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Tomada de decisão
O que um administrador faz é tomar decisões. No
seu dia a dia, dentre outras funções e atividades
secundárias, o que um gestor da pequena empresa faz é
apurar as informações provenientes dos relatórios e
identificar a melhor alternativa.
O planejamento é crucial para uma decisão concisa
e adequada, o que, porém, não garante o acerto. Existirá
sempre uma probabilidade de erro e, dessa maneira, o risco
deve ser administrado da melhor maneira possível.
Em um contexto corporativo, muitos observam
somente seus objetivos para tomar suas decisões – o que é
um procedimento aceitável, desde que se deseje
administrar sempre com o foco no curto prazo, como um
bombeiro ao apagar um incêndio. Os gestores devem se
preocupar com o longo prazo, com decisões que irão
render frutos no futuro e, dessa maneira, que colaborem
para relações mais lucrativas e projetos mais estáveis.
Temos 4 regras primordiais para o processo
decisório:
1. Tenha vontade de decidir;
2. Não tome decisões desnecessárias;
3. Procure não decidir precocemente;
4. Evite chegar a uma conclusão tarde demais.
Identificamos que uma simples decisão de comprar
um produto à vista ou a prazo pode prejudicar a
organização. Internalizar tais questões e abranger toda a
organização nesse processo poderá facilitar o trabalho do
administrador da pequena empresa, contudo a palavra final
é sempre dele.
Decisões muito precoces podem prejudicar a
organização, ou por revelarem estratégias corporativas
para os concorrentes, ou por deixarem vazar alguma
informação sigilosa.
Em contrapartida, decisões tomadas tarde demais
também podem prejudicar a organização. O gestor da
pequena empresa deve estar antenado com o mercado
para novas tecnologias e processos, para qual tendência de
consumo ele está se dirigindo.
O administrador que objetiva somente o lucro de
sua organização está com o que especialistas denominam
visão estratégica míope, ou seja, com dificuldades de
estabelecer projetos de longo prazo. Para colher bons
frutos, o administrador deve plantar boas sementes na
época correta, como contratar profissionais competentes,
ter um produto de qualidade e se posicionar ativamente no
mercado.
Tais decisões irão desencadear um processo de
agregação de valor e maior entrada de recursos de maneira
secundária e, com certeza, serão mais lucrativas a longo
prazo. Portanto, o administrador deve ponderar como tal
processo pode ser construído, para que suas decisões
sejam elaboradas com argumentos concretos.
(www.portaleducacao.com.br)
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Tomada de decisão
O que um administrador faz é tomar decisões. No
seu dia a dia, dentre outras funções e atividades
secundárias, o que um gestor da pequena empresa faz é
apurar as informações provenientes dos relatórios e
identificar a melhor alternativa.
O planejamento é crucial para uma decisão concisa
e adequada, o que, porém, não garante o acerto. Existirá
sempre uma probabilidade de erro e, dessa maneira, o risco
deve ser administrado da melhor maneira possível.
Em um contexto corporativo, muitos observam
somente seus objetivos para tomar suas decisões – o que é
um procedimento aceitável, desde que se deseje
administrar sempre com o foco no curto prazo, como um
bombeiro ao apagar um incêndio. Os gestores devem se
preocupar com o longo prazo, com decisões que irão
render frutos no futuro e, dessa maneira, que colaborem
para relações mais lucrativas e projetos mais estáveis.
Temos 4 regras primordiais para o processo
decisório:
1. Tenha vontade de decidir;
2. Não tome decisões desnecessárias;
3. Procure não decidir precocemente;
4. Evite chegar a uma conclusão tarde demais.
Identificamos que uma simples decisão de comprar
um produto à vista ou a prazo pode prejudicar a
organização. Internalizar tais questões e abranger toda a
organização nesse processo poderá facilitar o trabalho do
administrador da pequena empresa, contudo a palavra final
é sempre dele.
Decisões muito precoces podem prejudicar a
organização, ou por revelarem estratégias corporativas
para os concorrentes, ou por deixarem vazar alguma
informação sigilosa.
Em contrapartida, decisões tomadas tarde demais
também podem prejudicar a organização. O gestor da
pequena empresa deve estar antenado com o mercado
para novas tecnologias e processos, para qual tendência de
consumo ele está se dirigindo.
O administrador que objetiva somente o lucro de
sua organização está com o que especialistas denominam
visão estratégica míope, ou seja, com dificuldades de
estabelecer projetos de longo prazo. Para colher bons
frutos, o administrador deve plantar boas sementes na
época correta, como contratar profissionais competentes,
ter um produto de qualidade e se posicionar ativamente no
mercado.
Tais decisões irão desencadear um processo de
agregação de valor e maior entrada de recursos de maneira
secundária e, com certeza, serão mais lucrativas a longo
prazo. Portanto, o administrador deve ponderar como tal
processo pode ser construído, para que suas decisões
sejam elaboradas com argumentos concretos.
