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Foram encontradas 215 questões.

2442308 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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Em 31/12/2011, o Livro Razão da Empresa Comercial Ltda. apresentava as seguintes contas de resultados, com seus respectivos saldos: (valores em R$)
Receita de Revenda de Mercadorias..........................120.000
Descontos Financeiros Concedidos...............................6.700
Comissão sobre Vendas..................................................2.500
Custo das Mercadorias Vendidas..................................65.000
ICMS sobre Vendas........................................................15.000
Descontos Comerciais Concedidos.................................3.000
Despesas Administrativas..............................................27.000
Abatimento sobre Vendas................................................1.500
Ganho na Alienação de Imobilizado................................5.000
Com base nos dados apresentados, o lucro bruto apurado, no final do exercício, foi igual a um valor, em R$, de:
 

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2442174 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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Ao editar um slide em uma apresentação do MS PowerPoint 2010 em português, percebe-se que será necessário alinhar corretamente dois elementos. Para isso, a visualização das linhas de grade do slide seria útil.
Para exibi-las e realizar melhor o trabalho, deve-se pressionar:
 

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2442170 Ano: 2012
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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Dentre as alternativas abaixo, aquela que apresenta um elemento obrigatório em uma rede wi-fi não ad hoc é:
 

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2442116 Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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ENVIRONMENTAL PROBLEMS
IN BRAZIL
Enunciado 3034586-1
© WWF-Canon / Mark EDWARDS
A glimpse at the threats facing Brazil's remarkable nature
The ongoing expansion of agriculture in Brazil is seriously threatening rare and vulnerable habitats such as the Atlantic Forest, the Cerrado, and the Amazon.
The major threat for these vast – but not infinite – natural areas is the often destructive expansion of a vegetable, more precisely a bean: soy. It was, according to the UN Food and Agriculture Organization (FAO), Brazil’s main agricultural crop by harvested area in 2004, with more than 21 million ha under cultivation.
Another crop of concern is cocoa, which has been blamed for widespread deforestation in Brazil. During the cocoa economic boom of the 1970s, expansion of this crop was a leading cause of the decline of Brazil’s endangered Atlantic Forest ecosystem, of which only about 10% persists - barely.
The cattle problem
The Cerrado, an extensive woodland savanna ecosystem in Brazil, is threatened by cattle ranching. The expansion of cattle ranching is closely linked to the increased soy cultivation - which poses serious concerns about the impact of this industry on sensitive ecosystems.
There are also concerns about the expansion of chicken and pork production moving into the Cerrado.
The paper pulp problem
In the Atlantic forests of Brazil, some of the world's most diverse ecosystems have been converted to fast growing plantations. Brazil has millions of hectares of exotic plantations, made up mainly of eucalyptus, a non-native species.
Although some plantations are certified with the Forest Stewardship Council (FSC) label, in others there have been repeated conflicts with indigenous peoples about land rights. Forty per cent of Brazil's bleached pulp is exported to Europe. Something ought to be done soon!
(Adaptação : http://wwf.panda.org/who_we_are/wwf_offices/brazil/environmental_problems_brazil
No fragmento “A glimpse at the threats” , o substantivo “glimpse” é seguido pela preposição “at”.
Dentre as opções abaixo, essa preposição está corretamente empregada, tornando o fragmento gramatical, em:
 

