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A redução do crédito para financiamento de imóveis, o desemprego em alta a partir dos anos de crise e a queda na renda das famílias tornaram o sonho da casa própria ainda mais distante para milhares de brasileiros. O deficit habitacional do País, que já era elevado, aumentou em mais de 220 mil imóveis entre 2015 e 2017, batendo recorde. Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que o deficit de moradias cresceu 7% em apenas dez anos, de 2007 a 2017, tendo atingido 7,78 milhões de unidades habitacionais em 2017.
“Chegamos ao recorde da série histórica de deficit habitacional. Hoje, ele se verifica, sobretudo, pela inadequação da moradia – famílias que dividem a mesma casa, moram em cortiços, favelas –, dado o peso excessivo que o aluguel passou a ter no orçamento das famílias nos últimos anos”, afirma Robson Gonçalves, da FGV. Ele explica que a maior parte do deficit é formada por famílias que ganham até três salários mínimos por mês, mas a demanda por moradias também atinge consumidores de rendas intermediárias, que viram o mercado de trabalho ficar instável nos últimos anos e o crédito imobiliário, mais escasso.
“As famílias querem ter a própria casa, mas as incertezas dos últimos anos tornaram essa vontade mais distante para a maior parte”, afirma Gonçalves.
O desemprego ainda alto e a falta de confiança do consumidor fizeram a concessão de crédito andar de lado. Em 12 meses, até setembro de 2018, o crédito imobiliário concedido era a metade dos recursos emprestados às pessoas físicas em 2014. O levantamento FGV/Abrainc também aponta que, para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos, seria necessário construir 1,2 milhão de imóveis por ano.
“É uma oportunidade para o mercado, são poucos os países do mundo que têm uma demanda tão expressiva”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon. “Vemos um novo ciclo se formando no setor e, se tudo correr bem na economia, os próximos dois anos podem ser de retorno a um momento melhor do mercado imobiliário”.
“Temos de olhar com otimismo para o mercado, que é saudável e tem uma forte demanda, não só dos consumidores de baixa renda. A demanda é grande entre os que dependem de financiamento com recursos da poupança também”, avalia o presidente da MRV, Eduardo Fischer. Ele lembra que os juros básicos estão em um patamar baixo, a 6,5% ao ano, o que alivia na hora de contratar um financiamento imobiliário. A empresa também espera lançar mais empreendimentos neste ano do que em 2018 e quer aproveitar o aquecimento da demanda para voltar a vender imóveis de padrão mais alto, mirando as famílias de classe média que adiaram a compra da casa própria durante a recessão.
Internet: <https//economia.uol.com.br> (com adaptações).
Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Pelos sentidos do texto, entende-se que o termo “setor” está empregado em referência à área imobiliária.
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A redução do crédito para financiamento de imóveis, o desemprego em alta a partir dos anos de crise e a queda na renda das famílias tornaram o sonho da casa própria ainda mais distante para milhares de brasileiros. O deficit habitacional do País, que já era elevado, aumentou em mais de 220 mil imóveis entre 2015 e 2017, batendo recorde. Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que o deficit de moradias cresceu 7% em apenas dez anos, de 2007 a 2017, tendo atingido 7,78 milhões de unidades habitacionais em 2017.
“Chegamos ao recorde da série histórica de deficit habitacional. Hoje, ele se verifica, sobretudo, pela inadequação da moradia – famílias que dividem a mesma casa, moram em cortiços, favelas –, dado o peso excessivo que o aluguel passou a ter no orçamento das famílias nos últimos anos”, afirma Robson Gonçalves, da FGV. Ele explica que a maior parte do deficit é formada por famílias que ganham até três salários mínimos por mês, mas a demanda por moradias também atinge consumidores de rendas intermediárias, que viram o mercado de trabalho ficar instável nos últimos anos e o crédito imobiliário, mais escasso.
“As famílias querem ter a própria casa, mas as incertezas dos últimos anos tornaram essa vontade mais distante para a maior parte”, afirma Gonçalves.
