Foram encontradas 35 questões.
Para responder às questões 15 a 18, considere a Figura 02.

Figura 02: Utilização do Microsoft Excel 2013.
Qual seria o resultado da fórmula =MÉDIA(J2:K13)?
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Para a resolução das questões desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Nesse caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para o texto propriamente dito; e (5) para resolver as questões desta prova considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
Para responder às questões 13 e 14, observe a Figura 01.

Figura 01: Utilização de CPU, memória, entre outros recursos – Windows 8.1 Pro (Obs.: O
título da janela foi retirado).
Com a janela (mostrada na Figura 01) ativa, o que ocorre se forem pressionadas, concomitantemente, as teclas Alt e F4?
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Socorro, barata!
- Meu marido costuma perguntar-me: para onde estás olhando? Brinca que se uma manada
- de elefantes estiver marchando na calçada eu casualmente estarei reparando em alguma folhinha
- caída. Há uma exceção: tudo isso altera-se radicalmente quando o assunto é barata.
- A simples presença desse inseto dito inofensivo torna-me uma observadora ninja. Não há ruído
- dele que escape aos meus ouvidos apurados, e os olhos são capazes de visão noturna. Entre a
- percepção e o ataque de pânico costuma não haver lapso. Ondas de calafrios me percorrem e
- fico em pânico de que a barata me toque.
- Graças a essa fraqueza, sinto empatia com o drama dos pequenos, que gritam apavorados
- ao serem obrigados a aproximar-se do Papai Noel, de um cachorro ou do que for seu objeto
- fóbico. Isso acontece porque no começo da vida temos dificuldade de diferenciar onde termina o
- eu e começa o outro, assim como o que vem de dentro e de fora do corpo. Também nem sempre
- é fácil distinguir os adultos amorosos e confiáveis dos monstros. Já na escuridão, sentem-se
- diluídos, sem contornos, o que é fonte dos terrores noturnos. Para todos esses males, temer uma
- figura facilmente encontrável organiza a geografia do perigo, tornando-o mais passível de
- controle: se o medo se focar no cachorro da vizinha, que sempre late quando passamos, ou no
- Papai Noel de shopping, basta evitá-los e estaremos seguros. O pequeno apavorado não tira os
- olhos do monstro, mantendo-o na mira.
- Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres que, tradicionalmente confinadas,
- partilharam o destino das crianças. A privacidade da casa era um não lugar, sua voz não fazia
- diferença, seu pensamento não era chamado a participar. Nunca sabiam bem quem eram, pois a
- identidade não vinha dali. Reinavam, mas num território de exílio dos homens públicos, em
- contato com a roupa suja dos patriarcas, em sentido real e figurado. Longe dos ritos sociais, que
- protegem e organizam o corpo e as ideias, convivendo com as fraquezas, doenças e vilanias dos
- que se bancam fortes e ________ lá fora, elas sentiam medo. A barata, forma __________ da
- sujeira imune mesmo à limpeza mais __________, é o pesadelo da mulher. Representa seu
- trabalho repetido de Sísifo, o castigo da sujeira invencível. Como todo objeto fóbico, deve ser
- próximo e assíduo.
- Frágeis como crianças, em seu mundo isento dos direitos civis e cheio de deveres servis, as
- fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. Hoje isso não faria
- mais sentido, pois também somos uma figura pública, mas continuamos em pânico. Talvez ainda
- estejamos marcadas pelo longo período de dependência. Para mim, pelo menos, nada no mundo
- parece tão reconfortante quanto a paz que se instala uma vez que o monstro, de borco, cessa de
- espernear para sempre.
(Fonte: Zero Hora. Sábado, 3 de janeiro de 2015 – Adaptado. Disponível em:
http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/page/2/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13)
Na frase “Ondas de calafrios me percorrem e fico em pânico de que a barata me toque.” (l.06 e 07), o elemento coesivo e tem a função de unir:
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Socorro, barata!
