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São públicos os bens do domínio nacional pertencentes às pessoas jurídicas de direito público interno; todos os outros são particulares, seja qual for a pessoa a que pertencerem. A seguir, se encontram algumas de suas características.
I. Os bens públicos nunca, em nenhuma hipótese, estão sujeitos a usucapião.
II. Os bens públicos de uso comum do povo, os de uso especial e os dominicais são inalienáveis, enquanto conservarem a sua qualificação, na forma que a lei determinar.
III. São bens públicos de uso especial os edifícios ou terrenos destinados a serviço ou estabelecimento da administração federal, estadual, territorial ou municipal, inclusive os de suas autarquias.
IV. Não dispondo a lei em contrário, consideram-se dominicais os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito privado a que se tenha dado estrutura de direitopúblico.
Quais das afirmativas acima estão corretas?
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O fim dos empregos
O app de chamar o táxi faz o motorista se materializar em minutos. E está quebrando as empresas de rádio-táxi. No AirBnB, você entra, escolhe uma casa disponível para alugar por uma semana e já negocia esse mini-aluguel direto com o dono. Sai bem mais barato que hotel. Lindo, só que não para os hotéis, que estão perdendo hóspedes aos tufos.
Dá para passar dez páginas citando exemplos desses: serviços que estão facilitando nossas vidas enquanto ceifam empregos. Isso porque uma boa startup tem duas características: ela é "disruptiva", como gostam de dizer os gurus do marketing, já que chacoalham o setor em que competem. E é "magra": entra rápido em operação e emprega pouca gente. Um bom exemplo de startup assim é o Instagram. Quando foi vendida ao facebook por US$ 1 bilhão, a empresa tinha 13 funcionários. A Kodak, que foi o Instagram de um passado nem tão distante, empregava 140 mil funcionários nos anos 1990. E decretou falência ano passado. Só aí sobram 139.987 funcionários ...
O desemprego causado por tecnologia não é exclusividade do nosso tempo. O medo de máquinas tomando o lugar das pessoas vem desde pelo menos 350 a.C, com Aristóteles perguntando o que seria dos servos quando a lira tocasse sozinha. Mas foi dois mil anos depois do filósofo, com a Revolução industrial, que a coisa ficou séria. Na Inglaterra do século 19, os chamados luditas destruíram fábricas que substituíram trabalhadores braçais por máquinas a vapor.
A maior parte dos economistas apontaria que não adianta se revoltar porque a história das "revoluções produtivas" é uma história de desemprego momentâneo. A introdução de máquinas deixou um monte de gente sem ter o que fazer no campo. Mas elas migraram para as cidades e encontraram várias coisas para fazer. Quando as máquinas começaram a tomar os empregos em fábricas, essas pessoas foram para o campo dos serviços. E essa foi a receita do progresso econômico até aqui: a tecnologia tirava empregos num primeiro momento, porque aumentava a produtividade - uma pessoa passava a fazer o trabalho de várias pessoas. Depois, o aumento da produtividade criava mais riqueza. E essa riqueza dava à luz mais empregos. Pronto. Bom para todas as partes. Por isso mesmo os economistas chamam de "falácia ludita" a ideia de que a automação gera desemprego duradouro.
Mas agora parece ser diferente. E o que mostra um cálculo dos pesquisadores Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee, do MIT. Eles observaram o seguinte: quanto mais aumentou a produtividade ao longo do século passado, mais cresceu o número de empregos. Até aí, tudo em linha com a teoria econômica tradicional. Mas as coisas mudaram. Por volta do ano 2000, a produtividade começou a crescer num ritmo bem mais acelerado que a criação de novas vagas. E a distância só aumentou: quanto mais produtividade (ou seja: quanto mais tecnologia), menos emprego. Os países do mundo desenvolvido estão de prova: boa parte deles sofre com taxas altíssimas de desemprego, que teimam em não voltar aos índices pré-crise de 2008.
Mas agora parece ser diferente. E o que mostra um cálculo dos pesquisadores Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee, do MIT. Eles observaram o seguinte: quanto mais aumentou a produtividade ao longo do século passado, mais cresceu o número de empregos. Até aí, tudo em linha com a teoria econômica tradicional. Mas as coisas mudaram. Por volta do ano 2000, a produtividade começou a crescer num ritmo bem mais acelerado que a criação de novas vagas. E a distância só aumentou: quanto mais produtividade (ou seja: quanto mais tecnologia), menos emprego. Os países do mundo desenvolvido estão de prova: boa parte deles sofre com taxas altíssimas de desemprego, que teimam em não voltar aos índices pré-crise de 2008.