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2442066 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
Dize-me os teus genes que te direi quem és
No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação que define quem você é: qual a cor dos seus olhos, da pele, dos cabelos, qual o seu sexo, qual a sua altura. Esses armazéns de informação são chamados de "genes" e a parte da biologia que estuda os genes é a genética. Ninguém tem exatamente os mesmos genes, a não ser gêmeos idênticos.
O interessante é que cada espécie animal tem seu código genético, o conjunto de genes que define as características da espécie. Nós e os chimpanzés temos um código genético quase idêntico: apenas 2% de diferença! Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência: nós somos geneticamente muito parecidos com os macacos. Por outro lado, esses 2% de diferença no código genético são muito importantes. Afinal, nós não passamos a vida trepando em árvores e os macacos não estudam Biologia.
As mutações que transformam as características de uma espécie (tamanho do pescoço da girafa, por exemplo) ocorrem nos genes e são causados por fatores externos, como a radioatividade de algum mineral ou uma reação química. Elas são completamente acidentais e raras vezes são úteis. Em geral, o ser mutante morre cedo ou nem chega a nascer. Mas, quando uma mutação é útil, o animal mutante sobrevive melhor e transmite sua informação genética aos filhotes. Aos poucos, a espécie inteira se transforma, o que pode demorar muito tempo. Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas se transformassem em seres humanos como nós.
Hoje, sabemos exatamente onde encontrar a informação genética das espécies. Uma grande parte do nosso código genético já foi estudada e arquivada num projeto internacional chamado Genoma Humano. Essas descobertas irão revolucionar a medicina do futuro: apoiada em uma nova ciência – a Engenharia Genética – ela poderá curar, por meio de modificações diretas nos genes, muitas doenças que hoje afligem milhões de pessoas. O século XXI, o seu século, será o século da genética, que, aliada a descobertas na Física, na Química e na Engenharia, irá transformar profundamente nossas vidas.
(GLEISER, Marcelo in: Livro do Cientista)
“Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas...”
A expressão em destaque tem, no contexto, valor semântico de:
 

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2442020 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
Dize-me os teus genes que te direi quem és
No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação que define quem você é: qual a cor dos seus olhos, da pele, dos cabelos, qual o seu sexo, qual a sua altura. Esses armazéns de informação são chamados de "genes" e a parte da biologia que estuda os genes é a genética. Ninguém tem exatamente os mesmos genes, a não ser gêmeos idênticos.
O interessante é que cada espécie animal tem seu código genético, o conjunto de genes que define as características da espécie. Nós e os chimpanzés temos um código genético quase idêntico: apenas 2% de diferença! Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência: nós somos geneticamente muito parecidos com os macacos. Por outro lado, esses 2% de diferença no código genético são muito importantes. Afinal, nós não passamos a vida trepando em árvores e os macacos não estudam Biologia.
As mutações que transformam as características de uma espécie (tamanho do pescoço da girafa, por exemplo) ocorrem nos genes e são causados por fatores externos, como a radioatividade de algum mineral ou uma reação química. Elas são completamente acidentais e raras vezes são úteis. Em geral, o ser mutante morre cedo ou nem chega a nascer. Mas, quando uma mutação é útil, o animal mutante sobrevive melhor e transmite sua informação genética aos filhotes. Aos poucos, a espécie inteira se transforma, o que pode demorar muito tempo. Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas se transformassem em seres humanos como nós.
Hoje, sabemos exatamente onde encontrar a informação genética das espécies. Uma grande parte do nosso código genético já foi estudada e arquivada num projeto internacional chamado Genoma Humano. Essas descobertas irão revolucionar a medicina do futuro: apoiada em uma nova ciência – a Engenharia Genética – ela poderá curar, por meio de modificações diretas nos genes, muitas doenças que hoje afligem milhões de pessoas. O século XXI, o seu século, será o século da genética, que, aliada a descobertas na Física, na Química e na Engenharia, irá transformar profundamente nossas vidas.
(GLEISER, Marcelo in: Livro do Cientista)
“...Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência...”
É possível classificar a oração em destaque como subordinada adverbial:
 

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2441992 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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De acordo com a legislação vigente, a respeito da classificação da despesa pública, o gasto realizado durante o exercício financeiro que NÃO é considerado como despesa corrente é o(a):
 

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2441915 Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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O sistema que inicia o computador e o torna operante para a inicialização do sistema operacional é denominado:
 