- Meu marido costuma perguntar-me: para onde estás olhando? Brinca que se uma manada
- de elefantes estiver marchando na calçada eu casualmente estarei reparando em alguma folhinha
- caída. Há uma exceção: tudo isso altera-se radicalmente quando o assunto é barata.
- A simples presença desse inseto dito inofensivo torna-me uma observadora ninja. Não há ruído
- dele que escape aos meus ouvidos apurados, e os olhos são capazes de visão noturna. Entre a
- percepção e o ataque de pânico costuma não haver lapso. Ondas de calafrios me percorrem e
- fico em pânico de que a barata me toque.
- Graças a essa fraqueza, sinto empatia com o drama dos pequenos, que gritam apavorados
- ao serem obrigados a aproximar-se do Papai Noel, de um cachorro ou do que for seu objeto
- fóbico. Isso acontece porque no começo da vida temos dificuldade de diferenciar onde termina o
- eu e começa o outro, assim como o que vem de dentro e de fora do corpo. Também nem sempre
- é fácil distinguir os adultos amorosos e confiáveis dos monstros. Já na escuridão, sentem-se
- diluídos, sem contornos, o que é fonte dos terrores noturnos. Para todos esses males, temer uma
- figura facilmente encontrável organiza a geografia do perigo, tornando-o mais passível de
- controle: se o medo se focar no cachorro da vizinha, que sempre late quando passamos, ou no
- Papai Noel de shopping, basta evitá-los e estaremos seguros. O pequeno apavorado não tira os
- olhos do monstro, mantendo-o na mira.
- Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres que, tradicionalmente confinadas,
- partilharam o destino das crianças. A privacidade da casa era um não lugar, sua voz não fazia
- diferença, seu pensamento não era chamado a participar. Nunca sabiam bem quem eram, pois a
- identidade não vinha dali. Reinavam, mas num território de exílio dos homens públicos, em
- contato com a roupa suja dos patriarcas, em sentido real e figurado. Longe dos ritos sociais, que
- protegem e organizam o corpo e as ideias, convivendo com as fraquezas, doenças e vilanias dos
- que se bancam fortes e ________ lá fora, elas sentiam medo. A barata, forma __________ da
- sujeira imune mesmo à limpeza mais __________, é o pesadelo da mulher. Representa seu
- trabalho repetido de Sísifo, o castigo da sujeira invencível. Como todo objeto fóbico, deve ser
- próximo e assíduo.
- Frágeis como crianças, em seu mundo isento dos direitos civis e cheio de deveres servis, as
- fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. Hoje isso não faria
- mais sentido, pois também somos uma figura pública, mas continuamos em pânico. Talvez ainda
- estejamos marcadas pelo longo período de dependência. Para mim, pelo menos, nada no mundo
- parece tão reconfortante quanto a paz que se instala uma vez que o monstro, de borco, cessa de
- espernear para sempre.
(Fonte: Zero Hora. Sábado, 3 de janeiro de 2015 – Adaptado. Disponível em:
http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/page/2/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13)
Relacione a Coluna 1 com a Coluna 2, a respeito do emprego da vírgula e de suas ocorrências no texto.
Coluna 1
1. Linha 05.
2. Linha 12.
3. Linha 13 (primeira ocorrência).
4. Linha 30 (primeira ocorrência).
Coluna 2
( ) Separa orações coordenadas.
( ) Separa orações subordinadas.
( ) Separa uma oração adverbial deslocada.
( ) Separa termos de mesmo valor sintático.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Socorro, barata!
- Meu marido costuma perguntar-me: para onde estás olhando? Brinca que se uma manada
- de elefantes estiver marchando na calçada eu casualmente estarei reparando em alguma folhinha
- caída. Há uma exceção: tudo isso altera-se radicalmente quando o assunto é barata.
- A simples presença desse inseto dito inofensivo torna-me uma observadora ninja. Não há ruído
- dele que escape aos meus ouvidos apurados, e os olhos são capazes de visão noturna. Entre a
- percepção e o ataque de pânico costuma não haver lapso. Ondas de calafrios me percorrem e
- fico em pânico de que a barata me toque.
