Foram encontradas 70 questões.
Em uma loja, as calças de lã custam R$ 170,00, as calças de algodão R$ 150,00 e as camisetas R$ 52,00. No sábado, a loja fez
a seguinte promoção: "Na compra de uma calça de lă, leva de brinde uma camiseta". Nesse dia, arrecadaram R$ 5.816,00 e venderam 34 calças e deram 15 camisetas de brinde. Sabendo-se que todos que compraram 1 calça de lã levaram o brinde, o número de camisetas vendidas nesse sábado foi
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Pedro tem uma lata vazia. Se ele a enche completamente com areia, o conjunto pesa 870 gramas. Se ele enche apenas três
quartos com areia, o conjunto pesa 735 gramas. O peso da lata vazia é
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Sérgio ganha R$ 1.750,00 por semana e a cada semana ele economiza uma quantia fixa em reais. Depois de algum tempo, ele
havia ganhado R$ 29.750,00 e, do que economizou, gastou R$ 500,00. Se ainda lhe restam R$ 1.540,00 economizados,
a quantia que Sérgio economizou por semana foi
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Dona Maria guarda moedas de 25 centavos e 10 centavos durante o ano. No Natal ela havia guardado R$ 250,00 em moedas
de 25 centavos e R$ 40,00 em moedas de 10 centavos. Ela decidiu presentear seu neto com 3 de cada 100 moedas
de 25 centavos e 5 de cada 100 moedas de 10 centavos. O valor que seu neto ganhou, foi de
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André comprou uma poltrona que foi entregue duas semanas depois. No dia da compra, André pagou R$ 850,00, que era
terça parte do preço. Na semana seguinte, pagou a quarta parte do que ainda devia. No dia da entrega, pagou o restante mais
R$ 120,00 de frete. O valor pago por André na entrega foi de
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte:
O artista que nos ocupa
Um artista não entra sozinho na tua vida. O que ele melhor inventa fica com você. Quando criança, você não terá lido a história
daquele Pedrinho que passava as férias no sítio do Picapau Amarelo, da sua avó? Sim? Pois aquele sítio, aquele menino e aquela
avó, assim como muitas das peripécias daquela história, vieram ficar com você para sempre, não foi? Vivas imagens que ficaram te
acompanhando pela vida.
Assim fazem conosco os grandes artistas, não importa qual arte enobreçam. As criações mais marcantes deles ficam sendo
também suas. Vocês passam a morar na mesma casa, no mesmo quarto, em regimes alternados de ocupação: enquanto um dorme e
sonha, o outro vai pra rua. E tanto vão se cruzando na vida comum, que as melancolias cantadas por um podem se misturar com
momentos festivos do outro. Em certas viagens, não se pode saber se o trem estará chegando ou estará partindo, para qual ou de
qual estação.
Dessa forma, amigo, quando você ficar velho, mas muito velho mesmo, o seu artista fingirá que também envelheceu. Ele é
capaz de inventar uma rouquidão ou uma tosse, como as suas, pra melhor lhe fazer companhia. E você já sabe: faz parte da arte do
artista fingir que quem sabe morrer é ele, só para que você se distraia e distraia esse seu medo, cantando como ele canta.
Quando um artista entra de fato na sua vida, com o melhor de sua arte, não sai mais. E é por causa dele que você nunca se
sentirá inteiramente só. Pelo contrário: nos momentos em que a solidão infeliz ameaçar entrar em você para não sair mais, não hesite:
chame o seu artista, o artista que ficou morando dentro de você. Ele irá à porta da casa e dirá à dona solidão: - Desculpe, senhora,
mas no momento meu amigo está ocupado, não pode receber ninguém. Quer deixar recado?
