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Foram encontradas 184 questões.

961230 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: RBO
Orgão: CPTM

Uma atribuição do agente de conservação de vias da CPTM é a pulverização de herbicidas de capina química. De acordo com o fabricante de um determinado herbicida, o produto deve ser diluído na proporção de 3 gramas do produto em 1 litro de água limpa e agitando bem para formar o que chamam de “calda”. Tal herbicida é adquirido em embalagens de 6 quilogramas de massa. Para diluir totalmente o conteúdo da embalagem de herbicida, de acordo com a recomendação do fabricante, são necessários

 

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873422 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: RBO
Orgão: CPTM

Leia o fragmento de Quincas Borba, de Machado de Assis, para responder à questão 6.

“Tudo chorando seria monótono, tudo rindo cansativo; mas uma boa distribuição de lágrimas e polcas, soluços e sarabandas, acaba por trazer à alma do mundo a variedade necessária, e faze-se o equilíbrio da vida...”

Assinale a alternativa que apresenta um antônimo para a palavra em destaque no texto.

 

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873156 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: RBO
Orgão: CPTM

Rivaldo, funcionário da CPTM, verificou que a razão entre o número de passageiros que irão subir no vagão e o número de passageiros que estavam no interior do vagão era igual a !$ \dfrac{2}{3} !$ Dentre os passageiros que irão subir no vagão, um terço são estudantes, e dentre os que estavam no interior do vagão, metade são estudantes. Sabendo que há 27 estudantes no interior do vagão, pode-se afirmar que o número de estudantes que irão subir no vagão é igual a

 

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691543 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: RBO
Orgão: CPTM

Cena de trem com moça e jovem de batina

De todas as comparações sobre o amor, feitas ao longo de 8.000 anos, a mais próxima da essência do sentimento que, segundo Dante, "move o Sol e as outras estrelas", é a de dois trens parados na mesma estação, mas com destinos diferentes.

Eu em muito criança, nem sabia o que podia ser o amor, li uma pequenina novela de Turgueniev que caíra da estante de livros de meu pai. A capa era atraente: o rosto de uma jovem na janela de um trem. Naquela época, eu era louco por trens, queria ser maquinista da Central do Brasil. Fiquei olhando aquela capa, não por causa da moça, mas por causa do trem.

Até que li a novela. Para a minha idade, não era grande coisa. Contudo, uma cena ficou marcada dentro de mim, foi talvez a única que entendi realmente - e ela atravessou comigo esses anos todos, nunca a esqueci. Pior: muitas vezes a revivi em causa própria. É talvez a situação mais recorrente de uma vida que pode merecer tudo, menos a classificação de novela.

Turgueniev conta a história de dois jovens que se enamoram. Um deles é casado. Por isso ou aquilo se separam, nunca mais se veem. Passa o tempo e, um dia, o jovem está num trem que para numa estação. Na plataforma ao lado, há outro trem parado. Após alguns minutos, os dois trens começam a andar, lentamente, em sentido contrário.

De repente, o jovem vê, na janela do outro trem, a jovem que amou e que também olha para ele. São breves, fugazes, os poucos segundos em que se olham, sem surpresa, sem dor. Ele não sabe para onde vai o trem dela. A recíproca é verdadeira: ela também não sabe para onde o jovem vai. Somente uma coisa é certa: eles se olharam e se compreenderam. Eles se amaram e se amarão sempre. Não importa o destino de cada um. O amor se realiza naquela troca de olhares, que poderá ser a última, nem por isso deixa de ser a mais amargamente doce.

Tudo que poderia ter sido e não é - eis também uma definição do amor. Ele se realiza de maneira integral nesses instantes fugidios em que as palavras não têm tempo de serem ditas, nem precisam. E que tudo se resume numa conspiração de dois seres que se olham e subitamente se entregam um ao outro de forma imaterial e breve - mas para sempre.

Como disse, eu era criança quando li a novela de Turgueniev, que se chama "Ássia" - nome da principal personagem. Eu não amara ninguém, até então. Afinal, estava

indo para um seminário, já superara a ideia de ser maquinista da Central e queria ser sacerdote de Deus.

Viver aquela situação seria impossível. Em matéria de amor, eu não teria futuro nem passado - como os dois jovens da novela de Turgueniev, que ao menos tiveram um passado.