- Graças a essa fraqueza, sinto empatia com o drama dos pequenos, que gritam apavorados
- ao serem obrigados a aproximar-se do Papai Noel, de um cachorro ou do que for seu objeto
- fóbico. Isso acontece porque no começo da vida temos dificuldade de diferenciar onde termina o
- eu e começa o outro, assim como o que vem de dentro e de fora do corpo. Também nem sempre
- é fácil distinguir os adultos amorosos e confiáveis dos monstros. Já na escuridão, sentem-se
- diluídos, sem contornos, o que é fonte dos terrores noturnos. Para todos esses males, temer uma
- figura facilmente encontrável organiza a geografia do perigo, tornando-o mais passível de
- controle: se o medo se focar no cachorro da vizinha, que sempre late quando passamos, ou no
- Papai Noel de shopping, basta evitá-los e estaremos seguros. O pequeno apavorado não tira os
- olhos do monstro, mantendo-o na mira.
- Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres que, tradicionalmente confinadas,
- partilharam o destino das crianças. A privacidade da casa era um não lugar, sua voz não fazia
- diferença, seu pensamento não era chamado a participar. Nunca sabiam bem quem eram, pois a
- identidade não vinha dali. Reinavam, mas num território de exílio dos homens públicos, em
- contato com a roupa suja dos patriarcas, em sentido real e figurado. Longe dos ritos sociais, que
- protegem e organizam o corpo e as ideias, convivendo com as fraquezas, doenças e vilanias dos
- que se bancam fortes e ________ lá fora, elas sentiam medo. A barata, forma __________ da
- sujeira imune mesmo à limpeza mais __________, é o pesadelo da mulher. Representa seu
- trabalho repetido de Sísifo, o castigo da sujeira invencível. Como todo objeto fóbico, deve ser
- próximo e assíduo.
- Frágeis como crianças, em seu mundo isento dos direitos civis e cheio de deveres servis, as
- fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. Hoje isso não faria
- mais sentido, pois também somos uma figura pública, mas continuamos em pânico. Talvez ainda
- estejamos marcadas pelo longo período de dependência. Para mim, pelo menos, nada no mundo
- parece tão reconfortante quanto a paz que se instala uma vez que o monstro, de borco, cessa de
- espernear para sempre.
(Fonte: Zero Hora. Sábado, 3 de janeiro de 2015 – Adaptado. Disponível em:
http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/page/2/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13)
Analise as seguintes afirmações sobre a relação entre letras e fonemas em palavras do texto, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A letra z em ‘voz’ e ‘vizinha’ representa fonemas diferentes, assim como a letra x em ‘exílio’ e ‘próximo’.
( ) As palavras ‘pensamento’ e ‘identidade’ possuem, cada uma delas, igual número de letras e de fonemas.
( ) Os segmentos destacados em ‘pequeno’ e exceção representam, cada um deles, um único fonema.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Socorro, barata!
- Meu marido costuma perguntar-me: para onde estás olhando? Brinca que se uma manada
- de elefantes estiver marchando na calçada eu casualmente estarei reparando em alguma folhinha
- caída. Há uma exceção: tudo isso altera-se radicalmente quando o assunto é barata.
- A simples presença desse inseto dito inofensivo torna-me uma observadora ninja. Não há ruído
- dele que escape aos meus ouvidos apurados, e os olhos são capazes de visão noturna. Entre a
- percepção e o ataque de pânico costuma não haver lapso. Ondas de calafrios me percorrem e
- fico em pânico de que a barata me toque.