(Josimar de Alcântara, a editar)
Transpondo a frase acima para a voz passiva, as formas verbais deverão ser, na ordem dada:
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte:
O artista que nos ocupa
Um artista não entra sozinho na tua vida. O que ele melhor inventa fica com você. Quando criança, você não terá lido a história
daquele Pedrinho que passava as férias no sítio do Picapau Amarelo, da sua avó? Sim? Pois aquele sítio, aquele menino e aquela
avó, assim como muitas das peripécias daquela história, vieram ficar com você para sempre, não foi? Vivas imagens que ficaram te
acompanhando pela vida.
Assim fazem conosco os grandes artistas, não importa qual arte enobreçam. As criações mais marcantes deles ficam sendo
também suas. Vocês passam a morar na mesma casa, no mesmo quarto, em regimes alternados de ocupação: enquanto um dorme e
sonha, o outro vai pra rua. E tanto vão se cruzando na vida comum, que as melancolias cantadas por um podem se misturar com
momentos festivos do outro. Em certas viagens, não se pode saber se o trem estará chegando ou estará partindo, para qual ou de
qual estação.
Dessa forma, amigo, quando você ficar velho, mas muito velho mesmo, o seu artista fingirá que também envelheceu. Ele é
capaz de inventar uma rouquidão ou uma tosse, como as suas, pra melhor lhe fazer companhia. E você já sabe: faz parte da arte do
artista fingir que quem sabe morrer é ele, só para que você se distraia e distraia esse seu medo, cantando como ele canta.
Quando um artista entra de fato na sua vida, com o melhor de sua arte, não sai mais. E é por causa dele que você nunca se
sentirá inteiramente só. Pelo contrário: nos momentos em que a solidão infeliz ameaçar entrar em você para não sair mais, não hesite:
chame o seu artista, o artista que ficou morando dentro de você. Ele irá à porta da casa e dirá à dona solidão: - Desculpe, senhora,
mas no momento meu amigo está ocupado, não pode receber ninguém. Quer deixar recado?
(Josimar de Alcântara, a editar)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte:
O artista que nos ocupa
Um artista não entra sozinho na tua vida. O que ele melhor inventa fica com você. Quando criança, você não terá lido a história
daquele Pedrinho que passava as férias no sítio do Picapau Amarelo, da sua avó? Sim? Pois aquele sítio, aquele menino e aquela
avó, assim como muitas das peripécias daquela história, vieram ficar com você para sempre, não foi? Vivas imagens que ficaram te
acompanhando pela vida.
Assim fazem conosco os grandes artistas, não importa qual arte enobreçam. As criações mais marcantes deles ficam sendo
também suas. Vocês passam a morar na mesma casa, no mesmo quarto, em regimes alternados de ocupação: enquanto um dorme e
sonha, o outro vai pra rua. E tanto vão se cruzando na vida comum, que as melancolias cantadas por um podem se misturar com
momentos festivos do outro. Em certas viagens, não se pode saber se o trem estará chegando ou estará partindo, para qual ou de
qual estação.
Dessa forma, amigo, quando você ficar velho, mas muito velho mesmo, o seu artista fingirá que também envelheceu. Ele é
capaz de inventar uma rouquidão ou uma tosse, como as suas, pra melhor lhe fazer companhia. E você já sabe: faz parte da arte do
artista fingir que quem sabe morrer é ele, só para que você se distraia e distraia esse seu medo, cantando como ele canta.
Quando um artista entra de fato na sua vida, com o melhor de sua arte, não sai mais. E é por causa dele que você nunca se
sentirá inteiramente só. Pelo contrário: nos momentos em que a solidão infeliz ameaçar entrar em você para não sair mais, não hesite:
chame o seu artista, o artista que ficou morando dentro de você. Ele irá à porta da casa e dirá à dona solidão: - Desculpe, senhora,
mas no momento meu amigo está ocupado, não pode receber ninguém. Quer deixar recado?