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2441845 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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A COISA MAIS PRECIOSA
Quando desembarquei do avião, ele esperava por mim, erguendo um pedaço de papelão em que se achava rabiscado o meu nome. Eu estava a caminho de uma conferência de cientistas e profissionais de televisão cujo objetivo, aparentemente inútil, era melhorar a apresentação da ciência na televisão. Os organizadores tinham gentilmente enviado um motorista.
– Você se importa se eu lhe perguntar uma coisa? – disse ele enquanto esperávamos pela minha mala.
Não, eu não me importava.
– Não é confuso ter o mesmo nome daquele cientista?
Levei um momento para compreender. Ele estava caçoando de mim? Finalmente, comecei a entender.
– Eu sou aquele cientista – respondi.
Ele fez uma pausa e depois sorriu.
– Desculpe. Eu tenho esse tipo de problema. Pensei que também fosse o seu. – Estendeu a mão. – Meu nome é William F. Buckley. (Bem, ele não era exatamente William F. Buckley, mas tinha o mesmo nome do famoso e polêmico entrevistador de TV, o que devia lhe render uma boa dose de zombarias bem-humoradas.)
Quando nos acomodamos no carro para a longa viagem, os limpadores de parabrisa batendo ritmicamente, ele me disse que estava contente por eu ser “aquele cientista” – tinha tantas perguntas a fazer sobre ciência. Eu me importaria?
Não, eu não me importaria.
E assim começamos a falar. Mas, como logo ficou claro, não foi sobre ciência que conversamos. Ele queria falar sobre extraterrestres congelados que definhavam na base da Força Aérea perto de San Antonio, sobre “canalização” (um modo de escutar o que se passa nas mentes dos mortos – pouca coisa, pelo visto), sobre cristais, as profecias de Nostradamus, astrologia, o sudário de Turin ... Ele introduzia cada um desses assuntos portentosos com um entusiasmo eufórico. E tive de desapontá-lo todas as vezes.
– As evidências são precárias – eu repetia. – Existe uma explicação muito mais simples.
De certa maneira, ele era bem informado. Conhecia as várias nuanças especulativas sobre, digamos, os “continentes afundados” de Atlântida e Lemuria. Sabia na ponta da língua as expedições submarinas que deviam estar partindo para descobrir as colunas derrubadas e os minaretes quebrados de uma outrora grande civilização, cujas ruínas só eram visitadas atualmente pelos peixes luminescentes do fundo do mar e por gigantescos monstros marinhos. Só que ... embora o oceano contenha muitos segredos, eu sabia que não existe nem sinal de confirmação oceanográfica ou geofísica para Atlântida e Lemuria. Pelo que a ciência pode afirmar, esses continentes jamais existiram. Já um pouco relutante a essa altura, eu lhe passei a informação.
Enquanto rodávamos pela chuva, podia vê-lo se tornar cada vez mais soturno. Eu não estava apenas negando alguma doutrina falsa, mas uma faceta preciosa de sua vida interior.
Porém, tanta coisa na ciência verdadeira é igualmente emocionante, mais misteriosa, um estímulo intelectual muito maior – além de estar bem mais perto da verdade. Ele sabia dos tijolos moleculares da vida que existem lá fora, no gás frio e rarefeito entre as estrelas? Tinha ouvido falar sobre as pegadas de nossos antepassados que foram encontradas em cinza vulcânica de 4 milhões de anos? E que dizer do Himalaia se erguendo quando a Índia se espatifou contra a Ásia? Ou da maneira pela qual os vírus, construídos como seringas hipodérmicas, introduzem furtivamente o seu DNA pelas defesas do organismo hospedeiro e subvertem o mecanismo reprodutivo das células?; ou da procura de inteligência extraterrestre pelo rádio?; ou da recém-descoberta antiga civilização de Elba que alardeava as virtudes da cerveja Elba? Não, ele não tinha ouvido falar. Como também não conhecia, nem mesmo vagamente, a indeterminação quântica, e reconhecia DNA apenas como três letras maiúsculas que frequentemente aparecem juntas.
O sr. “Buckley” – bom papo, inteligente, curioso – não tinha ouvido virtualmente nada sobre a ciência moderna. (...) Os nossos temas culturais, o nosso sistema educacional, os nossos meios de comunicação haviam traído esse homem. O que a sociedade permitia que escoasse pelos seus canais era principalmente simulacro e confusão. Nunca lhe ensinara como distinguir a ciência verdadeira da imitação barata. Ele não tinha ideia de como a ciência funciona.
(SAGAN, Carl. O mundo assombrado pelos demônios. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p.17-9)
A passagem que apresenta estruturação sintática de voz passiva é:
 

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2441756 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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O botão Enunciado 3028189-1 , disponível na aba “Página Inicial” do MS Word 2010, é responsável por alterar o(a):
 

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