- Graças a essa fraqueza, sinto empatia com o drama dos pequenos, que gritam apavorados
- ao serem obrigados a aproximar-se do Papai Noel, de um cachorro ou do que for seu objeto
- fóbico. Isso acontece porque no começo da vida temos dificuldade de diferenciar onde termina o
- eu e começa o outro, assim como o que vem de dentro e de fora do corpo. Também nem sempre
- é fácil distinguir os adultos amorosos e confiáveis dos monstros. Já na escuridão, sentem-se
- diluídos, sem contornos, o que é fonte dos terrores noturnos. Para todos esses males, temer uma
- figura facilmente encontrável organiza a geografia do perigo, tornando-o mais passível de
- controle: se o medo se focar no cachorro da vizinha, que sempre late quando passamos, ou no
- Papai Noel de shopping, basta evitá-los e estaremos seguros. O pequeno apavorado não tira os
- olhos do monstro, mantendo-o na mira.
- Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres que, tradicionalmente confinadas,
- partilharam o destino das crianças. A privacidade da casa era um não lugar, sua voz não fazia
- diferença, seu pensamento não era chamado a participar. Nunca sabiam bem quem eram, pois a
- identidade não vinha dali. Reinavam, mas num território de exílio dos homens públicos, em
- contato com a roupa suja dos patriarcas, em sentido real e figurado. Longe dos ritos sociais, que
- protegem e organizam o corpo e as ideias, convivendo com as fraquezas, doenças e vilanias dos
- que se bancam fortes e ________ lá fora, elas sentiam medo. A barata, forma __________ da
- sujeira imune mesmo à limpeza mais __________, é o pesadelo da mulher. Representa seu
- trabalho repetido de Sísifo, o castigo da sujeira invencível. Como todo objeto fóbico, deve ser
- próximo e assíduo.
- Frágeis como crianças, em seu mundo isento dos direitos civis e cheio de deveres servis, as
- fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. Hoje isso não faria
- mais sentido, pois também somos uma figura pública, mas continuamos em pânico. Talvez ainda
- estejamos marcadas pelo longo período de dependência. Para mim, pelo menos, nada no mundo
- parece tão reconfortante quanto a paz que se instala uma vez que o monstro, de borco, cessa de
- espernear para sempre.
(Fonte: Zero Hora. Sábado, 3 de janeiro de 2015 – Adaptado. Disponível em:
http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/page/2/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13)
Assinale a alternativa cuja proposta de substituição de ‘lapso’ (l.06) e ‘vilanias’ (l.23), respectivamente, não provocaria qualquer alteração ao período em que estão inseridas.
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
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- Meu marido costuma perguntar-me: para onde estás olhando? Brinca que se uma manada
- de elefantes estiver marchando na calçada eu casualmente estarei reparando em alguma folhinha
- caída. Há uma exceção: tudo isso altera-se radicalmente quando o assunto é barata.
- A simples presença desse inseto dito inofensivo torna-me uma observadora ninja. Não há ruído
- dele que escape aos meus ouvidos apurados, e os olhos são capazes de visão noturna. Entre a
- percepção e o ataque de pânico costuma não haver lapso. Ondas de calafrios me percorrem e
- fico em pânico de que a barata me toque.
- Graças a essa fraqueza, sinto empatia com o drama dos pequenos, que gritam apavorados
- ao serem obrigados a aproximar-se do Papai Noel, de um cachorro ou do que for seu objeto
- fóbico. Isso acontece porque no começo da vida temos dificuldade de diferenciar onde termina o
- eu e começa o outro, assim como o que vem de dentro e de fora do corpo. Também nem sempre
- é fácil distinguir os adultos amorosos e confiáveis dos monstros. Já na escuridão, sentem-se
- diluídos, sem contornos, o que é fonte dos terrores noturnos. Para todos esses males, temer uma
- figura facilmente encontrável organiza a geografia do perigo, tornando-o mais passível de
- controle: se o medo se focar no cachorro da vizinha, que sempre late quando passamos, ou no
- Papai Noel de shopping, basta evitá-los e estaremos seguros. O pequeno apavorado não tira os
- olhos do monstro, mantendo-o na mira.
- Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres que, tradicionalmente confinadas,
- partilharam o destino das crianças. A privacidade da casa era um não lugar, sua voz não fazia
- diferença, seu pensamento não era chamado a participar. Nunca sabiam bem quem eram, pois a
- identidade não vinha dali. Reinavam, mas num território de exílio dos homens públicos, em
- contato com a roupa suja dos patriarcas, em sentido real e figurado. Longe dos ritos sociais, que
- protegem e organizam o corpo e as ideias, convivendo com as fraquezas, doenças e vilanias dos
- que se bancam fortes e ________ lá fora, elas sentiam medo. A barata, forma __________ da
- sujeira imune mesmo à limpeza mais __________, é o pesadelo da mulher. Representa seu
- trabalho repetido de Sísifo, o castigo da sujeira invencível. Como todo objeto fóbico, deve ser
- próximo e assíduo.
- Frágeis como crianças, em seu mundo isento dos direitos civis e cheio de deveres servis, as
- fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. Hoje isso não faria
- mais sentido, pois também somos uma figura pública, mas continuamos em pânico. Talvez ainda
- estejamos marcadas pelo longo período de dependência. Para mim, pelo menos, nada no mundo
- parece tão reconfortante quanto a paz que se instala uma vez que o monstro, de borco, cessa de
- espernear para sempre.
(Fonte: Zero Hora. Sábado, 3 de janeiro de 2015 – Adaptado. Disponível em:
http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/page/2/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13)
Analise as seguintes propostas de alterações no texto:
I. A palavra ‘onde’ (l.01) devia ser substituída por ‘aonde’ para deixar a frase correta.
II. Se a palavra ‘limpeza’ (l.25) fosse alterada para ‘inseticida’, não acarretaria incorreção sintática na frase em que está inserida.
III. O verbo ‘cessa’ (l.32) poderia ser substituído pelo ‘para’ sem provocar alteração semântica ou sintática.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Socorro, barata!
- Meu marido costuma perguntar-me: para onde estás olhando? Brinca que se uma manada
- de elefantes estiver marchando na calçada eu casualmente estarei reparando em alguma folhinha
- caída. Há uma exceção: tudo isso altera-se radicalmente quando o assunto é barata.
- A simples presença desse inseto dito inofensivo torna-me uma observadora ninja. Não há ruído
- dele que escape aos meus ouvidos apurados, e os olhos são capazes de visão noturna. Entre a
- percepção e o ataque de pânico costuma não haver lapso. Ondas de calafrios me percorrem e
- fico em pânico de que a barata me toque.
- Graças a essa fraqueza, sinto empatia com o drama dos pequenos, que gritam apavorados
- ao serem obrigados a aproximar-se do Papai Noel, de um cachorro ou do que for seu objeto
- fóbico. Isso acontece porque no começo da vida temos dificuldade de diferenciar onde termina o
- eu e começa o outro, assim como o que vem de dentro e de fora do corpo. Também nem sempre
- é fácil distinguir os adultos amorosos e confiáveis dos monstros. Já na escuridão, sentem-se
- diluídos, sem contornos, o que é fonte dos terrores noturnos. Para todos esses males, temer uma
- figura facilmente encontrável organiza a geografia do perigo, tornando-o mais passível de
- controle: se o medo se focar no cachorro da vizinha, que sempre late quando passamos, ou no
- Papai Noel de shopping, basta evitá-los e estaremos seguros. O pequeno apavorado não tira os
- olhos do monstro, mantendo-o na mira.
- Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres que, tradicionalmente confinadas,
- partilharam o destino das crianças. A privacidade da casa era um não lugar, sua voz não fazia
- diferença, seu pensamento não era chamado a participar. Nunca sabiam bem quem eram, pois a
- identidade não vinha dali. Reinavam, mas num território de exílio dos homens públicos, em
- contato com a roupa suja dos patriarcas, em sentido real e figurado. Longe dos ritos sociais, que
- protegem e organizam o corpo e as ideias, convivendo com as fraquezas, doenças e vilanias dos
- que se bancam fortes e ________ lá fora, elas sentiam medo. A barata, forma __________ da
- sujeira imune mesmo à limpeza mais __________, é o pesadelo da mulher. Representa seu
- trabalho repetido de Sísifo, o castigo da sujeira invencível. Como todo objeto fóbico, deve ser
- próximo e assíduo.
