Foram encontradas 60 questões.
Henrique pagou R$ 200,00 por 100 canetas que ele quer revender. Vendeu metade a R$ 5,50 cada uma e 10 canetas a R$ 4,50
cada. Para obter um lucro de pelo menos R$ 200,00, Henrique pode vender cada uma das canetas restantes por, pelo menos,
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Em uma papelaria vendem-se 1 caixa de marcadores por R$ 33,00 e 2 cadernos pautados por R$ 56,00. João comprou
10 cadernos e várias caixas de marcadores. Pagou com três notas de R$ 100,00, uma de R$ 50,00 e duas de R$20,00, e
recebeu R$ 11,00 de troco. João comprou
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Um trem partiu de Juiz de Fora com 45 adultos e algumas crianças. Quando fez escala em Barbacena, subiram 38 crianças e
39 adultos, e ninguém desceu. Ao retomar a viagem após a escala, O número de adultos era 2/5 do número total de passageiros.
O número de crianças que havia entre os passageiros antes da escala em Barbacena é
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Em uma caixa há cinco fichas numeradas. As fichas têm os números 7, 8, 9, 10 e 20. Retiram-se três fichas da caixa e, com os
números que podem ser formados ao ordená-las, escreve-se o maior número possível e o menor número possível. Por exemplo,
se forem retiradas as fichas 20, 9 e 7, escreve-se 9720 e 2079. Se as fichas 7 e 8 estão entre as fichas retiradas, a maior
diferença possível entre o maior e o menor números formados é:
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Considere os conjuntos:
A: todos os múltiplos de 3 entre 10 e 30 inclusive.
B: todos os múltiplos de 4 entre 10 e 30 inclusive.
C: todos os múltiplos de 6 entre 10 e 30 inclusive.
O número de elementos que estão em À ou em C e estão em B é
A: todos os múltiplos de 3 entre 10 e 30 inclusive.
B: todos os múltiplos de 4 entre 10 e 30 inclusive.
C: todos os múltiplos de 6 entre 10 e 30 inclusive.
O número de elementos que estão em À ou em C e estão em B é
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Atenção:
Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Carteiros em tempo de internet
Não sei se com internet os postais, as cartas e os carteiros vão se extinguir completamente. Sei que a amizade está ficando virtual demais. Temo que os amigos desapareçam, já que nem ouço a voz de alguns deles, pelo telefone. Ver e abraçar um
amigo tornou-se uma coisa complicada, quase uma façanha numa cidade cujos moradores se deslocam com rapidez por baixo da
terra.
Cartas? Uma mensagem eletrônica é um contato muito mais rápido, quase instantâneo. Mas será mais humano? E ainda por
cima há as tantas mensagens indesejáveis proliferando o tempo todo. Não há bloqueador infalível, de modo que elas se tornam uma
espécie de tormento programado e compulsório.
Essa invasão é o lado bárbaro da internet a propaganda desenfreada, amalucada, nociva, mentirosa, sem falar nas
informações falsas e nas noticias distorcidas. Tal multiplicação descontrolada de novidades remonta, diga-se, a tempos antigos: em
1867, depois de visitar a Exposição Universal! de Paris, o grande escritor Gustave Flaubert escreveu: “o ser humano não foi criado
para devorar infinito."
Mas, enfim, nem mesmo nossos defeitos são perfeitos... Devo à internet um contato recente com uma amiga espanhola que
não via desde o século passado. Ela me enviou uma mensagem em catalão" e recordou uma brincadeira que fazia sobre sua língua
materna. Na longa carta virtual lembrou uma passagem da nossa vida, onde dividíamos um apartamento pequeno em Barcelona. E
por fim revelou que havia encontrado um caderno, já manchado pelo tempo: meu diário catalão, onde registrava minhas andanças por
vários lugares da Espanha.
Já dava esse diário por perdido, que é o destino das palavras de tantos diários. Agora esse achado da minha amiga voará de
Barcelona até São Paulo num envelope de papel forte que um carteiro, mensageiro andarilho das cidades, me entregará antes de
perder seu emprego para a internet. Estamos vivendo, de fato, num tempo e num mundo cheios de transições.
(Adaptado de: HATOUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 1158-118)
* Catalão: língua falada sobretudo na região da Catalunha, Espanha, onde se encontra a cidade de Barcelona.
