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- Gestão de ProcessosOrganizações, Sistemas e Métodos
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoEstrutura OrganizacionalOrganograma
Observe a figura a seguir:
Esse tipo de organograma se denomina
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: Controle
- Teorias da AdministraçãoAbordagem NeoclássicaTeoria Neoclássica da Administração
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- Gestão de ProcessosOrganizações, Sistemas e Métodos
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoEstrutura Organizacional
I. É a desagregação das principais funções da organização em companhias separadas que são interligadas por uma pequena organização central. Os serviços de cada função da organização são conectados eletronicamente.
II. Esse tipo de estrutura impossibilita saber onde a organização está nos termos tradicionais, pois cria uma nova forma de organização através de contratos externos vindos de qualquer parte do mundo, sendo coordenados eletronicamente.
III. Seu organograma é diferenciado em sua forma circular ou estrelado, sendo a unidade central, no centro do organograma, interligado às demais unidades.
Assinale
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- Gestão de ProcessosOrganizações, Sistemas e Métodos
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoEstrutura OrganizacionalDepartamentalização
Em relação à departamentalização, trata-se da abordagem
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A imagem acima, num fluxograma, representa
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O direito à água e o dever de preservá-la
O último dia 22 marcou o Dia Mundial da Água, e a abertura da Conferência da Água, realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU). A conferência acontece na metade da Década Internacional de Ação pela Água (2018-2028), um compromisso da ONU para mobilizar ações de sustentabilidade. A conferência terminou na última sexta (24) com a adoção de uma agenda ambiciosa com mais de 700 itens para promover a preservação.
O acesso à água potável e ao saneamento foi declarado como direitos humanos pela ONU em 2010 e 2015, respectivamente. Ainda assim, em 2020 cerca de 2 bilhões de pessoas no mundo (25% da população) não tinham acesso a água e 3,6 bilhões (46% da população) não tinham acesso a saneamento adequado.
No Brasil, segundo o Ranking do Saneamento, 35 milhões de pessoas não têm acesso a água e cerca de 100 milhões não possuem acesso à coleta de esgoto. Apenas 51% do esgoto gerado é tratado e cerca de 37% da água produzida é perdida na distribuição. Cada um desses indicadores apresenta desigualdades regionais. Por exemplo, dentre as capitais, Porto Velho apresenta os piores indicadores: apenas 26% e 6% da população tem acesso a água e coleta de esgoto, respectivamente.
O consumo global de água tem crescido cerca de 1% ao ano nos últimos 40 anos e é esperado que esse crescimento se mantenha até 2050 devido ao aumento populacional, desenvolvimento econômico e padrões de consumo. Entretanto, esse crescimento enfrenta o desafio da escassez devido à poluição e ao desperdício. Além disso, eventos climáticos extremos podem causar seca em algumas áreas e alagamento em outras.
A poluição da água ocorre devido à eliminação do esgoto não tratado, de produtos químicos e resíduos industriais e domésticos, uso de fertilizantes na agricultura e uso de mercúrio no garimpo. No Brasil, o processo desordenado de urbanização, as práticas agrícolas e o garimpo ilegal na Amazônia contribuem para a poluição da água.
Além de comprometer as reservas de água potável, a poluição acarreta várias doenças, como diarreia, disenteria e cólera, dentre outras. Segundo o Atlas do Saneamento, somente essas três doenças representaram 85% das internações e 41% dos óbitos por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado entre 2008 e 2019, desproporcionalmente concentradas nas regiões Norte e Nordeste.
Quanto aos eventos climáticos extremos, o Brasil já observa intensificação de períodos de escassez e excesso sazonal de água. Neste momento, famílias em várias cidades do Acre e Maranhão estão desabrigadas por causa das chuvas, enquanto parte do Rio Grande do Sul enfrenta uma seca excepcional, a categoria mais intensa segundo o Monitor de Secas.
Aqui destaco a importância da floresta amazônica nessa discussão. O desmatamento afeta o padrão de chuvas e a emissão e armazenamento de carbono. Em 2021, o Brasil observou o maior aumento de emissões em duas décadas, principalmente devido ao desmatamento, e foi estimado que a Amazônia emitiu mais carbono do que retirou da atmosfera. Além disso, áreas desmatadas recebem menos chuva e a duração da estação seca na Amazônia já é mais longa do que a média histórica.
As consequências desse processo não se restringem à Amazônia. São globais!
A água é essencial para a vida e o desenvolvimento sustentável. Ela representa cerca de 70% do nosso planeta. Parece muito, mas apenas 3% da água do planeta é doce; cerca de dois terços está congelada ou indisponível para uso e parte está poluída.