E talvez nunca voltem. "A raiz dos nossos problemas não é que estamos em uma grande recessão", eles dizem. "Mas no início de uma grande reestruturação". O problema é que a inovação estaria acontecendo rápido demais. E não haveria tempo nem dinheiro suficiente para começar novas indústrias, que ainda não imaginamos. Se antes uma ocupação demorava décadas para sumir, hoje elas morrem numa piscada. [ ... ]
Outro agente criador de desemprego é o "trabalho gratuito". Os vendedores podem estar perdendo o emprego, mas as pessoas continuam indo ao site da Amazon e indicando produtos com resenhas. E dando estrelinhas no iTunes. O computador faz o trabalho do vendedor. Num site de banco é basicamente a mesma coisa. Quando você paga uma conta na internet está trabalhando de graça para a instituição financeira. Como caixa. [ ... ]
Mas há um outro lado nessa história. O emprego está em crise, mas o empreendedorismo não. Nunca foi tão simples montar um negócio novo. E não estamos falando só de empresas. Se você coloca o seu apartamento para alugar no AirBnB quando sai de férias, já pode se considerar dono de hotel. Mesmo ser taxista hoje é quase como ter uma startup - os motoristas investem no marketing pessoal para aparecerem com mais estrelinhas nos apps, e conseguir mais clientes. Ou seja: essa era do "fim do emprego", ao que parece, é só efeito colateral do início de uma outra era, a do empreendedorismo de massa. A verdade é que estamos diante de uma nova revolução industrial. Uma revolução que está nas suas mãos. Bom trabalho.
(Superinteressante, setembro de 2013)
Releia o trecho abaixo.
"[ .. ] quanto mais produtividade (ou seja: quanto mais tecnologia), menos emprego."
Os termos em destaque indicam circunstâncias de:
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Para responder à questão, leia a tirinha a seguir.

A palavra "exercícios", presente no terceiro quadrinho, pode ser classificada quanto à posição da sílaba tônica como:
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- WindowsArmazenamento no WindowsBitlocker
- WindowsDesktopSegurança no Windows Desktop
- WindowsWindows ServerActive DirectoryPolíticas de Grupo (AD)
Na questão que avaliam os conhecimentos de noções de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que todos os programas mencionados estão em configuração padrão, em português, que o mouse está configurado para pessoas destras, que expressões como clicar, clique simples e clique duplo referem-se a cliques com o botão esquerdo do mouse e que teclar corresponde à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-Ia, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não há restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Para responder a esta questão, sobre o BitLocker, leia cuidadosamente as afirmações a seguir.
I. A senha e a chave de recuperação de uma unidade do sistema operacional ou de uma unidade de dados fixa podem ser salvas em uma pasta, em um ou mais dispositivos USB, em uma conta da Microsoft online ou Impressa.
II. Para unidades de dados removíveis, a senha e a chave de recuperação podem ser salvas em uma pasta, em uma conta da Microsoft online ou impressa. Por padrão, não se pode armazenar uma chave de recuperação para uma unidade removível em uma unidade removível.
III. Um administrador de domínio pode configurar adicionalmente a Política de Grupo para gerar automaticamente as senhas de recuperação e armazená-Ias nos Serviços de Domínio Active Directory para qualquer unidade protegida com BitLocker.
Está correto o que se afirma em:
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Se é falso que "se eles dizem que não, estão a mentir", então é necessariamente verdadeiro que:
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Para responder à questão, leia a tirinha a seguir.

Ainda sobre o primeiro quadrinho, observa-se que o "SE" é usado duas vezes na fala de Calvin (o menino). Marque a alternativa correta quanto ao uso desse termo.
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Conforme preconiza a Lei Federal nº 4.320/64, o exercício financeiro coincidirá com o ano civil. E pertencem ao exercício financeiro as receitas nele arrecadadas e as despesas nele legalmente empenhadas. Partindo de tal pressuposto, e de que o conhecimento de normas gerais de Direito Financeiro é essencial para um bom exercício da advocacia pública, encontre a afirmação em desacordo com o citado regramento legal.
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Numa pesquisa, clientes de uma rede de supermercados foram questionados sobre que marca de sabão usavam, entre as marcas A, B e C. O resultado foi o seguinte:
40 pessoas usam a marca A;
32 pessoas usam a marca B;
48 pessoas usam a marca C;
17 pessoas usam as marcas A e B;
13 pessoas usam as marcas A e C;
15 pessoas usam as marcas C e B;
10 pessoas usam as três marcas;
15 pessoas não usam nenhuma dessas três marcas.
32 pessoas usam a marca B;
48 pessoas usam a marca C;
17 pessoas usam as marcas A e B;
13 pessoas usam as marcas A e C;
15 pessoas usam as marcas C e B;
10 pessoas usam as três marcas;
15 pessoas não usam nenhuma dessas três marcas.
Escolhendo-se ao acaso uma das pessoas que participaram da pesquisa, qual a probabilidade de ela usar apenas a marca A?
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O Código Civil discorre em vários de seus artigos disposições a respeito da evicção, um dos institutos mais importantes do direito civil. Assim sendo, assinale a alternativa incorreta a seu respeito.
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- Código PenalCrimes Contra a Administração PúblicaPraticados por Funcionário PúblicoConcussão e Excesso de Exação
De acordo com o Código Penal, considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública. Ou seja, todas as pessoas que fazem parte do quadro de funcionários dos CRCs e CFC são consideradas funcionários públicos pela lei penal. Dessa forma, é essencial ter conhecimentos dos crimes praticados por funcionários públicos contra a Administração em geral. Assim sendo, assinale o correto tipo penal do crime de concussa-o.
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