O período acima tem sua correção e seu sentido preservados nesta reconstrução:
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Atenção:
Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Carteiros em tempo de internet
Não sei se com internet os postais, as cartas e os carteiros vão se extinguir completamente. Sei que a amizade está ficando virtual demais. Temo que os amigos desapareçam, já que nem ouço a voz de alguns deles, pelo telefone. Ver e abraçar um
amigo tornou-se uma coisa complicada, quase uma façanha numa cidade cujos moradores se deslocam com rapidez por baixo da
terra.
Cartas? Uma mensagem eletrônica é um contato muito mais rápido, quase instantâneo. Mas será mais humano? E ainda por
cima há as tantas mensagens indesejáveis proliferando o tempo todo. Não há bloqueador infalível, de modo que elas se tornam uma
espécie de tormento programado e compulsório.
Essa invasão é o lado bárbaro da internet a propaganda desenfreada, amalucada, nociva, mentirosa, sem falar nas
informações falsas e nas noticias distorcidas. Tal multiplicação descontrolada de novidades remonta, diga-se, a tempos antigos: em
1867, depois de visitar a Exposição Universal! de Paris, o grande escritor Gustave Flaubert escreveu: “o ser humano não foi criado
para devorar infinito."
Mas, enfim, nem mesmo nossos defeitos são perfeitos... Devo à internet um contato recente com uma amiga espanhola que
não via desde o século passado. Ela me enviou uma mensagem em catalão" e recordou uma brincadeira que fazia sobre sua língua
materna. Na longa carta virtual lembrou uma passagem da nossa vida, onde dividíamos um apartamento pequeno em Barcelona. E
por fim revelou que havia encontrado um caderno, já manchado pelo tempo: meu diário catalão, onde registrava minhas andanças por
vários lugares da Espanha.
Já dava esse diário por perdido, que é o destino das palavras de tantos diários. Agora esse achado da minha amiga voará de
Barcelona até São Paulo num envelope de papel forte que um carteiro, mensageiro andarilho das cidades, me entregará antes de
perder seu emprego para a internet. Estamos vivendo, de fato, num tempo e num mundo cheios de transições.
(Adaptado de: HATOUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 1158-118)
* Catalão: língua falada sobretudo na região da Catalunha, Espanha, onde se encontra a cidade de Barcelona.
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Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Carteiros em tempo de internet
Não sei se com internet os postais, as cartas e os carteiros vão se extinguir completamente. Sei que a amizade está ficando virtual demais. Temo que os amigos desapareçam, já que nem ouço a voz de alguns deles, pelo telefone. Ver e abraçar um
amigo tornou-se uma coisa complicada, quase uma façanha numa cidade cujos moradores se deslocam com rapidez por baixo da
terra.
Cartas? Uma mensagem eletrônica é um contato muito mais rápido, quase instantâneo. Mas será mais humano? E ainda por
cima há as tantas mensagens indesejáveis proliferando o tempo todo. Não há bloqueador infalível, de modo que elas se tornam uma
espécie de tormento programado e compulsório.
Essa invasão é o lado bárbaro da internet a propaganda desenfreada, amalucada, nociva, mentirosa, sem falar nas
informações falsas e nas noticias distorcidas. Tal multiplicação descontrolada de novidades remonta, diga-se, a tempos antigos: em
1867, depois de visitar a Exposição Universal! de Paris, o grande escritor Gustave Flaubert escreveu: “o ser humano não foi criado
para devorar infinito."
Mas, enfim, nem mesmo nossos defeitos são perfeitos... Devo à internet um contato recente com uma amiga espanhola que
não via desde o século passado. Ela me enviou uma mensagem em catalão" e recordou uma brincadeira que fazia sobre sua língua
materna. Na longa carta virtual lembrou uma passagem da nossa vida, onde dividíamos um apartamento pequeno em Barcelona. E
por fim revelou que havia encontrado um caderno, já manchado pelo tempo: meu diário catalão, onde registrava minhas andanças por
vários lugares da Espanha.
Já dava esse diário por perdido, que é o destino das palavras de tantos diários. Agora esse achado da minha amiga voará de
Barcelona até São Paulo num envelope de papel forte que um carteiro, mensageiro andarilho das cidades, me entregará antes de
perder seu emprego para a internet. Estamos vivendo, de fato, num tempo e num mundo cheios de transições.
(Adaptado de: HATOUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 1158-118)
* Catalão: língua falada sobretudo na região da Catalunha, Espanha, onde se encontra a cidade de Barcelona.