O desemprego ainda alto e a falta de confiança do consumidor fizeram a concessão de crédito andar de lado. Em 12 meses, até setembro de 2018, o crédito imobiliário concedido era a metade dos recursos emprestados às pessoas físicas em 2014. O levantamento FGV/Abrainc também aponta que, para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos, seria necessário construir 1,2 milhão de imóveis por ano.
“É uma oportunidade para o mercado, são poucos os países do mundo que têm uma demanda tão expressiva”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon. “Vemos um novo ciclo se formando no setor e, se tudo correr bem na economia, os próximos dois anos podem ser de retorno a um momento melhor do mercado imobiliário”.
“Temos de olhar com otimismo para o mercado, que é saudável e tem uma forte demanda, não só dos consumidores de baixa renda. A demanda é grande entre os que dependem de financiamento com recursos da poupança também”, avalia o presidente da MRV, Eduardo Fischer. Ele lembra que os juros básicos estão em um patamar baixo, a 6,5% ao ano, o que alivia na hora de contratar um financiamento imobiliário. A empresa também espera lançar mais empreendimentos neste ano do que em 2018 e quer aproveitar o aquecimento da demanda para voltar a vender imóveis de padrão mais alto, mirando as famílias de classe média que adiaram a compra da casa própria durante a recessão.
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Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A oração “para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos” expressa, em relação à oração subsequente, circunstância de finalidade.
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A redução do crédito para financiamento de imóveis, o desemprego em alta a partir dos anos de crise e a queda na renda das famílias tornaram o sonho da casa própria ainda mais distante para milhares de brasileiros. O deficit habitacional do País, que já era elevado, aumentou em mais de 220 mil imóveis entre 2015 e 2017, batendo recorde. Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que o deficit de moradias cresceu 7% em apenas dez anos, de 2007 a 2017, tendo atingido 7,78 milhões de unidades habitacionais em 2017.
“Chegamos ao recorde da série histórica de deficit habitacional. Hoje, ele se verifica, sobretudo, pela inadequação da moradia – famílias que dividem a mesma casa, moram em cortiços, favelas –, dado o peso excessivo que o aluguel passou a ter no orçamento das famílias nos últimos anos”, afirma Robson Gonçalves, da FGV. Ele explica que a maior parte do deficit é formada por famílias que ganham até três salários mínimos por mês, mas a demanda por moradias também atinge consumidores de rendas intermediárias, que viram o mercado de trabalho ficar instável nos últimos anos e o crédito imobiliário, mais escasso.
“As famílias querem ter a própria casa, mas as incertezas dos últimos anos tornaram essa vontade mais distante para a maior parte”, afirma Gonçalves.
O desemprego ainda alto e a falta de confiança do consumidor fizeram a concessão de crédito andar de lado. Em 12 meses, até setembro de 2018, o crédito imobiliário concedido era a metade dos recursos emprestados às pessoas físicas em 2014. O levantamento FGV/Abrainc também aponta que, para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos, seria necessário construir 1,2 milhão de imóveis por ano.
“É uma oportunidade para o mercado, são poucos os países do mundo que têm uma demanda tão expressiva”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon. “Vemos um novo ciclo se formando no setor e, se tudo correr bem na economia, os próximos dois anos podem ser de retorno a um momento melhor do mercado imobiliário”.
“Temos de olhar com otimismo para o mercado, que é saudável e tem uma forte demanda, não só dos consumidores de baixa renda. A demanda é grande entre os que dependem de financiamento com recursos da poupança também”, avalia o presidente da MRV, Eduardo Fischer. Ele lembra que os juros básicos estão em um patamar baixo, a 6,5% ao ano, o que alivia na hora de contratar um financiamento imobiliário. A empresa também espera lançar mais empreendimentos neste ano do que em 2018 e quer aproveitar o aquecimento da demanda para voltar a vender imóveis de padrão mais alto, mirando as famílias de classe média que adiaram a compra da casa própria durante a recessão.
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Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Na linha, o emprego do acento indicativo de crase em “às pessoas” justifica-se pela regência do termo “emprestados” e pela anteposição de artigo definido à palavra “pessoas”.
