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Foram encontradas 120 questões.

4078917 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRB-1
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Profissionais colocam qualidade de vida acima do salário, diz estudo
Pela primeira vez, pesquisa aponta equilíbrio no topo das prioridades de profissionais de diferentes idades
        A relação entre trabalhadores e empresas nos Estados Unidos passa por uma mudança estrutural. Pela primeira vez em mais de duas décadas, profissionais afirmam valorizar mais o equilíbrio entre vida pessoal e profissional do que salários elevados. A conclusão é do Workmonitor 2025 e divulgada pela revista Fortune.
        O levantamento mostra que 83% dos entrevistados consideram o equilíbrio a principal condição para permanecer ou aceitar um emprego, índice equivalente ao da segurança no trabalho. A remuneração aparece em terceiro lugar, com 82%, marcando a primeira vez em que o salário deixa de liderar o ranking de prioridades.
Geração Z lidera mudança
        A preferência por equilíbrio é mais forte entre trabalhadores mais jovens. Na Geração Z, 74% consideram esse fator mais importante do que a remuneração. Apenas 68% colocam o salário no topo. Saúde mental também aparece em destaque: 70% dos jovens avaliam esse aspecto como essencial.
        Com isso, o relatório mostra que 40% dos profissionais da Geração Z e dos millennials aceitariam reduzir a remuneração em troca de trabalho híbrido ou remoto. A tendência se conecta ao chamado “minimalismo de carreira”, no qual jovens priorizam energia e tempo para projetos pessoais.
Flexibilidade e produtividade
        Embora o desejo por flexibilidade seja amplamente compartilhado, líderes empresariais divergem sobre sua viabilidade em ambientes competitivos. Alguns executivos defendem limites claros – caso de Marc Randolph, cofundador da Netflix, que estabeleceu a rotina de encerrar o expediente mais cedo às terças-feiras ao longo de sua carreira.
        Outros executivos também incentivam práticas sustentáveis. O CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, afirma que bem-estar mental e vida pessoal equilibrada são fundamentais para garantir o desempenho profissional. Ele orienta jovens profissionais a cuidar de saúde, relações pessoais e descanso.
        No entanto, parte do setor corporativo rejeita a ideia de equilíbrio como prioridade. Andrew Feldman, da fabricante de chips de IA Cerebras, por exemplo, afirmou que é irreal buscar alto desempenho com jornadas reduzidas.
Internet:<exame.com>  (com adaptações).

Acerca da interpretação e da correção gramatical das informações apresentadas no texto, julgue o item seguinte.

No trecho “Embora o desejo por flexibilidade seja amplamente compartilhado, líderes empresariais divergem sobre sua viabilidade”, o conector “embora” estabelece uma relação de contraste entre a valorização da flexibilidade pelos profissionais e a posição divergente de parte da liderança corporativa, contribuindo para a coerência argumentativa do texto.

 

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4078916 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRB-1
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Profissionais colocam qualidade de vida acima do salário, diz estudo
Pela primeira vez, pesquisa aponta equilíbrio no topo das prioridades de profissionais de diferentes idades
        A relação entre trabalhadores e empresas nos Estados Unidos passa por uma mudança estrutural. Pela primeira vez em mais de duas décadas, profissionais afirmam valorizar mais o equilíbrio entre vida pessoal e profissional do que salários elevados. A conclusão é do Workmonitor 2025 e divulgada pela revista Fortune.
        O levantamento mostra que 83% dos entrevistados consideram o equilíbrio a principal condição para permanecer ou aceitar um emprego, índice equivalente ao da segurança no trabalho. A remuneração aparece em terceiro lugar, com 82%, marcando a primeira vez em que o salário deixa de liderar o ranking de prioridades.
Geração Z lidera mudança
        A preferência por equilíbrio é mais forte entre trabalhadores mais jovens. Na Geração Z, 74% consideram esse fator mais importante do que a remuneração. Apenas 68% colocam o salário no topo. Saúde mental também aparece em destaque: 70% dos jovens avaliam esse aspecto como essencial.
        Com isso, o relatório mostra que 40% dos profissionais da Geração Z e dos millennials aceitariam reduzir a remuneração em troca de trabalho híbrido ou remoto. A tendência se conecta ao chamado “minimalismo de carreira”, no qual jovens priorizam energia e tempo para projetos pessoais.
Flexibilidade e produtividade
        Embora o desejo por flexibilidade seja amplamente compartilhado, líderes empresariais divergem sobre sua viabilidade em ambientes competitivos. Alguns executivos defendem limites claros – caso de Marc Randolph, cofundador da Netflix, que estabeleceu a rotina de encerrar o expediente mais cedo às terças-feiras ao longo de sua carreira.
        Outros executivos também incentivam práticas sustentáveis. O CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, afirma que bem-estar mental e vida pessoal equilibrada são fundamentais para garantir o desempenho profissional. Ele orienta jovens profissionais a cuidar de saúde, relações pessoais e descanso.
        No entanto, parte do setor corporativo rejeita a ideia de equilíbrio como prioridade. Andrew Feldman, da fabricante de chips de IA Cerebras, por exemplo, afirmou que é irreal buscar alto desempenho com jornadas reduzidas.
Internet:<exame.com>  (com adaptações).

