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Foram encontradas 60 questões.

2444055 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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Em relação à ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), disposta na resolução CFBio nº 11/03, pode-se afirmar que:
 

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2443776 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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O MS Outlook Web App pode ser definido como:
 

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2443757 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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De acordo com a Resolução RDC/ANVISA nº 302/2005, que dispõe sobre o regulamento técnico para funcionamento de laboratórios clínicos, pode-se afirmar que:
 

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2443576 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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São consideradas penas disciplinares para a profissão de biólogo:
 

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2443441 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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Analise a imagem abaixo e responda à questão. Assuma que o software utilizado para criar e editar o documento é o MS Word 2010 em português, e que os termos “clicar” e “duplo clique” se referem ao primeiro botão do mouse.
Enunciado 3113587-1
Sabe-se que, para adicionar um campo da fonte de dados ao documento, deve-se usar a opção “Inserir Campo de Mesclagem”. Deve-se, porém, preparar o documento primeiro, definindo a fonte de dados. Para tal, é preciso, após criar um novo documento vazio, ir até a aba “Correspondências” e clicar em:
 

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2443229 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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Um ponto a ser considerado no trabalho com os micro-organismos recombinantes é que o(a):
 

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2443007 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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Virtualmente, todos os atributos de um indivíduo são afetados pelas condições ambientais e pela resposta dele a essas condições.
A relação observada entre o fenótipo de um indivíduo e o ambiente é chamada de:
 

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2442743 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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Em relação à inscrição dos profissionais biólogos na Dívida Ativa, conforme a Resolução nº 282/12, pode-se afirmar que:
 

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2442592 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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O parasitismo é a associação entre seres vivo na qual existe unilateralidade de benefícios.
Com relação ao parasitismo, pode-se afirmar que:
 

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2441845 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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A COISA MAIS PRECIOSA
Quando desembarquei do avião, ele esperava por mim, erguendo um pedaço de papelão em que se achava rabiscado o meu nome. Eu estava a caminho de uma conferência de cientistas e profissionais de televisão cujo objetivo, aparentemente inútil, era melhorar a apresentação da ciência na televisão. Os organizadores tinham gentilmente enviado um motorista.
– Você se importa se eu lhe perguntar uma coisa? – disse ele enquanto esperávamos pela minha mala.
Não, eu não me importava.
– Não é confuso ter o mesmo nome daquele cientista?
Levei um momento para compreender. Ele estava caçoando de mim? Finalmente, comecei a entender.
– Eu sou aquele cientista – respondi.
Ele fez uma pausa e depois sorriu.
– Desculpe. Eu tenho esse tipo de problema. Pensei que também fosse o seu. – Estendeu a mão. – Meu nome é William F. Buckley. (Bem, ele não era exatamente William F. Buckley, mas tinha o mesmo nome do famoso e polêmico entrevistador de TV, o que devia lhe render uma boa dose de zombarias bem-humoradas.)
Quando nos acomodamos no carro para a longa viagem, os limpadores de parabrisa batendo ritmicamente, ele me disse que estava contente por eu ser “aquele cientista” – tinha tantas perguntas a fazer sobre ciência. Eu me importaria?
Não, eu não me importaria.
E assim começamos a falar. Mas, como logo ficou claro, não foi sobre ciência que conversamos. Ele queria falar sobre extraterrestres congelados que definhavam na base da Força Aérea perto de San Antonio, sobre “canalização” (um modo de escutar o que se passa nas mentes dos mortos – pouca coisa, pelo visto), sobre cristais, as profecias de Nostradamus, astrologia, o sudário de Turin ... Ele introduzia cada um desses assuntos portentosos com um entusiasmo eufórico. E tive de desapontá-lo todas as vezes.
– As evidências são precárias – eu repetia. – Existe uma explicação muito mais simples.
De certa maneira, ele era bem informado. Conhecia as várias nuanças especulativas sobre, digamos, os “continentes afundados” de Atlântida e Lemuria. Sabia na ponta da língua as expedições submarinas que deviam estar partindo para descobrir as colunas derrubadas e os minaretes quebrados de uma outrora grande civilização, cujas ruínas só eram visitadas atualmente pelos peixes luminescentes do fundo do mar e por gigantescos monstros marinhos. Só que ... embora o oceano contenha muitos segredos, eu sabia que não existe nem sinal de confirmação oceanográfica ou geofísica para Atlântida e Lemuria. Pelo que a ciência pode afirmar, esses continentes jamais existiram. Já um pouco relutante a essa altura, eu lhe passei a informação.
Enquanto rodávamos pela chuva, podia vê-lo se tornar cada vez mais soturno. Eu não estava apenas negando alguma doutrina falsa, mas uma faceta preciosa de sua vida interior.
Porém, tanta coisa na ciência verdadeira é igualmente emocionante, mais misteriosa, um estímulo intelectual muito maior – além de estar bem mais perto da verdade. Ele sabia dos tijolos moleculares da vida que existem lá fora, no gás frio e rarefeito entre as estrelas? Tinha ouvido falar sobre as pegadas de nossos antepassados que foram encontradas em cinza vulcânica de 4 milhões de anos? E que dizer do Himalaia se erguendo quando a Índia se espatifou contra a Ásia? Ou da maneira pela qual os vírus, construídos como seringas hipodérmicas, introduzem furtivamente o seu DNA pelas defesas do organismo hospedeiro e subvertem o mecanismo reprodutivo das células?; ou da procura de inteligência extraterrestre pelo rádio?; ou da recém-descoberta antiga civilização de Elba que alardeava as virtudes da cerveja Elba? Não, ele não tinha ouvido falar. Como também não conhecia, nem mesmo vagamente, a indeterminação quântica, e reconhecia DNA apenas como três letras maiúsculas que frequentemente aparecem juntas.
O sr. “Buckley” – bom papo, inteligente, curioso – não tinha ouvido virtualmente nada sobre a ciência moderna. (...) Os nossos temas culturais, o nosso sistema educacional, os nossos meios de comunicação haviam traído esse homem. O que a sociedade permitia que escoasse pelos seus canais era principalmente simulacro e confusão. Nunca lhe ensinara como distinguir a ciência verdadeira da imitação barata. Ele não tinha ideia de como a ciência funciona.
(SAGAN, Carl. O mundo assombrado pelos demônios. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p.17-9)
A passagem que apresenta estruturação sintática de voz passiva é:
 

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