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A redução do crédito para financiamento de imóveis, o desemprego em alta a partir dos anos de crise e a queda na renda das famílias tornaram o sonho da casa própria ainda mais distante para milhares de brasileiros. O deficit habitacional do País, que já era elevado, aumentou em mais de 220 mil imóveis entre 2015 e 2017, batendo recorde. Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que o deficit de moradias cresceu 7% em apenas dez anos, de 2007 a 2017, tendo atingido 7,78 milhões de unidades habitacionais em 2017.
“Chegamos ao recorde da série histórica de deficit habitacional. Hoje, ele se verifica, sobretudo, pela inadequação da moradia – famílias que dividem a mesma casa, moram em cortiços, favelas –, dado o peso excessivo que o aluguel passou a ter no orçamento das famílias nos últimos anos”, afirma Robson Gonçalves, da FGV. Ele explica que a maior parte do deficit é formada por famílias que ganham até três salários mínimos por mês, mas a demanda por moradias também atinge consumidores de rendas intermediárias, que viram o mercado de trabalho ficar instável nos últimos anos e o crédito imobiliário, mais escasso.
“As famílias querem ter a própria casa, mas as incertezas dos últimos anos tornaram essa vontade mais distante para a maior parte”, afirma Gonçalves.
O desemprego ainda alto e a falta de confiança do consumidor fizeram a concessão de crédito andar de lado. Em 12 meses, até setembro de 2018, o crédito imobiliário concedido era a metade dos recursos emprestados às pessoas físicas em 2014. O levantamento FGV/Abrainc também aponta que, para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos, seria necessário construir 1,2 milhão de imóveis por ano.
“É uma oportunidade para o mercado, são poucos os países do mundo que têm uma demanda tão expressiva”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon. “Vemos um novo ciclo se formando no setor e, se tudo correr bem na economia, os próximos dois anos podem ser de retorno a um momento melhor do mercado imobiliário”.
“Temos de olhar com otimismo para o mercado, que é saudável e tem uma forte demanda, não só dos consumidores de baixa renda. A demanda é grande entre os que dependem de financiamento com recursos da poupança também”, avalia o presidente da MRV, Eduardo Fischer. Ele lembra que os juros básicos estão em um patamar baixo, a 6,5% ao ano, o que alivia na hora de contratar um financiamento imobiliário. A empresa também espera lançar mais empreendimentos neste ano do que em 2018 e quer aproveitar o aquecimento da demanda para voltar a vender imóveis de padrão mais alto, mirando as famílias de classe média que adiaram a compra da casa própria durante a recessão.
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Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Os termos “instável” e “escasso” têm, no texto, a mesma classificação gramatical e função sintática.
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A redução do crédito para financiamento de imóveis, o desemprego em alta a partir dos anos de crise e a queda na renda das famílias tornaram o sonho da casa própria ainda mais distante para milhares de brasileiros. O deficit habitacional do País, que já era elevado, aumentou em mais de 220 mil imóveis entre 2015 e 2017, batendo recorde. Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que o deficit de moradias cresceu 7% em apenas dez anos, de 2007 a 2017, tendo atingido 7,78 milhões de unidades habitacionais em 2017.
“Chegamos ao recorde da série histórica de deficit habitacional. Hoje, ele se verifica, sobretudo, pela inadequação da moradia – famílias que dividem a mesma casa, moram em cortiços, favelas –, dado o peso excessivo que o aluguel passou a ter no orçamento das famílias nos últimos anos”, afirma Robson Gonçalves, da FGV. Ele explica que a maior parte do deficit é formada por famílias que ganham até três salários mínimos por mês, mas a demanda por moradias também atinge consumidores de rendas intermediárias, que viram o mercado de trabalho ficar instável nos últimos anos e o crédito imobiliário, mais escasso.
“As famílias querem ter a própria casa, mas as incertezas dos últimos anos tornaram essa vontade mais distante para a maior parte”, afirma Gonçalves.
O desemprego ainda alto e a falta de confiança do consumidor fizeram a concessão de crédito andar de lado. Em 12 meses, até setembro de 2018, o crédito imobiliário concedido era a metade dos recursos emprestados às pessoas físicas em 2014. O levantamento FGV/Abrainc também aponta que, para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos, seria necessário construir 1,2 milhão de imóveis por ano.
