentes”, diz Gloria Mark, professora de
informática na Universidade da Califórnia, Irvine, e autora de
Attention Span: A Groundbreaking Way to Restore Balance,
Happiness and Productivity [algo como “Capacidade de atenção:
uma maneira inovadora de recuperar o equilíbrio, a felicidade e a
produtividade”].
Vejamos o que acontece quando você se dedica a uma única
tarefa, como preparar o jantar. A partir do momento em que você
decide o que fazer, diferentes regiões de seu cérebro, chamadas
de rede de controle cognitivo, colaboram para que isso aconteça,
explica Anthony Wagner, professor de psicologia em Stanford e
vice-diretor do Instituto Wu Tsai de Neurociências da universidade.
Essa rede abrange áreas do cérebro envolvidas nas
funções executivas ou na capacidade de planejar e executar
comportamentos orientados a objetivos. Juntas, elas criam um
modelo mental da tarefa em questão e do que você precisa
para realizá-la. Seu cérebro consegue fazer isso, conta
Wagner, recorrendo a informações externas e internas, como os
ingredientes na geladeira ou a memória da receita.
Mark comparou esse processo a desenhar em um quadro
mental. Se sua amiga ligar para reclamar do dia dela, o quadro
vai se apagar. “Cada vez que você volta sua atenção para uma
nova tarefa, seu cérebro precisa se reorientar”, disse ela.
Se você conhece o prato como a palma da sua mão ou se
seu bate-papo é agradável e alegre, essa alternância pode ser
simples. Mas quanto mais esforço cada tarefa exige, mais seu cérebro terá de lidar com informações concorrentes e objetivos
diferentes.
Fonte: https://www.estadao.com.br/saude/um-guia-multitarefa-para-recuperaro-foco/. Acesso em 23/03/2024
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Questão presente nas seguintes provas
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Leia o texto a seguir:
Um guia multitarefa para recuperar o foco
Na verdade, não podemos fazer mais de uma coisa ao
mesmo tempo, dizem os especialistas; mas há algumas táticas
capazes de ajudar nessa missão
Não tem jeito: hoje em dia vivemos em modo multitarefa.
Quantas vezes você manda mensagem enquanto está no trânsito,
perde o fio da meada de um podcast porque está fazendo tarefas
domésticas ou fica mudando de tela entre o site de notícias e a
sua caixa de entrada?
“Ficamos presos nesta armadilha da multitarefa mesmo sem
perceber”, diz Nicole Byers, neuropsicóloga em Calgary, Canadá,
especializada no tratamento de pessoas com burnout.
Esse nosso hábito coletivo tem algumas razões, acrescenta
ela. A maioria das pessoas evita o tédio sempre que possível,
explica Byers, e a multitarefa é uma maneira eficaz de fazê-lo.
E também há muita pressão externa. “Quantas vezes
vemos um anúncio de emprego que diz: ‘Precisa ser excelente
em multitarefa’?”, ela pergunta. “Nosso mundo moderno – onde
passamos a maior parte do dia diante das telas – força nosso
cérebro a ficar no modo multitarefa”.
O fato é que não somos bons em multitarefa – e ela não é
boa para nós. Mas existem maneiras de a encararmos com mais
inteligência.
Seu cérebro no modo multitarefa
Em primeiro lugar, “multitarefa” geralmente não é o termo
mais correto. De acordo com especialistas, não é possível fazer
duas coisas ao mesmo tempo – a menos que consigamos fazer
uma delas sem pensar muito (como dar um passeio enquanto
conversamos com um amigo).
“Normalmente, quando as pessoas acham que estão no
modo multitarefa, na verdade estão alternando a atenção
entre duas tarefas diferentes”, diz Gloria Mark, professora de
informática na Universidade da Califórnia, Irvine, e autora de
Attention Span: A Groundbreaking Way to Restore Balance,
Happiness and Productivity [algo como “Capacidade de atenção:
uma maneira inovadora de recuperar o equilíbrio, a felicidade e a
produtividade”].
Vejamos o que acontece quando você se dedica a uma única
tarefa, como preparar o jantar. A partir do momento em que você
decide o que fazer, diferentes regiões de seu cérebro, chamadas
de rede de controle cognitivo, colaboram para que isso aconteça,
explica Anthony Wagner, professor de psicologia em Stanford e
vice-diretor do Instituto Wu Tsai de Neurociências da universidade.
Essa rede abrange áreas do cérebro envolvidas nas
funções executivas ou na capacidade de planejar e executar
comportamentos orientados a objetivos. Juntas, elas criam um
modelo mental da tarefa em questão e do que você precisa
para realizá-la. Seu cérebro consegue fazer isso, conta
Wagner, recorrendo a informações externas e internas, como os
ingredientes na geladeira ou a memória da receita.
Mark comparou esse processo a desenhar em um quadro
mental. Se sua amiga ligar para reclamar do dia dela, o quadro
vai se apagar. “Cada vez que você volta sua atenção para uma
nova tarefa, seu cérebro precisa se reorientar”, disse ela.
Se você conhece o prato como a palma da sua mão ou se
seu bate-papo é agradável e alegre, essa alternância pode ser
simples. Mas quanto mais esforço cada tarefa exige, mais seu cérebro terá de lidar com informações concorrentes e objetivos
diferentes.
Fonte: https://www.estadao.com.br/saude/um-guia-multitarefa-para-recuperaro-foco/. Acesso em 23/03/2024
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