Acerca da interpretação e da correção gramatical das informações apresentadas no texto, julgue o item seguinte.

O texto informa que, pela primeira vez em mais de duas décadas, o equilíbrio entre vida pessoal e profissional passou a ocupar a primeira posição no ranking de prioridades dos profissionais, superando a remuneração.

 

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4078915 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRB-1
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O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação
        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.
        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best-sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.
        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê-la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.
        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca-se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.
        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.
       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.

A progressão temática do texto é incoerente, pois alterna argumentos históricos, educacionais e sociais sem estabelecer conexões lógicas entre os parágrafos, o que compromete a unidade temática e o encadeamento das ideias.

 

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4078914 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRB-1
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O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação
        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.
        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best-sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.
        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê-la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.
        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca-se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.
        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.
       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.

A afirmação “Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante” utiliza linguagem figurada, atribuindo sentido simbólico à ausência da biblioteca no ambiente escolar.

 

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4078913 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRB-1
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O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação
        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.
        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best-sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.
        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê-la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.
        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca-se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.
        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.
       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.

No trecho “a leitura, por si só, não basta”, as vírgulas são corretamente empregadas para isolar expressão explicativa intercalada, sem comprometer a estrutura sintática da oração principal.

 

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4078912 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRB-1
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O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação
        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.
        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best-sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.
        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê-la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.
        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca-se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.
        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.
       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.

A linguagem utilizada no texto é igualmente adequada para redes sociais, conversas informais entre estudantes e documentos oficiais, não exigindo qualquer adaptação de registro linguístico.

 

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4078911 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRB-1
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O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação
        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.
        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best-sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.
        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê-la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.
        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca-se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.
        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.
       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.

No período “Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância”, a oração iniciada por “Para que” é coordenada explicativa.

 

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4078910 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRB-1
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O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação
        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.
        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best-sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.
        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê-la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.
        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca-se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.
        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.
       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.

O conector “assim”, em “Assim, a escola surge como ambiente fundamental para transformar essa realidade”, estabelece relação de consequência lógica com as informações anteriormente expostas a respeito do consumo restrito de livros.

 

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4078909 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRB-1
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O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação
        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.
        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best-sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.
        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê-la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.
        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca-se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.
        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.
       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.

O texto apresenta predominância do tipo dissertativo-argumentativo, uma vez que defende a importância das bibliotecas escolares para a formação leitora e sustenta essa tese por meio de argumentos sociais, educacionais e históricos, sem recorrer à narração de fatos específicos ou personagens.

 

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4078908 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRB-1
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O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação
        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.
        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best-sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.
        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê-la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.
        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca-se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.
        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.
       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.

No texto, a palavra “limitado” no trecho “grande parte da população tem um consumo de livros limitado” assume sentido positivo, indicando especialização temática e aprofundamento cultural dos leitores brasileiros.

 

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