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Para colher bons frutos, o administrador deve plantar boas sementes na época correta [...]
Com relação à regência dos verbos "colher" e "plantar", no contexto em que eles aparecem na passagem acima, assinale a alternativa totalmente correta.
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O que um administrador faz é tomar decisões. No
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secundárias, o que um gestor da pequena empresa faz é
apurar as informações provenientes dos relatórios e
identificar a melhor alternativa.
O planejamento é crucial para uma decisão concisa
e adequada, o que, porém, não garante o acerto. Existirá
sempre uma probabilidade de erro e, dessa maneira, o risco
deve ser administrado da melhor maneira possível.
Em um contexto corporativo, muitos observam
somente seus objetivos para tomar suas decisões – o que é
um procedimento aceitável, desde que se deseje
administrar sempre com o foco no curto prazo, como um
bombeiro ao apagar um incêndio. Os gestores devem se
preocupar com o longo prazo, com decisões que irão
render frutos no futuro e, dessa maneira, que colaborem
para relações mais lucrativas e projetos mais estáveis.
Temos 4 regras primordiais para o processo
decisório:
1. Tenha vontade de decidir;
2. Não tome decisões desnecessárias;
3. Procure não decidir precocemente;
4. Evite chegar a uma conclusão tarde demais.
Identificamos que uma simples decisão de comprar
um produto à vista ou a prazo pode prejudicar a
organização. Internalizar tais questões e abranger toda a
organização nesse processo poderá facilitar o trabalho do
administrador da pequena empresa, contudo a palavra final
é sempre dele.
Decisões muito precoces podem prejudicar a
organização, ou por revelarem estratégias corporativas
para os concorrentes, ou por deixarem vazar alguma
informação sigilosa.
Em contrapartida, decisões tomadas tarde demais
também podem prejudicar a organização. O gestor da
pequena empresa deve estar antenado com o mercado
para novas tecnologias e processos, para qual tendência de
consumo ele está se dirigindo.
O administrador que objetiva somente o lucro de
sua organização está com o que especialistas denominam
visão estratégica míope, ou seja, com dificuldades de
estabelecer projetos de longo prazo. Para colher bons
frutos, o administrador deve plantar boas sementes na
época correta, como contratar profissionais competentes,
ter um produto de qualidade e se posicionar ativamente no
mercado.
Tais decisões irão desencadear um processo de
agregação de valor e maior entrada de recursos de maneira
secundária e, com certeza, serão mais lucrativas a longo
prazo. Portanto, o administrador deve ponderar como tal
processo pode ser construído, para que suas decisões
sejam elaboradas com argumentos concretos.
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I. No contexto em que aparece, a forma verbal "existirá" está na terceira pessoa do singular porque é impessoal. II. Se o substantivo "probabilidade" fosse flexionado no plural, além de outras modificações necessárias no trecho, o verbo "existirá" também seria flexionado no plural. III. A forma verbal "deve" concorda corretamente com o núcleo de seu sujeito, que é o substantivo "maneira".
Está correto o que se afirma em:
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I. É um pronome. II. É um pronome pessoal. III. É um pronome pessoal do caso reto.
As três afirmativas acima:
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O que um administrador faz é tomar decisões. No
seu dia a dia, dentre outras funções e atividades
secundárias, o que um gestor da pequena empresa faz é
apurar as informações provenientes dos relatórios e
identificar a melhor alternativa.
O planejamento é crucial para uma decisão concisa
e adequada, o que, porém, não garante o acerto. Existirá
sempre uma probabilidade de erro e, dessa maneira, o risco
deve ser administrado da melhor maneira possível.
Em um contexto corporativo, muitos observam
somente seus objetivos para tomar suas decisões – o que é
um procedimento aceitável, desde que se deseje
administrar sempre com o foco no curto prazo, como um
bombeiro ao apagar um incêndio. Os gestores devem se
preocupar com o longo prazo, com decisões que irão
render frutos no futuro e, dessa maneira, que colaborem
para relações mais lucrativas e projetos mais estáveis.
Temos 4 regras primordiais para o processo
decisório:
1. Tenha vontade de decidir;
2. Não tome decisões desnecessárias;
3. Procure não decidir precocemente;
4. Evite chegar a uma conclusão tarde demais.
Identificamos que uma simples decisão de comprar
um produto à vista ou a prazo pode prejudicar a
organização. Internalizar tais questões e abranger toda a
organização nesse processo poderá facilitar o trabalho do
administrador da pequena empresa, contudo a palavra final
é sempre dele.
Decisões muito precoces podem prejudicar a
organização, ou por revelarem estratégias corporativas
para os concorrentes, ou por deixarem vazar alguma
informação sigilosa.