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Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Carteiros em tempo de internet
Não sei se com internet os postais, as cartas e os carteiros vão se extinguir completamente. Sei que a amizade está ficando virtual demais. Temo que os amigos desapareçam, já que nem ouço a voz de alguns deles, pelo telefone. Ver e abraçar um
amigo tornou-se uma coisa complicada, quase uma façanha numa cidade cujos moradores se deslocam com rapidez por baixo da
terra.
Cartas? Uma mensagem eletrônica é um contato muito mais rápido, quase instantâneo. Mas será mais humano? E ainda por
cima há as tantas mensagens indesejáveis proliferando o tempo todo. Não há bloqueador infalível, de modo que elas se tornam uma
espécie de tormento programado e compulsório.
Essa invasão é o lado bárbaro da internet a propaganda desenfreada, amalucada, nociva, mentirosa, sem falar nas
informações falsas e nas noticias distorcidas. Tal multiplicação descontrolada de novidades remonta, diga-se, a tempos antigos: em
1867, depois de visitar a Exposição Universal! de Paris, o grande escritor Gustave Flaubert escreveu: “o ser humano não foi criado
para devorar infinito."
Mas, enfim, nem mesmo nossos defeitos são perfeitos... Devo à internet um contato recente com uma amiga espanhola que
não via desde o século passado. Ela me enviou uma mensagem em catalão" e recordou uma brincadeira que fazia sobre sua língua
materna. Na longa carta virtual lembrou uma passagem da nossa vida, onde dividíamos um apartamento pequeno em Barcelona. E
por fim revelou que havia encontrado um caderno, já manchado pelo tempo: meu diário catalão, onde registrava minhas andanças por
vários lugares da Espanha.
Já dava esse diário por perdido, que é o destino das palavras de tantos diários. Agora esse achado da minha amiga voará de
Barcelona até São Paulo num envelope de papel forte que um carteiro, mensageiro andarilho das cidades, me entregará antes de
perder seu emprego para a internet. Estamos vivendo, de fato, num tempo e num mundo cheios de transições.
(Adaptado de: HATOUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 1158-118)
* Catalão: língua falada sobretudo na região da Catalunha, Espanha, onde se encontra a cidade de Barcelona.
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Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Carteiros em tempo de internet
Não sei se com internet os postais, as cartas e os carteiros vão se extinguir completamente. Sei que a amizade está ficando virtual demais. Temo que os amigos desapareçam, já que nem ouço a voz de alguns deles, pelo telefone. Ver e abraçar um
amigo tornou-se uma coisa complicada, quase uma façanha numa cidade cujos moradores se deslocam com rapidez por baixo da
terra.
Cartas? Uma mensagem eletrônica é um contato muito mais rápido, quase instantâneo. Mas será mais humano? E ainda por
cima há as tantas mensagens indesejáveis proliferando o tempo todo. Não há bloqueador infalível, de modo que elas se tornam uma
espécie de tormento programado e compulsório.
Essa invasão é o lado bárbaro da internet a propaganda desenfreada, amalucada, nociva, mentirosa, sem falar nas
informações falsas e nas noticias distorcidas. Tal multiplicação descontrolada de novidades remonta, diga-se, a tempos antigos: em
1867, depois de visitar a Exposição Universal! de Paris, o grande escritor Gustave Flaubert escreveu: “o ser humano não foi criado
para devorar infinito."
Mas, enfim, nem mesmo nossos defeitos são perfeitos... Devo à internet um contato recente com uma amiga espanhola que
não via desde o século passado. Ela me enviou uma mensagem em catalão" e recordou uma brincadeira que fazia sobre sua língua
materna. Na longa carta virtual lembrou uma passagem da nossa vida, onde dividíamos um apartamento pequeno em Barcelona. E
por fim revelou que havia encontrado um caderno, já manchado pelo tempo: meu diário catalão, onde registrava minhas andanças por
vários lugares da Espanha.
Já dava esse diário por perdido, que é o destino das palavras de tantos diários. Agora esse achado da minha amiga voará de
Barcelona até São Paulo num envelope de papel forte que um carteiro, mensageiro andarilho das cidades, me entregará antes de
perder seu emprego para a internet. Estamos vivendo, de fato, num tempo e num mundo cheios de transições.
(Adaptado de: HATOUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 1158-118)
* Catalão: língua falada sobretudo na região da Catalunha, Espanha, onde se encontra a cidade de Barcelona.
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