(Josimar de Alcântara, a editar)
Atentando para o sentido do contexto e transpondo o trecho acima para o discurso indireto, resultará a seguinte construção, correta e coerente:
Ele irá à porta da casa e dirá à dona solidão que
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte:
O artista que nos ocupa
Um artista não entra sozinho na tua vida. O que ele melhor inventa fica com você. Quando criança, você não terá lido a história
daquele Pedrinho que passava as férias no sítio do Picapau Amarelo, da sua avó? Sim? Pois aquele sítio, aquele menino e aquela
avó, assim como muitas das peripécias daquela história, vieram ficar com você para sempre, não foi? Vivas imagens que ficaram te
acompanhando pela vida.
Assim fazem conosco os grandes artistas, não importa qual arte enobreçam. As criações mais marcantes deles ficam sendo
também suas. Vocês passam a morar na mesma casa, no mesmo quarto, em regimes alternados de ocupação: enquanto um dorme e
sonha, o outro vai pra rua. E tanto vão se cruzando na vida comum, que as melancolias cantadas por um podem se misturar com
momentos festivos do outro. Em certas viagens, não se pode saber se o trem estará chegando ou estará partindo, para qual ou de
qual estação.
Dessa forma, amigo, quando você ficar velho, mas muito velho mesmo, o seu artista fingirá que também envelheceu. Ele é
capaz de inventar uma rouquidão ou uma tosse, como as suas, pra melhor lhe fazer companhia. E você já sabe: faz parte da arte do
artista fingir que quem sabe morrer é ele, só para que você se distraia e distraia esse seu medo, cantando como ele canta.
Quando um artista entra de fato na sua vida, com o melhor de sua arte, não sai mais. E é por causa dele que você nunca se
sentirá inteiramente só. Pelo contrário: nos momentos em que a solidão infeliz ameaçar entrar em você para não sair mais, não hesite:
chame o seu artista, o artista que ficou morando dentro de você. Ele irá à porta da casa e dirá à dona solidão: - Desculpe, senhora,
mas no momento meu amigo está ocupado, não pode receber ninguém. Quer deixar recado?
(Josimar de Alcântara, a editar)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte:
O artista que nos ocupa
Um artista não entra sozinho na tua vida. O que ele melhor inventa fica com você. Quando criança, você não terá lido a história
daquele Pedrinho que passava as férias no sítio do Picapau Amarelo, da sua avó? Sim? Pois aquele sítio, aquele menino e aquela
avó, assim como muitas das peripécias daquela história, vieram ficar com você para sempre, não foi? Vivas imagens que ficaram te
acompanhando pela vida.
Assim fazem conosco os grandes artistas, não importa qual arte enobreçam. As criações mais marcantes deles ficam sendo
também suas. Vocês passam a morar na mesma casa, no mesmo quarto, em regimes alternados de ocupação: enquanto um dorme e
sonha, o outro vai pra rua. E tanto vão se cruzando na vida comum, que as melancolias cantadas por um podem se misturar com
momentos festivos do outro. Em certas viagens, não se pode saber se o trem estará chegando ou estará partindo, para qual ou de
qual estação.
Dessa forma, amigo, quando você ficar velho, mas muito velho mesmo, o seu artista fingirá que também envelheceu. Ele é
capaz de inventar uma rouquidão ou uma tosse, como as suas, pra melhor lhe fazer companhia. E você já sabe: faz parte da arte do
artista fingir que quem sabe morrer é ele, só para que você se distraia e distraia esse seu medo, cantando como ele canta.
Quando um artista entra de fato na sua vida, com o melhor de sua arte, não sai mais. E é por causa dele que você nunca se
sentirá inteiramente só. Pelo contrário: nos momentos em que a solidão infeliz ameaçar entrar em você para não sair mais, não hesite:
chame o seu artista, o artista que ficou morando dentro de você. Ele irá à porta da casa e dirá à dona solidão: - Desculpe, senhora,
mas no momento meu amigo está ocupado, não pode receber ninguém. Quer deixar recado?
(Josimar de Alcântara, a editar)
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