Contudo, ali pela altura dos 18 anos, fui passar férias em Rodeio, uma cidadezinha à beira da estrada de ferro. Todas as manhãs ia à missa no alto de um pequeno morro, tomava café com o vigário. Ele me pedia que descesse à estação para apanhar os jornais que vinham do Rio.

Naquela manhã, quando cheguei à estação, havia um trem parado, esperando que o sinal de acesso ao túnel 12 fosse aberto. Apanhei os jornais e caminhei pela plataforma vazia. Chamava a atenção dos passageiros, que olhavam aquele rapaz de 18 anos, vestido de batina, a faixa de seda azul na cintura, o passo firme e satisfeito de quem sabia o que desejava na vida.

Súbito, numa janela do trem, lá estava a moça que me olhava. Devia ter a minha idade, ou menos. Uma tabuleta do lado de fora do vagão indicava que ela estava indo para Juiz de Fora.

Até hoje, tenho a certeza de que ela olhara antes. Talvez nunca tivesse visto um jovem, da idade dela, de batina. Ainda mais de repente, na plataforma de uma estação perdida na Serra do Mar. Quando senti que ela me olhava, parei de caminhar e enfrentei o seu olhar. De início, parecia apenas espantada ao ver surgir um rapaz, jovem como ela, isolado do mundo pela batina, pela faixa de seda azul que era um estigma da castidade em que vivia.

Quando notou que eu também a olhava, teve pena de mim. Pelo menos foi isso que percebi. Olhei-a mais fundamente e ela compreendeu. Foi uma eternidade estraçalhada em segundos: o trem começou a andar e ela foi se afastando. Afastou-se tanto que nunca mais voltou.

Eu voltei. Segui destino diferente, levei os jornais para o vigário, fiquei ainda dois anos com aquela batina, aquela faixa de seda azul, símbolo de uma castidade que eu não mais amava.

Tomei muitos, infinitos trens pela vida afora, trens, aviões, navios. Volta e meia, continuo vendo por aí um rosto que se detém na minha retina, trazendo-me aquela cena, metade vivida na novela de Turgueniev, metade vivida na plataforma vazia de uma estação, por um jovem que não se julgava com direito ao futuro e à memória.

(Carlos Heitor Cony, http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq23079935.htm Acessado em 09/08/2017).

Assinale a alternativa em que há uma expressão em sentido figurado.

 

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667597 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: RBO
Orgão: CPTM

A representação de um desenho projetivo constituído por uma vista principal superior esquemática, com a finalidade de mostrar o formato, as dimensões e a localização do lote, envolvendo o terreno onde a edificação será edificada e a zona de entorno desse terreno é denominada

 

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552159 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: RBO
Orgão: CPTM

Assinale a alternativa que apresenta a denominação da madeira processada na forma de macho-fêmea, utilizada no revestimento de paredes e tetos.

 

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Marilda montou uma tabela de gastos com transporte público no primeiro semestre do ano de 2017.

Enunciado 2615724-1

A partir da informação contida no gráfico, pode-se afirmar que

 

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509379 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: RBO
Orgão: CPTM

Uma laje maciça está pronta para a concretagem. O técnico responsável pela obra está encomendando o concreto, que deverá ser bombeado. Sabe-se que a laje possui 15 cm de espessura, 4,50 m de largura e comprimento igual a 20,50 m, portanto, o volume mínimo de concreto a ser encomendado é, em m3, igual a

 

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488348 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: RBO
Orgão: CPTM

Em plantas, cortes e fachadas, as linhas sofrem uma gradação no traçado em função do plano onde se encontram. Sobre essas linhas, leia as afirmativas abaixo:

I. Nas texturas de piso ou parede, como por exemplo azulejos, cerâmicas e pedras, as juntas são representadas por linhas grossas.

II. As linhas médias (finas e escuras) representam elementos em vista ou tudo que esteja abaixo do plano de corte, como por exemplo peitoris, soleiras e mobiliário.

III. As linhas de cota, auxiliares e de projeção são representadas por linhas grossas e escuras.

É correto o que se afirma apenas em

 

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Marcos fez uma viagem de 1.210 km, sendo !$ \dfrac{5}{11} !$ de carro, !$ \dfrac{2}{5} !$ do resto de trem e os demais quilômetros, de avião. Assinale a alternativa que apresenta a distância que ele percorreu de trem.

 

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