- Frágeis como crianças, em seu mundo isento dos direitos civis e cheio de deveres servis, as
- fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. Hoje isso não faria
- mais sentido, pois também somos uma figura pública, mas continuamos em pânico. Talvez ainda
- estejamos marcadas pelo longo período de dependência. Para mim, pelo menos, nada no mundo
- parece tão reconfortante quanto a paz que se instala uma vez que o monstro, de borco, cessa de
- espernear para sempre.
(Fonte: Zero Hora. Sábado, 3 de janeiro de 2015 – Adaptado. Disponível em:
http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/page/2/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13)
Considere as seguintes ocorrências da palavra que:
1. Linha 01.
2. Linha 05.
3. Linha 07.
4. Linha 15.
5. Linha 18.
Em quais ocorrências a palavra que é pronome relativo?
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Socorro, barata!
- Meu marido costuma perguntar-me: para onde estás olhando? Brinca que se uma manada
- de elefantes estiver marchando na calçada eu casualmente estarei reparando em alguma folhinha
- caída. Há uma exceção: tudo isso altera-se radicalmente quando o assunto é barata.
- A simples presença desse inseto dito inofensivo torna-me uma observadora ninja. Não há ruído
- dele que escape aos meus ouvidos apurados, e os olhos são capazes de visão noturna. Entre a
- percepção e o ataque de pânico costuma não haver lapso. Ondas de calafrios me percorrem e
- fico em pânico de que a barata me toque.
- Graças a essa fraqueza, sinto empatia com o drama dos pequenos, que gritam apavorados
- ao serem obrigados a aproximar-se do Papai Noel, de um cachorro ou do que for seu objeto
- fóbico. Isso acontece porque no começo da vida temos dificuldade de diferenciar onde termina o
- eu e começa o outro, assim como o que vem de dentro e de fora do corpo. Também nem sempre
- é fácil distinguir os adultos amorosos e confiáveis dos monstros. Já na escuridão, sentem-se
- diluídos, sem contornos, o que é fonte dos terrores noturnos. Para todos esses males, temer uma
- figura facilmente encontrável organiza a geografia do perigo, tornando-o mais passível de
- controle: se o medo se focar no cachorro da vizinha, que sempre late quando passamos, ou no
- Papai Noel de shopping, basta evitá-los e estaremos seguros. O pequeno apavorado não tira os
- olhos do monstro, mantendo-o na mira.
- Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres que, tradicionalmente confinadas,
- partilharam o destino das crianças. A privacidade da casa era um não lugar, sua voz não fazia
- diferença, seu pensamento não era chamado a participar. Nunca sabiam bem quem eram, pois a
- identidade não vinha dali. Reinavam, mas num território de exílio dos homens públicos, em
- contato com a roupa suja dos patriarcas, em sentido real e figurado. Longe dos ritos sociais, que
- protegem e organizam o corpo e as ideias, convivendo com as fraquezas, doenças e vilanias dos
- que se bancam fortes e ________ lá fora, elas sentiam medo. A barata, forma __________ da
- sujeira imune mesmo à limpeza mais __________, é o pesadelo da mulher. Representa seu
- trabalho repetido de Sísifo, o castigo da sujeira invencível. Como todo objeto fóbico, deve ser
- próximo e assíduo.
- Frágeis como crianças, em seu mundo isento dos direitos civis e cheio de deveres servis, as
- fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. Hoje isso não faria
- mais sentido, pois também somos uma figura pública, mas continuamos em pânico. Talvez ainda
- estejamos marcadas pelo longo período de dependência. Para mim, pelo menos, nada no mundo
- parece tão reconfortante quanto a paz que se instala uma vez que o monstro, de borco, cessa de
- espernear para sempre.