A visão de um planeta sustentável em que habitantes vivam de forma saudável não existe sem água e sem a floresta. Se o acesso à água é um direito, a preservação é um dever de cada um de nós.
(Marcia Castro. Professora de demografia e chefe do Departamento de Saúde Global e População da Escola de Saúde Pública de Harvard. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcia-castro/2023/03/odireito- a-agua-e-o-dever-de-preserva-la.shtml. 26.mar.2023)
Assinale a alternativa em que a palavra indicada, no texto, desempenhe papel adjetivo.
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O direito à água e o dever de preservá-la
O último dia 22 marcou o Dia Mundial da Água, e a abertura da Conferência da Água, realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU). A conferência acontece na metade da Década Internacional de Ação pela Água (2018-2028), um compromisso da ONU para mobilizar ações de sustentabilidade. A conferência terminou na última sexta (24) com a adoção de uma agenda ambiciosa com mais de 700 itens para promover a preservação.
O acesso à água potável e ao saneamento foi declarado como direitos humanos pela ONU em 2010 e 2015, respectivamente. Ainda assim, em 2020 cerca de 2 bilhões de pessoas no mundo (25% da população) não tinham acesso a água e 3,6 bilhões (46% da população) não tinham acesso a saneamento adequado.
No Brasil, segundo o Ranking do Saneamento, 35 milhões de pessoas não têm acesso a água e cerca de 100 milhões não possuem acesso à coleta de esgoto. Apenas 51% do esgoto gerado é tratado e cerca de 37% da água produzida é perdida na distribuição. Cada um desses indicadores apresenta desigualdades regionais. Por exemplo, dentre as capitais, Porto Velho apresenta os piores indicadores: apenas 26% e 6% da população tem acesso a água e coleta de esgoto, respectivamente.
O consumo global de água tem crescido cerca de 1% ao ano nos últimos 40 anos e é esperado que esse crescimento se mantenha até 2050 devido ao aumento populacional, desenvolvimento econômico e padrões de consumo. Entretanto, esse crescimento enfrenta o desafio da escassez devido à poluição e ao desperdício. Além disso, eventos climáticos extremos podem causar seca em algumas áreas e alagamento em outras.
A poluição da água ocorre devido à eliminação do esgoto não tratado, de produtos químicos e resíduos industriais e domésticos, uso de fertilizantes na agricultura e uso de mercúrio no garimpo. No Brasil, o processo desordenado de urbanização, as práticas agrícolas e o garimpo ilegal na Amazônia contribuem para a poluição da água.
Além de comprometer as reservas de água potável, a poluição acarreta várias doenças, como diarreia, disenteria e cólera, dentre outras. Segundo o Atlas do Saneamento, somente essas três doenças representaram 85% das internações e 41% dos óbitos por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado entre 2008 e 2019, desproporcionalmente concentradas nas regiões Norte e Nordeste.
Quanto aos eventos climáticos extremos, o Brasil já observa intensificação de períodos de escassez e excesso sazonal de água. Neste momento, famílias em várias cidades do Acre e Maranhão estão desabrigadas por causa das chuvas, enquanto parte do Rio Grande do Sul enfrenta uma seca excepcional, a categoria mais intensa segundo o Monitor de Secas.
Aqui destaco a importância da floresta amazônica nessa discussão. O desmatamento afeta o padrão de chuvas e a emissão e armazenamento de carbono. Em 2021, o Brasil observou o maior aumento de emissões em duas décadas, principalmente devido ao desmatamento, e foi estimado que a Amazônia emitiu mais carbono do que retirou da atmosfera. Além disso, áreas desmatadas recebem menos chuva e a duração da estação seca na Amazônia já é mais longa do que a média histórica.
As consequências desse processo não se restringem à Amazônia. São globais!
A água é essencial para a vida e o desenvolvimento sustentável. Ela representa cerca de 70% do nosso planeta. Parece muito, mas apenas 3% da água do planeta é doce; cerca de dois terços está congelada ou indisponível para uso e parte está poluída.
A visão de um planeta sustentável em que habitantes vivam de forma saudável não existe sem água e sem a floresta. Se o acesso à água é um direito, a preservação é um dever de cada um de nós.
(Marcia Castro. Professora de demografia e chefe do Departamento de Saúde Global e População da Escola de Saúde Pública de Harvard. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcia-castro/2023/03/odireito- a-agua-e-o-dever-de-preserva-la.shtml. 26.mar.2023)
Assinale a alternativa em que a palavra tenha sido acentuada seguindo regra distinta da das demais.
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