Foram encontradas 120 questões.
A = {1/2, 1/3, 1/4, 1/5, 1/6, ...}
B = {1/2, 1/4, 1/8, 1/16, ...}
C = {(1/2)n , tal que n é natural}
D = {(1/2)n , tal que n é inteiro}
A partir dos conjuntos acima, julgue o item.
A está contido em B.
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Nos itens que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração-padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram-se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Julgue o item acerca do conceito de hardware e do programa de edição de textos LibreOffice Writer, versão 5.
No editor de texto LibreOffice Writer 5, ao se clicar
, posicionando o cursor do mouse no último campo da tabela, será possível realizar a soma de todos os valores de uma coluna.
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Nos itens que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração-padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram-se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Julgue o item acerca do conceito de hardware e do programa de edição de textos LibreOffice Writer, versão 5.
São exemplos de estilos utilizados no LibreOffice Writer 5: estilos de parágrafo; estilos de caractere; e estilos de página.
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Nos itens que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração-padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram-se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Julgue o item acerca do conceito de hardware e do programa de edição de textos LibreOffice Writer, versão 5.
No LibreOffice Writer 5, há um recurso que permite verificar se o documento ou o texto selecionado possui erros de ortografia ou erros gramaticais. Uma das formas de se fazer uso desse recurso é clicar
.
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Nos itens que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração-padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram-se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Julgue o item acerca do conceito de hardware e do programa de edição de textos LibreOffice Writer, versão 5.
O processador, ou CPU, como é mais conhecido, é o dispositivo que tem a função de executar (processar) os dados que estão localizados na memória virtual.
Portanto, não cabe a ele a função de controle, apenas a de processamento.
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Nos itens que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração-padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram-se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Julgue o item acerca do conceito de hardware e do programa de edição de textos LibreOffice Writer, versão 5.
A operação de hardware que ocorre quando o processador suspende temporariamente algum processo principal, com o objetivo de atender algum evento que possua maior prioridade, é chamada de IRQ (Interrupt Request).
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A redução do crédito para financiamento de imóveis, o desemprego em alta a partir dos anos de crise e a queda na renda das famílias tornaram o sonho da casa própria ainda mais distante para milhares de brasileiros. O deficit habitacional do País, que já era elevado, aumentou em mais de 220 mil imóveis entre 2015 e 2017, batendo recorde. Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que o deficit de moradias cresceu 7% em apenas dez anos, de 2007 a 2017, tendo atingido 7,78 milhões de unidades habitacionais em 2017.
“Chegamos ao recorde da série histórica de deficit habitacional. Hoje, ele se verifica, sobretudo, pela inadequação da moradia – famílias que dividem a mesma casa, moram em cortiços, favelas –, dado o peso excessivo que o aluguel passou a ter no orçamento das famílias nos últimos anos”, afirma Robson Gonçalves, da FGV. Ele explica que a maior parte do deficit é formada por famílias que ganham até três salários mínimos por mês, mas a demanda por moradias também atinge consumidores de rendas intermediárias, que viram o mercado de trabalho ficar instável nos últimos anos e o crédito imobiliário, mais escasso.
“As famílias querem ter a própria casa, mas as incertezas dos últimos anos tornaram essa vontade mais distante para a maior parte”, afirma Gonçalves.
O desemprego ainda alto e a falta de confiança do consumidor fizeram a concessão de crédito andar de lado. Em 12 meses, até setembro de 2018, o crédito imobiliário concedido era a metade dos recursos emprestados às pessoas físicas em 2014. O levantamento FGV/Abrainc também aponta que, para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos, seria necessário construir 1,2 milhão de imóveis por ano.
“É uma oportunidade para o mercado, são poucos os países do mundo que têm uma demanda tão expressiva”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon. “Vemos um novo ciclo se formando no setor e, se tudo correr bem na economia, os próximos dois anos podem ser de retorno a um momento melhor do mercado imobiliário”.
“Temos de olhar com otimismo para o mercado, que é saudável e tem uma forte demanda, não só dos consumidores de baixa renda. A demanda é grande entre os que dependem de financiamento com recursos da poupança também”, avalia o presidente da MRV, Eduardo Fischer. Ele lembra que os juros básicos estão em um patamar baixo, a 6,5% ao ano, o que alivia na hora de contratar um financiamento imobiliário. A empresa também espera lançar mais empreendimentos neste ano do que em 2018 e quer aproveitar o aquecimento da demanda para voltar a vender imóveis de padrão mais alto, mirando as famílias de classe média que adiaram a compra da casa própria durante a recessão.