“É uma oportunidade para o mercado, são poucos os países do mundo que têm uma demanda tão expressiva”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon. “Vemos um novo ciclo se formando no setor e, se tudo correr bem na economia, os próximos dois anos podem ser de retorno a um momento melhor do mercado imobiliário”.
“Temos de olhar com otimismo para o mercado, que é saudável e tem uma forte demanda, não só dos consumidores de baixa renda. A demanda é grande entre os que dependem de financiamento com recursos da poupança também”, avalia o presidente da MRV, Eduardo Fischer. Ele lembra que os juros básicos estão em um patamar baixo, a 6,5% ao ano, o que alivia na hora de contratar um financiamento imobiliário. A empresa também espera lançar mais empreendimentos neste ano do que em 2018 e quer aproveitar o aquecimento da demanda para voltar a vender imóveis de padrão mais alto, mirando as famílias de classe média que adiaram a compra da casa própria durante a recessão.
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Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A forma verbal “viram” consiste na flexão do verbo vir na terceira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo.
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A redução do crédito para financiamento de imóveis, o desemprego em alta a partir dos anos de crise e a queda na renda das famílias tornaram o sonho da casa própria ainda mais distante para milhares de brasileiros. O deficit habitacional do País, que já era elevado, aumentou em mais de 220 mil imóveis entre 2015 e 2017, batendo recorde. Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que o deficit de moradias cresceu 7% em apenas dez anos, de 2007 a 2017, tendo atingido 7,78 milhões de unidades habitacionais em 2017.
“Chegamos ao recorde da série histórica de deficit habitacional. Hoje, ele se verifica, sobretudo, pela inadequação da moradia – famílias que dividem a mesma casa, moram em cortiços, favelas –, dado o peso excessivo que o aluguel passou a ter no orçamento das famílias nos últimos anos”, afirma Robson Gonçalves, da FGV. Ele explica que a maior parte do deficit é formada por famílias que ganham até três salários mínimos por mês, mas a demanda por moradias também atinge consumidores de rendas intermediárias, que viram o mercado de trabalho ficar instável nos últimos anos e o crédito imobiliário, mais escasso.
“As famílias querem ter a própria casa, mas as incertezas dos últimos anos tornaram essa vontade mais distante para a maior parte”, afirma Gonçalves.
O desemprego ainda alto e a falta de confiança do consumidor fizeram a concessão de crédito andar de lado. Em 12 meses, até setembro de 2018, o crédito imobiliário concedido era a metade dos recursos emprestados às pessoas físicas em 2014. O levantamento FGV/Abrainc também aponta que, para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos, seria necessário construir 1,2 milhão de imóveis por ano.
“É uma oportunidade para o mercado, são poucos os países do mundo que têm uma demanda tão expressiva”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon. “Vemos um novo ciclo se formando no setor e, se tudo correr bem na economia, os próximos dois anos podem ser de retorno a um momento melhor do mercado imobiliário”.
“Temos de olhar com otimismo para o mercado, que é saudável e tem uma forte demanda, não só dos consumidores de baixa renda. A demanda é grande entre os que dependem de financiamento com recursos da poupança também”, avalia o presidente da MRV, Eduardo Fischer. Ele lembra que os juros básicos estão em um patamar baixo, a 6,5% ao ano, o que alivia na hora de contratar um financiamento imobiliário. A empresa também espera lançar mais empreendimentos neste ano do que em 2018 e quer aproveitar o aquecimento da demanda para voltar a vender imóveis de padrão mais alto, mirando as famílias de classe média que adiaram a compra da casa própria durante a recessão.
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Na linha, a oração “que ganham até três salários mínimos por mês” restringe o termo “famílias”.
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“Chegamos ao recorde da série histórica de deficit habitacional. Hoje, ele se verifica, sobretudo, pela inadequação da moradia – famílias que dividem a mesma casa, moram em cortiços, favelas –, dado o peso excessivo que o aluguel passou a ter no orçamento das famílias nos últimos anos”, afirma Robson Gonçalves, da FGV. Ele explica que a maior parte do deficit é formada por famílias que ganham até três salários mínimos por mês, mas a demanda por moradias também atinge consumidores de rendas intermediárias, que viram o mercado de trabalho ficar instável nos últimos anos e o crédito imobiliário, mais escasso.