Em contrapartida, decisões tomadas tarde demais
também podem prejudicar a organização. O gestor da
pequena empresa deve estar antenado com o mercado
para novas tecnologias e processos, para qual tendência de
consumo ele está se dirigindo.
O administrador que objetiva somente o lucro de
sua organização está com o que especialistas denominam
visão estratégica míope, ou seja, com dificuldades de
estabelecer projetos de longo prazo. Para colher bons
frutos, o administrador deve plantar boas sementes na
época correta, como contratar profissionais competentes,
ter um produto de qualidade e se posicionar ativamente no
mercado.
Tais decisões irão desencadear um processo de
agregação de valor e maior entrada de recursos de maneira
secundária e, com certeza, serão mais lucrativas a longo
prazo. Portanto, o administrador deve ponderar como tal
processo pode ser construído, para que suas decisões
sejam elaboradas com argumentos concretos.
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O que um administrador faz é tomar decisões. No
seu dia a dia, dentre outras funções e atividades
secundárias, o que um gestor da pequena empresa faz é
apurar as informações provenientes dos relatórios e
identificar a melhor alternativa.
O planejamento é crucial para uma decisão concisa
e adequada, o que, porém, não garante o acerto. Existirá
sempre uma probabilidade de erro e, dessa maneira, o risco
deve ser administrado da melhor maneira possível.
Em um contexto corporativo, muitos observam
somente seus objetivos para tomar suas decisões – o que é
um procedimento aceitável, desde que se deseje
administrar sempre com o foco no curto prazo, como um
bombeiro ao apagar um incêndio. Os gestores devem se
preocupar com o longo prazo, com decisões que irão
render frutos no futuro e, dessa maneira, que colaborem
para relações mais lucrativas e projetos mais estáveis.
Temos 4 regras primordiais para o processo
decisório:
1. Tenha vontade de decidir;
2. Não tome decisões desnecessárias;
3. Procure não decidir precocemente;
4. Evite chegar a uma conclusão tarde demais.
Identificamos que uma simples decisão de comprar
um produto à vista ou a prazo pode prejudicar a
organização. Internalizar tais questões e abranger toda a
organização nesse processo poderá facilitar o trabalho do
administrador da pequena empresa, contudo a palavra final
é sempre dele.
Decisões muito precoces podem prejudicar a
organização, ou por revelarem estratégias corporativas
para os concorrentes, ou por deixarem vazar alguma
informação sigilosa.
Em contrapartida, decisões tomadas tarde demais
também podem prejudicar a organização. O gestor da
pequena empresa deve estar antenado com o mercado
para novas tecnologias e processos, para qual tendência de
consumo ele está se dirigindo.
O administrador que objetiva somente o lucro de
sua organização está com o que especialistas denominam
visão estratégica míope, ou seja, com dificuldades de
estabelecer projetos de longo prazo. Para colher bons
frutos, o administrador deve plantar boas sementes na
época correta, como contratar profissionais competentes,
ter um produto de qualidade e se posicionar ativamente no
mercado.
Tais decisões irão desencadear um processo de
agregação de valor e maior entrada de recursos de maneira
secundária e, com certeza, serão mais lucrativas a longo
prazo. Portanto, o administrador deve ponderar como tal
processo pode ser construído, para que suas decisões
sejam elaboradas com argumentos concretos.
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1 Finalizar 2 Paralizar 3 Realização 4 Análize 5 Vizita 6 Buzina 7 Paizagem 8 Deslize 9 Crize
10 Utilizar
Em quais delas a letra "z" destacada não deveria ter sido empregada?
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Os veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de trânsito e as ambulâncias, além de prioridade de trânsito, gozam de livre circulação, estacionamento e parada, quando em serviço de urgência e devidamente identificados por dispositivos regulamentares de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitente, observadas as seguintes disposições:
I. quando os dispositivos estiverem acionados, indicando a proximidade dos veículos, todos os condutores deverão deixar livre a passagem pela faixa da esquerda, indo para a direita da via e parando, se necessário;
II. os pedestres, ao ouvirem o alarme sonoro, deverão aguardar no passeio, só atravessando a via quando o veículo já tiver passado pelo local;
III. o uso de dispositivos de alarme sonoro e de iluminação vermelha intermitente só poderá ocorrer quando da efetiva prestação de serviço de urgência.
Pode-se afirmar que:
I. quando os dispositivos estiverem acionados, indicando a proximidade dos veículos, todos os condutores deverão deixar livre a passagem pela faixa da esquerda, indo para a direita da via e parando, se necessário;
II. os pedestres, ao ouvirem o alarme sonoro, deverão aguardar no passeio, só atravessando a via quando o veículo já tiver passado pelo local;
III. o uso de dispositivos de alarme sonoro e de iluminação vermelha intermitente só poderá ocorrer quando da efetiva prestação de serviço de urgência.
Pode-se afirmar que:
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