Internet: <https//economia.uol.com.br> (com adaptações).
Julgue o item com relação à correção gramatical dos trechos apresentados e à adequação da linguagem à correspondência oficial.
Em atenção a sua solicitação referente ao registro profissional de agrônomo, informamos que o diploma apresentado falta ser autenticado, devendo tomar as providências necessárias em tempo hábil.
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A redução do crédito para financiamento de imóveis, o desemprego em alta a partir dos anos de crise e a queda na renda das famílias tornaram o sonho da casa própria ainda mais distante para milhares de brasileiros. O deficit habitacional do País, que já era elevado, aumentou em mais de 220 mil imóveis entre 2015 e 2017, batendo recorde. Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que o deficit de moradias cresceu 7% em apenas dez anos, de 2007 a 2017, tendo atingido 7,78 milhões de unidades habitacionais em 2017.
“Chegamos ao recorde da série histórica de deficit habitacional. Hoje, ele se verifica, sobretudo, pela inadequação da moradia – famílias que dividem a mesma casa, moram em cortiços, favelas –, dado o peso excessivo que o aluguel passou a ter no orçamento das famílias nos últimos anos”, afirma Robson Gonçalves, da FGV. Ele explica que a maior parte do deficit é formada por famílias que ganham até três salários mínimos por mês, mas a demanda por moradias também atinge consumidores de rendas intermediárias, que viram o mercado de trabalho ficar instável nos últimos anos e o crédito imobiliário, mais escasso.
“As famílias querem ter a própria casa, mas as incertezas dos últimos anos tornaram essa vontade mais distante para a maior parte”, afirma Gonçalves.
O desemprego ainda alto e a falta de confiança do consumidor fizeram a concessão de crédito andar de lado. Em 12 meses, até setembro de 2018, o crédito imobiliário concedido era a metade dos recursos emprestados às pessoas físicas em 2014. O levantamento FGV/Abrainc também aponta que, para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos, seria necessário construir 1,2 milhão de imóveis por ano.
“É uma oportunidade para o mercado, são poucos os países do mundo que têm uma demanda tão expressiva”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon. “Vemos um novo ciclo se formando no setor e, se tudo correr bem na economia, os próximos dois anos podem ser de retorno a um momento melhor do mercado imobiliário”.
“Temos de olhar com otimismo para o mercado, que é saudável e tem uma forte demanda, não só dos consumidores de baixa renda. A demanda é grande entre os que dependem de financiamento com recursos da poupança também”, avalia o presidente da MRV, Eduardo Fischer. Ele lembra que os juros básicos estão em um patamar baixo, a 6,5% ao ano, o que alivia na hora de contratar um financiamento imobiliário. A empresa também espera lançar mais empreendimentos neste ano do que em 2018 e quer aproveitar o aquecimento da demanda para voltar a vender imóveis de padrão mais alto, mirando as famílias de classe média que adiaram a compra da casa própria durante a recessão.
Internet: <https//economia.uol.com.br> (com adaptações).
Julgue o item com relação à correção gramatical dos trechos apresentados e à adequação da linguagem à correspondência oficial.
Informamos à essa Comissão Especial que o relatório conclusivo da diligência efetuada não foi possível ser feito no prazo determinado, estando pronto daqui há uma semana.
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A redução do crédito para financiamento de imóveis, o desemprego em alta a partir dos anos de crise e a queda na renda das famílias tornaram o sonho da casa própria ainda mais distante para milhares de brasileiros. O deficit habitacional do País, que já era elevado, aumentou em mais de 220 mil imóveis entre 2015 e 2017, batendo recorde. Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que o deficit de moradias cresceu 7% em apenas dez anos, de 2007 a 2017, tendo atingido 7,78 milhões de unidades habitacionais em 2017.
“Chegamos ao recorde da série histórica de deficit habitacional. Hoje, ele se verifica, sobretudo, pela inadequação da moradia – famílias que dividem a mesma casa, moram em cortiços, favelas –, dado o peso excessivo que o aluguel passou a ter no orçamento das famílias nos últimos anos”, afirma Robson Gonçalves, da FGV. Ele explica que a maior parte do deficit é formada por famílias que ganham até três salários mínimos por mês, mas a demanda por moradias também atinge consumidores de rendas intermediárias, que viram o mercado de trabalho ficar instável nos últimos anos e o crédito imobiliário, mais escasso.