“As famílias querem ter a própria casa, mas as incertezas dos últimos anos tornaram essa vontade mais distante para a maior parte”, afirma Gonçalves.
O desemprego ainda alto e a falta de confiança do consumidor fizeram a concessão de crédito andar de lado. Em 12 meses, até setembro de 2018, o crédito imobiliário concedido era a metade dos recursos emprestados às pessoas físicas em 2014. O levantamento FGV/Abrainc também aponta que, para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos, seria necessário construir 1,2 milhão de imóveis por ano.
“É uma oportunidade para o mercado, são poucos os países do mundo que têm uma demanda tão expressiva”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon. “Vemos um novo ciclo se formando no setor e, se tudo correr bem na economia, os próximos dois anos podem ser de retorno a um momento melhor do mercado imobiliário”.
“Temos de olhar com otimismo para o mercado, que é saudável e tem uma forte demanda, não só dos consumidores de baixa renda. A demanda é grande entre os que dependem de financiamento com recursos da poupança também”, avalia o presidente da MRV, Eduardo Fischer. Ele lembra que os juros básicos estão em um patamar baixo, a 6,5% ao ano, o que alivia na hora de contratar um financiamento imobiliário. A empresa também espera lançar mais empreendimentos neste ano do que em 2018 e quer aproveitar o aquecimento da demanda para voltar a vender imóveis de padrão mais alto, mirando as famílias de classe média que adiaram a compra da casa própria durante a recessão.
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Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A acentuação gráfica da forma verbal “têm” justifica-se pela mesma razão da do vocábulo “também”.
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“Chegamos ao recorde da série histórica de deficit habitacional. Hoje, ele se verifica, sobretudo, pela inadequação da moradia – famílias que dividem a mesma casa, moram em cortiços, favelas –, dado o peso excessivo que o aluguel passou a ter no orçamento das famílias nos últimos anos”, afirma Robson Gonçalves, da FGV. Ele explica que a maior parte do deficit é formada por famílias que ganham até três salários mínimos por mês, mas a demanda por moradias também atinge consumidores de rendas intermediárias, que viram o mercado de trabalho ficar instável nos últimos anos e o crédito imobiliário, mais escasso.
“As famílias querem ter a própria casa, mas as incertezas dos últimos anos tornaram essa vontade mais distante para a maior parte”, afirma Gonçalves.
O desemprego ainda alto e a falta de confiança do consumidor fizeram a concessão de crédito andar de lado. Em 12 meses, até setembro de 2018, o crédito imobiliário concedido era a metade dos recursos emprestados às pessoas físicas em 2014. O levantamento FGV/Abrainc também aponta que, para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos, seria necessário construir 1,2 milhão de imóveis por ano.
“É uma oportunidade para o mercado, são poucos os países do mundo que têm uma demanda tão expressiva”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon. “Vemos um novo ciclo se formando no setor e, se tudo correr bem na economia, os próximos dois anos podem ser de retorno a um momento melhor do mercado imobiliário”.
“Temos de olhar com otimismo para o mercado, que é saudável e tem uma forte demanda, não só dos consumidores de baixa renda. A demanda é grande entre os que dependem de financiamento com recursos da poupança também”, avalia o presidente da MRV, Eduardo Fischer. Ele lembra que os juros básicos estão em um patamar baixo, a 6,5% ao ano, o que alivia na hora de contratar um financiamento imobiliário. A empresa também espera lançar mais empreendimentos neste ano do que em 2018 e quer aproveitar o aquecimento da demanda para voltar a vender imóveis de padrão mais alto, mirando as famílias de classe média que adiaram a compra da casa própria durante a recessão.
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Na linha, estaria mantida a correção gramatical do texto caso a forma verbal “cresceu” estivesse flexionada no plural, dada a possibilidade de concordância com “7%”.
