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3902315 Ano: 2025
Disciplina: Biologia
Banca: FGV
Orgão: CPRM

Diversas espécies de fungos causam redução significativa na produtividade de diferentes culturas agrícolas no Brasil. Considere as técnicas de manejo a seguir:

I. Plantio em monoculturas

II. Aumento da densidade de plantio

III. Plantio de variedades resistentes a doenças

Consiste em técnica que minimiza os prejuízos causados por doenças fúngicas o que está descrito em

 

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3902314 Ano: 2025
Disciplina: Biologia
Banca: FGV
Orgão: CPRM

Interações ecológicas benéficas entre plantas, fungos e bactérias podem influenciar a disponibilidade de nutrientes minerais e aumentar a produtividade primária nos ecossistemas. Considerando essas interações, analise os itens a seguir, classificando-os como verdadeiro (V) ou falso (F).

( ) Plantas podem transferir água e nutrientes minerais para plantas vizinhas através de redes de micorrizas, aumentando a sobrevivência em períodos de maior escassez de recursos.

( ) A fixação de nitrogênio pelo fungo do gênero Rhizobium, presentes em nódulos de raízes de leguminosas fixam o nitrogênio gasoso (N₂), tornando-o disponível para as plantas, aumentando a disponibilidade de nitrogênio no solo.

( ) O processo de fixação biológica de nitrogênio transforma o nitrogênio gasoso (N₂) em nitrito (NO₂-).

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

 

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3902313 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: CPRM

As próximas 13 questões referem-se ao TEXTO a seguir:

GARIMPO NA AMAZÔNIA: UM PROBLEMA DE TODOS NÓS

Danicley de Aguiar, ativista sênior do Greenpeace

A atividade garimpeira está longe de ser um problema que atinge exclusivamente os povos indígenas e, com a omissão do Estado, ela se firma como uma questão de saúde pública.

A bacia do rio Tapajós se transformou no epicentro do garimpo na Amazônia, que hoje se espalha como uma epidemia e configura mais uma grave ameaça ao equilíbrio ecológico do bioma. Nesta região, para além dos garimpos localizados nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, encontramos nada menos que outros 418 garimpos no interior das Unidades de Conservação de Uso Sustentável e mais 124 nas Unidades de Proteção Integral.

Entre as áreas protegidas, o avanço do garimpo nas terras indígenas ganha ares de tragédia e é impulsionado não só pelo crime organizado, que financia a extração e a compra do ouro explorado desses territórios, mas também pela desorganização proposital do Estado para enfrentar esta atividade criminosa dentro destes territórios. [...] Provocado pela resistência dos Munduruku à destruição do seu território e consequentemente do seu modo de vida, no dia 15 de setembro, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para que o mesmo obrigue o governo brasileiro a retomar, em regime de urgência, todas as operações de combate aos garimpos localizados no interior das terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no sudoeste do Pará; haja vista que as operações foram interrompidas após reunião do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles [...].

Para além dos impactos ambientais que ameaçam a integridade ecológica das áreas invadidas, o garimpo está longe de ser uma questão que prejudica exclusivamente os indígenas, pois promove uma série de outros impactos que não se restringem ao ambiente em que a atividade se desenvolve, a exemplo da contaminação por mercúrio que afeta, por exemplo, as milhares de pessoas que compõem a população ribeirinha da Amazônia e que se alimentam periodicamente de peixe, uma vez que os peixes, especialmente os chamados predadores, atuam como concentradores naturais de mercúrio, que uma vez acumulado no corpo humano, causa toda uma ordem de problemas nos rins, fígado, aparelho digestivo e no sistema nervoso central.

Por tudo isso, não restam dúvidas de que a atividade garimpeira há muito se estabeleceu como um problema ambiental e de polícia, mas ainda precisa ser reconhecida sobretudo como um problema de saúde pública, que impõe mudanças radicais no modo de vida das populações amazônicas, sejam elas indígenas ou não. Assim, ações de denúncia e combate ao garimpo empreendidas pelo povo Munduruku e outros povos não podem ser ignoradas pelo restante da sociedade brasileira, especialmente porque tais ações são muito mais que pedidos de socorro, elas constituem-se num chamado ao debate civilizatório requerido pelo século em que vivemos. A sociedade brasileira não pode mais aceitar conviver com uma prática tão nefasta ao meio ambiente e a todos os brasileiros.

Fonte: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/garimpo-na-amazonia-um-problema-de-todos-nos/. – acesso em 06/08/2025

O pronome relativo em destaque em “debate civilizatório requerido pelo século em que vivemos” pode ser substituído corretamente por

 

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3902312 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: CPRM

As próximas 13 questões referem-se ao TEXTO a seguir:

GARIMPO NA AMAZÔNIA: UM PROBLEMA DE TODOS NÓS

Danicley de Aguiar, ativista sênior do Greenpeace

A atividade garimpeira está longe de ser um problema que atinge exclusivamente os povos indígenas e, com a omissão do Estado, ela se firma como uma questão de saúde pública.

A bacia do rio Tapajós se transformou no epicentro do garimpo na Amazônia, que hoje se espalha como uma epidemia e configura mais uma grave ameaça ao equilíbrio ecológico do bioma. Nesta região, para além dos garimpos localizados nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, encontramos nada menos que outros 418 garimpos no interior das Unidades de Conservação de Uso Sustentável e mais 124 nas Unidades de Proteção Integral.