“As famílias querem ter a própria casa, mas as incertezas dos últimos anos tornaram essa vontade mais distante para a maior parte”, afirma Gonçalves.
O desemprego ainda alto e a falta de confiança do consumidor fizeram a concessão de crédito andar de lado. Em 12 meses, até setembro de 2018, o crédito imobiliário concedido era a metade dos recursos emprestados às pessoas físicas em 2014. O levantamento FGV/Abrainc também aponta que, para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos, seria necessário construir 1,2 milhão de imóveis por ano.
“É uma oportunidade para o mercado, são poucos os países do mundo que têm uma demanda tão expressiva”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon. “Vemos um novo ciclo se formando no setor e, se tudo correr bem na economia, os próximos dois anos podem ser de retorno a um momento melhor do mercado imobiliário”.
“Temos de olhar com otimismo para o mercado, que é saudável e tem uma forte demanda, não só dos consumidores de baixa renda. A demanda é grande entre os que dependem de financiamento com recursos da poupança também”, avalia o presidente da MRV, Eduardo Fischer. Ele lembra que os juros básicos estão em um patamar baixo, a 6,5% ao ano, o que alivia na hora de contratar um financiamento imobiliário. A empresa também espera lançar mais empreendimentos neste ano do que em 2018 e quer aproveitar o aquecimento da demanda para voltar a vender imóveis de padrão mais alto, mirando as famílias de classe média que adiaram a compra da casa própria durante a recessão.
Internet: <https//economia.uol.com.br> (com adaptações).
Considerando os mecanismos de coesão no texto, julgue o item no que se refere à correta correspondência entre o termo destacado e o respectivo elemento de referência.
“A empresa” – “MVR”.
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A redução do crédito para financiamento de imóveis, o desemprego em alta a partir dos anos de crise e a queda na renda das famílias tornaram o sonho da casa própria ainda mais distante para milhares de brasileiros. O deficit habitacional do País, que já era elevado, aumentou em mais de 220 mil imóveis entre 2015 e 2017, batendo recorde. Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que o deficit de moradias cresceu 7% em apenas dez anos, de 2007 a 2017, tendo atingido 7,78 milhões de unidades habitacionais em 2017.
“Chegamos ao recorde da série histórica de deficit habitacional. Hoje, ele se verifica, sobretudo, pela inadequação da moradia – famílias que dividem a mesma casa, moram em cortiços, favelas –, dado o peso excessivo que o aluguel passou a ter no orçamento das famílias nos últimos anos”, afirma Robson Gonçalves, da FGV. Ele explica que a maior parte do deficit é formada por famílias que ganham até três salários mínimos por mês, mas a demanda por moradias também atinge consumidores de rendas intermediárias, que viram o mercado de trabalho ficar instável nos últimos anos e o crédito imobiliário, mais escasso.
“As famílias querem ter a própria casa, mas as incertezas dos últimos anos tornaram essa vontade mais distante para a maior parte”, afirma Gonçalves.
O desemprego ainda alto e a falta de confiança do consumidor fizeram a concessão de crédito andar de lado. Em 12 meses, até setembro de 2018, o crédito imobiliário concedido era a metade dos recursos emprestados às pessoas físicas em 2014. O levantamento FGV/Abrainc também aponta que, para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos, seria necessário construir 1,2 milhão de imóveis por ano.
“É uma oportunidade para o mercado, são poucos os países do mundo que têm uma demanda tão expressiva”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon. “Vemos um novo ciclo se formando no setor e, se tudo correr bem na economia, os próximos dois anos podem ser de retorno a um momento melhor do mercado imobiliário”.
“Temos de olhar com otimismo para o mercado, que é saudável e tem uma forte demanda, não só dos consumidores de baixa renda. A demanda é grande entre os que dependem de financiamento com recursos da poupança também”, avalia o presidente da MRV, Eduardo Fischer. Ele lembra que os juros básicos estão em um patamar baixo, a 6,5% ao ano, o que alivia na hora de contratar um financiamento imobiliário. A empresa também espera lançar mais empreendimentos neste ano do que em 2018 e quer aproveitar o aquecimento da demanda para voltar a vender imóveis de padrão mais alto, mirando as famílias de classe média que adiaram a compra da casa própria durante a recessão.
Internet: <https//economia.uol.com.br> (com adaptações).
Considerando os mecanismos de coesão no texto, julgue o item no que se refere à correta correspondência entre o termo destacado e o respectivo elemento de referência.
“o”, em “o que alivia” – o fato de “que os juros básicos estão em um patamar baixo”.
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