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“Chegamos ao recorde da série histórica de deficit habitacional. Hoje, ele se verifica, sobretudo, pela inadequação da moradia – famílias que dividem a mesma casa, moram em cortiços, favelas –, dado o peso excessivo que o aluguel passou a ter no orçamento das famílias nos últimos anos”, afirma Robson Gonçalves, da FGV. Ele explica que a maior parte do deficit é formada por famílias que ganham até três salários mínimos por mês, mas a demanda por moradias também atinge consumidores de rendas intermediárias, que viram o mercado de trabalho ficar instável nos últimos anos e o crédito imobiliário, mais escasso.
“As famílias querem ter a própria casa, mas as incertezas dos últimos anos tornaram essa vontade mais distante para a maior parte”, afirma Gonçalves.
O desemprego ainda alto e a falta de confiança do consumidor fizeram a concessão de crédito andar de lado. Em 12 meses, até setembro de 2018, o crédito imobiliário concedido era a metade dos recursos emprestados às pessoas físicas em 2014. O levantamento FGV/Abrainc também aponta que, para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos, seria necessário construir 1,2 milhão de imóveis por ano.
“É uma oportunidade para o mercado, são poucos os países do mundo que têm uma demanda tão expressiva”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon. “Vemos um novo ciclo se formando no setor e, se tudo correr bem na economia, os próximos dois anos podem ser de retorno a um momento melhor do mercado imobiliário”.
“Temos de olhar com otimismo para o mercado, que é saudável e tem uma forte demanda, não só dos consumidores de baixa renda. A demanda é grande entre os que dependem de financiamento com recursos da poupança também”, avalia o presidente da MRV, Eduardo Fischer. Ele lembra que os juros básicos estão em um patamar baixo, a 6,5% ao ano, o que alivia na hora de contratar um financiamento imobiliário. A empresa também espera lançar mais empreendimentos neste ano do que em 2018 e quer aproveitar o aquecimento da demanda para voltar a vender imóveis de padrão mais alto, mirando as famílias de classe média que adiaram a compra da casa própria durante a recessão.
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As vírgulas empregadas, respectivamente, após “País” e “elevado” isolam oração de sentido explicativo.
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“Chegamos ao recorde da série histórica de deficit habitacional. Hoje, ele se verifica, sobretudo, pela inadequação da moradia – famílias que dividem a mesma casa, moram em cortiços, favelas –, dado o peso excessivo que o aluguel passou a ter no orçamento das famílias nos últimos anos”, afirma Robson Gonçalves, da FGV. Ele explica que a maior parte do deficit é formada por famílias que ganham até três salários mínimos por mês, mas a demanda por moradias também atinge consumidores de rendas intermediárias, que viram o mercado de trabalho ficar instável nos últimos anos e o crédito imobiliário, mais escasso.
“As famílias querem ter a própria casa, mas as incertezas dos últimos anos tornaram essa vontade mais distante para a maior parte”, afirma Gonçalves.
O desemprego ainda alto e a falta de confiança do consumidor fizeram a concessão de crédito andar de lado. Em 12 meses, até setembro de 2018, o crédito imobiliário concedido era a metade dos recursos emprestados às pessoas físicas em 2014. O levantamento FGV/Abrainc também aponta que, para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos, seria necessário construir 1,2 milhão de imóveis por ano.
“É uma oportunidade para o mercado, são poucos os países do mundo que têm uma demanda tão expressiva”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon. “Vemos um novo ciclo se formando no setor e, se tudo correr bem na economia, os próximos dois anos podem ser de retorno a um momento melhor do mercado imobiliário”.
“Temos de olhar com otimismo para o mercado, que é saudável e tem uma forte demanda, não só dos consumidores de baixa renda. A demanda é grande entre os que dependem de financiamento com recursos da poupança também”, avalia o presidente da MRV, Eduardo Fischer. Ele lembra que os juros básicos estão em um patamar baixo, a 6,5% ao ano, o que alivia na hora de contratar um financiamento imobiliário. A empresa também espera lançar mais empreendimentos neste ano do que em 2018 e quer aproveitar o aquecimento da demanda para voltar a vender imóveis de padrão mais alto, mirando as famílias de classe média que adiaram a compra da casa própria durante a recessão.
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Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A acentuação gráfica dos vocábulos “já”, “três” e “mês” justifica-se pela mesma regra de acentuação gráfica.
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