Entre as áreas protegidas, o avanço do garimpo nas terras indígenas ganha ares de tragédia e é impulsionado não só pelo crime organizado, que financia a extração e a compra do ouro explorado desses territórios, mas também pela desorganização proposital do Estado para enfrentar esta atividade criminosa dentro destes territórios. [...] Provocado pela resistência dos Munduruku à destruição do seu território e consequentemente do seu modo de vida, no dia 15 de setembro, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para que o mesmo obrigue o governo brasileiro a retomar, em regime de urgência, todas as operações de combate aos garimpos localizados no interior das terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no sudoeste do Pará; haja vista que as operações foram interrompidas após reunião do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles [...].

Para além dos impactos ambientais que ameaçam a integridade ecológica das áreas invadidas, o garimpo está longe de ser uma questão que prejudica exclusivamente os indígenas, pois promove uma série de outros impactos que não se restringem ao ambiente em que a atividade se desenvolve, a exemplo da contaminação por mercúrio que afeta, por exemplo, as milhares de pessoas que compõem a população ribeirinha da Amazônia e que se alimentam periodicamente de peixe, uma vez que os peixes, especialmente os chamados predadores, atuam como concentradores naturais de mercúrio, que uma vez acumulado no corpo humano, causa toda uma ordem de problemas nos rins, fígado, aparelho digestivo e no sistema nervoso central.

Por tudo isso, não restam dúvidas de que a atividade garimpeira há muito se estabeleceu como um problema ambiental e de polícia, mas ainda precisa ser reconhecida sobretudo como um problema de saúde pública, que impõe mudanças radicais no modo de vida das populações amazônicas, sejam elas indígenas ou não. Assim, ações de denúncia e combate ao garimpo empreendidas pelo povo Munduruku e outros povos não podem ser ignoradas pelo restante da sociedade brasileira, especialmente porque tais ações são muito mais que pedidos de socorro, elas constituem-se num chamado ao debate civilizatório requerido pelo século em que vivemos. A sociedade brasileira não pode mais aceitar conviver com uma prática tão nefasta ao meio ambiente e a todos os brasileiros.

Fonte: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/garimpo-na-amazonia-um-problema-de-todos-nos/. – acesso em 06/08/2025

Em “mas ainda precisa ser reconhecida sobretudo como um problema de saúde pública”, o advérbio destacado só não pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por

 

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3902311 Ano: 2025
Disciplina: Biologia
Banca: FGV
Orgão: CPRM

Analise as afirmativas sobre Relatórios de Impacto Ambiental a seguir:

I. Este documento deve ser conter uma linguagem acessível, que permita a fácil compreensão por parte de qualquer componente da sociedade, mesmo por quem não tem formação técnica especializada.

II. Trata-se documento sigiloso, cuja disponibilidade é apenas para órgãos ambientais responsáveis pelo licenciamento e para o empreendedor.

III. Este documento é parte integrante do Estudo de Impacto Ambiental (EIA), desempenhando o papel de instrumento de divulgação de seus resultados.

Está correto o que se afirma em

 

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3902310 Ano: 2025
Disciplina: Biologia
Banca: FGV
Orgão: CPRM

A sucessão ecológica é um processo de sucessivas mudanças na composição de espécies e estrutura de uma comunidade biológica. Sobre este processo, leia as afirmativas a seguir:

I. Durante a sucessão ecológica, existe um padrão de aumento na produtividade primária líquida do ecossistema ao longo de todo o processo, incluindo a comunidade clímax.

II. Em uma sucessão secundária, o solo já se encontra formado e pode conter banco de sementes, matéria orgânica e microrganismos, o que acelera o processo em relação à sucessão primária.

III. A diversidade de nichos ecológicos tende a se tornar maior no decorrer da sucessão, favorecendo a complexidade das relações tróficas.

Está correto o que se afirma em

 

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3902309 Ano: 2025
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FGV
Orgão: CPRM

Com relação ao Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI), quando o usuário entra no sistema, automaticamente são registrados o seu CPF, a hora e de qual terminal foi feito o acesso.

A medida tem o objetivo de (A) averiguar o horário de maior uso entre os usuários.

 

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3902308 Ano: 2025
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FGV
Orgão: CPRM

Com relação ao processo de implantação do sistema de informação de custos em entidades do setor público, de acordo com a NBC TSP 34 – CUSTOS NO SETOR PÚBLICO, analise o que se afirma a seguir:

I. a viabilidade prática da compilação e processamento dos dados.

II. a disponibilidade de ferramentas de tratamento de dados.

III. a estimativa do custo de instalação, treinamento, operação e manutenção.

O processo de implantação do sistema de informação de custos, deve se basear no detalhamento apropriado sobre o que se afirma em

 

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3902307 Ano: 2025
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FGV
Orgão: CPRM

De acordo com a Lei 4.320/1964, a Demonstração das Variações Patrimoniais indicará o resultado patrimonial do exercício, e evidenciará as alterações verificadas e resultantes ou independentes da execução orçamentária no

 

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3902306 Ano: 2025
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FGV
Orgão: CPRM

Considere os critérios para avaliação do custo do estoque.

I. Custo médio ponderado

II. Último a entrar, primeiro a sair (UEPS)

III. Primeiro a entrar, primeiro a sair (PEPS)

De acordo com o Pronunciamento CPC 16 (R1) – Estoques, quando a identificação específica não é apropriada, o custo do estoque deve ser atribuído segundo

 

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