(Fonte: Zero Hora. Sábado, 3 de janeiro de 2015 – Adaptado. Disponível em:
http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/page/2/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13)
Observe as seguintes frases, retiradas do texto.
I. Ondas de calafrios me percorrem (l.06).
II. Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres (l.18).
III. as fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. (l.28-29).
Quais NÃO poderiam ser passadas para a voz passiva?
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Socorro, barata!
- Meu marido costuma perguntar-me: para onde estás olhando? Brinca que se uma manada
- de elefantes estiver marchando na calçada eu casualmente estarei reparando em alguma folhinha
- caída. Há uma exceção: tudo isso altera-se radicalmente quando o assunto é barata.
- A simples presença desse inseto dito inofensivo torna-me uma observadora ninja. Não há ruído
- dele que escape aos meus ouvidos apurados, e os olhos são capazes de visão noturna. Entre a
- percepção e o ataque de pânico costuma não haver lapso. Ondas de calafrios me percorrem e
- fico em pânico de que a barata me toque.
- Graças a essa fraqueza, sinto empatia com o drama dos pequenos, que gritam apavorados
- ao serem obrigados a aproximar-se do Papai Noel, de um cachorro ou do que for seu objeto
- fóbico. Isso acontece porque no começo da vida temos dificuldade de diferenciar onde termina o
- eu e começa o outro, assim como o que vem de dentro e de fora do corpo. Também nem sempre
- é fácil distinguir os adultos amorosos e confiáveis dos monstros. Já na escuridão, sentem-se
- diluídos, sem contornos, o que é fonte dos terrores noturnos. Para todos esses males, temer uma
- figura facilmente encontrável organiza a geografia do perigo, tornando-o mais passível de
- controle: se o medo se focar no cachorro da vizinha, que sempre late quando passamos, ou no
- Papai Noel de shopping, basta evitá-los e estaremos seguros. O pequeno apavorado não tira os
- olhos do monstro, mantendo-o na mira.
- Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres que, tradicionalmente confinadas,
- partilharam o destino das crianças. A privacidade da casa era um não lugar, sua voz não fazia
- diferença, seu pensamento não era chamado a participar. Nunca sabiam bem quem eram, pois a
- identidade não vinha dali. Reinavam, mas num território de exílio dos homens públicos, em
- contato com a roupa suja dos patriarcas, em sentido real e figurado. Longe dos ritos sociais, que
- protegem e organizam o corpo e as ideias, convivendo com as fraquezas, doenças e vilanias dos
- que se bancam fortes e ________ lá fora, elas sentiam medo. A barata, forma __________ da
- sujeira imune mesmo à limpeza mais __________, é o pesadelo da mulher. Representa seu
- trabalho repetido de Sísifo, o castigo da sujeira invencível. Como todo objeto fóbico, deve ser
- próximo e assíduo.
- Frágeis como crianças, em seu mundo isento dos direitos civis e cheio de deveres servis, as
- fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. Hoje isso não faria
- mais sentido, pois também somos uma figura pública, mas continuamos em pânico. Talvez ainda
- estejamos marcadas pelo longo período de dependência. Para mim, pelo menos, nada no mundo
- parece tão reconfortante quanto a paz que se instala uma vez que o monstro, de borco, cessa de
- espernear para sempre.
(Fonte: Zero Hora. Sábado, 3 de janeiro de 2015 – Adaptado. Disponível em:
http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/page/2/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13)
Analise as afirmações feitas a respeito de palavras do texto que recebem acento gráfico.
I. As palavras ‘ruído’ e ‘diluídos’ são acentuadas em razão da mesma regra.
II. Os vocábulos ‘pública’ e ‘é’, sem o acento gráfico, continuam a constituir palavras da língua portuguesa, porém assumem outra classe gramatical.
III. ‘Frágeis’ e ‘assíduo’ são acentuadas por serem paroxítonas terminadas em ditongo.
Quais estão corretas?
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